Para além das "ideias" que foram apresentadas serem totalmente vazias de lógica e inteligência, o debate em si foi bastante rápido. Era quase impossível acompanhar o ritmo: as alegações não só eram feitas segundo um ritmo do outro mundo, como não tinham qualquer tipo de substância.
O evento foi mais um encontro de re-avivamento do que um debate no verdadeiro sentido do termo.
Eles não só aplaudiram com alegria o castigo islâmico da amputação, como não se incomodaram quando as execuções que são levadas a cabo após concordância familiar foram defendias como um "direito humano islâmico" razoável.
Se tu fosses levado a pensar que estavas na Arábia Saudita, poderias ser perdoado. No entanto, não estávamos na Arábia Saudita mas sim num auditório na universidade de Oslo, onde o nosso futuro está a eclodir.
O local estava bem composto. A maioria dos jovens estudantes vestiam roupas que os identificavam como seguidores de Maomé, o "profeta" do islão.