MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Muçulmanos marcam as costas de iraquiano com a estrela de David por este fazer poema pró-Israel

A FrontPage Magazine publicou uma foto dum iraquiano cujas costas foram marcadas com uma Estrela de David.. A News 4 entrevistou o homem, que alega ter ter sido atacado na Compton Avenue, no dia 14 de Agosto de 2001.

Alaa Alsaegh afirma que dois carros perseguiram-no à medida que ele guiava pela Compton Avenue. Os condutores cortaram-lhe o caminho e como tal Alsaegh teve que encostar.

Foi então que dois homens saíram dum dos carros de arma em punho. Eles entraram no carro de Alsaegh e atacaram-no com uma faca.

Alsaegh exibiu a foto que o seu amigo tirou quando ele esteve no hospital.


Mais de um mês depois do ataque, as cicatrizes ainda estão visíveis.

Alsaegh é um muçulmano iraquiano. Recentemente ele escreveu um poema, online, expressando o seu apoio a Israel e ao Povo Judaico. Alsaegh afirma que os seus atacantes muçulmanos disseram-lhe para ele não publicar mais poemas.



Portanto, um muçulmano já nem pode expressar o seu apoio a Israel sem sofrer ataques por parte de outros muçulmanos.

Claro que este tipo de actos estão perfeitamente de acordo com a mitologia islâmica uma vez que o "profeta" Maomé era extremamente anti-semita. Foi ele quem iniciou a guerra contra as tribos Judaicas existentes na Arábia como forma de 1) ficar com as suas posses e 2) evitar ser ridicularizado por eles.

Mas isto custou-lhe a vida uma vez que Maomé foi morto por uma mulher Judia.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Dois "homens de New Jersey" declaram-se culpados de se quererem juntar à Al-Qaeda

AlmonteAlessa.jpgTípicos rapazes de New Jersey

Fonte: FoxNews.com

Dois homens de New Jersey declararam-se culpados da acusação de tentarem unir-se a um grupo afiliado à Al-Qaeda.

Mohamed Mahmood Alessa e Carlos Eduardo Almonte entraram em acordo com o tribunal federal

Eles admitiram ter conspirado para matar, mutilar e raptar pessoas fora dos EUA ao tentar entrar no grupo al-Shabab, uma organização designada como terrorrista.

Alessa, de 21 anos, nasceu nos EUA e é o filho de imigrantes palestinos. Almonte, de 24 anos, é um cidadão naturalizado nascido na República Dominicana. Ambos são muçulmanos.

Foi importante dizer que ambos são muçulmanos, porque acontece com frequência judeus, cristãos, hindus ou ateus quererem fazer parte de grupos afiliados à Al-Qaeda.
O caso de New Jersey é o primeiro que faz uma ligação (num só incidente) entre Anwar al-Awlaki, um clérigo muçulmano americano e um militante pela Al-Qaeda no Yemen, e Omar Hammami, um membro da al-Shabab.

A acusação judicial alega que Alessa e Almonte foram inspirados para a jihad ao visionarem vídeos de Awlaki e do grupo al-Shabab....

E quem foi que inspirou Awlaki e o grupo al-Shabab? Eventualmente eles terão que fazer uma regressão até chegaram ao Alcorão e ao "profeta" Muhammad como factores de motivação para a jihad, mas isso seria "islamofóbico" e "racista". Dizer que a doutrina islâmica dá apoio ao terrorismo é censurado e criticado. O problema é que tais ensinamentos estão nas fontes islâmicas que os muçulmanos consideram autoritárias.
Fui feito vitorioso através do terror.
Quem disse estas coisas foi o fundador da religião islâmica (Muhammad) como citado no livro de tradições islâmicas com o nome de Bukhari (Volume 4, Livro 52, Número 220). A colecção "Sahih Bukhari" é considerada pelos muçulmanos como a mais fiável junção de tradições do "profeta".

Pode-se ver Muhammad a prometer o paraíso a quem morresse como mártir bem aqui:

No dia da batalha de Uhud, um homem veio ter com o profeta e perguntou:

"Pode me dizer para onde irei se fôr martirizado?"
O profeta respondeu:
"Para o Paraíso."
O homem então lançou fora algumas das tâmaras que carregava na sua mão, e lutou até ser martirizado.
(Bukhari Volume 5, Livro 59, Numero 377)
Nós nunca vamos ganhar a guerra contra a jihad se não identificarmos o inimigo (a ideologia islâmica).

segunda-feira, 7 de março de 2011

Taxista muçulmano atropela 2 passageiros

Nos últimos anos verificarem-se outros casos envolvendo taxistas muçulmanos.

Coincidência ou jihad? Certamente que casos de atropela-e-foge que não envolvem muçulmanos existem, mas nos casos listados em cima há um certo grau de intencionalidade que nós normalmente não vemos.

E agora parece que voltou a acontecer:

No Domingo de manhã 4 homens pediram a um taxista em Manhattan que os levasse a Bronx. O taxista recusou e atropelou 2 deles com o seu táxi, mandando-os para o hospital.

De acordo com a polícia, pouco antes das 4 da manhã os 4 homens entraram no táxi em Midtown Manhattan.

Frank Lembo, um dos 4 passageiros disse o seguinte à Eyewitness News:

“Disse ao taxista, para o Bronx; ele deixa-nos entrar e então nós entramos e ele diz 'Só vos levo dois quarteirões'.
O taxista, Mohammed Azam, (27 anos), sugeriu que eles se dirigissem às instalações policiais mais próximas para perguntar se ele tinha de facto que levá-los ao Bronx. A polícia afirmou afirmou que disseram ao taxista que, sim, ele tinha que levá-los. Só que quando os homens voltaram para fora, segundo os polícias o taxista atingiu dois deles com o seu táxi.

O sr Azam foi preso e acusado de agressão com um veículo e 3 acusações por ter abandonado o local de um acidente.

Outro passageiro, Joe Hladki, disse à Eyewitness News que não conseguia entender o motivo pos trás do que aconteceu.

Não havia dinheiro envolvido.....Não havia nada..
Nada mesmo. Nem mesmo aquela palavra que os órgãos de informação de direita e esquerda se recusam a usar: jihad.

(Fonte)

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