terça-feira, 11 de junho de 2013
Extrema-direita grega contra construção de mesquita em Atenas
domingo, 2 de outubro de 2011
Os muçulmanos não "salvaram" a literatura helénica da destruição

Um comentador deste blogue foi enganado por uma lenda bastante popular, subscrita por muitos membros da comunidade historicamente iletrada:
Se não fossem os malditos muçulmanos, nós não teríamos a fantástica literatura antiga!!! Sabias que eles preservaram-na para nós? Oh, não sabias, pois não?É sempre interessante receber o que supostamente seria uma aula de História de alguém que nada sabe acerca Império Romano OrientalNão só eles preservaram aquela porcaria toda, mas contribuíram muito para a matemática, medicina e ciência (isto, ironicamente, numa altura em que a Europa atravessava um caos total, cheia de corpos em decomposição).
A ideia da "transmissão dos clássicos por parte dos árabes" é falsa, como deveria ser óbvio para aqueles cientes que a maioria dos antigos textos perdidos para o Ocidente foram "descobertos" na Espanha conquistada e não no Médio Oriente.
Para além disso, é sobejamente conhecido que os muçulmanos não contribuíram muito durante o período em que eles possuíram os clássicos gregos (e os latinos pós-imperiais não os tinham consigo).
A transmissão dos clássicos por parte dos árabes é um mito comum e persistente onde se diz que autores como Avicenna e Averroes "salvaram" os trabalhos de Aristóteles e dos outros filósofos gregos da destruição.De acordo com o mito, estes trabalhos teriam sido destruídos durante o longo período da Idade das Trevas europeia (entre o 5º e o 10º séculos) se os filósofos islâmicos não os tivessem preservado e traduzido para o arábico - apenas para serem transmitidos aos filósofos latinos do Ocidente depois da reconquista de Espanha durante os séculos 12 e 13.
Isto está incorrecto. Na verdade, foram os Bizantinos do Oriente que salvaram o conhecimento antigo dos gregos na língua original, e os primeiros textos latinos a serem usados foram traduções do grego (século 12)
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Grécia: Para o bem da mulher muçulmana, a sharia vai ser abolida da Lei Familiar
Segundo um artigo do jornal grego “Eleftherotypia”, devido às novas reformas na Lei Familiar grega, a lei sharia vai ser abolida entre os muçulmanos gregos.
Entre muitas outras coisas, a lei islâmica estabelece a poligamia como permissível e confere apenas ao homem o poder de se divorciar das suas mulheres. Isto constitui um problema para as mulheres de Thraki, no norte da Grécia.
Acresce-se que esta lei islâmica não está de acordo com a Constituição grega em relação à igualdade entre o homem e a mulher. O Comité Nacional para os Direitos Humanos considera que a lei sharia não protege as minorias e em vez disso abusa dos direitos e do valor de todos os muçulmanos gregos.
Foi também anunciando que as relações familiares e hereditárias vão ser reguladas pela Lei grega. Daí se infere que o mufti vai ser apenas o líder religioso de todos os muçulmanos mas não mais irá exercer funções judiciais.
-Fonte-
Não deixa de ser sintomático que tenham que ser os países civilizados a fazer pelos muçulmanos aquilo que a sua lei islâmica não faz por eles. São os países civilizados que se compadecem da condição horrível da mulher muçulmana e conferem-lhe direitos.
O exemplo mais sintomático disso é Israel. Uma mulher muçulmana tem mais direitos no país mais odiado pelos muçulmanos do que em qualquer país islâmico.
Se isto não é um óbvio sinal do falhanço do islão como alternativa política, social, moral e religiosa, então não sei o que será.
sábado, 18 de junho de 2011
O mito da ciência islâmica
Apesar de tomarem crédito pela invenção da Álgebra, os árabes mais não fizeram do que copiar os tratados de Diofantos de Alexandria, que viveu no século quarto.
Os números normalmente chamados de "numeração árabe", bem como o sistema de notação que exibe o mesmo nome, tiveram a sua origem no Hindustão (Índia).
Os próprios árabes chamavam à aritmética "cálculo indiano" e à geometria "ciência indiana" (hendesya).
O conhecimento botânico dos árabes ou foi obtido dos tratados de Dioscorides, ou veio dos trabalhos hindus e persas. Na Química, ou melhor, na Alquimia, eles foram os pupilos da escola alexandrina. Djeber e Rhazes (este último um persa islamizado) mais não fizeram que copiar os trabalhos do Hermetismo Alexandrino. Há também a mesma ausência no que toca a invenções em torno da Medicina.
A partir do século terceiro e adiante, os médicos gregos conseguiram chegar à Pérsia onde fundaram a celebrada escola que cedo se tornou a rival de Alexandria. Mas antes disso foi especialmente em Alexandria que a medicina grega emergiu a partir do empirismo e assumiu verdadeiramente um carácter científico.
Aaron, um clérigo Cristão que viveu em Alexandria no século 7, compilou e traduziu para Siríaco os tratados de Galen (na imagem) sob o nome de "Pandects of Medicine". Esta versão Siríaca foi traduzida para árabe em 685, tornando-se numa fonte relevante usada pelos médicos árabes, nomeadamente, Serapion, Avicenna, Albucasis, e Averroes - cujo trabalho "Koullyat" nada mais é que uma tradução de Galen a partir da versões em Siríaco.
Para além disso, os árabes deixaram as doutrinas de Aristóteles (e dos filósofos Judeus e Cristãos) tal como lhes foram transmitidas por parte de várias fontes não islâmicas, mas eles não as inventaram nem as melhoraram.
○Fonte○
As feminazistas fazem-no aludindo a um mitológico passado onde o matriarcado era dominante e as sociedade eram funcionais e internamente realizadas. Essa era, no entanto, faz-se notar pela ausência de suporte histórico, arqueológico ou sociológico.
A gaystapo usa o mesmo método e imputa a etiqueta de "homossexual" a grandes homens do passado que, quase de certeza, ficariam horrorizados com tal "elogio". Por exemplo, como aparentemente Abraham Lincoln tinha problemas matrimoniais e tinha um grande amigo pessoal (Joshua Speed), os sodomitas concluem (sem qualquer evidência) que ele era homossexual.
Curioso é que homens que nós sabemos serem homossexuais e genocidas nunca são usados pelo lobby sodomita como "exemplos de homossexuais famosos".
Mas em nenhuma outra ideologia isto é feito notório de forma mais convincente do que na ideologia política mascarada de religião com o nome de islão.
Para alem de reescreverem toda a história do Judaico-Cristianismo como etapas até a chegada do seu "profeta" (transformando figuras como Moisés, Abraão, o Senhor Jesus, João Baptista, etc., em "muçulmanos" e não israelitas e/ou Judeus), os maometanos, apercebendo-se que o mundo ocidental dá uma peso enorme a ciência, alegam que a revolução científica que ocorreu na Europa Cristã há 3/4 séculos atrás tem que ser forçosamente conectada às conquistas/invasões árabes do médio oriente uma vez que - dizem os maometanos - muito da ciência moderna existe devido à "civilização muçulmana".
Como se pode vêr em cima, esta alegação é falsa.

