Os grupos maometanos do mundo ocidental frequentemente levantam a
bandeira da "islamofobia" como forma de enfraquecer todos os esforços
que visam impedir que o código moral dos desertos da Arábia do século 7
depois de Cristo seja implantado no mundo civilizado.
Aparentemente, o
facto da maioria das pessoas identificar o terrorismo com o islão não é
consequência das actividades dos maometanos, mas sim da nossa forma
hitleriana de olhar para os actos destes. Isto por sua vez, dizem eles,
leva a marginalização de pessoas que doutro modo não seguiriam o
caminho da jihad mas sim o caminho da paz, da harmonia e do amor
(embora a jihad seja uma obrigação para todos os maometanos que têm
essa possibilidade).
O problema, claro está, é que, para além da "islamofobia" ser uma palavra sem qualquer tipo de definição coerente, é profundamente ilógico atribuir culpas aos não-maometanos pela desconfiança que estes nutrem pelos maometanos - e pela religião islâmica em si - quando os actos islâmicos justificam na perfeição a desconfiança ocidental. Para além disso, não há qualquer tipo de evidência que confirme a tese de que a alteração do comportamento dos não-maometanos de alguma forma acabará com a mitológica "islamofobia".
Em vez disso, existem, sim, alguns passos que, a serem tomados, reduzirão drasticamente a desconfiança que os ocidentais têm do islão. Eis aqui algumas coisas que os maometanos podem fazer entre si para reduzir a "islamobia":
O problema, claro está, é que, para além da "islamofobia" ser uma palavra sem qualquer tipo de definição coerente, é profundamente ilógico atribuir culpas aos não-maometanos pela desconfiança que estes nutrem pelos maometanos - e pela religião islâmica em si - quando os actos islâmicos justificam na perfeição a desconfiança ocidental. Para além disso, não há qualquer tipo de evidência que confirme a tese de que a alteração do comportamento dos não-maometanos de alguma forma acabará com a mitológica "islamofobia".
Em vez disso, existem, sim, alguns passos que, a serem tomados, reduzirão drasticamente a desconfiança que os ocidentais têm do islão. Eis aqui algumas coisas que os maometanos podem fazer entre si para reduzir a "islamobia":
- Foquem a vossa indignação nos maometanos que levam a cabo actos
de violência no nome do islão, e não nos não-maometanos que os reportam.
- Renunciem a título definitivo, sincero e honesto, e com actos
claros e não com palavras de conforto, não ao "terrorismo", mas sim ao
desejo de substituir as constituições ocidentais (ou as constituições
de qualquer país não-maometano) com a Sharia, mesmo que essa
substituição seja feita através de métodos pacíficos. Na mesma linha,
esclareçam o que querem dizer com a matança de pessoas inocentes,
declarando de forma inequívoca que os civis não-maometanos, incluindo
os Israelitas, são pessoas inocentes, ensinando isso nas vossas
mesquitas e escolas islâmicas, e levando a cabo um comportamento que
esteja de acordo com estes novos ensinamentos.
- Também de uma forma sincera e honesta, transparente e observável,
ensinem nas vossas mesquitas e nas escolas islâmicas o imperativo dos
maometanos coexistiram de uma forma pacífica, e como iguais, com os
não-maometanos, e a título indefinido; e vivam de acordo com esta
posição.
- Ensinem de uma forma sincera, e em todas as mesquitas do mundo, ideias contra a jihad violenta e contra o supremacismo islâmico.
- Trabalhem de uma forma honesta e activa com as forças de
segurança do ocidente na identificação e apreensão de jihadistas dentro
das comunidades maometanas no mundo ocidental.
Se os maometanos levarem a cabo estes cinco passos, voilá!
A "islamofobia" desaparece. Mas, claro está, as organizações maometanos
sabem que é virtualmente levar a cabo tais ensinamentos no mundo
islâmico, e como tal, a "islamofobia" muito provavelmente irá continuar.
Modificado a partir do original..