MITOS ISLÂMICOS

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Fatwa: é proibido usar saltos altos - excepto para seduzir o marido

A recente emergência dos Salafitas depois da revolução de 25 de Janeiro deu lugar a uma série de fatwas controversas focadas principalmente nas mulheres, nos Coptas, na cultura e na democracia.

O clérigo Mustafa al-Adawi emitiu uma fatwa proibindo as mulheres muçulmanas de usar saltos altos visto estes serem uma "fonte de sedução para o homem".

A mulher só pode usar os saltos altos para o seu esposo mas ela não o pode fazer fora de casa.
Outro clérigo Sheikh Mahmoud Amer, emitiu uma fatwa proibindo os muçulmano de votar em candidatos Coptas ou em muçulmanos que não rezam com regularidade.
O islão proíbe que se vote neles; quem o fizer incorre num pecado grave.

. . . . .

Sempre bom ver que, mal os muçulmanos se encontram no poder, as suas prioridades são controlar as muçulmanas e oprimir os Cristãos. Sem dúvida que as coisas vão ser diferente no Ocidente, certo?

Mulher que fez comentários racistas no metro de Londres vai passar o Natal na prisão

Após uma audiência em tribunal a mulher foi acusada de desestabilização da ordem pública agravada devido aos comentários de natureza racista, escreve o “The Guardian”.

A britânica, de 34 anos, foi filmada gritando frases racistas às pessoas que viajavam com ela no metro, no sul de Londres, enquanto segurava no colo um menor.

A mulher, identificada como Emma West e moradora em New Addington (sul de Londres), chorou em tribunal enquanto os magistrados assistiam às imagens do que se passou no metro. O vídeo já foi visto mais de 11 milhões de vezes desde que foi colocado online, no dia 27 de Novembro.

A mulher vai agora passar o Natal da prisão depois de lhe ter sido negada a saída mediante pagamento de caução. No dia 3 de Janeiro Emma West será novamente ouvida em tribunal.

Entretanto, as 4 muçulmanas negras que espancaram uma rapariga branca ao mesmo que gritavam palavras racistas, vão passar o Natal (que elas não festejam) em casa com a família. Mais um bom exemplo em como as noções de "igualdade" do marxismo cultural/politicamente correcto são distintas das noções que o resto da humanidade usa.

Fonte


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Rapariga branca espancada por 4 muçulmanas

Quatro muçulmanas que levaram a cabo um ataque racialmente motivado contra uma rapariga branca, arrancando cabelo da cabeça antes de a deixarem inconsciente, viram o juiz a frente do processo a deixá-las sair em liberdade alegando que elas [as muçulmanas] não estavam habituadas ao álcool.

Apesar das negras muçulmanas terem gritado "Matem a escória branca", o juiz Robert Brown, que um dia vai responder por esta decisão politicamente correcta, recusou-se a condená-las por crime racial, prevenindo assim que elas passassem 5 anos numa cadeia.

Segundo este juiz, como elas haviam consumido álcool e isso é contra o islão, elas não estavam habituadas ao efeito do mesmo. O juiz não disse, no entanto, como é que ele sabia que esta era a primeira vez que elas bebiam álcool.

BBC revela proliferação de ataques de "honra" mas esquece-se de mencionar a palavra "Islão"

Vamos tornar as coisas bem simples. As famílias que ordenaram as execuções, bem como as vítimas, são quase todas islâmicas. Surpreendidos? Claro que não. As matanças de honra são práctica comum em muitas partes do mundo islâmico.

Uma vez que a Grã-Bretanha, tal como muitos outros países da Europa, resolveu importar uma considerável população islâmica não-assimilável, as prácticas religiosas e culturais dos seus países de origem sobrevivem nos países que eles actualmente colonizam.

Finalmente, o número de 2,823 ataques é quase de certeza uma subestimação uma vez que esse número foi adquirido após se terem consultado apenas 39 das 52 forças policiais da Grã-Bretanha.

Viram como em menos de 150 palavras vocês ficaram a saber a informação básica do assunto? Como cidadãos inteligentes e informados, vocês agora já podem ter uma discussão em redor deste tema.

É para isso que o jornalismo serve.

A propaganda, no entanto, tem como propósito outros fins. Ela está feita de modo a apresentar uma narrativa politicamente correcta mantida de um modo fanático, e intolerante de evidências contrárias. A propaganda é, portanto, deliberadamente feita para diminuir a qualidade da discussão ao eliminar informação relevante.

Entra a BBC. Na sua reportagem em torno do assunto em questão, este órgão de "informação" falhou ao não mencionar as palavras "muçulmano", "islâmico" ou "islão" uma única vez.

É assim que as sociedades se afundam: quando assuntos de profunda importância para o seu carácter, e até para a sua existência, são catalogadas como "indiscutíveis" pelas pessoas que definem os termos do debate público.

Claramente as pessoas que escreveram e editaram a história deveriam ser despedidas. Obviamente que não serão despedidas uma vez que a narrativa multiculturalista entorpecedora que exigiu a censura das evidências relevantes é, efectivamente, a narrativa dominante em toda BBC bem como em toda a elite governante esquerdista.

Que seja. Continuem a falar de problemas dentro do grupo ideológico que mais rapidamente cresce na Europa sem mencionar que grupo é esse. A qualidade da vossa discussão vai ser idiótica.

Mas vocês irão colher os frutos daquilo que plantaram.

Não se sabe bem que causou as suas mortes.

Fonte


Tal como dito várias vezes, por pessoas conhecedoras do assunto, o multiculturalismo é a ideologia da ignorância. Nós somos obrigados a fingir que não sabemos o que sabemos como forma de não "ofender" um dos grupos protegidos da esquerda política.

É óbvio que a BBC sabe qual é o grupo ideológico por trás das matanças de honra. Eles não são burros. Se fossem, estariam desculpados. Como disse o Senhor Jesus, "Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas, como agora dizeis: Vemos; por isso o vosso pecado permanece." (João 9:41).

O politicamente correcto, construído pelos marxistas culturais como forma de substituir o "proletariado" por outros "grupos oprimidos", faz com que uma instituição com o expresso propósito de informar nada diga aos leitores que por trás de cada matança de honra se encontram um ou mais muçulmanos.

Eles nada dizem porque os muçulmanos desempenham um papel político importante por toda a Europa: eles são usados pela esquerda política como forma de reduzir a influência do Cristianismo e, desde logo, tornar a Europa mais susceptível de cair e ficar sob jugo totalitário esquerdista.

O que estes voluntariamente ignorantes esquerdistas não querem aceitar é que o islão não é uma religião mas um sistema político criado com o propósito de controlar as massas sob a bandeira da religiosidade. Isto significa que no islão, não há "laicismo"; tudo está directamente sujeito à lei de Alá, o deus islâmico. Não há separação de poderes.

Como dentro da lei islâmica não há liberdade de expressão, os esforços da BBC em levantar um escudo protector em redor dos muçulmanos vai ser visto, a longo prazo, como uma medida auto-destrutiva.

Quando/se o islão se tornar a lei da terra em Inglaterra (como já em em algumas partes), os órgãos de informação como a BBC vão ser "convidados" a modificar o seu conteúdo informacional de modo a que este esteja de acordo com o que os mullahs decretarem.

Claro que os arquitectos do marxismo cultural já sabiam que a coexistência entre muçulmanos e não-muçulmanos é impossível. O propósito da importação em massa dos muçulmanos foi mesmo o de servirem de martelo de destruição da vastamente superior civilização Judaico-Cristã.

Uma vez destruída a civilização ocidental, os marxistas esperam reconstrui-la de modo a que esta se sujeite "voluntariamente" à ditadura esquerdista.

Mas isto nunca vai acontecer e é fácil de se chegar a essa conclusão fazendo um pequeno leque de perguntas: se a sociedade e a identidade ocidental (baseada na moral Cristã) for destruída, quem é que vai reconstruir uma nova civilização? Quem é que se vai sacrificar por um futuro estado que visa colocar todos como "escravos voluntários" ?




segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Israel culpabilizado pelas violações levadas a cabo por muçulmanos

Segundo Yehuda Bello, blogueiro israelita cujos interesses incluem a Noruega, as mulheres da cidade de Oslo estão a ser vítimas de uma onda de violação sem precedentes. A esmagadora maioria desses abusos sexuais são levados a cabo por budistas hindus Judeus Cristãos muçulmanos.

Bello, que entende a língua norueguesa e possui contactos entre os locais, reportou 48 abusos sexuais entre Janeiro a Outubro, 45 deles levados a cabo por muçulmanos. Nos primeiros 6 meses de 2011, 208 mulheres norueguesas da cidade de Oslo queixaram-se de tentativa de violação e violação. Em todo o país, 929 violações e tentativas de violação foram reportadas desde o início do ano.

O mesmo blogueiro ressalva que a Noruega é o país mais avançado no que se trata de conferir direitos às mulheres. No entanto, a podridão do politicamente correcto impede que se reportem com mais profundidade as violações levadas a cabo pelos muçulmanos.

Normalmente eles são identificados como "não-ocidentais", "de pele escura", "do médio oriente", et cetera.
Depois da polícia reportar que os muçulmanos estavam a violar as mulheres norueguesas devido às suas convicções religiosas e que isto era, segundo os muçulmanos, moralmente correcto, um aceso debate público tomou forma. Nesse debate "os ministros governamentais, a maioria deles anti-semitas assumidos, alegaram que a reportagem e a sua publicação servem a Israel e à sua política de ocupação".

Ou seja, segundo os esquerdistas do governo norueguês, é irrelevante que as mulheres norueguesas estejam a ser brutalmente violadas por muçulmanos; o que importa para eles é que Israel de alguma forma ou outra está a ver validada a sua política de construir casas no seu próprio país.

O ministro da Justiça defendeu a reportagem policial mas acrescentou que "Israel deve estar contente em ouvir isto". Segundo este palhaço ignorante, os Judeus alegram-se com a violação de mulheres norueguesas.

Bello afirma que, em muitas partes da Noruega, as mulheres não se atrevem a sair de casa à noite e que muitas pintaram o seu cabelo de preto devido à sua crença de que o cabelo loiro é mais atractivo para os violadores muçulmanos.

Algumas norueguesas andam com gás lacrimogéneo embora isso seja contra a lei.

Fonte


Mais uma vez se vê que o politicamente correcto é destrutivo para o mundo civilizado. Se não fosse a aliança entre a esquerda política e os maometanos, este tipo de acção há muito que teria sido neutralizada.

No entanto, como a esquerdalha quer usar o voto islâmico para manter o poder, não é permitido usar qualquer tipo de medida para parar a violação de mulheres inocentes.

Se os muçulmanos não respeitam a integridade física das mulheres norueguesas, eles deveriam ser "convidados" a voltar para os seus desertos retrógrados.

Segundo os esquerdistas noruegueses, Israel aprova este tipo de actos.

Permitir que as mulheres conduzam acabará com as mulheres virgens e transformará heterossexuais em homossexuais

Concílio religiosa saudita avisa que, permitir que as mulheres conduzam "acabará com virgens". Segundo um "estudo científico" local, o relaxamento da proibição fará com que mais sauditas - tanto homens como mulheres - passem a ser homossexuais.

Esta foi a conclusão fantástica a que chegaram estudiosos muçulmanos do mais elevado concílio religioso da Arábia Saudita, o "Majlis al-Ifta’ al-A’ala". A reportagem, revelada a todos os 150 membros do Concílio Shura (o corpo legislativo do país), defende que este cenário é o resultado provável no caso da proibição ser suspensa.

A Arábia Saudita é o único país do mundo onde as mulheres não têm permissão para conduzir.

A reportagem avisa que permitir que as mulheres conduzam vai "provocar um aumento na prostituição, pornografia, homossexualidade e divórcio".

Segundo os autores da reportagem, no espaço de 10 anos após a proibição ter sido levantada, "não haverá mais virgens no reino islâmico".

Como evidência para esta alegação eles apontam para outros países islâmicos onde as mulheres já têm permissão para conduzir.

Fonte



sábado, 3 de dezembro de 2011

Talibãs compram rapaz de 13 anos para usá-lo como suicida bombista

Sherzai tinha 13 anos quando o seu tio vendeu-o aos terroristas muçulmanos dos talibãs por 15,000 rupias paquistanesas (170 dólares). Actualmente, numa facilidade correccional juvenil, ele diz:
Os talibãs disseram-me para levar a cabo um ataque suicida para, desta forma, me tornar num mártir e ir para o paraíso.
Sherzai, um pastor sem pai e com uma mãe presa a uma cama, é da cidade de Gardez - capital provincial da província que faz fronteira com o Paquistão e foco de de operações militares.

Pouco depois de ter sido vendido aos talibãs, Sherzai escapou. Mais tarde, no entanto, ele foi preso e um tribunal enviou-o a um centro onde ele estuda e recebe treino vocacional em tecelagem, alfaiataria e informática.

Actualmente, ele partilha o quarto com 9 outras crianças que se encontram no centro devido a várias ofensas.

Fonte

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Os cobardes talibãs mostram mais uma vez a face nojenta do seu movimento religioso. Apesar disso, não nos podemos esquecer que prometer o paraíso aos "mártires" é algo que foi inicialmente propagado por Maomé.

É ele que tem que ser culpabilizado por ser o mentor espiritual de grupos como os talibãs, o hezbollah, os assassinos do hamas ou a jihad islâmica.

Fonte

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Muçulmanos afegãos lançam ácido sobre casal e suas 3 filhas apenas porque a mais velha se recusou a casar com um chefe tribal

Um casal e as suas 3 filhas foram atacadas por militantes muçulmanos depois do pai se ter recusado a entregar a mais velha (18 anos) em casamento com um chefe tribal envelhecido. Os militantes muçulmanos levaram a cabo o brutal ataque a meio da noite baseando-se na crença de que, ao deformá-las, ninguém as quererá como esposas.

Os oficiais dizem que a mais velha, Mumtaz, há já algum tempo que era perseguida por um militante local, considerado pela família como um homem "problemático" e "violento".

Tendo como apoio a sua família, ela recusou a proposta de casamento do tal chefe tribal problemático, e confirmou o noivado com um familiar.

Mas algumas semanas depois, 6 ou 7 homens armados invadiram a sua casa na zona Bulk Awal na cidade nortenha de Kunduz - a maior da região. Um dos homens espancou os pais das raparigas com um taco. Foi dito à Mumtaz e as suas duas irmãs (13 e 14 anos) que não fizessem barulho enquanto os seus pais eram espancados.

A seguir a isso, eles entornaram ácido nas mãos da mãe antes de pulverizarem as 3 raparigas com o corrosivo químico.

A mãe das raparigas, que pediu para não ser identificada, disse:

Primeiro eles espancaram o pai dela e depois atacaram com o ácido.
As cinco vítimas estão agora a receber tratamento médico, declarou Abdul Shokor Rahimi, chefe do hospital regional de Kunduz. O mesmo acrescenta:
O pai e a irmã mais velha estão em situação crítica uma vez que foram atacados no corpo todo. A mãe e as duas filhas possuem algumas feridas nas mãos e na cara.

Fonte

A filha mais velha encontra-se em estado crítico.

Britânica acaba detida depois de insultos racistas no metro

Uma britânica de 34 anos acabou detida depois de ter insultado várias pessoas durante uma viagem de metro. A mulher seguia com o filho ao colo quando começou a lançar insultos racistas a vários passageiros criticando as minorias étnicas que vivem actualmente no Reino Unido.

Segundo o jornal “The Guardian”, a mulher começou por questionar: “Onde é que este país chegou?” “Estamos rodeados de negros e polacos. Nenhum de vocês é inglês. Voltem para o vosso país”.

A polícia teve acesso ao vídeo, que depois de colocado no Facebook já teve mais de um milhão de visualizações, e acabou por deter a mulher.

Fonte.


Este blogue é totalmente contra todas as iniciativas que visem descriminar pessoas com base na sua composição genética. É moralmente reprovável um chinês, um negro ou um branco serem vítimas de descriminação apenas e só porque nasceram dessa forma.

Dito isto, condena-se de forma clara o que a mulher fez ao apelar a expulsão de um grupo de pessoas apenas e só por serem negras, polacas (brancas) ou paquistanesas.

Mas há uma coisa que é preciso vêr: embora o racismo nunca seja justificável, o sentimento desta senhora não nasceu num vazio. O que ela e muitos outros ingleses sentem é que são liderados por um governo que não se importa com eles.

O desemprego aumenta, a insegurança aumenta, a criminalidade (desproporcionalmente levada a cabo por estrangeiros) aumenta e o governo nada faz para defender a identidade e cultura nacionais. Uma mulher sueca tem mais probabilidades de ser violada no seu próprio país do que em Nova York.

Levando isto em consideração, e principalmente sabendo que são os governos esquerdistas que tem levado a cabo uma política de imigração em massa como forma de trazer potenciais votantes a Inglaterra, o que é que um inglês pode fazer? "Calar e comer" ?

Se o governo inglês não toma medidas para aplacar a fúria crescente dos nativos, mais vídeos virão a lume, mas dessa vez podem ser bem piores que este. A experiência multicultural falhou porque era suposto falhar.

Um ponto importante é: como é que ela pode ser racista contra os polacos se eles são tão brancos (ou mais) que esta mulher? Não demonstra isto que a sua raiva não é contra a etnia de quem lhe está a roubar os empregos mas sim contra o facto de haver pessoas (independente da etnia) que lhe estão a roubar os empregos?

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Com um atraso de 1400 anos, secularistas descobrem a intolerância islâmica

É difícil sentir pena dos cientistas seculares que, ignorantes da História, falharam em entender que, ao atacarem o Cristianismo, eles estavam a abrir as portas a uma ideologia muito menos razoável.

Professores da University College London expressaram consternação pelo aumento do número de estudantes de Biologia que boicotam as aulas em torno da teoria darwinista citando como justificação a sua religião.

A oposição levada a cabo pelos estudantes muçulmanos centra-se na sua crença de que o seu deus Alá criou as espécies num acto único.

Steve Jones, professor emérito da universidade de Londres, achou estranho estes estudantes querem estudar Biologia uma vez que ela contradiz as suas crenças religiosas.

Claro que os muçulmanos não levantam oposição à Biologia mas especificamente à teoria da evolução. Steve Jones, como quase todos os militantes evolucionistas, confunde "Biologia" com "Teoria da Evolução".

Ele disse o seguinte ao Sunday Times:

Há alguns anos atrás tive uma ou outra discussão mais acalorada com estudantes que faziam parte de igrejas fundamentalistas. Mas agora a oposição é maioritariamente islâmica.
A ironia deste incidente é que os motivos que levam a presença desses estudantes islâmicos nas universidades inglesas centram-se nos esforços seculares em abrir as portas à imigração maciça.

Vai ser interessante ver a forma que a dissonância cognitiva vai tomar quando os alunos muçulmanos começarem a espancar os professores por motivos de "pureza religiosa" - coisa que eles fazem nos seus países. Suspeito que os nossos bravos professores seculares irão abandonar a sua fé em Darwin antes que consigas dizer "Síntese Neo-Darwiniana".

Olhar para estes incidentes é como olhar para uma novela Lovecraft em tempo real:

Nós apenas vamos abrir esta porta dimensional aqui localizada. Sem dúvida que o que vier do outro lado vai ser amigável e comportar-se de acordo com as nossa crenças.
Sem dúvida que isto vai inspirar um ataque mais fervoroso ao perigo que os criacionistas são para a ciência. Sim, porque sempre que os muçulmanos fazem algo de errado, os secularistas europeus culpam "as religiões" por isso (e não especificamente o islão"). Curioso que quando um Cristão faz algo moralmente condenável, eles já não envolvam o islão.

Há uma coisa que é preciso levar em conta: as coisas vão-se tornar muito perigosas num futuro próximo. Segundo o registo da História, os muçulmanos não são muito tolerantes e como tal nada nos faz pensar que se irão comportar de um modo distinto na Europa secular.

A única coisa boa disto tudo é que uma substancial parte dos secularistas irá acordar para o que os Cristãos andam a demonstrar há 14 séculos: há uma guerra civilizacional entre o Judaico-Cristianismo e o islão.

Mas também pode ser que os secularistas/esquerdistas tenham tanto ódio ao Cristianismo que prefiram viver como cidadãos de segunda classe na Europa do que restaurar o Cristianismo que por diversas vezes defendeu a Europa da invasão islâmica.


Fonte

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