MITOS ISLÂMICOS

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Militantes islamitas destruíram depósitos de manuscritos antigos na cidade de Timbuktu.

Os preciosos manuscritos estavam depositados num antigo armazém e num novo centro de investigação, financiado pela África do Sul. Ambos os edifícios foram incendiados pelos extremistas com a aproximação das tropas francesas e do exército governamental do Mali.

Os manuscritos antigos, a maioria dos quais estava escrita em árabe e outros em línguas africanas, eram considerados como um importantíssimo património cultural. 

No total estavam contabilizados mais de 100 mil manuscritos, os mais antigos dos quais remontavam ao início do século XIII. 

Ainda não se sabe se terão sido destruídos na totalidade.
Fonte..

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Reino Unido testa comboios anti-bomba

Ao fim de três anos de estudos, já se começam a ver resultados: as autoridades britânicas estão atentas e entusiasmadas com uma nova tecnologia que permitirá às carruagens de comboios e metros ‘serem anti-bomba’.

Em caso de rebentamento, estes meios de transporte prometem maior resistência e activam protecções para impedir ferimentos mais graves nos passageiros.

O segredo passa por impedir que voem objectos e são colocados painéis especiais no tecto das carruagens. 

Mais: o vidro das janelas são produzidos de forma a não estilhaçarem e são facilitadas as saídas de emergência para se acelerarem as operações de socorro e resgate.

O responsável pelos testes, o especialista Conor O’Neil da Universidade de Newcastle, disse ao ‘The Independent’ estar à espera que os resultados sejam mostrados aos fornecedores de carruagens e possam integram os parâmetros de segurança dos comboios europeus. 

A pesquisa iniciou-se na sequência dos atentados em Madrid, no ano de 2005, e no metro de Londres um ano depois.


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Seria mais eficaz lidar com a ideologia por trás dos ataques do que melhorar os alvos dos ataques.

sábado, 19 de janeiro de 2013

O "campo de concentração" de Gaza


Liberdade religiosa, segundo o califa Umar ibn Al Khattab

Eis o que o califa Umar diz da forma como os Cristãos e Judeus devem ser tratados:
Convoquem o povo de Deus; aqueles que responderem ao apelo, aceita-os, mas aqueles que se recusarem serão obrigados a pagar a jiziyah [imposto forçado aos Cristãos e Judeus que vivem dentro de território islâmico] de forma humilhante e submissa (Alcorão 9:29). Se eles se recusarem a fazer isto, então é a espada sem misericórdia. Temam a Alá em relação ao que vos foi confiado. - Al Tabari XII:147

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Seá que Umar "não entendia o islão" e, como consequência, tirou os ensinamentos de Maomé "fora do seu contexto"? Ou será que o islão realmente ensina a conversão forçada dos não-muçulmanos, e o pagamento dum imposto adicional pelo simples facto de se recusarem a adorar o ídolo que é adorado em Meca?

Imaginem o furor mundial que seria gerado se alguém forçasse os muçulmanos a pagar um imposto adicional por não aceitarem o Senhor Jesus como o Deus de todo o universo. No entanto, o islão ensina que é perfeitamente aceitável obrigar os Cristãos a pagar mais pelo facto de não serem muçulmanos.

Isto vem de encontro ao que muitos já falaram: sempre que um maometano age de forma preconceituosa contra um não-muçulmano, é escusado acusá-lo a ele pessoalmente, ou agir de forma preconceituosa contra todos os muçulmanos, uma vez que é bem provável que ele apenas esteja a agir de acordo com a sua fé.

O problema não são os muçulmanos, como seres humanos criados à Imagem de Deus, mas sim a religião islâmica. O problema é o islão. Enquanto os ocidentais não-esquerdistas não se apercebrem disso, eles continuarão a pensar que os actos de violência levados a cabo por muçulmanos são "desvios" duma ortodoxia supostamente pafícica.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mãe e filhos condenados por trocarem Islão pelo Cristianismo


A egípcia Nadia Mohamed e os seus sete filhos foram condenados em tribunal a 15 anos de prisão, em Beni Suef, no centro do país, por se terem convertido ao Cristianismo.

Nadia foi criada e educada na fé cristã mas converteu-se ao Islão quando se casou, há 23 anos, com Mohamed Abdel-Wahhab Mustafa. Porém, quando o marido morreu, decidiu reconverter-se à sua antiga religião, bem como todos os filhos.


A nova conversão de Nadia só foi conhecida depois de a família ter adquirido novos documentos de identificação, em 2004.


Um dos filhos da mulher foi preso dois anos mais tarde e confessou que a mãe e os irmãos tinham forjado novas identificações. Foram então todos presos, acusados e condenados.


   

Advogados dos Direitos Humanos alertam para o facto da sentença ser um sinal das políticas adoptadas no Egipto sob a lei islâmica, que consideram um autêntico atentado à liberdade religiosa. 

Recorde-se que laicos e cristãos coptas opuseram-se à nova Constituição, que gerou grande polémica aquando da sua votação e aprovação por incluir, precisamente, a lei islâmica (Sharia) como um dos preceitos constitucionais.

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Patrulha islâmica em Inglaterra


E convém não esquecer que quem tenta resistir à imigração islâmica é qualificado de "racista" (embora "muçulmano" não é uma raça).

Outra coisa que convém lembrar é que muitas das pessoas que hoje sofrem este tipo de tratamento por partes dos colonos muçulmanos são exactamente as mesmas pessoas que fizeram todos os esforços para destruir a cultura Cristã no Reino Unido.

Bom trabalho, idiotas úteis.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

As duas versões de Maomé

Erudito maometano do século 15 - Abi Bakr Az-Zarkashi -  descreve o Maomé do período de Meca e o Maomé do período de Medina. Note-se que, quando os maometanos não têm razão para esconder a verdade, eles revelam de forma clara a verdadeira natureza do islão.
Quando Maomé se encontrava na sua condição fraca [em Meca], Alá, o excelso e o sábio, revelou-lhe o mais adequado para a situação como acto de misericórdia para com ele e para com os seus seguidores. Se Alá lhe desse o mandamento para lutar enquanto eles eram poucos em número e fracos, isso seria um embaraço e algo muito difícil.

Mas quando o altíssimo [Alá] tornou-o vitorioso [em Medina], ordenou-lhe o que se ajustava à situação, isto é, pedindo aos Povos do Livro que se tornassem muçulmanos ou pagassem o imposto respectivo [jiziyah], e pedindo aos infiéis [todos os outros] que se tornassem muçulmanos ou enfrentassem a morte.  - citado por  M.A. Khan
O padrão é o mesmo em todos os países para onde os muçulmanos se mudam; enquanto são fracos e poucos em número, eles apregoam a tolerância, o respeito e a sã co-existência. No entanto, quando são em número suficiente, eles tentam impor a sua religião.

Não se pode culpar os maometanos por agirem assim uma vez que isso é algo que está de acordo com o exemplo de Maomé. O problema não são os muçulmanos mas o islão.



segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Jihad

É-nos dito:
Se após receberem o convite [para aceitar o islão], os infiéis não consentirem e nem quiserem pagar o imposto de capitulação [jizya], é, então, incumbente aos muçulmanos invocarem a assistência de Alá e guerrear contra eles
Do manual com o nome "Hidaya" volume II, da escola Hanafi do Islão Sunita


sábado, 5 de janeiro de 2013

Arma de destruição demográfica voltada para Espanha

Fonte

Normalmente, um território conquistado por muçulmanos fica permanentemente perdido para a civilização, devido à feroz intolerância islâmica por vozes dissidentes. Uma feliz excepção para esta regra é a Espanha, que, a par com Portugal, conseguiu expulsar os invasores maometanos depois destes terem exercido um domínio impiedoso sobre a Ibéria.

Agora que superior civilização Ocidental está em planeado declínio, os maometanos querem a Espanha de volta.

O islão tem duas formas eficazes de levar a cabo uma guerra: terrorismo e demografia. A última é de longe muito mais perigosa, se levarmos em conta as altíssimas taxas de natalidade que os maometanos normalmente têm. É precisamente por isso que eles querem o "direito de regressar" para os descendentes dos Mouriscos, mouros que foram expulsos de Espanha no início do século 17.
Estima-se que existam cerca de 5 milhões de descendentes dos Mouriscos a viver só em  Marrocos; existem milhões a viver na Algéria, Líbia, Mauritânia, Tunísia e Turquia.
Numa carta enviada ao Rei Juan Carlos, o professor universitário Jamal Bin Ammar al-Ahmar não só exige que os maometanos sabiamente expulsos da Espanha recebam permissão para "regressar" para as suas já-desaparecidas-casas, mas que recebem também todos os direitos de cidadania e a  "restauração de todas as suas propriedades." Sem dúvida que esta compensação terá que levar em conta séculos de juros.

Em tempos mais sãos, estas exigências arrogantes receberiam o tratamento que merecem:

Como lidar com exigências irrealistas.
Mas há já algum tempo que nós deixamos de viver em tempos sãos, e passamos a viver em tempos dominados pela psicose esquerdista anti-Cristã (confirmado pelo total estado de bancarrota que se encontra a Espanha).  

Os espanhóis encontram-se assim entre a espada e a parede. O efeito da chegada de milhões de colonistas com ódio à sua cultura seria sem dúvida fatal para a sua cambaleante economia. No entanto, se eles não se submetem aos desejos expansionistas dos maometanos, serão rapidamente acusados de "discriminação".

Seria interessante saber se a mesma linha de pensamento se aplica aos sítios que eram, em tempos idos, locais Cristãos, Budistas, Hindus e afins, ou se só os maometanos é que têm o "direito" a regressar a sitios que, infelizmente, estiveram sob a sharia.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

A universalidade do islão justifica a jihad?

Um dos mais famosos historiadores islâmicos - Ibn Khaldun - diz:
Devido à universalidade da missão muçulmana e a obrigação de converter todos ao islão, quer seja pela persuasão ou à força, dentro da comunidade muçulmana, a guerra santa é um dever religioso. - Ibn Khaldun (1332—1406)



Fonte
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Pergunta para os muçulmanos que atacam o blogue (embora nunca comentem aqui): será que Ibn Khaldun estava errado, e os apologistas actuais  - que dizem que o islão não aprova a violência - estão certos?
"Jihad: guerra contra os não-muçulmanos como forma de os converter ao islão."
("Islam and Christianity", impresso pela "Waqf Ikhlas Publications", página 316 - 7ª edição)
Devido a isto, é logicamente impossível separar a violência dos grupos islâmicos do islão em si porque o islão ensina aquilo que esses grupos levam a cabo.

Isto não implica que todos os muçulmanos são violentos e assassinos, mas sim que os muçulmanos que agem deste forma em nome do islão, estão perfeitamente dentro da ortodoxia islâmica.
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