MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Ex-militar egípcio acabará com Irmandade Muçulmana se eleito

Abdel Fattah al-Sissi, o ex-chefe militar que derrubou o Presidente egípcio Mohamed Morsi, garantiu hoje que o Egipto deixará de ter Irmandade Muçulmana se ele for eleito no final de Maio para a chefia do Estado. 

O Governo interino que instalou depois da destituição do 'irmão muçulmano' Morsi, em 03 de Julho, tem desenvolvido uma intensa e sangrenta repressão com os apoiantes do Presidente derrubado e interditou os Irmãos Muçulmanos, que foram classificados como "organização terrorista".

Em entrevista a dois canais televisivos privados, Al-Sissi adiantou que, se fosse eleito, as Forças Armadas não interviriam na governação do país.

"As Forças Armadas não vão qualquer papel na governação do Egipto", disse, na que foi a sua primeira entrevista desde que anunciou a sua candidatura presidencial em março.

O único rival que Al-Sissi vai enfrentar é Hamdeen Sabbahi, um candidato proveniente da esquerda.

Com excepção de Morsi, que foi o primeiro Presidente egípcio eleito, todos os anteriores chefes de Estado eram militares, incluindo Hosni Mubarak, que foi derrubado no início de 2011, após um levantamento popular que durou 18 dias.

Al-Sissi derrubou Morsi em 03 de Julho depois de milhões de egípcios se terem manifestado nas ruas contra o seu governo sectário. O derrube de Morsi e a subsequente repressão dos seus apoiantes e do seu movimento islamita Irmandade Muçulmana tem polarizado o país.

Mais de 1.400 pessoas foram mortas na repressão desde Julho e cerca de 15 mil detidas. Morsi e a maior parte da direcção política da Irmandade Muçulmana têm estado a ser julgados.

Fonte

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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Líderes islâmicos emitem fatwas contra colonizadores de Marte

Líderes religiosos islâmicos emitiram uma fatwa (decreto religioso) contra qualquer um que tente estabelecer-se em Marte, o que consideraram de colonialismo interplanetário, segundo o Daily Mail.

O jornal adianta que o decreto foi emitido pela Autoridade Geral dos Assuntos Islâmicos nos Emirados Árabes Unidos, depois de a organização Mars I afirmar que teve como objectivo estabelecer uma colónia em Marte em 2025.

«A missão The Mars I consiste em missões de carga e preparação não de um assentamento habitável, seguido de desembarques humanos», diz a Mars I no respectivo website.

«Nos próximos anos, uma missão de demonstração, satélites de comunicação, dois rovers e vários transportes de carga será enviada para Marte. Estas missões irão configurar o posto onde a tripulação humana vai viver e trabalhar», lê-se no site. 

Mais de 200 mil pessoas, incluindo 500 sauditas e árabes, candidataram-se a participar nas missões até agora.

A comissão religiosa argumentou que uma tentativa de ir ao planeta seria suicídio e o suicídio não é permitido pelo Islão.

 «Essa viagem só de ida representa um risco real para a vida, e que nunca pode ser justificada no Islão. Existe a possibilidade de que um indivíduo que viaja ao planeta Marte possa não ser capaz de se mantervivo, e é mais vulnerável à morte», de acordo com o Khaleejtimes.com.

O Daily Mail diz que a Autoridade Geral de Assuntos Islâmicos emitiu cerca de 2 milhões fatwas desde 2008.

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