MITOS ISLÂMICOS

sábado, 16 de março de 2013

Clérigo líbio emite fatwa contra documento da ONU

O mufti al-Sadiq al-Ghiryani, o líder religioso supremo da Líbia, emitiu uma fatwah contra um recente documento das Nações Unidas - centrado nos direitos das mulheres - alegando que o mesmo é contra a Shariah.

O documento será assinado pelas nações na 57ª sessão da "Comissão do Estatuto da Mulher" este mês, segundo a Associated Press.

O ponto de argumento central do clérigo é o facto da lei islâmica favorecer as testemunhas para o divórcio, enquanto que o documento da ONU exige envolvimento judicial. Outro ponto de discórdia é a provisão do documento da ONU no que toca aos assuntos da herança, onde este declara que a mulher é igual ao homem.

Embora Al-Ghiryani afirme que a sua preocupação seja a sua ideia de que o documento coloque sobre as mulheres o fardo de também parilhar as despesas domésticas, é mais provável que ele apenas e só se sinta incomodado com o facto do documento da ONU garantir estuto idêntico entre o homem e a mulher.

Segundo a AP, outro item proibido que irritou o clérigo centra-se na forma como o documento definiu as "liberdades sexuais" e os direitos das crianças geradas fora do matrimónio.

Com o número de activistas da al-Qaeda a aumentar e a preencher o vazio deixado por Moammar Gadhafi, é muito provável que o avanço dos direitos das mulheres se tenha tornado numa batalha perdida.  

* * * * * * *
Uma guerra entre os globalistas que controlam a ONU e o mundo islâmico vai ser interessante de seguir.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Líbia: a ditadura islâmica abate-se sobre as mulheres


Quando viajava de volta para a sua casa proveniente do seu emprego como palestrante numa universidade perto de Tripol (Líbia), a poeta líbia Aicha Almagrabi foi parada por um grupo de militantes barbudos. Eles pontapearam o carro, espancaram o homem que se encontrava junto dela, no carro, e ameaçaram fazer o mesmo a ela. O seu crime? Encontrava-se sozinha no carro com um homem sem qualquer tipo de parente masculino como guarda.

Segundo a poeta, eles disseram coisas como "Tu violaste a lei de Alá!". Segundo a Associated Press, ela disse

Eu dou aulas a alunos (homens), portanto, tenho que levar um parente masculino para dentro das salas de aulas, certo?

A universidade em si não se encontra imune à crescente influência dos maometanos com uma visão mais islâmica do papel da mulher. Almagrabi afirmou que um dos estudantes veio até ela e disse que ela não deveria dar aulas porque a sua voz (a da poeta) era "awra" — demasiado íntima e como tal, vergonhosaa para ser manifesta em público.

Este incidente, que decorreu em Fevereiro último e terminou com os militantes a darem permissão à poeta para que ela conduzisse para casa, sublinhou a ironia amarga da Líbia pós-revolução. As mulheres desempenharam um papel importante na guerra civil que durou 8 meses, organizando vários protestos contra o ditador Moammar Gadhafi, vendendo jóias para financiar os rebeldes e fazendo contrabando de armas através das linhas inimigas até aos rebeldes.

Mas desde a queda de Gadhafi que as mulheres têm sido "recompensadas" com uma crescente limitação dos seus direitos. As mulheres temem que o pior ainda esteja para vir, numa altura em que o país dará início aos trabalhos em torno da nova constituição - algo que os activistas temem que seja ocasião para que o estatuto inferior das mulheres seja encapsulado na constituição vindoura, muito por culpa da influência dos islamitas da linha dura.

Hanan al-Noussori, advogada na segunda maior cidade da Líbia - Benghazi - afirmou:
O que nós queremos agora é manter o que nós temos. Não sabemos em que direcção caminhamos, mas isto é uma questão de vida ou morte para nós.

Fonte

* * * * * * *
Se a vida das mulheres era melhor quando o país era controlado por um ditador tirânico, e pior quando elas se encontram sob o domínio islâmico, o que é que isso nos diz do islão?

domingo, 10 de março de 2013

Paquistão: Muçulmanos atacam Cristãos devido a acusações de "blasfémia"


Há alguns dias atrás centenas de muçulmanos do Paquistão oriental levaram a cabo vários ataques numa vizinhança Cristã - queimando várias casas - depois de terem ouvido que um homem Cristão supostamente havia cometido blasfémia contra o "profeta" do maometanismo.

No Paquistão, tal como em quase todos os países controlados por maometanos, a blasfémia contra o Maomé é um crime que pode ser castigado com a pena de morte. O Paquistão é um país maioritariamente Sunita onde as pessoas de outras confissões religiosas, incluindo a pequena comunidade Cristã, são olhados com suspeita.

Segundo Multan Khan, oficial policial, o incidente teve início na 6ª-Feira quando um jovem muçulmano acusou um Cristão de ter cometido blasfémia ao fazer comentários ofensivos contra o "profeta" Maomé. Segundo Khan, nessa 6ª-Feira à noite uma larga multidão duma mesquita próxima dirigiu-se à casa do Cristão. A policia registou o caso de blasfémia contra o homem depois da multidão se ter reunido e exigido algum tipo de acção, afirmou o oficial.

Temendo pela sua segurança, centenas de famílias Cristãs abandonaram a área durante a noite. Khan afirmou que a multidão muçulmana regressou no Sábado e começou a saquear e a queimar as casas dos Cristãos, embora, segundo Khan, nenhum  membro da comunidade Cristã tenha sofrido qualquer tipo de dano físico. No entanto, vários policiais foram feridos quando foram atingidos com pedras no momento em que tentavam impedir a multidão de invadir a área.

Como é muito comum nestes casos, o incidente aparentemente em nada está relacionado com algum tipo de blasfémia dita contra Maomé; segundo Akram Gill, um bispo local junto da comunidade Cristã de Lahore, estes eventos desenrolaram-se devido a uma inimizade pessoal entre dois homens - um Cristão e um maometano - e não devido a algo que o primeiro tenha dito.

Segundo o bispo, os dois homens envolveram-se numa discussão acalorada depois duma noite de bebedeira, e na manhã seguinte o maometano inventou a história da blasfémia como forma de se vingar do Cristão. Akram acrescentou ainda que a comunidade Cristã entregou o homem acusado à polícia quando estes vieram investigar o caso junto deles. Depois disto, eles trancaram as suas casas e foram para outras áreas (para as casas de familiares).

Segundo se sabe, os maometanos, que se encontravam armados com martelos e hastes de aço, entraram dentro das casas, assaltaram duas igrejas, e queimaram Bíblias e cruzes.


* * * * * * *

Maomé ordenou aos seus devotos que reagissem violentamente às críticas. O que nós vêmos no Paquistão é, portanto, consequência directa dos ensinamentos de Maomé - e não uma "má representação" do "verdadeiro islão". No entanto, quando alguns ocidentais condenam os ensinamentos violentos de Maomé (sabendo que se essas criticas fossem feitas no mundo islâmico, isso seria motivo para a execução), esses ocidentais são chamados de "racistas" (muçulmano não é uma raça), intolerantes, geradores de ódio e islamofóbicos.

Será que devemos abandonar o nosso senso comum, e começar a pensar que há algum tipo de legitimidade na matança de quem critica a autoridade Maomé?

sábado, 2 de março de 2013

Os 10 Mais Procurados

A Al-Qaeda publicou um poster Wanted: Dead or Alive listando várias pessoas por "crimes contra o islão."

Segundo o poster, os maometanos têm a obrigação de "defender o islão" assassinando Ayaan Hirsi Ali (que ajudou a realizar o filme "Submission"), Terry Jones (queimador do Alcorão), Molly Norris ("Everybody Draw Muhammad Day") e muitos outros.

Uma frase do poster diz "A Bullet a Day Keeps the Infidel Away." ["Uma Bala Por Dia Mantém o Infiél Longe"]

Aparentemente, a Al Qaeda não sabe que o islão é uma religião pacífica que apregoa a tolerância e rebuçados a cair do céu.

Esperamos ansiosamente que os grupos ligados ao activismo islâmico entrem em acção e condenem este gesto da Al Qaeda.

Vai ser uma longa espera.

......

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Ajudando os terroristas

Júri federal de San Diego condenou 4 imigrantes muçulmanos - incluindo o imã - de conspirarem para canalizar dinheiro para um grupo terrorista do seu país. Depois de 3 semanas de julgamento, e 3 dias de deliberações, na passada Sexta-Feira o júri condenou os homens de conspirarem para angariarem fundos para o grupo terrorista al-Shabaab (AHL-shuh-BAHB').

No ano de 2008 o "U.S. State Department" classificou o grupo al-Shabaab como grupo terrorista, e desde então membros do Ministério Público Federal têm vindo desmantelar o apoio que o grupo tem nos EUA, especialmente na área de Minnesota.

Entre os condenados encontra-se um imã de San Diego de 40 anos, com o nome de Mohamed Mohamud, bem como 2 taxistas e um homem que geria um negócio financeiro usado para transportar o dinheiro.

A sentença será lida em Maio.

 Fonte
* * * * * * *
Aparentemente, estes maometanos não foram informados de que o islão significa "paz" e que só os "intolerantes" acham que "jihad" significa "guerra". Se calhar é melhor eles entrarem em contacto com o imã local.

Ah, espera. O imã também está envolvido no caso. Bem, agora fiquei confuso.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Nigéria: Muçulmanos matam mais de 50 cristãos em ataque violento


Extremistas muçulmanos assassinam brutalmente 50 cristãos dentro da casa de pastor na Nigéria, mais um trágico caso de violência contra cristãos, um grupo de extremistas muçulmanos invadiu a casa de um pastor, nas dependências da Igreja de Cristo da Nigéria, assassinando brutalmente sua família e mais 50 cristãos que estavam presentes na casa no momento do ataque, que aconteceu no dia 07 deste mês. 

As famílias que estavam na casa do pastor já eram refugiados de outra perseguição, na vila Maseh, eles buscaram abrigo na casa pastoral para escapar das investidas e do clima de tensão no lugar onde viviam. 

Os homens iniciaram o ataque invadindo a residência do pastor e atirando contra as pessoas, após isso, eles atearam fogo na casa, onde muitos foram queimados ainda vivos. 

A autoria do ataque foi assumida pelo Boko Haram, grupo radial islâmico que tem sido responsável por uma onda de ataques contra cristãos na Nigéria. 

Eles disseram que os cristãos no país “jamais terão paz novamente”, caso não neguem a religião cristã e se convertam ao islamismo.



Fonte

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A tormento da mulher sueca

Durante os últimos anos a Suécia importou um largo número de imigrantes muçulmanos, o que tem tido efeitos catastróficos. A população sueca aumentou de 9 milhões para 9,5 milhões durante os anos 2004-2012 - muito devido à imigração de países como o Afeganistão, Iraque e Somália. 16 porcento de todos os recém-nascidos têm uma mãe que nasceu num pais não-ocidental.

A Suécia tem hoje a segunda maior taxa de violações do mundo, logo depois da África do Sul, que, com 53.2 por cada 100.000, é seis vezes mais elevada que a taxa dos Estados Unidos. As estatísticas sugerem que 1 em cada 4 mulheres suecas será vítima de abuso sexual.

Por volta de 2003, a estatística de violações da Suécia já era mais elevada que a média quando se encontrava à volta dos 9.24, mas em 2005 ele explodiu para 36.8 e por volta de 2008 ela atingiu os 53.2. Actualmente, ele deve ser ainda mais alta à medida que os imigrantes muçulmanos continuam a aumentar a sua presença junto da população.

Com os muçulmanos a representarem cerca de 77% de todas as violações, e existindo uma equivalência entre o aumento das violações e o aumento da população muçulmana, o resultado da imigração muçulmana é uma epidemia de abusos sexuais levados a cabo por uma ideologia misógina.

As estatísticas encontram-se focadas nos centros urbanos, onde os colonistas islâmicos se concentram. Em Estocolmo, neste Verão, ocorreram em média 5 violações por dia. A Suécia deixou de ser uma cidade sueca e passou a ser uma cidade onde 1/3 das pessoas são imigrantes, e onde entre 1/5 a 1/4 dos locais adere a fé de Maomé.

Fonte

* * * * * * *
Entretanto, e como demonstração clara da total subversão do senso comum europeu, em vez de se lidar com as causas da violação de mulheres (a imigração islâmica), os europeus constroem
cintos anti-violação.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Autoridades búlgaras expulsam delegação do Hamas

Fonte

Na 6ª Feira passada as forças de segurança da Bulgária fizeram um raid às instalações temporárias da delegação do Hamas localizada em Sofia, e expulsaram-na do país. A delegação chegou à Bulgária na 4ª Feira para apresentar "a narrativa palestina e expôr a falsa narrativa israelita em torno dos palestinos e do Hamas." Esta visita foi a primeira deste tipo por parte dos oficiais do Hamas a um país da União Europeia (UE).

A agência noticiosa palestina Ma'an citou uma declaração emitida pela lista parlamentar do Hamas "Change and Reform" onde se lia que o gesto dos Búlgaros foi parcialmente motivado pela pressão Israelita, Americana e Britânica.

O Hamas rapidamente atacou o gesto dos Búlgaros, acusando-os de ceder à pressão Israelita. Taher al-Nunu, porta-voz do governo, afirmou:

Condenamos este acto, que reflecte o nivel de submissão às pressões Sionistas.

O grupo acrescentou que exige um pedido de desculpas formal por parte da Bulgária, e que os seus oficiais [do Hamas] deveriam estar protegidos com a imunidade diplomática.

Segundo a Sofia News Agency, fontes ligadas às autoridades oficiais Búlgaras afirmaram mais tarde que haviam expulso a delegação do Hamas devido ao facto dos terroristas ameaçarem a segurança nacional. "Os quatro palestinos expulsos da Bulgária eram uma ameaça séria à segurança nacional," afirmou a Agência Estatal Búlgara para a Segurança Nacional, acrescentando que eles haviam agido de acordo com o Artigo 42 do "Bulgaria's Foreigners Act", que permite a expulsão de estrangeiros se estes forem uma ameaça à ordem pública ou à segurança nacional.

Na 5º Feira, o governo Búlgaro rejeitou terminantemente alegações em torno de encontros que supostamente haviam ocorrido entre representantes oficiais do governo e os oficiais do Hamas.

Ismail al-Ashkar, chefe da lista parlamentar do Hamas, liderou a delegação. Os legisladores do Hamas Salah Bardaweel e Mushir al-Masri (que é também um porta-voz do grupo islamita na Faixa de Gaza) acompanharam al-Ashkar.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Bulgária, Vessela Tcherneva, afirmou ao Jerusalem Post que “a Bulgária faz parte da política da União Europeia ao listar o Hamas como uam organização terrorista.
* * * * * * *
Obviamente, há sempre uma forma rápida de impedir que os terroristas maometanos sejam expulsos de países como a Bulgária. Para tal, basta que eles parem de apoiar directamente actividades terroristas e genocidas contra mulheres e crianças israelitas.
Aprovado pelo Hamas

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Tribunal Egípcio suspende a YouTube



O tribunal administrativo do Egipto ordenou aos ministérios da comunicação que bloqueassem a YouTube - que pertence à Google - por todo o país devido ao facto do site de hospedagem de vídeos difundir o filme "Innocence of Muslims," afirmou a agência noticiosa estatal MENA. 

O vídeo de 13 minutos provocou um dilúvio de sentimentos anti-americanos no Egipto, na Líbia e em muitos outros países islâmicos. O vídeo caracteriza o profeta do islão como um tolo e um depravado sexual. Para a maioria dos maometanos, qualquer caracterização gráfica do seu profeta é blasfémia. 

O tribunal afirmou que se encontrava a meio duma decisão legal em torno dum caso trazido até si relativo ao filme. Para além disto, não foram disponibilizados mais detalhes. 

Segundo o tribunal, a YouTube havia "insistido em disponibilizar o filme insultado o Islão e o Profeta [sic], desrespeitando as crenças de milhões de egípcios e ignorando a raiva de todos os muçulmanos." 

O "Egypt's National Telecommunication Regulatory Authority" afirmou que agiria de acordo com a decisão legal mal recebesse uma cópia do veredicto. 

Maha Abouelenein, porta-voz da Google em Cairo, disse que a companhia ainda não recebeu qualquer tipo de notificação da decisão.

Fonte

* * * * * * *
 Mais uma tentativa de conferir um estatuto especial ao islão.


sábado, 2 de fevereiro de 2013

O islão permite que os homens usem roupa de mulher?

Como sempre, a melhor forma de saber o que o islão defende é lendo as tradições islâmicas e observando o exemplo de Maomé ("Sunnah").

Sahih Muslim 4415—Abu Bakr pediu permissão ao profeta para entrar quando este se encontrava deitado na cama de Aisha, usando os seus [da Aisha] vestidos [mirt]. O profeta deu então permissão a Abu Bakr para entrar quando ele (Maomé) se encontrava neste estado. Mais tarde, Umar chegou e pediu ao profeta permissão para entrar quando ele (Maomé) se encontrava da mesma forma. 

Quando Umar obteve o que queria, foi-se embora. Mais tarde, Uthman pediu permissão para entrar, e devido a isso Maomé sentou-se e disse à Aisha, "Pega em toda a roupa que te pertence."

Sahih Muslim 4472As esposas do profeta enviaram Fatimah [filha de Maomé] a ele e ela pediu permissão para entrar quando ele se encontrava deitado na minha cama, usando o meu [da Aisha] robe [Mirt]

Ele deu-lhe permissão para entrar e ela disse-lhe que as suas esposas a haviam enviado como forma de buscar justiça em torno da filha de Abu Kahafa (Aisha). O profeta disse-lhe: "Ó minha filha, não amas aquilo que eu amo?" Ela respondeu, "Sim! Amo." Ele disse-lhe então "Então ama-a também [a Aisha].

Quando Fatimah ouviu estas palavras do profeta, retornou às suas [de Maomé] esposas. Estas, por sua vez, enviaram  Zaynab Bint Jahsh ao profeta…que pediu permissão para entrar quando este se encontrava com Aisha no seu [da Aisha] robe [Mirt] e no mesmo estado no qual se encontrava quando Fatimah se encontrou com ele.

Mishkat Al Masabih, Volume II, p. 1361—Ela disse que as pessoas escolhiam o dia de Aisha para trazer os presentes, buscando, com isso, uma ocasião para agradar o mensageiro de Alá. Ela disse que as esposas do profeta de Alá encontravam-se reunidas em dois grupos, um incluindo Aisha, Hafsa, Safiya, e Sauda, e o outro incluindo Umm Salama e as outras esposas do profeta de Alá. 

A facção de Umm Salama falou com ela, pedindo-lhe que o profeta de Alá se dirigisse ao povo com as seguintes palavras:

Se alguém quer dar um presente ao mensageiro de Alá, ele que o apresente onde quer que ele [Maomé] se encontre.

Ela fez o que lhe foi pedido, ao que o profeta respondeu:
Não me perturbem em relação a Aisha uma vez que a inspiração não vem até mim quando eu estou com as roupas de qualquer outra mulher que não as dela.

Então, eles chamaram a Fatimah, enviaram-na ao mensageiro de Alá, e ela falou com ele. Mas ele respondeu, "Não gostas do que eu gosto, menina?" Ela respondeu, "Certamente que sim." Maomé respondeu então "Então ama esta mulher."

* * * * * * *
Portanto, se o profeta do islão não viu nada de mal no uso de indumentária feminina, os muçulmanos actuais não têm bases religiosas para criticar quem quer que , actualmente, o faça.

Não haverá trajo de homem na mulher, e não vestirá o homem vestido de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao Senhor, teu Deus. - Deut 22:5

.....
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis