MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A jihad contra os universitários

Terroristas maometanos atacaram uma universidade agrícola pela calada da noite, matando dezenas de estudantes enquanto eles se encontravam a dormir nos seus dormitórios. Para além disso, e num gesto que se torna cada vez mais comum na Nigéria devido à revolta em curso no nordeste do país, os terroristas incendiaram salas de aulas.


Molima Idi Mato, reitor da "Yobe State College of Agriculture" afirmou à Associated Press que o número de mortos pode atingir os 50 estudantes, num ataque que teve início por volta da uma da madrugada. Ele afirmou ainda que não podia ainda dar o número certo de mortos porque as forças de segurança se encontravam ainda a recoler os corpos.

Os outros 1,000 alunos inscritos abandonaram as instalações da universidade que se encontra a cerca de 40 quilómetros a norte dum local escolar onde também ocorreram ataques (perto de Damaturu).

Segundo Mato, não havia forças de segurança dentro da universidade, apesar das garantias do governo. Há cerca de duas semanas atrás, Mohammmed Lamin (comissão estatal para a educação) convocou uma conferência de imprensa apelando a todas as escolas que voltassem a abrir e prometendo protecção por parte de soldados e forças policiais.

A maior parte das escolas desta área fecharam depois de terroristas maometanos terem morto 29 alunos e um professor num ataque que ocorreu no dia 6 de Julho em Mamudo, perto de Damaturu. Segundo se sabe, algumas das vítimas foram queimadas vivas no local.

O nordeste da Nigéria encontra-se num estado de emergência militar devido à revolta levada a cabo pelo grupo terrorista maometano com o nome de Boko Haram. Este grupo é responsável pela morte de pelo menos 1,700 pessoas inocentes desde que anunciaram a sua jihad em favor da criação dum estado islâmico.

"Boko Haram" em português significa algo do tipo "a educação não-islâmica é proibida".


Fonte: http://arabnews.com/news/466176

* * * * * * *

Os grupos terroristas muçulmanos são os mesmos covardes de sempre: em vez de enfrentarem exércitos armados e bem preparados, os muçulmanos lançam as suas ofensivas de "guerra" cobardes contra mulheres, crianças e pessoas indefesas. Aparentemente, o seu deus Alá não se sente confiante para enfrentar homens armados.

sábado, 23 de abril de 2011

Farrukh Saleem identifica o problema mas não a causa

Talvez para se redimir de ter publicado vários opúsculos com textos da autoria de David Duke, neo-nazi americano, o coitado do director da Al-Furqán, Yossuf Adamgy, publicou recentemente um texto sublime, com uma descrição perfeita e um pergunta interessante. A resposta dada está incompleta. Os muçulmanos são ineficazes porque o facto de serem muçulmanos lhes impede o acesso à educação. Aqui fica, com a devida vénia, o texto publicado na Al-Furqán



Porque são os Muçulmanos tão ineficazes?

Por: Dr. Farrukh Saleem
in Revista Al Furqán, nº. 151

Calcula-se que existam 1.476.233,470 Muçulmanos à face do planeta: um bilião na Ásia, 400 milhões em África, 44 milhões na Europa e seis milhões mas Américas. Um em cada cinco seres humanos é Muçulmano; para cada Hindu há dois Muçulmanos, para cada Budista há dois Muçulmanos e para cada Judeu há cem Muçulmanos. Alguma vez se interrogou porque é que os Muçulmanos são tão ineficazes?

Aqui está o porquê: Há 57 países membros da Organização da Conferência Islâmica, e todos eles juntos têm cerca de 500 universidades; uma universidade para cada três milhões de Muçulmanos: Os Estados Unidos têm 5.758 universidades e a Índia 8.407. Em 2004, a universidade de Shanghai Jiao Tong compilou um “Ranking Académico das Universidades do Mundo“, e estranhamente, nem uma universidade dos países maioritariamente Muçulmanos estava entre as 500 de topo.

Na informação reunida pelo UNDP, a literacia no mundo Cristão chega perto dos 90% e 15 estados maioritariamente Cristãos têm uma taxa de literacia de 100%. Um estado maioritariamente Muçulmano, em terrível contraste, tem uma taxa média de literacia de cerca de 40% e não há nenhum país de maioria Muçulmana que tenha uma taxa de literacia de 100 %. 98% dos “letrados” no mundo Cristão tinham completado a escola primária, enquanto menos de 50 por cento dos “letrados” do mundo Muçulmano tinham o mesmo.

Cerca de 40 % dos “letrados” no mundo Cristão frequentaram a Universidade enquanto não mais de 2% dos “letrados” do mundo Muçulmano tinham feito o mesmo.

Os países de maioria Muçulmana têm 230 cientistas por cada milhão de Muçulmanos. Os Estados Unidos tem 4.000 cientistas por cada milhão de habitantes e o Japão tem 5.000 por milhão. Em todo o mundo Árabe, o número total de pesquisadores a tempo inteiro é de 35.000 e há apenas 50 técnicos para um milhão de Árabes (no mundo Cristão há mais de 1000 técnicos por milhão).

Mais ainda, o mundo Árabe gasta 0.2 por cento do seu GPD em pesquisa e desenvolvimento enquanto o mundo Cris tão gasta cerca de 5 por cento do seu GPD.

Conclusão: Falta capacidade de conhecimento ao mundo Árabe.

Os jornais diários por cada mil pessoas e o número de títulos de livros por milhão são dois indicadores de se o conhecimento está a ser difundido numa sociedade. No Paquistão, há 23 jornais diários por 1000 Paquistaneses, enquanto a mesma proporção em Singapura é de 360. No Reino Unido, o número de títulos de livros por milhão chega aos 2.000, enquanto que o mesmo no Egipto é de 20.

Conclusão: O mundo Árabe está a falhar na difusão de conhecimento

As exportações de produtos de alta tecnologia como uma percentagem do total das exportações são um indicador importante da aplicação do conhecimento. As exportações do Paquistão de produtos de alta tecnologia como percentagem do total das exportações situa-se em um por cento. O mesmo na Arábia Saudita é de 0.3 por cento, Kuwait, Marrocos e Argélia estão todos nos 0.3 por cento, enquanto Singapura está nos 58 por cento.

Conclusão: O mundo Muçulmano está a falhar em aplicar o conhecimento.

Porque é que os Muçulmanos são tão ineficazes? Porque nós não estamos a produzir o conhecimento.

Porque é que os Muçulmanos são tão ineficazes? Porque não estamos a difundir o conhecimento.

Porque é que os Muçulmanos são tão ineficazes? Porque não estamos a aplicar o conhecimento.

E o futuro pertence às sociedades baseadas no conhecimento.

De maneira interessante, o GPD anual combinado dos 57 países dos países da OIC é de menos de 2 triliões de dólares. A América sozinha produz bens e serviços no valor de 12 triliões, China 8 triliões e a Alemanha 4 triliões (poder de compra com base paritária).

A Arábia Saudita, rica em petróleo, EAU, Kuwait e o Qatar em conjunto produzem bens e serviços (principalmente petróleo) no valor de $500 biliões; a Espanha sozinha produz bens e serviços de valor superior a $1 trilião, a Polónia Católica $489 biliões e a Tailândia Budista $545 biliões (o GPD Muçulmano como uma percentagem do GPD mundial está em rápido declínio).

Portanto, porque são os Muçulmanos tão ineficazes? Resposta: Falta de instrução.

(*) Este texto foi publicado aqui em 2006. Volto a publicá-lo porque me aprece interessante, perante a situação política actual, no Médio Oriente.

Fonte


O Dr Farrukh Saleem infelizmente não foi longe o suficiente e conectar a ideologia islâmica como a causa primária para o atraso cientifico do mundo islâmico. Mas já é um avanço que ele reconheça que a Civilização Judaico-Cristã está mais avançada que a islâmica.
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