MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 30 de novembro de 2013

O erro de Conan O'Brien

O comediante e apresentador dum "talk-show" Conan O'Brien fez um erro crasso ao assumir que ele era livre para fazer piadas em torno do islão tal como é livre para fazer piadas em torno do Cristianismo. Por esse "erro", ele está a ser chamado de "racista" porque como toda a gente sabe, o islão é uma raça. Depois de ficar a saber da nova super-heroína maometana, Conan escreveu no seu Twitter:


O seu tweet, obviamente, faz referência humorística à Surah 4:3 no Alcorão, que permite que os maometanos se casem até quatro mulheres. (Maomé, obviamente, era a excepção visto que ele recebeu permissão para "casar" com muito mais do que quatro mulheres).

Sem surpresa alguma, os esquerdistas que seguem Conan não ficaram nada contentes com o facto duma religião que não o Cristianismo ser o alvo de piadas.


Alguns idiotas úteis claramente não sabem muito sobre o islão, uma vez que eles pensam que o mesmo proíbe relações sexuais com menores: 


Como é normal, não faltaram as normais acusações de "racismo":

 
Previsivelmente, Conan removeu o tweet e é seguro afirmar que ele aprendeu a lição: nunca mais gerar humor que possa ofender os perpétuamente-ofendidos maometanos.

Semelhantemente, os defensores do maometanismo enviaram por este meio mais uma mensagem ao Ocidente: o islão não está aqui para ser tratado como as outras confissões religiosas, mas sim para ser respeitado. 

Portanto, ò Ocidentais, aprendam a respeitar o islão mesmo que ele promova a poligamia (Alcorão 4:3), o abuso sexual de cativas de guerra (4:24), a violência contra as mulheres (4:34), e o sexo com meninas pré-púberes. 

Se tu és contra estas coisas, então és um "racista", um "intolerante", um "gerador de ódio" e um "islamofóbico".

Moral da história: os mesmos esquerdistas e muçulmanos que se alegram com os ataques feitos aos Cristãos, são as mesmas pessoas que ficam "ofendidas" quando Conan O'Brien faz uma menção cheia de humor à práctica da poligamia aprovada pelo islão.

(É de admirar que o muçulmano na Casa Branca não se tenha manifestado contra Conan.)

Jihad no Twitter

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Jihad no Twitter

Antigamente, há cerca de 10 anos atrás, os jihadistas comprometiam-se a matar o imperialismo ocidental (para substitui-lo pelo imperialismo islâmico) através de gravações que os seus emissores posteriormente faziam chegar aos canais de televisão - Al Jazeera, por exemplo.

A mais recente geração tem uma forma mais simples de transmitir a "mensagem de Alá" (o deus árabe): Twitter.

Durante anos os jihadistas tentaram evitar os censuradores nos fóruns online - chegando a ver os seus vídeos odiosos removidos do Youtube, as suas páginas do Facebook identificadas como páginas de ódio, e as suas mensagens "hackeadas" - mas segundo alguns analistas que monitorizam a presença online dos militantes, o Twitter ainda oferece uma raro espaço não filtrado para os grupos islâmicos,

Murad Batal al-Shishani, um pesquisador de jihadistas que monitorizou as suas mensagens do Twitter durante meses, afirma que, no Twitter, eles podem almejar expandir a sua propaganda. Eles podem atingir os "indecisos" e levar a cabo esforços para recrutar mais simpatizantes. Ele escreveu em torno deste assunto para a BBC e outros órgãos de informação.

Murad afirma que "Eles encontram-se focados nos eventos actuais - Síria ou apoiando a revolução lá ou noutro lugar - mas ele não estão a usar [o Twitter] para a actividade operacional ou para comunicarem uns com os outros."

Fonte

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Para quem tem "ódio" pelo Ocidente, não deixa de ser curioso os maometanos usarem a tecnologia do Ocidente para lutar contra esse mesmo Ocidente.
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