MITOS ISLÂMICOS

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Recém-nascidos na Faixa de Gaza são baptizados com nomes de mísseis iranianos

Os palestinos dão aos recém-nascidos nomes de comandantes do Hamas mortos no recente conflito armado, assim como nomes de mísseis iranianos lançados aquando dos bombardeamentos de Israel.

Um habitante de Gaza deu ao filho, que nasceu na passada sexta-feira o nome de Fajr, agradecendo assim ao Irão o fornecimento de mísseis à sua região.

Um outro palestino também baptizou seu filho de Fajr, predizendo-lhe “um futuro radioso nas fileiras do movimento palestino”. “Ele carregará os mísseis com o seu nome para salvar a Palestina da ocupação israelita”, afirmou o pai feliz.



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Mãe confessa ter morto o filho por este não memorizar o Alcorão

Uma mulher acusada de espancar o próprio filho até a morte por não conseguir decorar trechos do Corão gravou um vídeo de confissão apresentado perante o júri durante seu julgamento na Grã-Bretanha.
Sara Ege, de 33 anos, teria cometido o crime em Julho de 2010, e enfrenta a Justiça de Cardiff, capital do País de Gales.

Embora tenha feito confissões em julho de 2010, poucos dias após a tragédia, registradas no vídeo e em outros documentos, ela mudou sua versão e vem negando o crime.

Na gravação de mais de uma hora de duração, ela diz que seu filho, Yaseen Ali Ege, caiu enquanto murmurava trechos do livro sagrado islâmico e afirma ter pensado que ele tivesse adormecido.

Sara diz que deixou o filho onde ele estava, sobre um tapete ao lado da cama. "Ele estava respirando como se estivesse dormindo quando o deixei. Ele continuava sussurrando a mesma coisa. Achei que ele só estivesse cansado".

No depoimento, ela diz ter voltado ao quarto do filho dez minutos depois, e que o encontrou tremendo, com calafrios, ainda no chão. E que, logo depois, ele morreu.

Surpreendentemente, ela explica no vídeo que sua decisão imediata foi de queimar o corpo e que, para isso, foi até a cozinha para pegar um frasco de álcool em gel usado para churrascos. O fogo fez com que a polícia acreditasse, inicialmente, na versão de que o menino havia morrido vítima do incêndio. A autópsia, no entanto, revelou que Yaseen já estava morto quando o incêndio começou.

Em outro momento do julgamento, depoimentos da ré prestados em Julho de 2010, poucos dias após a tragédia, foram lidos aos jurados, que se mostraram estupefatos diante de algumas declarações.

Em alguns trechos, ela confessa que estava fora do controle e que espancou seu filho sem motivos. O depoimento de uma professora da escola que Yasseen frequentava reforçou a tese de violência recorrente. A professora disse que, certa vez, Yaseen relatou sentir dores na mão e, ao ser questionado sobre o motivo, disse ter apanhado da mãe com uma régua.

A queixa foi repassada à directora da escola, que teria chamado a mãe do garoto para uma conversa, mas o teor do encontro não foi divulgado. Também não se sabe se a escola informou as autoridades sobre o incidente.

A própria mãe admitiu que as surras eram recorrentes. Ela disse, em um dos depoimentos registrados em 2010, ter prometido a si mesma que não bateria mais na criança –algo que não conseguiu cumprir, voltando a espancar o filho de forma sistemática.

O presentes no tribunal ficaram chocados quando um policial leu os trechos em que Sara descreve como queimou o corpo do filho.

"Na hora eu não estava pensando em nada, eu só estava muito assustada. Era sempre assim, de novo e de novo, quando eu batia no Yaseen com um bastão. Não era minha intenção fazer nada. Eu não posso explicar, eu amava muito o meu filho. Ele era tão comportado, ele nunca, nunca reclamava de nada".
Ela indicou que seus acessos de raiva foram os responsáveis pela tragédia.

"Eu culpo a minha raiva. Eu perdi o controle. Não consigo entender o que aconteceu. Não houve intenção de ferir meu filho".

Yusef Ali Ege, de 38 anos, pai do menino, também está sendo julgado por ter causado ou permitido a morte do filho ao não ter protegido a criança.

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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Maomé morreu envenenado?

Parece que sim:
Narrado por 'Aisha:

"O Profeta, quando se encontrava com os problemas físicos que resultaram na sua morte, costumava dizer "Ó Aisha! Ainda sinto a dor causada pela comida que comi em Khaibar, mas desta vez, sinto que a minha aorta está a ser cortada com o veneno"
- Bukhari's Hadith 5.713 (Ver: http://ow.ly/fxyJA)



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Note-se que isto é uma tradição que vem directamente da Sahih Bukhari (uma das mais fiáveis).

Portanto, quando alguém defende que Muhammad morreu envenenado, ele apenas está a citar as tradições islâmicas.

O curioso disto, é que muito poucos muçulmanos sabem disto.




sábado, 24 de novembro de 2012

Importando o assédio

Acho profundamente inaceitável que a minha filha de 16 anos não possa correr dentro do seu equipamento desportivo só porque a mesquita está perto do campo de jogos.

Mas voltemos a essa 6ª-Feira de Outubro, dia de rezas islâmicas. As meninas insistiram em ir correr no exterior, como os rapazes, mas a professora negou. Como justificação para a recusa, a professora lembrou que em 2009, numa classe só de raparigas que também foi correr fora, as raparigas foram insultadas. 

Os muçulmanos atiraram bebidas leves às meninas, num incidente que gerou uma reacção forte tanto do Departamento da Educação Pública como da mesquita. Os oficiais da mesquita pediram desculpas e comprometeram-se a desenvolver todo o tipo de esforços para garantir que incidentes da mesma natureza não se repetissem. O Departamento não avançou com a queixa legal.

Para Hafid Ouardiri, ex-porta-voz da mesquita, a reacção da professora foi sensata:
Vivemos numa sociedade pluralista onde é importante respeitar o que cada pessoa quer expressar. Ao decidir não trazer as jovens raparigas para perto da mesquita, considero que ela tomou uma decisão acertada. Acho que é melhor que um potencial problema, que poderia ser visto como uma provocação, seja antecipado.
No entanto, o mediador insiste em lembrar aos frequentadores da mesquita que eles não podem de maneira nenhuma definir a forma como os ocidentais devem viver as suas vidas:
É importante respeitar a mundivisão dos outros, mas é também importante que os adoradores saibam que existe aqui uma escola e um campo desportivo junto da mesquita. Eles têm que respeitar o espaço dos estudantes, quer elas estejam ou não a usar equipamento desportivo. Eles não podem de maneira nenhuma ficarem ofendidos com isso.

Hafid Ouardiri conclui:
Não seria melhor plantar árvores ou uma cerca verde grossa para gerar uma sombra entre a mesquita e o campo desportivo?

Fonte

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De facto, não era má ideia colocar uma divisória entre a mesquita e o campo de jogos das meninas porque, aparentemente, os adoradores desta mesquita específica não se conseguem controlar quando vêem uma rapariga em equipamento desportivo. Eu iria mais longe e colocaria uma divisória em redor desta mesquita como forma de proteger o resto da Suíça da predação visual destes adoradores.

Pior ainda, uma vez que os adoradores desta mesquita específica mais cedo ou mais tarde sairão da mesma e andarão pelas ruas suíças, não era má ideia a polícia local mantê-los sob vigilância visto que, segundo Hafid, é melhor impedir interacção visual entre estes homens e as mulheres do resto do país.

O mediador inocentemente afirma que os maometanos não podem definir a forma como os nativos devem viver a sua vida, mas é um bocado tarde para isso. É claro que os maometanos irão exigir que o resto do mundo se adapte à sua forma de vida porque é assim que o islão é. Segundo a visão por eles mantida, não são os maometanos que têm que se adaptar aos costumes dos países para onde imigraram, mas sim esses países que têm que se acomodar às exigências muçulmanas.

Isto pode parecer demasiado ridículo e totalmente separado dos verdadeiros propósitos dos muçulmanos, mas façam um teste nas vossas vidas. Perguntem a 10  muçulmanos vossos conhecidos se as leis do vosso país devem ser modificadas para ajustar o estilo de vida islâmico, ou se são os muçulmanos que têm a obrigação moral de se adaptar ao país para onde eles voluntariamente imigraram. A maioria dirá que é o país que tem que acomodar o islão.

Verdade seja dita, se qualquer um de nós fosse muçulmano, nós agiríamos precisamente da mesma forma ; se nós acreditamos que o nosso estilo de vida foi-nos divinamente ordenado mediante o exemplo do "profeta" (sunnah), então é perfeitamente lógico que o muçulmano coerente coloque a sua religião acima das leis que ele considera estarem abaixo das leias islâmicas. O problema não é o muçulmano que age de acordo com a sua fé, mas sim o facto das pessoas (leia-se "elite esquerdista europeia") permitir a imigração de pessoas - independentemente da etnia - com uma filosofia de vida totalmente distinto do Europeia.

É extraordinariamente impressionante como os mais desinformados multiculturalistas realmente pensam que é possível separar a pessoa dos seus costumes culturais mediante uma transladação física.
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Como os palestinos tratam os "colaboradores"

E estes são os bárbaros com quem Israel tem que fazer "acordos de paz"? 


Se esta é a forma como eles tratam os "traidores" em Gaza, imaginem a forma como tratariam os Judeus. Todas as vezes que eles apanham alguém que é acusado - e só isso - de ter "colaborado" com Israel, esta é a forma como "tratam do assunto".

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Os jihadistas da Califórnia

Quatro homens do Sul da Califórnia foram acusados de planear matar americanos e destruir alvos americanos, aliando-se à Al Qaeda e aos Talibãs. Os acusados, incluindo um homem que serviu na "U.S. Air Force", foram presos por planear fazer explodir bases militares americanas e instalações governamentais, e por planear levar a cabo uma "violenta jihad" (supostamente em oposição a uma "pacífica jihad").

A queixa federal revelada diz que Sohiel Omar Kabir de 34 anos levou dois outros homens a tomar conhecimento da doutrina islâmica radical de Anwar al-Awlaki, um falecido líder da Al Qaeda. Kabir serviu na Air Force de 2000 a 2001.

Os dois outros homens - Ralph Deleon, de 23 anos e proveniente de Ontário, e Miguel Alejandro Santana Vidriales de 21 anos e de Upland - converteram-se ao islão em 2010 e começaram a interagir com Kabir e outros através de discussões online em torno da jihad, incluindo a publicação de conteúdo radical no Facebook e a expressão de pontos de vista extremistas nos comentários.

Mais tarde, eles recrutaram Arifeen David Gojali (21 anos) de Riverside.

As autoridades alegam que a partir de chamadas de Skype provenientes de Afeganistão, Kabir disse ao trio que ele desenvolveria esforços para levar a cabo encontros com terroristas. Kabir acrescentou que os jihadistas poderiam dormir nas mesquitas ou nas casas de outros jihadistas, mas eles chegassem ao Afeganistão.

O trio planeou abandonar o país a meio de Novembro e levar a cabo os ataques no Afeganistão, no Iémen.

Fonte

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Incrível como os maometanos ficam "radicalizados" sempre que seguem os preceitos islâmicos como expressos no Alcorão e nas Hadiths.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Citando os versos certos

Dentro da teologia islâmica existe um conceito ou doutrina com o nome de "abrogação" (naskh) onde se tentam harmonizar ayahs contraditórias. Especificamente, existem versículos do Alcorão que apelam a coexistência e entendimento (7:199) ao mesmo tempo que existem outros que claramente apelam à subjugação e comportamento agressivo contra os infiéis (3:151).

Este intervalo oceânico existente na estrutura moral do Alcorão reflecte a vida de Maomé durante os seus 23 anos de carreira "profética". Os versos mais pacíficos foram-lhe "revelados" pelo espírito que ele erradamente identificou como "Anjo Gabriel" quando ele era fraco em número e precisava de paz para apregoar a sua nova religião.

No entanto, já em Medina, e rodeado que estava de homens dispostos a lutar por ele (e pelos bens materiais roubados aos habitantes de Meca e aos Judeus)  Maomé mudou por completo o teor das suas revelações e passou a motivar os seus seguidores a adoptar um comportamento mais bélico (supostamente porque Alá queria assim).

A consequência desta amplitude moral existente no Alcorão é que hoje em dia os maometanos sentem-se perfeitamente à vontade para citar os versos que mais lhes servem num dado momento. Por exemplo, quando eles são pequenos em número, e não querem causar problemas, as passagens por eles citadas são invariavelmente as pacíficas - que foram "reveladas" a Maomé quando este estava em Meca (e tinha no máximo, apenas 300 seguidores).

Quando eles já se encontram em número suficiente para enfrentar o inimigo, os versos que eles passam a citar são os do período em que Maomé já tinha um exército poderoso ao seu lado, e era um líder militar incontestado - este é o período de Medina.

Por isso, sempre que um maometano nos quiser demonstrar a não-existente natureza pacífica do islão, podemos ter a certeza que ele vai-nos citar versos "revelados" em Meca e não os muitos versos "revelados" em Medina que apelam à luta armada.

Um exemplo claro desta duplicidade dos activistas maometanos ficou bem patente nos cartazes por eles colados no metro de Washington.  O grupo radical CAIR, que luta para "corrigir" a "imagem negativa" que o Ocidente tem do Islão, instalou o seguinte cartaz:

"Mostra o perdão, fala em favor da justiça e evita os ignorantes" - 7:199
O cartaz cita 7:199, que é um dos versos do período de Meca (quando Maomé estava em menor número e devido a isso, "recebia" versículos pacíficos). 

A organização CAIR obviamente quer que as pessoas pensem que este verso é a palavra final no que toca ao comportamento que os maometanos devem adoptar. Mas a organização CAIR sabe muito bem que o islão  ensina a subjugação violenta dos não muçulmanos, e é precisamente por isso que os líderes da CAIR nunca condenam por nome o Hamas, o Hezbollah  e outros grupos assassinos.  (Eles podem "condenar" o "terrorismo" mas nunca citam o nome dos grupos.) 

Como forma de educar os americanos, Pam Geller fez o cartaz que se segue: 

"Brevemente lançaremos o terror no coração dos Descrentes"
E com este cartaz a taqqiyah é revelada e o maometano tem que explicar este verso à luz do outro, e dizer qual deles têm a preeminência.


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Pirâmides ofensivas


Um líder jihadista egípcio apelou a uma "destruição da Esfinge e das Pirâmides de Gizé no Egipto", estabelecendo paralelos entre essas relíquias egípcias e as estátuas budistas destruídas pelos Talibãs há cerca de 10 anos atrás.

Murgan Salem al-Gohary, islamita duas vezes condenado durante a presidência de Presidente Hosni Mubarak por apregoar o uso da violência, apelou aos maometanos que removam tais "ídolos":
Todos os muçulmanos têm o dever de aplicar os ensinamentos do islão e remover estes ídolos, tal como fizemos no Afeganistão quando destruímos as estátuas de Buda.
Alá ordenou ao profeta [sic] Muhammad que destruísse os ídolos.
Quando eu estive com os Talibãs, destruímos a estátua de Buda, algo que o governo falhou ao não levar a cabo.
Os seus comentários chegam um dia depois de milhares de islamistas ultra-radicais se reunirem na Praça Tahrir e apelarem a uma aplicação mais rigorosa da lei Sharia na nova constituição.


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Sempre que vejo um maometano a insurgir-se contra a "idolatria", sei que estou a falar com 1) alguém que não conhece a sua religião, ou 2) alguém que conhece a sua religião, mas que deu novo significado aos termos. Será que ele não sabe como surgiu o islão? Não sabe ele que virtualmente todos os rituais islâmicos foram herdados dos árabes pagãos?

Porque é que os muçulmanos não fazem o que Maomé fez com os estátuas pagãs de Meca depois dele ocupar a cidade e incorporar um dos seus ídolos (a Pedra Negra) na sua nova religião?

Maomé foi mais esperto que os maometanos actuais, e justificou a incorporação destes ídolos na sua religião alegando - sem evidências - que, originalmente, a Ka'ba e a Pedra Negra eram islâmicas e não pagãs.

Porque é que os maometanos não fazem o mesmo com as pirâmides e a Esfinge?  Os ulemas e a 'ummah poderiam começar a alegar que as pirâmides foram originalmente construídas por Abraão e Ismael e que a Esfinge desceu do céu. Depois disto, os maometanos poderiam começar a prostrar-se em direcção às pirâmides e a Esfinge, tal como eles se prostram em direcção à Ka'ba e a Pedra Negra.

Problema resolvido.

Paganismo




A dualidade de critérios do mundo ocidental

Incrível como estas vozes supostamente preocupadas pouco ou nada dizem e fazem em relação aos mortos civis que o governo Sírio tem amontoado nas ruas.

A diferença é que os Sírios não são Judeus.

domingo, 18 de novembro de 2012

A nobreza do "anti-sionismo"

Só para quem pensa que o "anti-sionismo" é algo distinto do anti-semitismo.

Na foto (Paris; Place de L'Opera) vemos alguns idiotas a manifestarem-se contra Israel por este pais se defender dos ataques assassinos do Hamas. Aparentemente, não é suposto Israel defender-se dos ataques que recebe, mas sim deixar que os terroristas muçulmanos destruam o seu país.

PERGUNTA: quantas destas pessoas se manifestaram contra os ataques que o governo sírio fez ao seu próprio povo?


Ódio dirigido a Israel é ódio dirigido aos Judeus.
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