MITOS ISLÂMICOS

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Imigrantes em Paris: problema que os franceses preferem calar

Os filmes do jornalista russo Alexander Rogatkin sobre a imigração provocaram uma reacção impetuosa na Rússia e no estrangeiro. O jornal francês Le Monde, em particular, sujeitou a críticas o filme Alheios – 2, que mostra os subúrbios de Paris controlados por imigrantes. A edição afirmou que os problemas exibidos no documentário são inventados.

Contudo, na opinião de peritos, os franceses não gostaram que alguém tenha focado o problema que eles próprios não conseguem resolver e preferem calar.

Hoje, cada visitante de Paris deve conhecer os bairros que têm que ser contornados. Todos os subúrbios da cidade com prédios pouco atraentes são uma zona perigosa. Uma equipe russa de filmagem trabalhou nomeadamente naqueles bairros. Fala Alexander Rogatkin:

“Foi-nos dito que não conseguiriamos filmar nada nos bairros árabes, porque seríamos espancados logo que a câmara começasse a funcionar. Não acreditámos nisso. Mas, o nosso operador recebeu uma pancada na cara mal saímos do veículo”.

Agentes da polícia não têm poder real naqueles bairros e, frequentemente, receiam aparecer aí. O gueto é controlado por comunidades étnicas e traficantes de droga. Há muito que ali reinam regras orientais, disse a Alexander Rogatkin, Dmitri de Cochko, habitante de Saint-Ouen, um subúrbio de Paris, a norte da cidade:

A carne de porco frequentemente não é servida em refeitórios escolares. Às vezes, até se faz pressão sobre crianças, que nem sempre são muçulmanas, obrigando-as a não comer carne suína”.

Segundo avaliações demográficas, hoje no país vivem cerca de seis milhões de imigrantes. Em resultado da crise, uma parte deles perdeu emprego e começou a praticar banditismo. Os franceses, naturalmente, não estão satisfeitos com esta situação. É pouco provável que o atual Governo socialista consiga resolver o problema da imigração, considera o dirigente do Centro de Pesquisas Históricas Francesas do Instituto de História Universal da Academia de Ciências da Rússia, Piotr Tcherkassov:

“François Hollande chegou ao poder graças também aos votos de novos franceses. Nos próximos anos, será muito difícil resolver estes problemas, porque o Partido Socialista no poder e o presidente terão de renunciar neste caso a muitos compromissos eleitorais neste sentido”.

Quase todos os países europeus enfrentam problemas análogos. No ano passado, teve lugar um colapso de imigração na ilha italiana de Lampedusa. A situação pode repetir-se em breve – 17 mil sírios encaminharam pedidos a departamentos diplomáticos dos países da UE, solicitando asilo. Os Parlamentos e políticos começam com urgência a elaborar leis pan-europeias que protejam a região contra imigrantes.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O caçador

 
Ubaydullah Hussain (27), escrevendo para o grupo do Facebook ‘Prophet Ummah, diz o seguinte:

Eu dou-lhes ‘protecção’, eu, inshAllah. Mal obtenha a minha licença de caça e arranje uma AK47, adivinhem?!  Estes porcos pertencem a uma potência invasora. Para além disso, eles ocuparam a nossa mesquita Al-Aqsa.

Ele faz menção duma notícia da AP onde se lê que os Judeus noruegueses não têm protecção policial.

Fontes próximas de Hussain confirmaram a algumas agências noticiosas que ele quer "provocar" de modo deliberado a sociedade Norueguesa e que as declarações feitas online devem ser vistas nesses contexto.

Vários amigos seus foram já para a Síria para participar no conflito que se está a desenrolar por lá.

Hussein escreve:
Ó Alá, faz com que os sujos judeus saiam da mesquita e dá-nos oportunidade de rezar salah na mesquita Al-Aqsa antes da nossa morte. Amiin!! Eles mataram os nossos profetas. Quem mata profetas??

Fonte

* * * * * * *

Ainda bem a população islâmica na Europa está em nítido decréscimo senão o futuro do Velho Continente seria sombrio.

Entretanto, e num acto culturalmente insensível, a polícia norueguesa prendeu o homem que se comprometeu a matar Judeus.

 Será que a islamofobia nunca terá um fim?


sábado, 27 de outubro de 2012

Diversidade selectiva



Fonte
Durante a planificação dos encontros do "Smag Verden – Mangfoldighedsfest", um evento que celebra a culinária e a cultura dos mais variados países, os participantes judeus foram avisados de que "algumas pessoas" poderiam interpretar a sua bandeira como uma provocação. Malgorzata H Hansen, que representava os Judeus nos encontros, disse o seguinte ao jornal Berlingske

Foi-nos dito que se calhar seria melhor não içar a bandeira.

Originalmente, os representantes da TaskForce Inklusion, o grupo responsável por comunicar com todos os grupos participantes do festival, disso aos representantes Judeus que todas as associações participantes receberam notificação para não trazer bandeiras. No entanto, não só muitas bandeiras foram exibidas normalmente durante o evento, como os outros grupos participantes afirmaram que ninguém lhes tinha dito para não exibir a bandeira do seu país.

A mayor de Copenhaga para o emprego e integração, Anna Mee Allerslev, disse que havia sido aconselhada a excluir por completo o grupo Sionista Dinamarquês do festival, mas recusou-se a dizer quem lhe tinha aconselhado a fazer isso mesmo.

Ela afirma:
Tínhamos alguns peritos que estavam profundamente preocupados com a situação, e que desconfiavam que a segurança era insuficiente.

As autoridades competentes enviaram 20 polícias adicionais para o sítio onde o festival se iria realizar, no multi-étnico distrito de Nørrebro.

* * * * * * *

O marxismo cultural destruiu por completo a bravura do povo dinamarquês se nos lembrarmos que durante a 2ª Guerra Mundial, eles impediram que os Judeus dinamarqueses fossem enviados para os campos da morte da Nacional Socialista (com a excepção de 19 Judeus).

Para além disso, este é o povo que, por duas vezes, e em desafio ào ataque que os maometanos radicais fazem à liberdade de expressão, publicou os controversos cartoons sobre Maomé. Como se sabe, os maometanos responderam a estes gráficos com tumultos e ataques às embaixadas da Dinamarca.

Agora, totalmente emasculados, os dinamarqueses promovem um festival que celebra a diversidade, mas ao mesmo tempo recusam-se a celebrar aspectos da diversidade que ofendem um dos grupos que beneficia dessa mesma "diversidade."

Apaziguador o mal têm sempre as mesmas consequências.


Não deixa de ser irónico e trágico que os Judeus estejam a ser vítimas do Marxismo Cultural e do multiculturalismo, quando a maioria dos arquitectos da Escola de Frankfurt eram eles mesmos Judeus.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O lamento duma idosa perante o avanço do multiculturalismo


Fonte

"A minha vida no meu amado país acabou; eles venceram. A Austrália, tal como a conhecemos, já não existe. Choro por isso. O meu paraíso já não existe.".

Em Janeiro de 2008 o Bispo Nazir Ali de Rochester desencadeou um ultraje geral ao escrever no Sunday Telegraph que um cada vez maior número de nativos brancos britânicos olham para as suas ruas dominadas por imigrantes muçulmanos como área "no-go" [isto é, barradas aos não-muçulmanos]. Enquanto a comoção gerada pelas palavras do Bispo se mantinham, Olga Craig pesquisou as áreas de Yorkshire dominadas pelos muçulmanos para apurar se o Bishop Nazir Ali estava correcto nas suas alegações.

Tim Carbin, na casa dos 50 anos e alguém que cresceu em Oak Lane em Bradford e que teve que se mudar para 10 milhas a norte de Bradford, disse à sraª Craig:

Sinto-me um estrangeiro, como se estivesse numa rua em Karachi.

O que preocupava Tim Carbin, escreveu Olga Craig, "é que a crescente promoção do multiculturalismo na Grã-Bretanha não levou a uma sociedade integrada mas, em vez disso, a uma guettozação das pessoas, com comunidades só para brancos, e comunidades só para Asiáticos a existirem em paralelo mas sem qualquer fundo comum. E isso,  acredita Tim, pode ter consequências sinistras." [ed: sempre que os ingleses usam a expressão "asiáticos", na maior parte das vezes eles têm em mente os muçulmanos]

Tim Corbin faz parte dum grupo composto por muitos Britânicos que teve que se mudar para fora de áreas britânicas dominadas por Muçulmanos, ao mesmo tempo que muitos outros abandonam por completo a Grã-Bretanha dirigindo-se para a Australiásia e a América do Norte. Uma pesquisa levada a cabo há alguns anos atrás revelou que, actualmente, mais Britânicos abandonam os país do que aqueles que se mudam para lá. 

Havendo sido "corridos" para fora do seu país por parte de imigrantes maioritariamente provenientes de países islâmicos do terceiro mundo, muitos Europeus consideram a Austrália a sua próxima habitação de sonho. Mas isso pode não durar por muito mais tempo.

Uma avó de 70 anos escreveu uma carta explicando como a sua casa, que ela considerava ser um paraíso, se perdeu graças à imigração Muçulmana. Eis aqui a sua história.

Sou uma avó com 69, com pouco mais que 1,50m de altura. Um dia desses encontrava-me numa loja Big W quando o altifalante anunciou que um saldo (...). Enquanto me dirigia para lá, um homem com cerca de 1,80m empurrou-me para o lado e eu tive que receber ajuda de outra mulher - que me agarrou pelas costas - para que não caísse.

Eu dirigi-me para o homem e disse, "Desculpe-me, mas o que é que você pensa que está a fazer?" Ele respondeu, "Quero roupas." Eu disse "Também eu. De onde é que você é?" Ele disse "Afeganistão."

Eu disse "Pois, neste país as pessoas NÃO empurram as velhinhas para fora do seu caminho."  Ele inclinou-se na minha direcção e disse:

Quando nós tomarmos posse de tudo, e iremos tomar posse de tudo, vou-me lembrar da sua cara. Vou fazer com que você seja enterrada até ao pescoço e apedrejada até à morte. Agora desapareça do meu caminho!

E ele começou a pegar em tudo. As pessoas pura e simplesmente saíam do seu caminho. Até parecia que ele estava possuído.

Noutro dia, enquanto eu andava pela baixa da cidade em direcção à catedral, deparei-me com alguns homens do Médio Oriente que estavam dispostos em forma de corrente através do pavimento. Tive que sair do caminho onde estava, e andar pela rua - cruzando-me com carros. Enquanto eu fazia isto, eles cuspiam para o chão junto aos meus pés.

Ainda noutra ocasião, enquanto me dirigia a uma instalação governamental, tive que andar bem pelo meio dum local que havia sido povoado por Muçulmanos e Africanos. À medida que eu andava, eles começaram a  projectar os seus queixos na minha direcção e a gritar na sua língua. O segurança acompanhou-me de volta para o outro lado. No preciso momento em que eu entrava no carro reparei num homem negro com quase 2 metros de altura e de olhos esbugalhados. Ele era enorme. Tinha um grande cinto na sua mão e batia o mesmo na sua outra mão. Tranquei as portas do carro e liguei o motor. Ele estava a perseguir-me. Eu pura e simplesmente saí dali. Se eu o tivesse atropelado, continuaria a conduzir.

Na minha livraria estavam presentes dezenas de negros. Alguns Muçulmanos vieram ao hall da porta seguinte. Eu estava sentada a encomendar um livro à menina da livraria. Um jovem rapaz negro chegou e bateu na parte traseira da minha cadeira de uma forma tão violenta que quase caí. Ele riu-se e foi-se embora.

A menina disse "Hey, tu!" Eu disse, "NÃO, não faça nada. Se você fizer alguma coisa, ele ficará lá fora à minha espera."

A minha vida no meu amado país acabou; eles venceram. A Austrália, tal como a conhecemos, já não existe. Choro por isso. O meu paraíso já não existe.

* * * * * * *

Resumindo, o multiculturalismo destruiu a Grã-Bretanha e está a destruir a Austrália; no entanto, os idiotas úteis do multiculturalismo continuam a forçar essa ideologia supostamente "falhada" às nações. Eu digo  "supostamente falhada" porque, contrariamente ao que se possa pensar, o multiculturalismo não está a falhar, mas a fazer exactamente aquilo para o qual foi construído: destruir a ordem geral de modo a que não haja força social capaz de resistir ao governo.

O avanço dos bárbaros no mundo civilizado não se deve ao seu superior plano de acção ou à sua superior tecnologia, mas sim ao facto da elite ocidental os ter importado precisamente para destruir, desorganizar e fragilizar as forças não-esquerdistas.

Essencialmente, os bárbaros só fazem 3 coisas: comer, reproduzir e destruir. Eles não constroem, não cooperam, não ajudam, não produzem e nem pacificam. Eles não estão cá para coexistir mas para dominar. Eles não respeitam ninguém (nem mulheres de 70 anos), não temem ninguém, e odeiam todos aqueles que resistem o seu avanço.

Mas há uma coisa que é preciso lembrar em relação aos practicantes de culturas bárbaras, qualquer que seja a sua etnia: eles são muito limitados. Eles não projectam o futuro, e nem se preparam para o que está para acontecer. Eles reagem aos estímulos mais básicos do ser humano, o que lhes torna facilmente manipuláveis. Quem quiser reverter o seu avanço tem que saber os motivos que os trouxe para cá, e "fechar a torneira".

A Roma antiga teve que lidar com os bárbaros germânicos, e conseguiu vencê-los (ou pelo menos controlá-los). Isto, claro, até Roma entrar em decadência. A Europa Medieval teve os seus violentos confrontos com os bárbaros nórdicos, mas no fim, foram os bárbaros vikings (e germânicos) que adoptaram os modos e o estilo de vida da superior civilização greco-romana-Cristã.

Mas, como dito em cima, e ao contrário da Roma Imperial, a sociedade ocidental actual não está a combater os bárbaros modernos, mas a facilitar o seu domínio. A agenda esquerdista, ao contrário da Europa Medieval, não está a oferecer resistência à subjugação bárbara, mas a censurar  as vozes daqueles que soam o alarme perante esta invasão silenciosa. Isto faz-nos concluir que a elite Europeia QUER a nossa destruição e a nossa subjugação.

A pergunta é: porquê? Talvez este texto levante um pouco o véu.

domingo, 21 de outubro de 2012

A história de Rachel Levy

Abigail Levy não se preocupou quando, no dia 29 de Março, a sua filha saiu do apartamento e se dirigiu de autocarro para o supermercado. Pouco antes das 2 da tarde, Rachel entrou no supermercado que se encontra na parte sul de Jerusalém, armada com a lista de compras que a sua mãe lhe havia dado.

Ao mesmo tempo que Rachel entrava, Ayat, de 18 anos, entrou também no supermercado, mas vinha armada com outra coisa: um cinto de explosivos amarrado à sua cintura. As duas raparigas entraram juntas no supermercado, e morreram juntas.

"Ouvi o som das sirenes," lembra-se Abigail. "Ouvi-os a pararem perto e disse 'Algo aconteceu aqui perto. Oh, meu Deus. A Rachel está naquele supermercado!'"

A bomba que Ayat trazia consigo matou o o guarda de segurança e a Rachel. Horas mais tarde, as autoridades pediram a Abigail se ela se importaria de se dirigir à morgue para reconhecer a sua filha.

Fonte

* * * * * * *

No mundo civilizado as mulheres e as crianças são mantidas longe de sitiações que podem colocar as suas vidas em risco. Os palestinos, por outro lado, seduzem meninas de 18 anos de modo a que estas valorizem mais o mitológico "estado da Palestina" do que as suas preciosas vidas.

Este é o dia a dia de quem vive rodeado duma "cultura" que glorifica a morte, a opressão e o suicídio. Como é que pessoas minimamente inteligentes realmente esperam que Israel faça "acordos de paz" com bárbaros que enviam meninas para a sua morte?



..

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Repórter russo: "Em algumas zonas de Paris, é quase impossível encontrar um francês"

Na Europa, vizinhanças com uma substancial população muçulmana invariavelmente tornam-se em zonas "NO-GO" para os não muçulmanos, onde os guettos imigrantes se tornaram em ghettos criminosos.

As forças policias recusam-se em entrar nestas áreas a menos que seja em grupos, e muio bem armados.

Os muçulmanos deliberadamente divertem-se a incendiar contentores de lixo, e quando os bombeiros chegam, eles  [os muçulmanos] atacam-nos.


sábado, 13 de outubro de 2012

CNN é financiada por governos árabes, diz ex-repórter (vídeo)

Uma ex-repórter da CNN disse nesta semana que a rede de televisão CNN recebe dinheiro de governos árabes para não transmitir informações verdadeiras sobre os abusos de regimes contra a população árabe.

Em entrevista a TV Russia Today, Amber Lyon revelou que um documentário, produzido por ela, que mostra as atrocidades cometidas pelo Bahrein, não foi transmitido pela CNN Internacional devido uma intervenção financeira do país.

"Isso viola todos os princípios da ética jornalística," diz a repórter.

Lyon diz que a filmagem mostra soldados reprimindo protestos, matando doentes e assassinando até motoristas de ambulâncias.

A ex-funcionária do canal de notícia disse ainda que a CNN recebe dinheiro de outros regimes árabes, da Geórgia e do Cazaquistão para produzir e transmitir o que ela se referiu como "infomerciais para ditadores".

Durante a entrevista, Lyon também disse que a CNN e outros meios de comunicação dos Estados Unidos trabalham para "demonizar" o Irão.



Fonte

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Jogador de futebol morre depois de ter sido queimado por muçulmanos

Fonte

Um jovem jogador de futebol Malayali - Jithu Mohan - que havia sido molhado com petróleo e queimado por se ter apaixonado por uma rapariga muçulmana, sucumbiu hoje às queimadura.

O rapaz foi convidado para a casa dos familiares da menina sob pretexto de ele tomar parte numa discussão pacífica. No entanto, alegadamente o Inspector com o nome de Wahab, oficial policial de do "AR Camp",  molhou-o com petróleo, queimando-o logo de seguida..

Jithu morreu no "Amrita Hospital, Ernakulam. Ele é a terceira vítima de terrorismo jihadista em Kerala num curto espaço de tempo. A sua morte segue as mortes de Vishal, Chengannur e Sachin, Kannur.

O vice-capitão da equipa júnior de Kerala, e alguém com um futuro brilhante, Jithu encontrava-se apaixonado por Shabana, uma rapariga muçulmana proveniente de Chunakkara. Mal se aperceberam do relacionamento, os familiares opuseram-se ao mesmo e transferiram a menina para a casa de outro parente.

Depois disto, Jithu deu entrada a um habeas corpus no Tribunal Supremo de Kerala. Depois disto, a rapariga foi apresentada perante o tribuna. No entanto, ela recebeu permissão para sair das instalações com os seus familiares.

O ataque a Jithu ocorreu pouco depois da audiência legal.


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Os novos "países islâmicos"

Omar Bakri, clérigo maometano nascido na Síria, falou com o jornal búlgaro 24 Chasa e colocou no ar a possibilidade de dar início a ataques terroristas contra a Sérvia, Bulgária, Roménia, e outros países da região porque, segundo eles, esses territórios "pertecem ao islão" por via do facto de terem estado sob domínio islâmico no passado. Bakri acrescentou ainda:

Quando o islão entra num território, o mesmo torna-se islâmico; devido a isso torna-se uma obrigação islâmica libertar esse território [caso os maometanos sejam expulsos do mesmo].

A agência noticiosa Mediafax reporta também que ele listou como "territórios muçulmanos" os seguintes países: Espanha, Bulgária, Albânia, Macedónia, Sérvia, Kosovo e Bósnia.
A Espanha, por exemplo, é território muçulmano. Tal como a Europa Oriental.

Roménia, Albânia, Macedónia, Sérvia, Kosovo, Bósnia. Mas devido à sua decisão de enviar tropas para o Afeganistão e para o Iraque, e a sua cooperação com Israel, a Bulgária também é um alvo legítimo.


Bakri, que vivei em Londres durante 20 anos, foi banido de regressar a Inglaterra depois de ter abandonado o país depois dos ataques terroristas de Julho de 2005. Segundo se sabe, ele tem "fortes ligações com a Al Qaeda".

Fonte

* * * * * * *

Usando a mesma lógica, somos levados a considerar a Síria, o Egipto, o Iraque e muitos outros países do Médio Oriente como "território Cristão" visto que num passado longínquo essas terras estavam sob o domínio Cristão. No entanto, como a "única verdadeira fé é o islão", esta lógica só se aplica para o islão - e não para as outras confissões religiosas.

Por isto (e por muitos mais) é que é difícil debater com um muçulmano uma vez que para ele, o mais importante não é o que é a verdade mas sim o que é benéfico para o islão. A lógica e a coerência não importam se isso contradiz o maometanismo.
..

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Terroristas muçulmanos baleiam menina de 14 anos.

Malala Yousafzai, uma menina paquistanesa de 14 anos, rosto da luta pelo direito das mulheres à educação, foi, esta madrugada de quarta-feira, baleada no pescoço e na cabeça por extremistas talibã, numa altura em que ia a caminho da escola.






Residente no vale de Swatt, no Norte do Paquistão, zona do país onde, apesar dos esforços do exército para manter a segurança, têm sido os talibãs a impor a lei da tradição, Malala está agora numa cama de hospital da localidade onde vive, tentando sobreviver ao atentado.




Malala Yousafzai ficou famosa quando, aos onze anos, decidiu erguer a sua voz contra o encerramento das escolas para raparigas imposto pelos talibãs, devido ao sonho de ser, um dia, médica. Filha de um director de uma escola privada, Malala rapidamente se tornou num dos rostos opositores para os talibãs, que esta manhã procuraram impor o silêncio da jovem, pela força.

Quer o presidente, quer o primeiro-ministro do Paquistão, vieram já a público condenar o atentado

( http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=595912 )..
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis