MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 23 de abril de 2011

Farrukh Saleem identifica o problema mas não a causa

Talvez para se redimir de ter publicado vários opúsculos com textos da autoria de David Duke, neo-nazi americano, o coitado do director da Al-Furqán, Yossuf Adamgy, publicou recentemente um texto sublime, com uma descrição perfeita e um pergunta interessante. A resposta dada está incompleta. Os muçulmanos são ineficazes porque o facto de serem muçulmanos lhes impede o acesso à educação. Aqui fica, com a devida vénia, o texto publicado na Al-Furqán



Porque são os Muçulmanos tão ineficazes?

Por: Dr. Farrukh Saleem
in Revista Al Furqán, nº. 151

Calcula-se que existam 1.476.233,470 Muçulmanos à face do planeta: um bilião na Ásia, 400 milhões em África, 44 milhões na Europa e seis milhões mas Américas. Um em cada cinco seres humanos é Muçulmano; para cada Hindu há dois Muçulmanos, para cada Budista há dois Muçulmanos e para cada Judeu há cem Muçulmanos. Alguma vez se interrogou porque é que os Muçulmanos são tão ineficazes?

Aqui está o porquê: Há 57 países membros da Organização da Conferência Islâmica, e todos eles juntos têm cerca de 500 universidades; uma universidade para cada três milhões de Muçulmanos: Os Estados Unidos têm 5.758 universidades e a Índia 8.407. Em 2004, a universidade de Shanghai Jiao Tong compilou um “Ranking Académico das Universidades do Mundo“, e estranhamente, nem uma universidade dos países maioritariamente Muçulmanos estava entre as 500 de topo.

Na informação reunida pelo UNDP, a literacia no mundo Cristão chega perto dos 90% e 15 estados maioritariamente Cristãos têm uma taxa de literacia de 100%. Um estado maioritariamente Muçulmano, em terrível contraste, tem uma taxa média de literacia de cerca de 40% e não há nenhum país de maioria Muçulmana que tenha uma taxa de literacia de 100 %. 98% dos “letrados” no mundo Cristão tinham completado a escola primária, enquanto menos de 50 por cento dos “letrados” do mundo Muçulmano tinham o mesmo.

Cerca de 40 % dos “letrados” no mundo Cristão frequentaram a Universidade enquanto não mais de 2% dos “letrados” do mundo Muçulmano tinham feito o mesmo.

Os países de maioria Muçulmana têm 230 cientistas por cada milhão de Muçulmanos. Os Estados Unidos tem 4.000 cientistas por cada milhão de habitantes e o Japão tem 5.000 por milhão. Em todo o mundo Árabe, o número total de pesquisadores a tempo inteiro é de 35.000 e há apenas 50 técnicos para um milhão de Árabes (no mundo Cristão há mais de 1000 técnicos por milhão).

Mais ainda, o mundo Árabe gasta 0.2 por cento do seu GPD em pesquisa e desenvolvimento enquanto o mundo Cris tão gasta cerca de 5 por cento do seu GPD.

Conclusão: Falta capacidade de conhecimento ao mundo Árabe.

Os jornais diários por cada mil pessoas e o número de títulos de livros por milhão são dois indicadores de se o conhecimento está a ser difundido numa sociedade. No Paquistão, há 23 jornais diários por 1000 Paquistaneses, enquanto a mesma proporção em Singapura é de 360. No Reino Unido, o número de títulos de livros por milhão chega aos 2.000, enquanto que o mesmo no Egipto é de 20.

Conclusão: O mundo Árabe está a falhar na difusão de conhecimento

As exportações de produtos de alta tecnologia como uma percentagem do total das exportações são um indicador importante da aplicação do conhecimento. As exportações do Paquistão de produtos de alta tecnologia como percentagem do total das exportações situa-se em um por cento. O mesmo na Arábia Saudita é de 0.3 por cento, Kuwait, Marrocos e Argélia estão todos nos 0.3 por cento, enquanto Singapura está nos 58 por cento.

Conclusão: O mundo Muçulmano está a falhar em aplicar o conhecimento.

Porque é que os Muçulmanos são tão ineficazes? Porque nós não estamos a produzir o conhecimento.

Porque é que os Muçulmanos são tão ineficazes? Porque não estamos a difundir o conhecimento.

Porque é que os Muçulmanos são tão ineficazes? Porque não estamos a aplicar o conhecimento.

E o futuro pertence às sociedades baseadas no conhecimento.

De maneira interessante, o GPD anual combinado dos 57 países dos países da OIC é de menos de 2 triliões de dólares. A América sozinha produz bens e serviços no valor de 12 triliões, China 8 triliões e a Alemanha 4 triliões (poder de compra com base paritária).

A Arábia Saudita, rica em petróleo, EAU, Kuwait e o Qatar em conjunto produzem bens e serviços (principalmente petróleo) no valor de $500 biliões; a Espanha sozinha produz bens e serviços de valor superior a $1 trilião, a Polónia Católica $489 biliões e a Tailândia Budista $545 biliões (o GPD Muçulmano como uma percentagem do GPD mundial está em rápido declínio).

Portanto, porque são os Muçulmanos tão ineficazes? Resposta: Falta de instrução.

(*) Este texto foi publicado aqui em 2006. Volto a publicá-lo porque me aprece interessante, perante a situação política actual, no Médio Oriente.

►Fonte◄


O Dr Farrukh Saleem infelizmente não foi longe o suficiente e conectar a ideologia islâmica como a causa primária para o atraso cientifico do mundo islâmico. Mas já é um avanço que ele reconheça que a Civilização Judaico-Cristã está mais avançada que a islâmica.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Mesquita de Lisboa apoia venda de literatura neo-nazi

►Fonte◄

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O assunto já foi abordado pelo Observatório da Jihad, mas acrescento alguns pormenores. A Feira do Livro Islâmico, que se realiza todos os anos na Mesquita de Lisboa (onde pontifica o Xeque David Munir), é uma oportunidade para adquirir obras de um ilustre neo-nazi e partidário da supremacia branca.

O organizador desta feira, Yossuf Adamgy, há mais de duas décadas que publica e distribui em Portugal “obras islâmicas” (?) com o apoio da Mesquita de Lisboa, onde se realiza anualmente a tal Feira do Livro Islâmico.

Para além de excertos de obras de David Duke, um ex-líder do Ku Klux Klan e anti-semita confesso, o sr Yossuf Adamgy publica, com frequência, na revista Ál-Furqan, textos da autoria de conhecidas personalidades, nomeadamente teólogos islâmicos de pendor profundamente racista e anti-semita.

Por exemplo, na edição nº 41, correspondente aos meses de Janeiro/Fevereiro de 1988, pode ler-se um artigo assinado pelo Xeque Aminuddin Mohamad, que foi conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa (agora presidida pelo banqueiro Abdul Karim Vakil) e actualmente é um dos mais importantes líderes espirituais muçulmanos de Moçambique. Foi, aliás, nessa qualidade, que o referido Xeque lançou um boicote ao semanário Savana, por este ter publicado as famosas caricaturas dinamarquesas.

Título do artigo da Al-Furqán: “Será que os judeus são dotados de humanidade?”. Uma breve passagem desse mesmo artigo:”O judeu não possui boas qualidades; não conhece a misericórdia, nem a simpatia; odeia toda a gente que não seja judeu (…) está demonstrado que as qualidades dos judeus são desumanas (..)”. A argumentação é baseada em frases retiradas da Tora e do Velho testamento.

O artigo termina com a seguinte conclusão: “Por consequência, os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”.

É caso para perguntar: Será que o sr. Yossuf Adamgy, muçulmano e cidadão português natural de Moçambique, conhece a Constituição da República Portuguesa?

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