MITOS ISLÂMICOS

sábado, 22 de dezembro de 2012

Vice-presidente do Egipto pede demissão

O motivo exacto para a renúncia de Mekki ao seu posto, ainda é desconhecido. 

Não se exclui a possiblidade de uma ligação com as divergências com o presidente Mohamed Mursi em relação ao projecto da nova Constituição.

O vice-chefe de Estado prometeu esclarecer mais tarde a sua posição.

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Parece que a tal "Primavera Árabe" - apoiada por Obama - está a revelar-se aquilo que os mais atentosjá afirmavam: a instalação da Irmandade Muçulmana no poder.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

"Adormeço como membro da Fatah, acordo como membro do Hamas"


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não existe uma divisão profunda entre a Fatah e o Hamas. Os "palestinos" frequentemente trocam entre um e outro e membros da mesma família pertencem a grupos diferentes. Jibril Rajoub, por exemplo, é frequentemente entrevistado pelos média israelitas como representante da Fatah (AP) enquanto o seu irmão, Naif, foi um ministro da administração do Hamas.

Antes de 2007, altura em que o Hamas tomou conta da Faixa de Gaza e suprimiu a presença local da Fatah, havia uma considerável troca entre as organizações. Numa ocasião, umaprisionado militante da Fatah sorriu e disse que era difícil para ele dizer a qual das organizações ele pertencia. " Às vezes acontece," diz ele, "eu adormecer como membro da Fatah e acordar como membro do Hamas . . ."

Durante a semana passada várias pessoas marcharam pelas estradas da Judeia e Samaria ("West Bank") munidas de cartazes aprovadas pelo Hamas, e abençoadas pela Fatah, gritando coisas como "morte aos Judeus!" e "morte a Israel!". Tal como afirmou um membro veterano da Fatah, "Nos nossos corações, todos nós somos membros do Hamas."

O suposto "pragmatismo" de Mahmoud Abbas é música para os ouvidos ocidentais mas não tanto para os ouvidos árabes. Devido a isto, quando ele voltou da ONU com título de "Presidente da Palestina" no seu bolso, permitiu que o Hamas e outros levassem a cabo desfiles e comícios, libertou prisioneiros do Hamas, e deu instruções para que fossem deixados em paz aqueles que tencionassem levar a cabo ataques contra Israel.

Actualmente, a Autoridade Palestina [AP] mal pode manter-se à tona, e todas as grandes marchas organizadas para desculpar ou suavizar a imagem do Hamas podem levar a violência faccionária palestina e a ataques terroristas contra Israel.

Hamas, com a recentemente recebida ajuda e aprovação de Mahmoud Abbas, obterá o poder, tal como o obteve em Gaza. Israel nunca poderá aceitar a existência dum emirato radical islâmico na Judeia e Samaria ("West Bank"), da mesma forma que Paris, Londres ou Washington nunca poderiam aceitar a  al-Qaeda ou os Talibás no Mónaco, País de Gales ou Virginia.

Desta vez, ninguém pode prometer que os soldados israelitas continuarão a agir como guarda-costas dos líderes 2palestinos" quando as suas vidas estiverem em risco.  Esse filme, como todos nós já vimos, já acabou.
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Fuga islâmica

Autoridades policiais indonésias afirmaram que vão aumentar a segurança nas prisões em torno das mulheres que usam burqa depois dum terrorista condenado aparentemente ter fugido da prisão usando o véu islâmico.

Roki Aprisdianto, de 29 anos, condenado a seis anos de prisão em 2011, conseguiu fugir do centro de detenção de Jakarta no preciso momento em que 23 mulheres usando burqas vieram visitar os seus esposos.

Alegadamente, o militante condenado colocou sobre si uma burqa que lhe foi fornecida por um ou uma visitante, afirmou o porta-voz da polícia de Jakarta, Coronel Rikwanto. 

Outro preso disse à policia que viu Aprisdianto a usar uma burqa, mas não há registos dele ter recebido alguma visita.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Os bárbaros tomam conta dos autocarros franceses

As mulheres que trabalham como motoristas de autocarros tornaram-se objectos diários de assédio desprezo, insultos e maus tratos por parte dos seus colegas de trabalho muçulmanos, que qualificam as mulheres não-islâmicas de vadias.

O que se sabe é o seguinte: a companhia practica uma política de "acção afirmativa" que favorece os muçulmanos norte-africanos nos recrutamentos, descriminando os franceses indígenas.

Os motoristas muçulmanos são agressivos e pouco simpáticos com os passageiros. Eles recusam-se a apertar a mão das colegas de trabalho.  A gerência recusa-se a intervir e apoiar as mulheres atacadas pelos muçulmanos como forma de manter a "paz social".
Alguns muçulmanos recusam-se a conduzir um autocarro se uma mulher conduziu-o antes dele. Os muçulmanos fazem as suas rezas nas horas de trabalho, e no local de trabalho. Os racistas e fascistas muçulmanos tratam os seus colegas brancos com desdém e como seres inferiores; gradualmente eles estão a impor o islão na RATP.
Isto encontra-se no site Riposte Laïque, que filmou o vídeo. O mesmo site tem outro artigo de um antigo oficial do sindicato que se queixou de actividades similares dentro da RATP há 10 anos atrás. Ele ressalva que as coisas só têm piorado desde então. Mesmo por essa altura, os motoristas maometanos recusavam-se a conduzir com a bandeira francesa durante as celebrações do 8 de Maio e 11 de Novembro.
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O vídeo chocante exibido em cima demonstra como um país civilizado como a França pode ser gradualmente transformado num país como o Egipto num curto espaço de tempo. É muito difícil construir uma grande civilização, mas é muito fácil destruí-la: basta importar para o seu seio ideologias que não têm como propósito preservar essa mesma civilização (ex: marxismo cultural e islão). Essas ideologias podem ser importadas por imigrantes e/ou ser propagadas pelos locais. No caso da França há um misto dos dois: o marxismo cultural local abriu as portas da imigração aos maometanos. O resultado está aí.

O futuro pós-Cristão da Europa não vai ser a utopia secular, brilhante e sexy  que os secularistas sonhavam (com paradas gay todos os meses e abortos para meninas de 10 anos), mas sim um retrocesso à barbárie pré-Cristã. Sem dúvida que a França vai voltar a estar sob forte domínio religioso, mas não será mais a França de Auguste Comte ou Jean Jacques Rousseau.

 A ironia do destino não é ver uma civilização a ser destruida desta forma, mas ver que são os "laicos" a queixarem-se daquilo que é consequência lógica da sua guerra anti-Cristã. O site "Riposte Laique" ("Resposta Laica") provavelmente não junta os pontos em seu redor e descobre que a perda da fé Cristã está na base da sua destruição.

Pior, é bem provável que os gerentes de tal site culpem TODAS as religiões por aquilo que os maometanos estão a fazer na Europa.


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Grupo ligado à al-Qaeda ganha forças na Síria

O único grupo rebelde sírio com o selo de aprovação da Al Qaeda tornou-se numa das mais eficazes forças de combate na luta contra o regime de Assad, colocando Obama e a sua administração numa posição difícil, numa altura em que eles querem apoiar rebeldes desligados de grupos extremistas islâmicos.

O dinheiro corre em direcção ao grupo ("Nursa Front") proveniente de doadores com visão política igual à sua. 

Os seus militantes, uma pequena minoria entre os rebeldes, têm a coragem e o engenho de penetrar as posições fortificadas e liderar outros batalhões à captura de bases militares e campos de petrõleo. À medida que eles vão sendo bem sucedidos, eles vêem outras pessoas a juntarem-se a eles no combate a Assad.

O grupo é uma ramificação directa da Al Qaeda no Iraque. Oficiais iraquianos e antigos insurgentes iraquianos confirmam isto. Um veterano da Al Qaeda no Iraque, que afirma ter ajudado os esforços da Nursa Front na Síria, diz:
Este é só uma forma de devolver o favor aos nossos irmãos Sírios que lutaram connosco no Iraque.
Obama e a sua administração, sentido que o tempo de Assad está a chegar ao fim, espera isolar o grupo como forma de prevenir que eles tomem o poder, ou continuem com a guerra depois da queda de Assad (como forma de implantar um estado islâmico.

Atentado levado a cabo por membros do grupo "Nursa Front"

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Os árabes têm escolhas difíceis a fazer: dum lado têm ditaduras ao estilo de Assad e seu pai, e do outro, ditaduras islâmicas. Esta "escolha" é tão apelativa como a "escolha" polaca entre invasão nacional socialista ou invasão comunista.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A revolta francesa



França - Segundo a "Observatoire contre l’islamophobie", os actos anti-islâmicos aumentaram em cerca de 42%, quando comparados com os primeiros 10 meses de 2011. O recém-eleito presidente francês Francois Hollande tem revelado pouca vontade em fazer alguma coisa em relação a isso.

Os números actuais podem até ser bem maiores porque os dados obtidos centram-se em queixas que foram apresentadas. Os sítios mais atacados são os locais de adoração e os cemitérios. Para além de emails insultuosos, etiquetas e tentativas de incêndio, vários sítios foram contaminados com carne de porco ou excremento.

"O fascismo islâmico não avançará"

Mohammed Moussaoui, presidente do "Conseil français du Culte musulman" (CFCM) [Conselho Francês da Religião Muçulmana], afirma:

Houve uma multiplicação de banalizações e de profanações. Pela primeira vez, as pessoas entoaram slogans bélicos anti-islâmicos de forma aberta. Atingimos um novo nível.

O gesto mais notável foi a ocupação recente dum local de construção por parte do grupo Generation Identittaire; eles entraram dentro das instalações incompletas da mesquita como forma de protestar as políticas de imigração que levaram a que a França tivesse actualmente a maior população muçulmana da Europa.



Deparado com ameaças, o CFCM exigiu uma "declaração solene" por parte do presidente François Hollande contra o aumento da islamofobia. Até hoje, ele manteve-se calado.


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Quem realmente controla a "Primavera Árabe"

Apareceu recentemente em sites árabes um video demonstrando a verdadeira natureza da insurgência Síria contra o regime de Assad - isto é, que os elementos dominantes da mesma não são só islamitas mas também de natureza terrorista. 

Para além disso, e como aconteceu em paises como a Líbia, muitos estrangeiros - incluindo terroristas afiliados à al-Qaeda - encontram-se na Síria, misturando-se com o resto das forças de oposição. 

Os mesmos elementos reveladores que emergiram por todo o lado - incluindo no Egipto durante o ataque à embaixada americana - encontram-se presentes no vídeo: a bandeira preta do islão, muçulmanos  com a aparência de Salafis, slogans jihadistas e louvor pelos terroristas e pelo terrorismo.

Dois homens encontram-se num edifício que parece ter sido esvaziado devido à violência; eles usam um microfone para cantar ao mesmo tempo que as pessoas se congregam nas ruas para cantarem juntas. Eles gritam palavras de louvor - especialmente quando o nome "Bin Laden" é cantado - e gritam "Alá é o maior!".

Eis aqui algumas palavras ditas pelos homens num sotaque árabe não-sírio (provavelmente sotaque saudita):
Chamaram-me terrorista, e eu disse "isso será a minha honra," este é um apelo divino . . . . derrotamos a América . . . o Trade (Center) tornou-se num amontoado de pedragulhos . . . Saudações por parte dos Talibãs e do seu líder mullah Omar . . . A vitória e nosssa, vencer é connosco, e Alá, com todo o seu poder, encontra-se do nosso lado. Os infiéis juntaram-se para nos derrotar mas não serão bem sucedidos.




Fonte

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Portanto, os maometanos estão em guerra uns com os outros, mas os seus cânticos são dirigidos aos americanos. Faz "sentido".

domingo, 2 de dezembro de 2012

A meia-vida da utopia secular

"Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios"
1 Tess 5:6
Por Vox Day
 
O pós-Cristianismo é secular e divertido até que o vazio seja preenchido.  E todos nós sabemos como a natureza preenche o vazio:
Imigrantes muçulmanos duma cidade próxima de Copenhague forçaram o cancelamento das tradicionais exposições de Natal deste ano ao mesmo tempo que investiram generosamente para as festividades envolvidos na celebração do Eid - que marca o fim do Ramadão.

A controvérsia escalou até se tornar num debate nacional em torno do papel do islão na Dinamarca pós-Cristã, onde uma florescente população muçulmana está-se a tornar cada vez mais assertiva na imposição da sua vontade em questões de vasto alcance social e cívico.

Um porta-voz do Partido Conservador Dinamarquês, Tom Behnke, afirma que teme que as pessoas estejam a tentar converter a Dinamarca num país muçulmano. Numa entrevista dada à DR News, Behnke disse:

"É profundamente alarmante que os nossos esforços de integração sejam tão ineficazes e que, mal haja uma maioria muçulmana, as antigas tradições dinamarquesas sejam colocadas de parte, e as muçulmanas sejam introduzidas. Vivêmos na Dinamarca e as pessoas têm que se adaptar à situação que se aplica aqui."

Quando questionado se as associações de habitação com minorias islâmicas deveriam apoiar as festividades em torno do Eid, Behnke respondeu:

"Temos que levar em conta que, no passado, o festival Eid era a celebração levada a cabo por muçulmanos depois de terem chacinado Cristãos, portanto não sei quanto disso há para celebrar na Dinamarca. Mesmo assim, as pessoas deveriam ter permissão para celebrar qualquer que seja a festividade, mas deveriam ao mesmo tempo respeitar as festividades existentes no país para onde imigraram."

Behnke acrescentou ainda:

"Não faz sentido nenhum tentar converter a Dinamarca num país islâmico só porque se tem origens muçulmanas. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma. Pelo contrário, temos que ter respeito mútuo uns pelos outros. Isto [supressão do Natal/imposição do islão] é falta de respeito pelas tradições e cultura dinamarquesas. Não podemos aceitar a existência duma Dinamarca onde as tradições dinamarquesas desapareçam mal haja maioria muçulmana."
Claro que a forma da Dinamarca evitar a perda das tradições dinamarquesas é evitar uma maioria muçulmana. Como eu [Vox Day] repetidamente tentei explicar aos ateus e agnósticos presentes no meio de nós, não existe nem nunca vai existir uma utopia secular baseada na ciência. É uma categoria de erro fundamental fingir que isso é remotamente possível.

Aquilo que nós pensamos ser secularismo mais não é que o estado transicional entre uma forma religiosa dominante e aquela que toma o seu lugar. A cultura pós-Cristã não é nem secular nem científica mas sim pagã e pré-Civilização Ocidental.

Há duas opções por onde escolher. O iluminismo secular não é uma delas. O que é tido como progresso é, na verdade, uma reversão social em larga escala de proporções significantes, e nem a tecnologia nem dívida em quantidades crescentes (que actualmente é interpretada como "riqueza") serão capazes de prevenir isso.

Tendo como base o que estamos a observar, a meia-vida da sociedade secular é de cerca de 20 anos.

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Uma das frases mais emblemáticas da falta de vontade de viver dos Europeus e quando Behnke diz"devemos ter respeito mútuo".

Mas não é por demais aparente que os invasores colonizadores imigrantes maometanos não querem viver num clima de "respeito mútuo" mas sim impor a sua ideologia neste país?

O pior é que tanto os dinamarqueses como os maometanos sabem que, mal haja maioria islâmica, o islão vai ser imposto à força, mas os dinamarqueses ainda tentam cordialmente chegar a um ponto de concordância - enquanto, anualmente, o número de muçulmanos aumenta de modo explosivo.

Se alguém diz "vou-te destruir" a nossa resposta só pode ser "não, não vais". Dizer "vamos chegar a um acordo" é estupidez e suicídio.


sábado, 1 de dezembro de 2012

Menina de 14 anos decapitada no Afeganistão

Polícia do Afeganistão prendeu no último 29 de Novembro dois homens acusados de decapitar uma menina de 14 anos de idade na província do Kunduz.

"Nossas investigações mostram que os que a mataram eram pessoas que se queriam casar-se com ela. Estavam assediando a família e pedindo a sua mão. Quando a família se negou, eles a mataram", acrescentaram fontes da polícia em declarações concedidas à cadeia britânica BBC.

O pai da menina assassinada disse que se negou a dá-la em matrimônio por "ser muito jovem para ficar noiva", informa a agência afegã de notícias Pajhwok.

Fontes oficiais afegãs indicaram que os dois suspeitos são familiares próximos da garota assassinada.

Após o facto, o fiscal anexo do Afeganistão, Rahmatulá Nazari, assinalou que toda pessoa que for declarada culpada de assassinar mulheres ou meninas será executada. Nazari afirmou que, já que o número de casos de violência contra mulheres aumenta, as medidas contra os culpados também serão mais duras.

"Só um Kabul há 1.320 casos de violência contra mulheres sendo investigados. Alguns deles foram enviados ao Tribunal Supremo", adicionou.

"Os assassinatos e as decapitações são casos nos quais a lei contempla a execução dos responsáveis", disse ainda o fiscal.

O presidente do país, Hamid Karzai, também se referiu a estes casos durante a jornada da quinta-feira e recalcou que "tanto o Islão como a cultura afegã são muito respeitosos com a mulher".

"As mulheres são mães e desfrutam de total respeito no Islão", assinalou, por isso pediu aos Imãs e aos líderes comunitários que peçam por este respeito em seus discursos.

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