MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

É o deus do Alcorão o Mesmo que o Deus da Bíblia?

De acordo com o Dr Robert Morey (Cristão que levou a cabo uma pesquisa extensa em torno do assunto), quando Maomé converteu o islão duma religião politeísta numa religião monoteísta, ele escolheu um dos 360 deuses que eram adorados na sua cidade, e tornou-o no único deus da religião islâmica.

Algumas pessoas dizem que ele escolheu o deu lunar Hubal e é por isso que a lua crescente está no topo de todas as mesquitas. Outras há que afirmam que o deus escolhido foi Bel, um dos deuses da Babilónia.

O nome "allah" é uma contracção de "al-ilah" que significa simplesmente "o deus". Já era uma frase genérica em árabe muito antes da vinda de Maomé, e era usada em referência a qualquer um dos muitos deuses do islão. No entanto, quando o islão de tornou monoteísta, a expressão agora aplica-se ao seu único deus.

Devido ao uso frequente, a palavra tornou-se em "allah".

Uma comparação dos atributos de Alá descritos no Alcorão e os atributos do Deus de Israel descritos na Bíblia faz-nos vêr que os dois nunca poderiam ser o Mesmo Deus.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A matança de Katya Koren prova a corrupção do Alcorão

Uma jovem rapariga muçulmana foi apedrejada até à morte por ter entrado num concurso de beleza na Ucrânia.

Katya Koren, 19 anos, foi encontrada morta numa aldeia pertencente à zona da Crimeia, perto da sua casa. Amigos dizem que ela gostava de se vestir com roupas da moda e tinha ficado em sétimo lugar num concuros local.

O seu corpo lapidado foi enterrado na floresta e foi encontrado uma semana depois dela ter desaparecido.

A polícia iniciou as investigações e estão a analisar as alegações de que 3 jovens muçulmanos a mataram, alegando que, segundo o islão, a sua morte é perfeitamente justificável.

Um dos 3 assassinos - um miúdo de 16 anos chamado Bihal Gaziev - foi preso e disse à polícia que a Katya havia "violado as leis da sharia". Gaziev disse que não tinha remorsos em relação à sua morte.

○Fonte○

Mais uma mulher que perde a sua vida devido aos elementos da sharia que os maometanos usam para levar a cabo o seu desconforto pelo facto de outros homens admirarem a beleza da Katya. É esta ideologia política que os líderes do esquerdume europeu querem colocar ao mesmo nível do Cristianismo ou do Judaísmo.

O castigo da lapidação islâmica é uma das formas mais óbvias de se saber que o Alcorão foi adulterado (ou mal editado) uma vez que esse castigo não se encontra no Alcorão embora o califa Omar tenha dito que esse verso foi "revelado".

Narrado por Ibn 'Abbas:

'Umar disse, "Temo que devido ao longo tempo que já passou, as pessoas possam dizer ‘Não encontramos os Versos do Rajam (lapidação até à morte) NO LIVRO SAGRADO’ e consequentemente elas se possam desviar ao abandonaram UMA OBRIGAÇÃO QUE ALÁ REVELOU.

(Sahih Al-Bukhari, Volume 8, Livro 82, Number 816)
Ou seja, o deus maometano, Alá, "revelou" os versos da lapidação mas quando chegou a altura dos versos serem unidos num só livro, alguém se esqueceu de colocar os ditos versos.

Claro que dentro da jurisprudência islâmica tanto o Alcorão como o exemplo do "profeta" (sunah) são fontes autoritárias. A questão aqui é outra: o que a lapidação demonstra é que, contrariamente ao que os apologistas islamitas nos dizem, o Alcorão não foi "preservado" como foi "revelado".

segunda-feira, 28 de março de 2011

O mito da “civilização islâmica”

Há dez anos atrás, a minha opinião sobre a chamada “civilização árabe” era amiúde considerada como sendo uma blasfémia. O tempo acabou por me dar razão; aliás, é sina minha: falo sempre antes do tempo próprio das ideias.

A influência do desconstrucionismo histórico-revolucionário na cultura contemporânea é de tal forma que qualquer opinião que corrobore uma evidência histórica é sumariamente ostracizada. Até mesmo personalidades marcantes da Direita, como o Prof. Hermano Saraiva, acabaram por apoiar (tacitamente) algumas ideias construídas acerca do que foi, na realidade, um império maometano, e não uma civilização.

Um exemplo do que quero dizer é este postal (em espanhol): vejam que se diz que Averróis era espanhol, quando Espanha não existia como tal e quando se sabe que o árabe Averróis nasceu na Córdova islâmica do califado dissidente do ocidente dos Almóadas (ou Umáiadas), cujo califado durou até 750, e cujo representante fugiu da Síria para a península ibérica onde fundou um califado dissidente.

A oriente, os Abássidas tomaram conta do califado (750) por pressão política dos Xiitas da Pérsia que seguiam Ali, o genro de Maomé, e mudaram a capital do califado do oriente, de Damasco para Bagdade. Dizer que Averróis era espanhol não é simples ignorância: é uma barbaridade propositada e uma aviltação da História ― faz parte da desconstrução ideológica da História que caracteriza a Esquerda.

Uma civilização pode gerar um Império, mas um Império não se constrói automaticamente a partir de uma civilização ― existiram civilizações que não se constituíram em impérios ― e existiram impérios que não foram civilizações. Misturar os dois conceitos não faz sentido. O Império mongol não foi uma civilização, e a civilização Maia não foi um Império. Subjacente à ideia de “civilização” está a criação intelectual genuína e endógena, e não o simples “comércio” de ideias.

Embora tivesse existido alguma criação intelectual endógena por parte dos árabes islâmicos, a sua quantificação não permite que possamos considerar o Império maometano como uma civilização. Eu não devo ser considerado “civilizado” quando me aproprio das ideias dos outros; os outros serão os civilizados; eu não.

A Arábia era (e é) um território desértico e incapaz de manter a sua população crescente. A “hegira” (a fuga de Maomé de Meca para Medina) aconteceu em 622 d.C., e com ela começou a Era Maometana. Nessa altura, o árabe era um povo semi-nómada e muito atrasado em relação aos seus vizinhos.

Depois da morte de Maomé, as conquistas militares árabes processaram-se a uma velocidade vertiginosa: a Síria foi conquistada em 634, a Pérsia foi invadida em 637, Constantinopla (a capital cristã do Império Romano do Oriente) foi cercada pelos maometanos em 669 (e de novo em 716), o Egipto foi anexado em 642, Cartago conquistada em 697, e em 711 o território da península ibérica estava anexado pelos maometanos (com a preciosa ajuda dos judeus ibéricos que se rebelaram contra os visigodos) ― com excepção de uma parte do norte de Portugal, da Galiza e das Astúrias.

Em menos de um século, os árabes maometanos construíram um Império pela força das cimitarras, que se estendia desde as fronteiras da Índia até à península ibérica, e só foram parados na batalha de Tours em 732 ― exactamente um século depois da morte de Maomé.

Dizer-se que os árabes passaram de um povo atrasado (em relação aos seus vizinhos) para um povo com civilização própria e endógena, em apenas 100 anos, é um absurdo que tem sido alimentado pelo anticristianismo primário da Esquerda. Se não fosse absolutamente irracional, a Esquerda seria capaz de defender a cultura do canibalismo da Papuásia para assim tentar justificar a “inferioridade cultural cristã”.


Já vimos que quem abriu as hostilidades históricas entre maometanos e cristãos foram os primeiros. Toda a reacção bélica europeia e cristã foi consequência da invasão e implantação exclusivista do Império maometano.

Os maometanos não eram (nem nunca foram) de facto mais tolerantes do que os cristãos; eles tinham e têm o conceito da “Jizya”, que é o tributo islâmico: todas as pessoas que professassem uma religião diferente da islâmica eram obrigadas a pagar um imposto especial (a Jyzia); se não o pagassem, essas pessoas eram decapitadas. Em tempo de guerra, a Jizya era aumentada de tal forma que reduzia os não-maometanos à penúria e à miséria, e muitas vezes à condição de escravatura ― salvo se se convertessem ao Islão. Esta era a “tolerância” islâmica.

O Império árabe era uma monarquia absoluta governada pelo califa ― sucessor de Maomé. A primeira dinastia do califado foi a dos Umáiadas que durou até 750, e os califas da primeira dinastia aceitavam Maomé mas não aceitavam o fanatismo religioso.

Os árabes, embora conquistando territórios em nome da religião, não eram uma raça muito religiosa. Com a entrada dos persas no jogo político, o fanatismo religioso acentuou-se e os Umáiadas foram substituídos pelo califado dos Abássidas.

O último califa abássida foi morto pelos mongóis em 1256, numa carnificina sem precedentes históricos que matou cerca de 1 milhão de habitantes de Bagdade e da Pérsia ― comparado com isto, as reclamadas atrocidades das cruzadas cristãs foram “peanuts”.

A cultura grega chegou aos maometanos através da Síria que tinha sido ocupada em 634 pelos exércitos islâmicos. Os sírios há muito tempo que conheciam Aristóteles, e os nestorianos (cristãos) sírios veneravam Platão. Por oposição política aos nestorianos cristãos, os árabes islamitas adoptaram Aristóteles e consideraram-no como sendo mais importante do que Platão ― e vem daqui o aristotelismo do árabe Averróis e da cultura islâmica em geral: Platão foi relegado para segundo plano porque era um filósofo ao gosto dos cristãos.

Contudo, o platonismo era incontornável, e Kindi (m. 873) foi o primeiro que escreveu filosofia em árabe e o único de nota e que era genuinamente árabe. Kindi traduziu parte das Enneades de Plotino a que chamou de “Teologia de Aristóteles”: ceder ao platonismo formal era uma blasfémia entre os maometanos, por oposição aos cristãos platónicos.

Os nestorianos Sírios cristãos, de quem os maometanos receberam as primeiras influências gregas, espalharam-se pela Pérsia antes da invasão muçulmana e foram os grandes responsáveis pela divulgação da cultura grega no mundo que se veio a tornar islâmico.

A civilização persa permaneceu resplandecente, como já era antes da invasão maometana. A partir da Pérsia, os maometanos tiveram contacto com as civilizações da Índia e da China.

Um persa (e não um árabe), Omar Kayam, reformou o calendário islâmico em 1079. Os “grandes poetas árabes” não foram, na sua esmagadora maioria, árabes; o poeta Firdusi (m. 941), autor do Shahnama era persa e reza a História que repudiou o islamismo mas foi obrigado a aceitá-lo sob pena de morte.

A pouca cultura do Império islâmico aconteceu nas extremidades do Império: na península ibérica e na Pérsia. A filosofia dita “islâmica” resume-se a duas personalidades: Avicena e Averróis.

Ibn Sina Avicena (980 ― 1037) era persa, nascido na província de Bokara. A cultura apologista do islamismo considera Avicena como tendo sido famoso em medicina, quando Avicena nada mais fez do que copiar as ideias de Galeno ― Avicena foi guia da medicina na Europa até ao século 17, quando ele de facto acrescentou muito pouco à teoria médica de Galeno.

A fórmula segundo a qual “o pensamento produz a generalidade nas formas”, mais tarde repetida por Averróis e por Alberto Magno, e que serviu de suporte ao “nominalismo” de George Berkeley, é de autoria do persa Avicena.

Ibn Rochd Averróis (1126 ― 98) nasceu em Córdova, filho e neto de cádis (ele próprio foi cádis de Sevilha e de Córdova) foi perseguido politicamente pelo califa almóada (umáiada) Yakub Al-Mansur, por ser considerado um relapso em relação aos ensinamentos de Maomé, acabando por se refugiar em Marrocos.

A filosofia árabe não é importante pela originalidade ― pessoas como Avicena e Averróis são essencialmente comentadores. Maimónides (n. Córdova, 1135) era judeu. As concepções dos filósofos mais científicos vêm de Aristóteles e dos neoplatónicos em lógica e metafísica, de Galeno na medicina, de fontes gregas e indiana em matemática e astrologia (de onde veio a chamada “numeração árabe”, que é de origem indiana, incluindo a noção de “zero”), e em filosofia mística ― que inclui o sufismo ― há uma mistura de velhas crenças persas.

A “arquitectura árabe” e as artes em geral foram “sacadas” aos persas ― nada têm de genuíno e original, e não revelaram capacidade de especulação independente em matéria teórica: a sua importância é a de simples transmissor de outras civilizações.

O Islão foi um Império; não foi uma civilização.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

"Os Judeus e os Cristãos distorceram o que Allah revelou"

Os ensinamentos islâmicos apropriam-se de quase todas as figuras do Judaísmo e do Cristianismo e constroem-nos como "mensageiros do islão". Quando um porta-voz nos diz que os muçulmanos "seguem os ensinamentos" de Abraão, Moisés e do Senhor Jesus, e acreditam no Torah (Taurat) e no Evangelho (Injil), o que eles querem dizer é:
  • Nós acreditamos nos ensinamentos contidos nas versões inadulteradas desses livros, e não nas cópias actuais.

Segundo a mitologia islâmica, as versões "originais" (que, antes de terem sido falsificadas, estavam de acordo com os ensinamentos do Alcorão) continham, por exemplo, referências a vinda futura de Muhammad, e não continham versos como João 3:16 ("Porque Deus amou o mundo de tal forma que deu o Seu Filho Unigénito para que todo aquele que Nele creia não pereça mas tenha a vida eterna").

Ignoremos por uns instantes a tarefa hercúlea que seria remover de todo o planeta os islamicamente correctos Torah e Evangelhos. Só o facto de ter que se entrar em contacto com toda a Diáspora Judaica e comunidades cristãs remotas seria quase impossível.

Garantir o silêncio dos envolvidos na conspiração, e certificar-se que nenhum judeu ou cristão piedoso ficaria com algum original, seria igualmente problemático. O controle de qualidade de forma a garantir que as novas versões do Torah e dos Evangelhos fossem distorcidas exactamente da mesma forma seria um pesadelo.

Por último, porque é que os de outro modo piedosos leitores do Torah e dos Evangelhos escolheriam Muhammad - e só Muhammad - como objecto de conspiração e distorção em relação à sua inevitável vinda?

Apesar destas dificuldades, o mundo islâmico não só acredita piamente que isto é verdade, como usa estes mitos como justificação para a perseguição violenta aos judeus e aos cristãos.

Para piorar as coisas, nós temos um membro de alta patente do comité Europeu das Fatwas a apoiar abertamente tal mitologia.


As perguntas que eu gosto de fazer aos muçulmanos são:

  • Onde está a Bíblia (Torah e o Evangelho)* "original"?
  • Se ela não existe, como é que os muçulmanos sabem onde estão as adulterações?
  • Quando é que foram adulterados os Evangelhos? Logo no primeiro século? Portanto, enquanto fugiam das lanças dos pagãos romanos, ou enquanto eram lançados nos coliseus pagãos, os cristãos encontraram tempo para remover os versos que (surpresa!) estariam 100% de acordo com o islão?
  • Será que para os muçulmanos o único critério para demonstrar "falsificação" é a existência do Alcorão?

O que eles fazem essencialmente é usar uma forma de pensamento circular muito comum entre os muçulmanos:

  • [Muçulmano] O Alcorão foi enviado Pelo Mesmo Deus que enviou o Torah e os Evangelhos.
  • [Judeu/Cristão] Mas o Alcorão é totalmente diferente do Torah e dos Evangelhos.
  • [Muçulmano] Mas isso é porque a Bíblia foi adulterada.
  • [Judeu/Cristão] Como é que sabes que a Bíblia foi alterada?
  • [Muçulmano] Porque não está de acordo com o Alcorão.
  • [Muçulmano] Ah, não, isso é impossível porque Muhammad era um verdadeiro profeta. Até a Bíblia tem profecias sobre a sua vinda futura.
  • [Judeu/Cristão] Não há nenhuma referência Bíblica sobre a vinda futura dum profeta árabe.
  • [Muçulmano] Mas isso é porque a Bíblia foi alterada. A Bíblia original tinha profecias de Muhammad.
  • [Judeu/Cristão] Como é que sabes disso?
  • [Muçulmano] Precisamente porque o Alcorão diz que as Escrituras prévias anunciavam a vinda de Muhammad.

Etc, etc. Este tipo de revisionismo histórico é muito comum com partidos políticos que tentam aumentar a sua legitimidade com referência ao passado. Supostamente o que eles fazem hoje era "aludido" no passado. O facto de hoje não encontrarmos esse tal "passado" nos livros de História é porque houve "distorção" ou "adulteração" das fontes "originais".

O islão, como movimento político que é, apenas segue a mesma linha de pensamento.


* Os muçulmanos acreditam que a Bíblia é apenas Torah + Evangelho. Eles não estão cientes que, embora os judeus muitas vezes usem o termo "a Lei" para identificar toda a Bíblia Hebraica (exemplo seguido pelo Senhor e os Seus Discípulos), o Torah são "apenas" os primeiros livros da Bíblia Hebraica.

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