MITOS ISLÂMICOS

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

A jihad durante a História


É comum os maometanos desenvolverem esforços que visam separar os actos dos terroristas da teologia islâmica em si. Supostamente, bin Laden e companhia não entendiam o "verdadeiro islão" (seja lá o que isso for).

Mas se isto é verdade, seria de esperar que os grandes líderes muçulmanos (ao menos eles) entendessem o que é o "verdadeiro islão".

O problema (para os muçulmanos) é que sempre que nós mergulhamos nas tradições islâmicas, e contextualmente citamos Maomé e os seus seguidores, ficamos com a forte noção de que os actos de bin Laden, Hamas, Hezbollah e muitos outros grupos terroristas islâmicos estão bem dentro da ortodoxia islâmica.

Ficam aqui algumas citações de muçulmanos proeminentes durante a História.

"Fui ordenado a lutar até que as pessoas digam 'Não há deus sem ser Alá" - Maomé 632

"Vou atravessar este mar até atingir as suas ilhas de modo a que eu os possa perseguir até que não reste uma só pessoa à face da Terra que não aceite Alá" - Saladino 1189

"Não é permitido guerrear contra qualquer pessoa que não tenha sido previamente convidada a abraçar a fé, sem que antes disso tenha sido requerido que ela abrace a fé, uma vez que o profeta assim instruiu os seus comandantes, direccionando-os a fazer um convite aos infiéis para a fé." -  Sheikh Burhanuddin Ali século 12.

"Dentro da comunidade muçulmanas, a guerra santa é um dever religioso devido ao universalismo da missão, e devido à imperiosidade de converter todos ao islão, quer seja através da persuasão quer seja a força." -  Ibn Khaldun século 15

"Vamos exportar a nossa revolução por todo o mundo . . . até que a declaração 'não há deus sem ser Alá e Maomé é o mensageiro de Alá' ecoe por todo o mundo." - Ayatollah Khomeini 1979

"Fui ordenado a lutar até que eles digam que não deus sem ser Alá, e que Maomé é o seu mensageiro" - Osama Bin Laden 2001.


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A tragédia dos dias de hoje é que as pessoas não se apercebem que o islão não é uma religião no verdadeiro sentido do termo mas uma ideologia política mascarada de religião. Enquanto esta cegueira voluntária existir, o islão vai ter espaço de manobra no mundo ocidental.

Ahmed Abu Jalal assassinado num ataque aéreo

Fonte


"Dize-lhes: Vivo Eu, diz o Senhor JEOVÁ, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho" - Ezequiel 33:11

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O fim de Ahmed Jabari

Oficiais palestinos de Gaza afirmam que um ataque aéreo de Israel matou o comandante da sua facção militar. 

Ahmed Jabari torna-se assim no mais importante oficial do Hamas a ser morto desde a invasão a Gaza, há 4 anos. Há já muito tempo que Jabari encabeçava a lista israelita dos mais procurados.

Testemunhas afirmam que Jabari viajava no seu veículo em Gaza quando o seu carro explodiu.

Recentemente, os oficiais israelitas afirmaram que estavam a levar em consideração assassinar oficiais do Hamas importantes como resposta aos rockets que têm caído em Israel proveniente de Gaza.


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A tragédia deste incidente não é só a perda duma vida humana, mas o facto de haver muitos outros como Jabari que não aceitam de maneira nenhuma a existência de Israel na sua Terra histórica. 

Caiu um assassino, mas muitos outros estão prontos para continuar com o ódio, o anti-semitismo, a cristofobia e a violência.

Enquanto o mundo não aceitar que Israel tem todo o direito de existir, e que os palestinos não querem viver lado a lado com eles, esta guerra vai-se perpetuar.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

MITO: Maomé escolheu sempre a paz

A VERDADE

Na verdade, Maomé raramente escolhia a paz se ele tinha a hipótese de dominar. Tal como está registado em vários sítios das Hadith, o profeta do islão havia sido "chamado para lutar até que todos testemunhassem que não havia outro deus senão Alá, e que Maomé era o seu mensageiro." O objectivo do islão é a implantação da dominação islâmica.

Embora tenha sido originalmente convidado para Medina para ser um pacificador (imagine-se!), o profeta do islão rapidamente trouxe a guerra para o seio desta comunidade de mercadores ao atacar as caravanas de Meca - o que atraiu a hostilidade estrangeira contra os residentes locais - e mais tarde explorou as divisões internas para proveito pessoal. 

[Ver "Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca" para se ver a linha temporal das constantes tentativas de Maomé em provocar uma guerra com os habitantes de Meca.]

Como já detalhamos, Maomé conquistou as tribos Judaicas de Medina mal ele teve a habilidade para tal. Para além disso, ele fez ospossíveis para provocar a Batalha de Badr, forçando os habitantes de Meca a guerrear quando esse não era o seu objectivo. Mais para o final da sua vida, ele dirigiu uma série contínua de expedições militares externas como forma de atacar pessoas que não se encontravam em guerra com os Muçulmanos, como forma de obter tributo e conversões.

Um exemplo que refuta o mito de que Maomé escolheu a paz em vez  da guerra é o que ocorreu quando ele recebeu notícias de que um homem com o nome de Usayr ibn Zarim estava a desenvolver esforços tendo em vista a organização duma força armada contra os muçulmanos. Segundo a historia verdadeira em torno do que aconteceu,  documentada por Ibn Ishaq/Hisham 981, Maomé enviou um grupo armado em direção à comunidade de Usayr. Este grupo armado convenceu-o de que ele teria acesso seguro para se encontrar com Maomé para discutir os termos de paz. No entanto, mal o líder se encontrou vulnerável, ele e os seus 30 companheiros foram chacinados pelos mentirosos muçulmanos.

Outro exemplo bem documentado é a série de eventos que acabou no ataque a Meca por parte do Maomé, em 630. Como já demonstramos, os maometanos foram os primeiros a violar o tratado de paz entre eles e os habitantes de Meca, ao não devolverem de volta para Meca os muçulmanos que haviam fugido para Medina (o que se encontrava estipulado no acordo entre ambas as partes), bem como ao atacarem as caravanas de Meca e ao assassinarem os condutores das caravanas. Estes ataques ocorreram antes e depois do acordo entre as partes.

Mas quando uma tribo aliada com os habitantes de Meca matou membros duma tribo aliada com os  maometanos, como forma de vingança por um assassinato prévio, temeu-se que Maomé não fosse tão compreensivo. O líder de Meca era um homem chamado Abu Sufyan. Antecipando que os maometanos poderiam buscar uma desculpa para atacar o seu povo, Abu Sufyan viajou para Medina para levar a cabo encontros com Maomé como forma de assegurar um clima de paz entre as duas partes.

Ibn Ishaq/Hisham 807 detalha os esforços do desafortunado homem em ver o líder maometano, passagem essa que revela o seu crescente desespero em manter a paz. Foi durante esta visita que Abu Sufyan entrou nas casas de um certo número de muçulmanos proeminentes, incluindo na casa do genro e da filha. Claramente ele não tem qualquer interesse em causar-lhes qualquer tipo de dano.

Por fim, Abu Sufyan é criticado por Maomé e não tem a chance de falar de paz. O profeta do islão está mais interessado em levar a cabo um ataque surpresa a Meca:

[Maomé] disse: "Ó Alá, retira os olhos e os ouvidos dos Quraysh [Meca] de modo a que nós os possamos atacar de surpresa." e os homens ficaram prontos. (Ibn Ishaq/Hisham 808)

O facto dos outros habitantes de Meca não saberem que supostamente estavam em guerra com os maometanos revela como Maomé foi bem sucedido:
Quando o apóstolo chegou a Marr al-Azhran, [os] Quraysh não estavam ao corrente disso e nem sabiam o que se estava a passar. (Ibn Ishaq/Hisham 811).

Quando Abu Sufyan soube que Maomé marchava contra a cidade, ele levou a cabo um derradeiro esforço para estabelecer uma paz entre eles, desta vez tentando usar a esposa de Maomé como intercessora. A esposa tentou chegar a um ponto razoável com Maomé, referindo-se a Abu Sufyan e o seu companheiro como "o primo e o cunhado" de Maomé (algo que ele era). Maomé rejeitou o que eles diziam com estas palavras:
Não tenho qualquer utilidade para eles. Quanto ao meu primo, ele feriu o meu orgulho. Quando ao filho da minha tia e meu cunhado, ele falou mal de mim em Meca. (Ibn Ishaq/Hisham 811)

Portanto, segundo o seu próprio biógrafo, o profeta do islão escolheu ir para a guerra contra um adversário que queria a paz, apenas e só por motivos de ofensa pessoa e orgulho próprio. Depois de ter conquistado Meca, ele chegou a ordenar a execução daqueles que o haviam insultado, aparentemente esquecido da hipocrisia uma vez que essa foi uma matança de vingança duma terceira parte que originalmente ele usou como justificação para o seu ataque à cidade.
 
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Mitos em torno de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite

6. MITO: a perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA

1. MITO: Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca

2. MITO: Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados

3. MITO: A batalha de Badr foi em legítima defesa


4. MITO: Maomé foi um guerreiro bravo que dependeu da protecção de Alá

5. MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (1) - Banu Qaynuqa 

6. MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (2) - Banu Nadir 

7. MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (3) - Banu Qurayza


MAOMÉ - O CONQUISTADOR

1.  MITO: As guerras de Maomé foram em legítima defesa

2.  MITO: Maomé nunca sancionou a violação sexual

3MITO: Maomé nunca matou crianças

4.  MITO: Os habitantes de Meca foram os primeiros a violar o Tratado de Hudaibiya

Usando crianças para provocar soldados

Um dos aspectos mais perturbadores do conceito islâmico de guerra é o de considerar as crianças totalmente dispensáveis.

Devido a isto,  em lugares como o Paquistão nós vêmos devotos muçulmanos a manipular as crianças de modo a que elas se tornem em bombistas suicidas. Em locais mais próximos de Israel não é incomum os terroristas lançarem rockets a partir de áreas cheias de crianças.

O objectivo dos terroristas muçulmanos é provocar a morte de crianças no contra-ataque de Israel, e usar as fotos de crianças mortas como propaganda a ser usada por todos os órgãos de informação esquerdistas do mundo como evidência da "agressividade" de Israel. 

No vídeo que se segue, observamos uma táctica mais subtil, mas mais comum: empurrar crianças na direcção dos soldados israelitas.

Soldados Judeus riem-se perante a "ameaça"
Os fotógrafos, esses, que deveriam ser os primeiros (ou os segundos, se levarmos em contra os pais das crianças) a afastar as crianças de locais onde confrontos armados podem ocorrer, esperam ansiosamente, quais abutres, que um soldado Judeu pegue na criança e a afaste.

Claro que se um desses soldados meramente tocar numa das crianças, ele estará nas notícias árabes nessa mesma tarde, e será tratado como um assassino de "inocentes" crianças árabes.

Que tipo de religião é esta que promove um comportamento tão cobarde? Historicamente falando, acho que nem os bárbaros nórdicos, no ponto mais baixo da sua barbárie, enviavam crianças para lutar as suas guerras - se eles tivessem a hipótese de enviar homens.

O pior de incidentes como este não é a existência de culturas bárbaras (essas vão existir até a consumação dos tempos) mas sim a complacência com que o mundo supostamente civilizado lida com eles. 

A barbárie só avança quando a civilização recua, e o mal só avança quando os agentes do bem se recusam a combater.

Fonte

domingo, 11 de novembro de 2012

Ajudando o inimigo

Graças à inteligente ocupação duma mesquita há algumas semanas atrás, a Génération Identitaire recebeu extensiva cobertura mediática por parte dos órgãos de informação franceses. Proeminente na cobertura tem sido o inteligente e articulado Damien Rieu, um dos porta-vozes do grupo.

Até a alguns dias atrás, ele trabalhava como estagiário numa editora de Lyon (responsável pelas comunicações). Ele foi agora despedido dessas posição como resultado do seu activismo político. 


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Há alguns dias atrás um documentário feito pela Sharia4Belgium foi transmitido pela televisão belga. Presente no documentário encontravam-se frases ditas pelo porta-voz do movimento Fouad Belkacem tais como o facto dele não ter "uma grama de respeito" pelos belgas não maometanos.
A nossa religião é superior à vossa. O nosso sistema é superior ao vosso. Os nossos valores são superiores aos vossos.
Em resposta a isto, Stéphanie Gilson, estudante no colégio IPES (Verviers) na sua página do Facebook:  "Superiores a nós? Desculpa? LOL e um grande LOL". Ela disse também que na sua turma, no colégio, encontravam-se presentes duas raparigas que afirmavam as mesmas coisas, o que lhe deixava assustada.


No dia seguinte as tais duas raparigas, que obviamente leram o que ela escreveu na sua página do Facebook, atiraram-lhe bancos e cadeiras e as três raparigas foram suspensas por um dia. Para além disso, a gerência disse à Stéphanie que ela não tinha o direito de expressar a sua opinião em relação aos maometanos na sua conta de Facebook.

Sim, leram bem. Uma cidadã belga não pode escrever na sua conta pessoal o que ela pensa sobre um vídeo onde se vê estrangeiros a dizer que a sua cultura (a belga) é inferior à cultura dos estrangeiros. Como as coisas já estão.

Recusando-se a aceitar isto, Stéphanie anulou a sua matrícula neste colégio e apresentou queixa à polícia (boa sorte!). Ela disse ainda:
Eu é que sou a vítima mas tudo o que fiz foi dar a minha opinião.
Um estrangeiro humilha a cultura local, mas a pessoa que vê a sua liberdade de expressão limitada é a pessoa ofendida e não quem ofendeu a cultura belga? "Fantástico"

Este incidente revela também o complexo de inferioridade que os maometanos têm em relação à  (por enquanto) superior cultura europeia. Bastou uma crítica por parte uma rapariga para que outras raparigas se sentissem "ofendidas" e tomassem medidas de intimidação em relação a isso.. As muçulmanas, melhor que ninguém, sabem que a sua cultura é claramente inferior à europeia, mas elas nada podem fazer contra isso, e como tal viram a sua falsa indignação contra a pessoa que diz "o rei vai nu!".

Sinceramente, de que forma é que a civilização islâmica é superior à europeia? Ciência? Liberdade? Direitos Humanos? Artes e outras áreas culturais?

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Muitos outros exemplos poderiam ser dados que demonstram como a elite europeia se coloca do lado dos muçulmanos sempre (ou quase sempre) que há diferenças de opinião entre europeus e maometanos. Os europeus indígenas estão a ser perseguidos como criminosos ao mesmo tempo que pessoas que atacam a cultura europeia recebem permissão para emitir os seus programas sem qualquer tipo de constrangimento.

A traição não poderia ser mais óbvia.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Violadas por "asiáticos"


A polícia deu início a uma investigação em torno de alegações chocantes feitas contras gangues de homens asiáticos que alegadamente levaram a cabo violações em grupo a meninas menores que se encontravam em casas de acolhimento em North West.

O novo escândalo emergiu depois duma mãe de 27 anos ter alegado que, quando era adolescente, ela foi vítima de um horrível catálogo de abuso sexual num abrigo. A sua descrição da forma como os responsáveis pelo abrigo alegadamente fizeram pouco dos actos dos predadores pedófilos eco as descobertas feitas em torno do "anel sexual" descoberto em Rochdale, onde foram ressalvadas as "oportunidades perdidas" para colocar térmico ao abuso.

"Claire", que não é o seu nome verdadeiro, diz que ela foi uma das muitas meninas vulneráveis qie foram tratadas como "pedaçoes de carne" por homens que rondavam os abrigos onde ela viveu, em Lancashire e Liverpool.

Ela afirma que ela foi atraída e molestada em troca de álcool, cigarros e drogas. Numa ocasião ela foi drogada e violada por vários homens. Um agricultor encontrou-a num campo, nua, coberta de sangue e cheia de ferimentos, mas ela foi enviada de volta para o abrigo sem qualquer tipo de ajuda médica. "Claire" diz:

A minha assistente social disse-me que eu merecia o que me tinha acontecido porque eu tinha estado a beber. Só que eu não tinha. . . . Eu fui drogada.
"Claire" afirma que, embora ela tenha falado com os responsáveis do abrigo "Briar’s Hey Residential Home" em ­Rainhill, Merseyside, que fechou em 2005, não houve qualquer tipo de exame médico ou averiguação policial.

Deram-me uma pílula do dia seguinte como forma de "evitar mais complicações."
"Claire", que vive hoje com o parceiro e os 4 filhos, alega que a sua experiência era comum entre as muitas adolescentes que se encontravam nos abrigos.

O sexo era a moeda usada pelas raparigas como eu. Os homens andavam em redor dos portões. Se nos queixássemos, diziam-nos para os ignorarmos.
Em Maio deste ano, quando 9 homens do gangue pedófilo de Rochdale foi preso, "Claire" contactou a policia na esperança de que eles investigassem o que aconteceu com ela. Ela diz:

Disseram que era muito pouco provável que eles conseguissem provar alguma coisa depois de tantos anos. Mas eu quero que os assistentes sociais saibam o quanto eu sofri.
Entidades ligadas à "Lancashire County Council" afirmou que, "A polícia está a investigar estas alegações. De momento não temos mais comentários".

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Mais mulheres europeias que são vítimas da atitude complacente com a qual as autoridades europeias presenteiam os violadores não-europeus.

domingo, 4 de novembro de 2012

A quarta geração do califado europeu

Fonte
A verdadeira escala da islamização da Europa Ocidental pode ser debatida, mas ainda ninguém teve coragem de mostrar o quotidiano e a profundidade desse processo. Isso foi realizado pelo jornalista israelita Zvi Yehezkeli no seu documentário "Allah Islam".
Os correspondentes da Voz da Rússia ouviram a opinião do autor e perito sobre o filme.
As filmagens decorreram em vários países europeus e terminaram na primavera deste ano. O autor e director, que domina vários dialectos da língua árabe, se fez passar frequentemente durante o seu trabalho por palestino. 

Zvi Yehezkeli é o chefe da Secção Árabe do serviço noticioso do Canal 10 da televisão israelita. Segundo informa, no início não havia qualquer intenção de fazer um filme: 
Nós tencionávamos fazer umas duas reportagens para o noticiário principal. Mas eu informei imediatamente que, na minha opinião, aqui havia espaço para algo maior do que um episódio de notícias. Quanto mais aprofundas e estudas esta situação, melhor entendes a profundidade do problema.
Os episódios mais eloquentes foram filmados na Suécia, na Bélgica e na Grã-Bretanha. Na cidade sueca de Malmö, a equipe de filmagens registou uma mesquita onde se apelava abertamente à jihad. As suas paredes ostentam incentivos a uma guerra impiedosa contra os infiéis. Não é difícil adivinhar o conteúdo das orações e dos sermões que aqui se pronunciam diariamente. Mais tarde, em casa de uma família de muçulmanos locais, à pergunta do jornalista "Quem queres vir a ser?", um adolescente, filho de uma imigrante, irá responder sem hesitar: "O meu sonho é a jihad!"

Em Bruxelas, um dos membros da organização Sharia for Belgium promete que, quando a lei da sharia for instaurada, os belgas terão de ceder bastante o seu espaço e, mais tarde, abandonar de todo o país. "Nós nunca iremos parar. Não temos medo da prisão, nem mesmo da própria morte, porque estamos prontos a morrer como mártires!", diz para a câmara outro activista da célula belga.

O xeque Anjem Choudary, líder dos islamitas em Londres, reconhece ao repórter palestino que para eles o 11 de Setembro é como o início da ressurreição. Depois desse atentado terrorista, todos os muçulmanos do mundo regressaram às suas origens e se dedicaram ao estudo correto do Corão. 

No Centro Islâmico da cidade de Luton, um jovem muçulmano declara solenemente: 
Agora o Islão está em todo o lado! Nós trabalhamos dias inteiros para a criação do califado mundial. E nós venceremos!
Ao longo do filme, Zvi Yehezkeli explica que a maioria dos heróis mais agressivos desse filme representam a quarta geração de imigrantes muçulmanos. Esta diz um Não! veemente à civilização ocidental e se prepara metodicamente para a jihad. Esta geração é uma bomba-relógio na Europa, conclui Yehezkeli.
Em princípio, se sabia desde o início que eles não conseguiram ser integrados pela sociedade europeia. Consideremos a França. Nós vemos o que lá se passa, os atentados terroristas, os recontros nas mesquitas que lá se constroem sem parar, a tentativa de limitar com recurso a leis os ilegais e os estrangeiros em geral. Esse é o exemplo claro do choque civilizacional.
No filme do jornalista israelita, se dedica muita atenção ao novo tipo de antissemitismo na Europa. O seu aparecimento e o seu alastramento assustador se deve aos imigrantes muçulmanos. A judeofobia floresce nas universidades francesas, ela atinge até os franceses de origem. Contudo, o autor do filme se abstém de afirmar que as coisas são assim tão assustadoras:
Isso parece mais um desafio do que uma catástrofe. No fim de contas, isso não ocorreu num só dia. Os imigrantes ilegais não caíram na Europa de pára-quedas. Essas pessoas chegaram a convite dos europeus, são mão-de-obra barata, taxistas, empregadas de limpeza nos restaurantes. Aquilo que eu digo no filme é uma coisa muito simples: esses rapazes não se tornaram parte de um grande multiculturalismo, temos de nos ocupar deles e resolver os seus problemas.
Zvi Yehezkeli descreveu um quadro extremamente duro da situação que se vive na Europa, considera, por seu turno, Alexei Yudin, docente do Centro de Estudo das Religiões da Universidade Estatal Humanitária Russa.
Claro que não se pode dizer que se trata já de uma ameaça absoluta à Europa. Mas é um problema muito sério ao qual não se pode, de modo algum, fechar os olhos usando a abordagem tradicional do politicamente correto. Já não há quaisquer possibilidades de ignorá-lo.
 A maioria dos políticos europeus procura métodos para a pacificação do Islã radical com decisões econômicas e sociais. Mas a realidade é mais dura. Um dos heróis do filme constata que a juventude da quarta geração da imigração islâmica, que nasceu e cresceu na Europa, não quer reconhecer os valores culturais e civilizacionais europeus. 

Essas pessoas não tencionam regressar à Argélia ou a Marrocos. O seu objectivo é se afirmarem como os futuros donos da Europa.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Rebeldes sírios mataram 28 soldados das tropas regulares


Mais um ataque da oposição síria resultou na morte de 28 soldados, informou hoje o Conselho para Observação dos Direitos Humanos na Síria, sediado em Londres.

Homens armados da oposição atacaram três postos de controle do exército sírio nas proximidades da cidade de Sarakeb, perto da fronteira turca.

Os líderes da oposição, nessa cidade, confirmaram aos observadores de entidades defensoras dos direitos humanos que os ataques foram perpetrados por vários grupos.

 Informa-se também sobre a morte de 5 rebeldes no decurso dos choques.

Fonte

Eficiência prematura



Mais de 18 terroristas maometanos foram mortos em operações militares levadas a cabo em várias partes do Afeganistão, afirmou o Ministro do Interior.
Durante as últimas 24 horas a Policial Nacional Afegâ ( Afghan National Police - ANP), com apoio do exército e das forças de coligação da NATO, deram início a operações . . . em Kabul, Nangarhar, Paktika e nas províncias de Helmand, matando 18 insurgentes\membros dos Talibã, e prendendo outros 4. 
Separadamente, 4 militantes que preparavam um Engenho Explosivo Improvisado (EEI) numa rua do distrito Saved Abad, este da província de Wardak, morreram quando os seus EEIs explodiram prematuramente.

* * * * * * *

Fica aí o aviso para todos os terroristas muçulmanos que aspiram ter as suas 72 virgens através do "martírio". Para além de não serem "mártires" no genuíno sentido do termo, pode ser que o vosso EEI prematuramente vos tire a vida.

Será que vale a pena perder a vida por Maomé?
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