MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 22 de março de 2015

O que leva os Budistas atacar os muçulmanos?

Por Raymond Ibrahim

Notícias em actualização reportando as acções de Budistas "anti-muçulmanos" parece que não se aperceberem do contexto dos eventos: esta antipatia não aparece do nada, mas é uma resposta às agressões islâmicas - o mesmo tipo de agressões que o resto do mundo está a tentar lidar. O editorial do Financial Times com o título de “Militância Budista Causa Preocupações Internacionais" começa descrevendo o "ponto de vista traumático em primeira-mão" duma mulher muçulmana cuja casa foi atacada e viu as suas posses roubadas pelos Budistas da Sri Lanka. Assim diz a mulher:

Se eu pudesse encontrar os responsáveis, eu iria perguntar, "Senhores, o vosso Senhor Buda ensina estas coisas?"

Alguns parágrafos mais abaixo, os leitores descobrem que a sua casa foi atacada durante "dois dias de confrontos com os muçulmanos", que foram "iniciados através duma discórdia de rua entre um monge Budista e um jovem muçulmano," e que deixou três pessoas - sem identificação religiosa - mortas.

Portanto, mesmo esta história central, reportada com o propósito de demonstrar a intolerância Budista, começa com um "jovem muçulmano" argumentativo que pode muito bem ter sido a pessoa que deu início às hostilidades (totalmente diferente, por exemplo, da habitual e não-provocada perseguição que os Cristãos e outras minorias sofrem no mundo muçulmano). 

Mas o Financial Times não permite esta interpretação, alegando em vez disso que "isto faz parte duma tendência geral: a ascenção duma nova geração de organizações Budistas anti-muçulmanas.” Em parte alguma o editorial salienta que as minorias muçulmanas frequentemente provocam a reacção dos Budistas.

Uma notícia presente na Al Jazeera com o título de "O problema terrorista dos Budistas de Myanmar" cita os vários confrontos que emergiram em 2012 e que causaram a que vários muçulmanos fossem afastados das suas áreas residenciais. Mas à medida que mergulhamos mas profundamente no artigo, descobrimos que os confrontos foram iniciados depois dos muçulmanos terem violado e assassinado uma mulher Budista.

E um artigo do New York Times diz o seguinte:
Ashin Wirathu, monge Budista de Myanmar com uma legião de seguidores digna dum roqueiro, sentou-se perante uma multidão de milhares de devotos, e deu início a uma discurso relativo ao que ele chamou "o inimigo" - a minoria islâmica do país. "Tu podes ser cheio de compaixão e amor, mas não se pode dormir perto dum câo maluco," disse Ashin Wirathu, referindo-se aos muçulmanos. "Eu chamo-os de causadores de problemas porque é isso que eles são.”
Embora tais notícias tenham como propósito mostrar com os Budistas são intolerantes, aqueles que conseguem ler entre as linhas - ou aqueles que estão familiarizados com os ensinamentos islâmicos e a história do islão, bem como atentos aos eventos actuais - rapidamente se apercebem que os Budistas estão a responder a ameaças existenciais colocadas pelos muçulmanos que vivem entre eles e em seu redor.

Levemos em consideração as palavras do Padre Daniel Byantoro, um ex-muçulmano que se converteu ao Cristianismo Ortodoxo:
Durante milhares de anos, o meu país (Indonésia) foi um reino Budista Hindu. O último rei Hindu foi suficientemente generoso para dar uma propriedade livre de tributação ao primeiro missionário muçulmano que quis viver e pregar a sua religião. 
Lentamente, os seguidores da nova religião foram aumentando de número e quando eles se tornaram suficientemente fortes, o reino foi atacado, e aqueles que se recusaram a converter ao islão tiveram que fugir para as ilhas vizinhas do Bali (como forma e continuar com vida) ou para a grande montanha de Tengger, onde  foram capazes de manter a sua religião até agora. Lentamente, de um reino Hindu Budista, a Indonésia passou a ser o maior país muçulmano do mundo.  
Se há uma lição a ser aprendida por parte dos Americanos, é que a história do meu país tem que ser levado em consideração. Nós não somos um povo fomentador de ódio e intolerante; pelo contrário, nós amamos a liberdade, a democracia e as pessoas que amam outras pessoas. Nós só não queremos que a nossa liberdade e a nossa democracia nos seja retirada devido à nossa ignorância e ao nosso equivocado "politicamente correcto", e devido à pretensão de tolerância. (Fonte: Facing Islam, secção de endosso).
A realidade dos factos é que, tal como acontece noutros países onde eles são uma minoria, os muçulmanos que se encontram em países Budistas frequentemente dão início à violência e aos distúrbios. Na Tailândia de maioria Budista, onde os muçulmanos se encontram concentrados no sul, milhares de Budistas - homens, mulheres e crianças - foram chacinados, decapitados e violados à medida que os muçulmanos tentam erradicar os "infiéis" da região. (Cliquem aqui para notícias e imagens que incidem luz sobre o que leva os Budistas a ficaram cada vez mais anti-muçulmanos)

Consequentemente, Wirathu, o monge Budista “radical” citado pelo Financial Times, pelo New York Times e pela Al Jazeera - estes últimos pura e simplesmente chamam-lhe de “O bin Laden Birmanês” - diz, "Se nós formos fracos, a nossa terra tornar-se-á muçulmana."

O tema do seu partido fala de pessoas que "vivem na nossa terra, bebem a nossa água, e são mal-agradecidos" - uma referência aos muçulmanos - e da forma como "Se for necessário, iremos contruir uma cerca com os nossos ossos” como forma de os manter fora. Os seus panfletos dizem:

Myanmar encontra-se actualmente a enfrentar o mais perigoso e mais temível veneno que é suficientemente severo para erradicar toda a civilização.

A isto, o NYT escarnece, salientando que o "Budismo parece ter o seu lugar seguro em Myanmar. Nove em cada 10 pessoas são budistas... As estimativas da minoria muçulmana variam entre 4 a 8%...". No entanto, e como mencionado previamente, na vizinha Tailândia os muçulmanos também são cerca de 4% mas mesmo assim estão envolvidos num genocídio contra os Budistas no sul, que é onde os muçulmanos se encontram concentrados.

Mais importante ainda, a História - a verdadeira História, e não a versão caiada que está a ser actualmente impingida nas escolas Americanas - demonstra durante 14 séculos o islão levou a cabo, de facto, uma remoção de povos e de identidades: o que hoje é despreocupadamente identificado como o "mundo Árabe" não era nem Árabe e quase todo ele era Cristão durante o século 7º, quando o islão surgiu e tem levado a cabo uma jihad desde então. Actualmente, os Cristãos continuam a ser uma minoria perseguida e em rápido decrescimento.

Se o Budistas entendem que toda a sua civilização se encontra em perigo, os editoriais do Financial Times, do New York Times, e, obviamente da Al Jazeera carregam consigo todas as evidências - relativismo moral e um viés pró-islâmico, e aquela mistura de confiança e ignorância - que caracteriza a inabilidade das elites Ocidentais de reconhecer, e muito menos responder, às agressões islâmicas.

- http://goo.gl/kNl7wi.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O Mundial da Escravatura

Uma certa ironia ocorreu nos calendários dos residentes do Golfo Pérsico no dia 18 de Dezembro: Essa Quarta-Feira foi, ao mesmo tempo, o Dia Nacional do Qatar e o Dia Internacional dos Migrantes - uma coincidência notável se levarmos em conta que 90% da população do Qatar é composta por trabalhadores migrantes.

Como o primeiro país do Médio Oriente a receber o Campeonato do Mundo, o Qatar trará o torneio para uma região já de si obcecada pelo futebol. De facto, os líderes do Qatar promoveram a sua candidatura para o Campeonato de Mundo de 2022 como uma chance de se unir as divisões culturais, um encontro amigável de civilizações no campo de futebol.

Nas palavras Hassan al-Thawadi, director-executivo da candidatura do Qatar, "O [Campeonato do Mundo do] Qatar-2022 pode vir a ser um momento divisor de águas."

O Qatar irá investir uns estimados $100 mil milhões em projectos infraestruturais e $20 mil milhões em novas estradas. Para além disso, irá construir nove estádios e 55,000 quartos de hotel.

No entanto, por trás da grande ambição encontra-se o lado negro da candidatura do Qatar para o Campeonato do Mundo: a exploração institucionalizada de trabalhadores provenientes do Sul da Ásia. As instalações que se encontram em construção estão, em muitos casos, a ser construídas por trabalhadores que são essencialmente escravos. Dos 2 milhões de habitantes do Qatar, só 225,000 são nacionais; o resto são operários migrantes, maioritariamente do Bangladesh, Índia, Nepal e Paquistão - trazidos para o trabalho manual.

Tem havido notícias de milhares de trabalhadores a serem abusados e outras centenas que morreram na obscuridade. A "International Trade Union Confederation" estimou que, sem acção urgente para remediar a situação, 4,000 trabalhadores morrerão antes do pontapé-de-saída do Mundial (em Doha). Uma investigação levada a cabo pelo jornal Britânico The Guardian revelou recentemente níveis chocantes de mau tratamento de operários da construção civil Nepaleses por parte dos seus patrões Qatari.

Para além de lhes negar água e salários, algumas companhias retiraram as suas identificações (ID) e impediram que eles fugissem. Neste Verão, 44 trabalhadores Nepaleses morreram e as suas mortes foram, de modo suspeito, atribuídas a "complicações coronárias". Cerca de 80% dos trabalhadores dos projectos de desenvolvimento de maior prestígio do Qatar não recebem um ordenado há 18 meses; e eles obviamente passam fome. Os dormitórios onde os operários do Sul da Ásia são colocados são esqualidos e pouco higiénicos (na maior parte das vezes, várias dezenas de operários "vivem" no mesmo quarto).

O abuso não se limita ao Qatar; os operários migrantes enfrentam as mesmas condições horríveis na Arábia Saudita. No mês passado, chegou ao público um vídeo que revelava um operário a ser violentamente tratado por um homem saudita. Os grupos sauditas dedicados aos direitos humanos condenaram o tratamento brutal, e as autoridades prometeram levar a cabo uma "investigação"; mas nada aconteceu.

Infelizmente, nada disto é incomum na região do Golfo onde as atitudes dirigidas aos operários de pele escura são em larga parte discriminatórias - e onde os operários não têm qualquer tipo de protecção legal.

A escravização dos operários migrantes por parte do Qatar está bem embutida na sociedade. Sob o regime kalafa, do trabalho patrocinado pelas companhias, os patrões têm a responsabilidade legal pelo bem-estar dos seus funcionários. Em teoria, isto garantiria protecção contra o tratamento injusto: os operários não podem trabalhar mais do que 8 horas por dia (e nem 5 horas consecutivas sem intervalo). Na realidade, no entanto, as companhias ignoram a lei constantemente, confiscam os passaportes, e não pagam aos operários.

Os operários frequentemente assinam um contracto antes de viajar para Doha, só para o verem rasgado à sua frente ao mesmo que recebem outro contracto com enormes reduções no salário. As companhias patrocinadoras têm que dar permissão aos seus empregados para se movimentarem ou abandonarem o país. Na práctica, milhares de operários migrantes - com falta de educação, normalmente imersos em dívidas e sem apoio da justiça - tornam-se, de facto, na "propriedade" dos seus patrões.

Embora a FIFA tenha estado estranhamente silenciosa em relação ao tratamento que os trabalhadores migrantes recebem no Qatar - apenas recentemente chamou à práctica laboral do emirato de "inaceitável" - outras organizações mundiais têm falado. O Parlamento Europeu aprovou uma resolução exigindo que a FIFA "mande uma mensagem bem clara ao Qatar", dizendo que o Mundial de 2022 não pode ser "entregue após trabalho da moderna escravatura."

A FIFPro, o sindicato internacional de jogadores, composto por 50,000 membros, declarou que se encontra "profundamente alarmada" pelos relatórios da brutalidade presente nos locais de trabalho do Qatar, e exigiram que a FIFA actuasse.

Felizmente para os adeptos do futebol, ainda há tempo para pressionar o Qatar de modo a que o país reforme e melhore o tratamento que ele dá aos operários migrantes. Um lugar lógico para começar seria com a abolição do sistema kafala e a permissão da livre circulação dos operários no país. O aumento das inspecções e penalizações mais duras sobre as companhias que violem a lei deveriam também ser introduzidas.

Pressão internacional tem que ser aplicada: os Estados Unidos e os seus parceiros têm que responsabilizar o Qatar de modo a garantir que a prosperidade que é causada pelos torneios desportivos não seja paga com a vida de operários. No Qatar, e através de toda a região do Golfo, milhares de migrantes sem nome trabalham no deserto como forma de providenciar às suas famílias uma réstia de oportunidade. No entanto, eles são tratados como servos e não como seres humanos. Albert Camus escreveu:

Em tal mundo de conflicto, um mundo de vítimas e executores, é o trabalho das pessoas pensantes não ficar do lado dos executores.


É também o trabalho dos Ocidentais não ficar do lado dos donos de escravos. Quem, conscientemente, desfrutaria do espectáculo do Mundial de 2022 sendo ele construído por esta escravatura moderna?

Fonte

* * * * * * *

Os maometanos a viver no ocidente asseguram-nos de que o islão pode "salvar" a Europa e os Estados Unidos da decadência moral, mas a realidade diz-nos exactamente o contrário: por pior que o Ocidente esteja (e graças aos esquerdistas e aos pseudo-Cristãos, ele está mesmo mal) subscrever o islamismo como filosofia moral não melhoria em nada a nossa condição.

Em vez dos maometanos tentarem "salvar" o ocidente, eles deveriam centrar os seus esforços nos países islâmicos que ainda levam a cabo prácticas que os mundo Cristianizado aboliu há mais de 100 anos.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Gangues muçulmanos e não " gangues asiáticos"

Por Glen Jenvey

As recentes reportagens da imprensa britânica em torno do escândalo sexual de Rochdale foram injustas e ofensivas ao descreverem os violadores de "asiáticos". O uso deste termo pelos média, como forma de descrever estes criminosos, cataloga todos os asiáticos como potenciais infractores e, de modo implícito (ou mesmo explícito), atribui este tipo de comportamentos a todos os asiáticos no geral, o que é racista e ofensivo para uma larga secção da comunidade asiática obediente à lei.

Porque é que a imprensa nacional não consegue usar as palavras "gangues sexuais paquistaneses" ou "afegãos" quando reporta estes casos? Melhor ainda, porque é que não os descrevem como "gangues sexuais muçulmanos" ? Porque é que ao tentarem ser politicamente correctos, eles têm que publicar manchetes que não só distorcem e escondem a verdade, como difamam todos os indianos e todos os asiáticos com estigmas raciais e criminosos da pior espécie?

Tal como os gangues criminosos prévios, os infractores de Rochdale agiram segundo uma perspectiva cultural inspirada pela sua religião - incompatível com a sociedade britânica - e que não é partilhada pela comunidade asiática. O Hinduísmo, o Budismo, o Sikhismo e o Cristianismo não só possuem tradições culturais e religiosas mais antigas que o islamismo na Ásia, como possuem um código moral compatível com a lei e os valores britânicos. É uma desgraça que os média usem um termo racial como forma de fazer ligação entre estes crimes (perpetuados por muçulmanos) e todos os asiáticos.

Falo como alguém que faz parte duma família Tamil cujos membros lutaram de forma brava na 2ª Guerra ao lado dos britânicos, e que estão orgulhosos da sua herança cultural e do lugar que conquistaram na sociedade britânica. As pessoas da minha comunidade estão fartas dos problemas associados aos gangues de narcotráfico muçulmanos, aos gangues sexuais muçulmanos e aos muçulmanos que apoiam grupos terroristas. As verbas angariadas pelos muçulmanos em favor dos terroristas muçulmanos são usadas como forma de financiar ataques aos indianos inocentes como aos britânicos inocentes; tanto em Londres como em Mumbai.

As contribuições da comunidade Sikh para a cultura e sociedade britânica têm sido leais e honradas. Quão injusto é associá-los com o tipo de comportamento levados a cabo por muçulmanos?

Os Sikhs possuem também uma longa e orgulhosa história tanto nas forças militares britânicas como nas forças militares indianas - como também como parte da sociedade britânica. Um Sikh contou-me hoje que "o problema reside na comunidade muçulmana , na impressa esquerdista politicamente correcta e numa liderança fraca demais para fazer alguma coisa em relação a isto".

Falei também com um amigo Cristão de Goa (índia) e ele disse-me o quão perturbado ele está pelo facto do seu irmão estar a ser qualificado de "besta sexual" pela imprensa britânica.

Os budistas estão também chateados com a imprensa britânica - qualificando-a de racista - devido ao seu uso descuidado e francamente imprudente do termo "asiático" nas suas reportagens. Não só isto coloca um injustificado ângulo racial na história , como demoniza toda a comunidade asiática britânica.

Os asiáticos britânicos estão enojados com os insultos raciais e com a forma como os média estão a reportar o caso. Porque é que eles insistem em acrescentar um elemento racial quando não existe um? Porque é que eles não reportam os genuínos problemas existentes dentro da comunidade muçulmana e dentro da religião islâmica?

Eu mesmo já me queixei à comissão de queixas da imprensa e apelo a todos os asiáticos britânicos que levem a cabo o mesmo esforço de modo a dar um término a estes insultos raciais.

Asian Tribune

* * * * * * *

Há motivos bem claros para o uso do termo "asiático" em vez de "muçulmano": votos e petróleo. A esquerda militante depende do voto islâmico para continuar a ter capacidade de influência na política inglesa e o governo inglês não quer ver as suas relações com os países árabes deterioradas.

Como tal, é mais conveniente usar um termo absolutamente racista e ridículo para qualificar os infractores em vez de se usar o único termo que une os gangues de narcotráfico, os gangues sexuais e gangues de angariam dinheiro para grupos terroristas: muçulmanos.

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