O meu pai amarrou-a a uma árvore, na selva, e atingiu-lhe no pescoço com um machado, matando-lhe instantaneamente.
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O meu pai amarrou-a a uma árvore, na selva, e atingiu-lhe no pescoço com um machado, matando-lhe instantaneamente.
Bachaya apresentou-se nas instalações policiais no Sábado depois de matar à machadada a sua irmã Alina (nome fictício) por alegada "moralidade libertina". Falando para o "The Express Tribune", Bachaya afirmou estar seguro que o seu cunhado retirará o processo judicial que entretanto este deu início.
Matei-a porque ela desgraçou o nome da família.Bachaya afirmou que Alina havia fugido de casa mais do que uma vez com homens diferentes da vizinhança. No Sábado, disse ele, Alina havia regressado a casa depois de passar três dias com um homem.Ela havia-se tornado num transtorno. Não sinto qualquer tipo de remorso pelas minhas acções.
Tenho o apoio da família; eles concordaram com a minha decisão de matá-la.
Alina, de 25 anos, era casada com Muhammad Akhtar com quem tinha 3 filhos.

Os feridos são dois administrativos e uma enfermeira, e os 3 estão em condições sérias.
Uma testemunha explicou que o homem entrou nas instalações com um machado escondido debaixo da roupa. A testemunha disse que o muçulmano agrediu uma mulher que estava por trás da zona de admissão. Quando a vítima caiu no chão, o muçulmano atacou outra pessoa que se encontrava sentada por perto, e atacou ainda mais uma que se encontrava noutra parte do quarto.
Uma das enfermeiras do centro de saúde disse que o muçulmano gritou "Eu mato-te! Eu mato-te!"
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