Normalmente, um território conquistado por muçulmanos fica
permanentemente perdido para a civilização, devido à feroz intolerância
islâmica por vozes dissidentes. Uma feliz excepção para esta regra é a
Espanha, que, a par com Portugal, conseguiu expulsar os invasores
maometanos depois destes terem exercido um domínio impiedoso sobre a
Ibéria.
O islão tem duas formas eficazes de levar a cabo uma guerra:
terrorismo e demografia. A última é de longe muito mais perigosa, se
levarmos em conta as altíssimas taxas de natalidade que os maometanos
normalmente têm. É precisamente por isso que eles querem o "direito de
regressar" para os descendentes dos Mouriscos, mouros que foram
expulsos de Espanha no início do século 17.
Estima-se que existam cerca de 5 milhões de descendentes dos
Mouriscos a viver só em Marrocos; existem milhões a viver na
Algéria, Líbia, Mauritânia, Tunísia e Turquia.
Numa
carta
enviada ao Rei Juan Carlos, o professor universitário Jamal Bin
Ammar al-Ahmar não só exige que os maometanos sabiamente expulsos da
Espanha recebam permissão para "regressar" para as suas
já-desaparecidas-casas, mas que recebem também todos os direitos de
cidadania e a "
restauração de todas as suas propriedades." Sem
dúvida que esta compensação terá que levar em conta séculos de juros.
Em tempos mais sãos, estas exigências arrogantes receberiam o
tratamento que merecem:
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| Como lidar com exigências irrealistas. |
Mas há já algum tempo que nós deixamos de
viver em tempos sãos, e passamos a viver em tempos dominados pela
psicose esquerdista anti-Cristã (confirmado pelo total estado de
bancarrota que se encontra a Espanha).
Os espanhóis encontram-se assim entre a espada e a parede. O efeito
da chegada de milhões de colonistas com ódio à sua cultura seria sem
dúvida fatal para a sua cambaleante economia. No entanto, se eles não se
submetem aos desejos expansionistas dos maometanos, serão rapidamente acusados de
"discriminação".
Seria interessante saber se a mesma linha de pensamento se aplica aos sítios que eram, em tempos idos, locais Cristãos, Budistas, Hindus e afins, ou se só os maometanos é que têm o "direito" a regressar a sitios que, infelizmente, estiveram sob a sharia.