MITOS ISLÂMICOS

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Jogador de futebol morre depois de ter sido queimado por muçulmanos

Fonte

Um jovem jogador de futebol Malayali - Jithu Mohan - que havia sido molhado com petróleo e queimado por se ter apaixonado por uma rapariga muçulmana, sucumbiu hoje às queimadura.

O rapaz foi convidado para a casa dos familiares da menina sob pretexto de ele tomar parte numa discussão pacífica. No entanto, alegadamente o Inspector com o nome de Wahab, oficial policial de do "AR Camp",  molhou-o com petróleo, queimando-o logo de seguida..

Jithu morreu no "Amrita Hospital, Ernakulam. Ele é a terceira vítima de terrorismo jihadista em Kerala num curto espaço de tempo. A sua morte segue as mortes de Vishal, Chengannur e Sachin, Kannur.

O vice-capitão da equipa júnior de Kerala, e alguém com um futuro brilhante, Jithu encontrava-se apaixonado por Shabana, uma rapariga muçulmana proveniente de Chunakkara. Mal se aperceberam do relacionamento, os familiares opuseram-se ao mesmo e transferiram a menina para a casa de outro parente.

Depois disto, Jithu deu entrada a um habeas corpus no Tribunal Supremo de Kerala. Depois disto, a rapariga foi apresentada perante o tribuna. No entanto, ela recebeu permissão para sair das instalações com os seus familiares.

O ataque a Jithu ocorreu pouco depois da audiência legal.


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Os novos "países islâmicos"

Omar Bakri, clérigo maometano nascido na Síria, falou com o jornal búlgaro 24 Chasa e colocou no ar a possibilidade de dar início a ataques terroristas contra a Sérvia, Bulgária, Roménia, e outros países da região porque, segundo eles, esses territórios "pertecem ao islão" por via do facto de terem estado sob domínio islâmico no passado. Bakri acrescentou ainda:

Quando o islão entra num território, o mesmo torna-se islâmico; devido a isso torna-se uma obrigação islâmica libertar esse território [caso os maometanos sejam expulsos do mesmo].

A agência noticiosa Mediafax reporta também que ele listou como "territórios muçulmanos" os seguintes países: Espanha, Bulgária, Albânia, Macedónia, Sérvia, Kosovo e Bósnia.
A Espanha, por exemplo, é território muçulmano. Tal como a Europa Oriental.

Roménia, Albânia, Macedónia, Sérvia, Kosovo, Bósnia. Mas devido à sua decisão de enviar tropas para o Afeganistão e para o Iraque, e a sua cooperação com Israel, a Bulgária também é um alvo legítimo.


Bakri, que vivei em Londres durante 20 anos, foi banido de regressar a Inglaterra depois de ter abandonado o país depois dos ataques terroristas de Julho de 2005. Segundo se sabe, ele tem "fortes ligações com a Al Qaeda".

Fonte

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Usando a mesma lógica, somos levados a considerar a Síria, o Egipto, o Iraque e muitos outros países do Médio Oriente como "território Cristão" visto que num passado longínquo essas terras estavam sob o domínio Cristão. No entanto, como a "única verdadeira fé é o islão", esta lógica só se aplica para o islão - e não para as outras confissões religiosas.

Por isto (e por muitos mais) é que é difícil debater com um muçulmano uma vez que para ele, o mais importante não é o que é a verdade mas sim o que é benéfico para o islão. A lógica e a coerência não importam se isso contradiz o maometanismo.
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Terroristas muçulmanos baleiam menina de 14 anos.

Malala Yousafzai, uma menina paquistanesa de 14 anos, rosto da luta pelo direito das mulheres à educação, foi, esta madrugada de quarta-feira, baleada no pescoço e na cabeça por extremistas talibã, numa altura em que ia a caminho da escola.






Residente no vale de Swatt, no Norte do Paquistão, zona do país onde, apesar dos esforços do exército para manter a segurança, têm sido os talibãs a impor a lei da tradição, Malala está agora numa cama de hospital da localidade onde vive, tentando sobreviver ao atentado.




Malala Yousafzai ficou famosa quando, aos onze anos, decidiu erguer a sua voz contra o encerramento das escolas para raparigas imposto pelos talibãs, devido ao sonho de ser, um dia, médica. Filha de um director de uma escola privada, Malala rapidamente se tornou num dos rostos opositores para os talibãs, que esta manhã procuraram impor o silêncio da jovem, pela força.

Quer o presidente, quer o primeiro-ministro do Paquistão, vieram já a público condenar o atentado

( http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=595912 )..

Crianças egípcias presas por "insultarem o islão" libertas

No passado dia 4 de Outubro o Procurador Geral egípcio ordenou a libertação dos dois rapazes Coptas Ortodoxos que haviam sido detidas sob acusação de terem urinado sobre páginas que continham versos do Alcorão.

Segundo o advogado Naguib Gebrail da comunidade Copta Ortodoxa, a rápida libertação dos rapazes foi facilitada pela intervenção directa do Presidente Mohamed Morsi após apelos do seu assistente Copta Ortodoxo Samir Marcos.

Segundo as formalidade vigentes, a prisão das duas crianças não estava de acordo com a convenção internacional dos direitos das crianças assinados pelo Egipto. De facto, as duas crianças, Nabil Nagui Rizq (10 anos) e Mina Nadi Farag (9 anos) foram colocados em detenção pelas forças de segurança também como forma de retirá-los do alcance da turba enfurecida que, incitada pelo sheik da aldeia, havia rodeado a delegacia policial.

Fides Botros Fahim Awad Hanna, Bispo-Auxiliar de Alexandria (Coptas Católicos) afirmou:

A libertação dos dois rapazes é uma boa notícia, mas os órgãos de informação do Egipto não colocaram um ênfase forte neste caso.

Acusações de se ter insultado o islão feitas contra os Coptas têm aumentado desde que o filme sobre Maomé, que se encontrava visível no YouTube, levou muitos maometanos a levar a cabo manifestações nas maiores cidades muçulmanas do mundo.

Fonte

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Incrível como uma sociedade pode legitimar o comportamento de turbas que querem atacar duas crianças de 10 e 9 anos. Será que o deus dos árabes (Alá) é tão fraco que se sente ameaçado por duas crianças? Ou será que os maometanos estão a usar este tipo de manobra como forma de reduzir a influência politica dos Cristãos no seu próprio país?

Livres

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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Muçulmanos manifestam-se em Jerusalém: “Vamos Expulsar os Judeus com Sangue e Fogo e Vamos Massacrá-los"

Durante três manhãs consecutivas muçulmanos manifestaram-se no Monte do Templo, tentando atacar grupos de Judeus que tentavam visitar o local mais sagrado do Judaísmo durante o Sukkot. Mais uma vez, as forças policias colocaram um largo número de homens no local como forma de impedir os muçulmanos de atacar os Judeus.

A polícia reportou que existiram alguns protestos ténues durante os dias antecedentes, mas um vídeo que entretanto veio a público mostrou dezenas de jovens muçulmanos tentando de modo activo atacar os Judeus que visitavam o Monte do Templo. Um oficial Wakf é visto tentando partir a câmara dum Judeu que filmava os manifestantes muçulmanos.

A Arutz Sheva reportou que uma manifestação muçulmana considerável recebeu os Judeus que tentavam visitar o Monte do Templo, durante o Chol Hamo’ed - os dias intermédios do Sukkot. Asaf Fried, um dos membros do grupo que visitou o Monte do Templo, disse:

Quando subimos o Monte do Templo, fomos recebidos com gritos que diziam "Alá é o maior." Mais uma vez a polícia nada fez, mesmo mais para o final da visita quando os Árabes realmente se aproximaram de nós e bloquearam a nossa saída gritando "Vamos expulsar os Judeus com sangue e fogo, e vamos massacrar os Judeus". Mesmo assim, a polícia não fez nada.

Felizmente, o grupo de Judeus conseguiu escapar sem qualquer tipo de dano físico.


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Pergunta interessante: Existe alguma parte do mundo onde os muçulmanos vivem lado a lado com outro grupo religioso em paz e harmonia? No ocidente, os Cristãos vivem em paz com Judeus, Hindus, Budistas e outros grupos - mesmo onde os Cristãos são a esmagadora maioria.

Por outro lado, em todos os locais onde os maometanos se tornam suficientemente numerosos, problemas e conflitos ocorrem. Este problema não se prende com a etnia das pessoas, visto que Árabes Cristãos não causam nem 1% dos problemas que os Árabes maometanos causam, mas sim com a ideologia.
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sábado, 6 de outubro de 2012

Blasfémia vegetal

Fonte

Um grupo de estudantes ateu foi removido dum evento universitário depois de ter exibido um ananás com o nome de "Mohammed". A "Atheist, Humanist and Secularist Society" (RAHS) da Universidade de Reading afirmou que queria celebrar a liberdade de expressão e promover o debate que se aproxima com o nome de "Será que nós devemos respeitar a religião?"

Para sua surpresa, o grupo foi ordenado pelas entidades competentes a remover a peça de fruta ofensiva  uma vez que estava a causar "comoção" junto de alguns estudantes muçulmanos (e junto de outras associações). A RAHS recusou-se a remover a peça de fruta, alegando que a haviam identificado com o nome do profeta do islão como forma de "encorajar uma discussão em torno da blasfémia, religião e liberdade".

Um dos responsáveis da associação ateísta afirmou:

Queríamos celebrar o facto de vivermos num país onde a liberdade de expressão se encontra protegida e onde é legal identificar um ananás com o nome que nós bem entendermos.

Eles afirmaram que os responsáveis do evento universitário forçaram-nos a escolher entre "ou o ananás sai, ou vocês saem".

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O mais irónico desta notícia é que esse número de muçulmanos "comovidos" não se encontraria no Reino Unido se os secularistas e marxistas culturais que controlam a Inglaterra não tivessem aberto as portas da imigração de forma auto-destrutiva. Portanto, a elite esquerdista trouxe os maometanos, e o esquerdista comum (= idiota útil) não se apercebe que foi enganado.

Tal como as feministas, os militantes ateus foram usados pela elite esquerdista como forma de atacar o Cristianismo. Uma vez terminado o seu serviço, a elite vai-se ver livre deles, tal como se vai ver livre das feministas.

Parece que a sociedade pós-Cristã, brilhante, sexy, secularista e "livre de dogmas religiosos" que os militantes ateus tanto esperam não vai chegar tão cedo. Pode ser que à medida que eventos como este se multipliquem eles tentem entender o que a expressão "nature abhors a vaccum" significa.
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Filme "FITNA" em português


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Duas crianças egípcias presas por "insultarem o islão"

Fonte

Duas crianças cristãs de Beni Suef (Alto Egipto), com 10 e 9 anos de idade, foram presas por insultarem a religião islâmica.

Segundo a notícia, as duas crianças foram presas na Terça Feira depois do imã da mesquita local ter apresentado queixas contra eles. Devido a ordens dadas pelas autoridades competentes, Nabil Nagy Rizk e Mina Nady Farag encontram-se agora retidos no centro de detenção juvenil local enquanto esperam desenvolvimentos na investigação.

Ibrahim Mohamed Ali, o imã local, acusou as as crianças de rasgarem páginas do Alcorão. Um repórter da "Ahram Online" afirmou que inicialmente, Ali levou as crianças à igreja e pediu que o padre os punisse.  Insatisfeito pela decisão da igreja em não punir os dois rapazes, Ali, juntamente com 3 outros moradores locais, levaram o assunto até aos tribunais.

O pai de Nabil, Nagy Rizk, defendeu a acção dos rapazes numa declaração pública, explicando que os rapazes são iletrados e como tal, não estavam cientes do conteúdo das páginas encontradas num pequeno saco branco quando eles brincavam na rua.

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Sinceramente, mandar duas crianças de 10 e 9 anos para a cadeia por rasgarem páginas do Alcorão é demasiado ríspido. Será que não há ninguém no mundo islâmico que saiba que crianças são . . . . crianças?

Ameaça

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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Muçulmano abusa sexualmente de Cristã de 2 anos porque o pai se recusou a converter ao islão

Sinceramente, alguém ainda acha que o islão é uma "religião"? É por coisas como esta que é absolutamente necessário (e correcto) separar o islão do Judaísmo e do Cristianismo, não aceitando a união que é feita das 3 sob o manto de "religiões abraâmicas".

Só há UMA religião abraâmica, e não é o Judaísmo nem o Cristianismo, mas sim a Pessoa do Senhor Jesus Cristo. (Deus não tem "religiões").

Em relação à menina violada; devido aos ferimentos, ela quase morreu e mesmo depois de 5 cirurgias, ela não consegue urinar normalmente. Ele nunca vai ser mãe, e os pais têm que viver escondidos devido aos receios duma retaliação por tornarem público este incidente.




terça-feira, 2 de outubro de 2012

Obama e o Alcorão de Thomas Jefferson

Todos os anos, por esta altura, Obama faz menção do Alcorão que Thomas Jefferson tinha na sua posse como se fosse um livro valioso para ele, e não como um manual de guerra que Jefferson poderia estudar para entender a forma de pensar dos piratas do norte de África que tinham o hábito de atacar os barcos comerciais dos americanos.

Jefferson provavelmente odiava os muçulmanos mais do que os americanos actuais odeiam.

Obama declara que, a par com outras gerações de maometanos patrióticos, o Alcorão de Jefferson é um lembrete de que o islão, tal como muitas outras confissões religiosas, faz parte da história nacional americana.  Pior que isso, Obama menciona honrosamente uma das pessoas que acompanha Hillary Clinton - Huma Abedin - como um tipo de herói americano quando ela mais não é que uma infiltrada da Irmandade Muçulmana - como o são a sua mãe, o irmão, a irmã, e o falecido pai.

Obama teve a coragem de dizer:

O povo americano tem um dívida de gratidão para com ela uma vez que Huma é uma americana patriótica, e um exemplo do que nós precisamos neste país - mais funcionários públicos com o seu sentido de decência, a sua graciosidade e o seu espírito generoso.


Fonte

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Inquestionavelmente, Obama é um infiltrado anti-americano a viver na Casa Branca. Nunca na história dos EUA um presidente americano se vergou tanto para acomodar adeptos duma ideologia que declarou guerra aos EUA. Sinceramente, o que é que os muçulmanos têm que fazer para que Obama se aperceba que eles só têm desprezo por ele e por tudo o que os EUA representam?
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