MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 17 de setembro de 2011

França proíbe ocupação das vias públicas para rezas islâmicas


A França colocou em marcha a proibição de levar a cabo rezas no meio da rua (hábito levado a cabo pelos muçulmanos a viver naquele país). O ministro do interior Claude Gueant disponibilizou aos maometanos o uso de barracas das brigadas na luta contra os incêndios.

O fenómeno das orações no meio da rua, que leva a que os adoradores do deus árabe Alá estendam esteiras no meio da rua e nos passeios e impeçam o normal funcionamento das vias de transporte, tornou-se um assunto político quando a direita política emitiu protestos.

A França alberga a maior comunidade de colonizadores muçulmanos da Europa ocidental. Segundo algumas estimativas, cerca de 6 milhões de "franceses" são muçulmanos - pouco menos de 10% da população total do país. A sua integração tem sido uma fonte de debate político nos anos recentes, facto evidenciado pela proibição do uso do véu islâmico em público.


Sinceramente, nem sei o porquê disto ser algo "polémico". Se alguém está a perturbar o normal funcionamento das vias de transporte, então esse alguém tem que ser punido. Se fosse um grupo de Cristãos a orar no meio da rua, alguém duvida que a questão já teria sido resolvida há muito tempo?

Os activistas muçulmanos dizem que levam a cabo esta práctica devido ao facto de terem "pouco espaço" nas mesquitas. Mas esta desculpa não convence uma vez que todos eles (ou uma substancial percentagem) vive em casas normais. Porque é que não rezam dentro de casa?.

A resposta é clara: pouco a pouco, eles querem condicionar o país a aceitar os costumes islâmicos até chegamos a um ponto onde lutar para preservar a identidade francesa seja virtualmente impossível. Este tipo de actividade visa dar visibilidade à sua fé e intimidar aqueles que queiram resistir.

Mas tal como acontece com os activistas homossexuais, não se pode dar um único milímetro às suas pretensões mas lutar em toda a linha.

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