MITOS ISLÂMICOS

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Partido Salafi egípcio opõe-se à proibição do tráfico de escravas sexuais

Levando em conta que o rapto, escravatura, violação e tráfico de raparigas Cristãs, especialmente menores, está em níveis altíssimos - segundo advogados americanos, 550 casos foram já documentados nos últimos 5 anos - a Assembleia Constituinte do Egipto reuniu-se para considerar a inclusão de um novo artigo, #33, na secção que lida com os Direitos e as Liberdades, que haveria de criminalizar expressamente "trabalho forçado, escravatura, o tráfico de mulheres e crianças, órgãos humanos, e o comércio sexual."

No entanto, alguns membros da asembleia não se sentem à vontade com este acréscimo. Segundo a Masrawy, Muhammad Saad Gawish, membro da Assembleia Constituinte, levantou a questão:

Como é que o artigo [#33] pode mencionar o tráfico humano quando isso não está a acontecer no Egipto?

Semelhantemente, Yunis Makhiyun, outro membro da Assembleia Constituinte queixou-se que "este artigo dará a impressão aos cidadãos [egípcios] de que coisas como a escravatura, o tráfico de mulheres e crianças, estão a ocorrer no sociedade egípcia, quando tais coisas não existem."

Bastante revelador é o facto de ambos os homens serem também membros do "Salafi Nour Party", que molda o seu comportamento segundo o exemplo do "profeta" Maomé e os seus companheiros - que possuíram escravos e venderam escravos infiéis, para além de terem promovido o uso de mentiras perante os inimigos.

Para além disso, são estes "salafis" que estão mais de perto associados ao rapto, escravização e venda de mulheres e crianças no Egipto. Isto não deveria ser surpresa, considerando que o clérigo salafi Huwaini apela aos maometanos que raptem, escravizem e vendam os infiéis como forma aprovada pela sharia de ter uma boa vida.

No entanto, aqui temos os salafis - retirados das prisões e colocados no parlamento egípcio - a levantar queixas contra a ilegalização da escravatura e do tráfico, insistindo (com cara séria) que "tais coisas não existem."

O politicamente correcto e o fundamentalismo islâmico.

The Telegraph, 14 Setembro de 2012 - Fonte

É refrescante ler palavras tão claras e inequívocas no editorial do jornal Telegraph de hoje:

O realidade dos factos é que os fundamentalistas islâmicos são irreconciliáveis. Para eles, os EUA permanecerão como o Grande Satanás.

Isto, claro, foi um comentário ao assassinato do embaixador americano colocado na Líbia.

Pergunto-me se no meio deste horror poderemos ver sinais de esperança? Será que, finalmente, começamos a escapar do mundo delicado onde há muito tempo algumas coisas não poderiam ser ditas? Se calhar existem limites para o politicamente correcto.

Atrevo-me a inalar a esperança de que talvez os sistemas ocidentais não morram por baixo de mil eufemismos. Pensei que tinha detectado sinais de sanidade logo após o 11 de Setembro. Por essa altura, estavamos chocados com a realidade. E estávamos prontos para a guerra. As pessoas esperavam isso mesmo. Havia um silêncio assustador nas ruas de Londres. Havia sinais que confirmaram a seriedade.

Foi então, e no espaço de algumas semanas, e após uma inundação de propaganda dos média a reportar que o 11 de Setembro nada teve a ver com o islão, que a ortodoxia eufemistica e a fatal doença do apaziguamento voltou.

O Ministério da Verdade controlado pelos Guardianistas [referência aos esquerdistas do jornal "The Guardian"] e pela BBC alegraram-se com o que eles qualificaram de "Primavera árabe", como se isto fosse o princípio da democracia por todo o Norte de África e pelo Médio Oriente. Como viémos a aprender com os eventos que se desenrolaram no Egipto, na Síria, no Iémen e no Sinai - e mais recentemente na Líbia - isto sempre foi uma desilusão, uma perversão da realidade perante os factos concretos.

A realidade dos factos é que o fundamentalismo islâmico anti-ocidente, militante e ressurgente, é a maior ameaça à civilização. Isto, obviamente, são más notícias. Mas as boas notícias são as de que finalmente temos permissão para nomear o perigo por aquilo que ele é.

Onde quer, e quando quer, que o fanatismo militante apareça, ele tem que ser resistido, e derrotado. Foi derrotado na Batalha de Tours em 732AD, no cerco de Malta em 1565, na Batalha de Lepanto em 1571, e não foi há muitos séculos que os bárbaros se encontravam às portas de Viena. Sem a nossa resistência, mais cedo ou mais tarde eles encontrar-se-ão lá outra vez.

Mas não acreditem nisto só porque eu o digo. Há não muito tempo atrás, Samuel Taylor Coleridge descreveu a cena como:

A instalação dum monarca temporal sob a pretensão de ser uma autoridade espiritual, o que não não era possível na Cristandade sem a extinção ou colocação num estado de transe o espírito do Cristianismo: isto foi colocado em práctica por Maomé, até ao estabelecimento do nepotismo mais extenso e mais déspota que alguma vez guerreou a civilização e os interesses da humanidade.

Será que aprendo a partir do editorial desta manhã que, finalmente, temos permissão para reconhecer e declarar a verdade? Se sim, então por mais sombria que seja a hora, ainda há espaço para a esperança.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Muçulmanos exigem uma zona exclusiva para si . . . em Oslo

“Não queremos viver lado a lado com bestas sujas como vocês…”

A agência noticiosa norueguesa VG Nett reportou que um grupo terrorista muçulmano, Ansar al-Sunna’, ameaçou levar a cabo ataques terroristas semelhantes aos levados a cabo a 11 de Setembro de 2001 se uma área da capital do país (Oslo) não for transformada numa nação islâmica, seguidora da Sharia.

A VG Nett declarou que a "Norwegian Police Security Service" (Politiets sikkerhetstjeneste - PST) já está familiarizada com muitos dos membros deste grupo terrorista particular.

Eis a notícia, tal como traduzida por Michael Laudahn,

Se os soldados noruegueses podem levar aviões para o Afeganistão, então Osama e Maomé podem também levar aviões até Osla, inshaAllah.

O governo tem que despertar e assumir as suas responsabilidades antes que a guerra se propague pela Noruega. Antes que a facção rival reaja. Antes que os muçulmanos levem a cabo as medidas necessárias.

Não confundam o silêncio muçulmano com fraqueza. Não tentem lucrar com a paciêmcia islâmica. Não nos forcem a fazer algo que pode ser evitado.

Isto não é uma ameaça, apenas palavras de verdade. As palavras de justiça. Um aviso de que as consequências podem ser fatais. Um aviso em torno dum 11 de Setembro em solo norueguês, ou um ataque em larga escala maior que aquele levado a cabo no dia 22 de Julho.

Isto é para o vosso bem e é do vosso interesse.

Não queremos fazer parte da sociedade norueguesa. Mas não achamos que seja necessário mudarmo-nos da Noruega uma vez que nascemos aqui e crescemos aqui. Para além disso. a terra de Alá pertence a todos. Mas deixem que Grønland se torne nossa. Fechem este quarteirão da cidade e deixem-nos controlá-la como achamos melhor.

Isto é o melhor para ambas as partes. Não queremos viver lado a lado com bestas sujas como vocês.

Fonte


* * * * * * *

Não querem viver lado a lado com os noruegueses mas querem viver no país que eles - os noruegueses - criaram (próspero e rico). Para além disso, qualificam os locais de "bestas" e "sujos" (que é uma forma de discriminação racial) mas mesmo assim pedem que estas mesmas "bestas sujas" cortem parte da capital do seu país e a entreguem de mão beijada à jurisdição maometana.

Mas, obviamente, o problema não é o islão mas sim a "cultura". Nós é que ainda não estamos suficientemente sensíveis para entender a sua forma de pensar e de ver o mundo.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Talibãs decapitam 17 civis após estes irem a uma festa no sul do Afeganistão

CABUL - Os talibãs decapitaram 17 civis afegãos que fizeram uma festa mista - entre homens e mulheres - no sul do país. Autoridades locais confirmaram as execuções nesta Segunda-Feira, 27, afirmando que os insurgentes mataram os 15 homens e as duas mulheres.

Supostamente o crime seria uma castigo pelo facto de terem ido a uma festa na qual os participantes ouviram música e dançaram, o que contraria a interpretação do islão seguida pelos maometanos da região.

Os assassinatos ocorreram em Musa Qala, distrito da província afegã de Helmand, onde soldados norte-americanos passaram alguns anos a combater os talibãs.

Na noite de Domingo, os mortos haviam participado duma festa com música e dança, disse o chefe de governo local - Neyamatullah Khan. Segundo ele, seguidores dos talibãs mataram o grupo para demonstrar a sua reprovação ao evento.

Todos os corpos estavam decapitados. Daoud Ahmadi, porta-voz do governo de Helmand, afirmou que não se sabe ainda se as vítimas foram baleadas antes de terem a cabeça decepada. As informações sobre a chacina estão lentamente a emergir uma vez que a área onde decorreu a matança é controlada pelos talibãs, comentou Khan.

Um porta-voz da milícia na região foi procurado, mas até o momento não foi encontrado. A retirada das forças estrangeiros que invadiram o Afeganistão em resposta aos ataques de 11 de Setembro de 2001 contra os Estados Unidos tem alimentado temores de que volte a vigorar no país a interpretação radical das leis islâmicas feitas pelos talibãs. De 1996 a 2001, período em que os talibãs controlaram o Afeganistão, toda execução de música e filmes era proibida.

Soldados

Em um ataque separado, dez soldados foram mortos em um ataque reivindicado pelos talibãs, também no sul do Afeganistão, segundo autoridades locais.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Iémen: Exército matou «número 2» da Al-Qaeda na Península Arábica



O ministério da Defesa do Iémen anunciou esta segunda-feira no seu site oficial que o exército matou na passada Quarta-Feira Said al-Shehri, considerado o «número 2» da Al-Qaeda na Península Arábica.

O terrorista foi abatido a par com outros seis militantes, resultado de uma operação na província de Hadramout (Leste do Iémen), segundo informou o ministério.

Recorde-se que Shehri, prisioneiro número 372 em Guantánamo, foi libertado em 2007 para Arábia Saudita, no enquadramento de um programa de reabilitação de militantes islamistas.

Fonte

sábado, 8 de setembro de 2012

Egipto: homem mata as 3 filhas com cobras venenosas

A trágica história dum pai egípcio que matou as suas 3 filhas com cobras foi largamente ignorada no Ocidente. A Emirates24 reporta:

Um pai egípcio matou as suas 3 filhas mais novas (com 7, 5 e 3 anos) ao permitir que cobras venenosas as mordessem. Segundo o jornal 'Al Youm Al Sabea'a', as 3 crianças foram encontradas mortas na sua cama na localidade de Bani Mazar (Alto Egipto). Relatórios forenses confirmaram que as crianças morreram devido ao veneno. Alegadamente o homem trouxe as duas cobras e permitiu que elas mordessem as crianças enquanto elas dormiam (como forma de não ser apanhado). Ele encontrava-se divorciado da mãe das crianças porque duvidava dela. Ele alegava que a mãe das crianças esteve num relacionamento antes de se casar com ele, e como tal, ele negava ser o pai das crianças. Mas ela insistiu que ele desse apoio às 3 filhas. No entanto, quando a sua segunda esposa deu à luz um rapaz, ele decidiu ver-se livre das crianças. Mais tarde ele confessou o crime junto da polícia.

Embora a Emirates24 dê à história uma interpretação Ocidental - alegando que o homem duvidava da fidelidade da esposa, da paternidade das filhas, e não queria pagar a pensão alimentícia - o programa egípcio Al Haqiqa ("a Verdade"), que dedicou um episódio a este assunto, nunca chegou a mencionar este ponto de vista, revelando, sim, que ele levou a cabo a matança apenas porque elas eram do sexo feminino.

Entre as várias pessoas entrevistadas que confirmaram isto encontrava-se a avó materna, que afirmou que, mal nasceu a primeira filha. o homem tornou-se hostil afirmando "odeio raparigas". Este cenário foi repetido de forma mais dramática com o nascimento da segunda filha. Quando ele descobriu que a sua esposa se encontrava grávida com a 3ª filha, tentou envenenar a esposa mas não conseguiu.

Depois disto, ele passou um ano inteiro a planear a melhor forma de matar as raparigas sem ser apanhado, chegando até a testar cobras diferentes - que se revelaram ineficazes.

Depois de vincar que o pai claramente não era maluco, mas que actuava de forma deliberada, o apresentador do programa explicou que "este assunto carece de mais discussão uma vez que esta mentalidade encontra-se presente na sociedade egípcia actual. Nós nunca imaginamos que este tipo de entendimento - em torno do infanticídio feminino - que existia no tempo do paganismo [jahiliyya] poderia algum dia regressar, mas ele regressou."

Por "tempo do paganismo", ou jahiliyya, o apresentador do programa, Wael Ibrashi, fazia uma alusão a uma famosa narrativa: segundo a tradição maometana, os árabes pré-islamicos tinham o hábito de enterrar os bebés recém-nascidos, se fossem meninas, mas que o profeta do islão - Maomé - havia proibido esta práctica.

Embora este tenha sido um passo positivo, infelizmente isto apenas é metade da história. De facto, este filicídio brutal é um lembrete dum fenómeno normalmente ignorado do mundo muçulmano: muitas vezes não são os ensinamentos específicos do islão que nos esclarecem o comportamento dos maometanos comuns - muitos deles não sabem o que o Alcorão realmente ensina, muito menos o que a Sharia realmente ensina - mas sim a cultura geral que emergiu após 14 séculos de islão. Originalmente Marshall Hodgson cunhou o termo "Islamicate" para descrever este fenómeno - que se refere "não directamente à religião propriamente dita, mas ao complexo social e cultural historicamente associado ao islão e aos muçulmanos…" (The Venture of Islam, vol. 1, p.59).

Considere-se o tópico da conversão forçada. Embora o Alcorão declare que "não há coerção na religião" - e mesmo a ayah 9:29, que se crê que abrogue tais versos que apelam à liberdade religiosa, permite que os Cristãos e os Judeus permaneçam na sua fé respectiva - desde o nascer da história islâmica até hoje, as conversões forçadas têm sido um aspecto normal do islão. E porquê? Porque embora o maometano comum não saiba o significado da lei, tendo como base a cultura islâmica, ele sabe que ser um infiel é uma coisa terrível. E devido a isto, "compelir" tais infiéis entrelaçados com o inferno a abraçar o islão pode ser visto como um acto de altruísmo.

No que toca ao infanticídio feminino, embora o islão não promova a matança de fêmeas apenas e só por serem fêmeas, o mesmo islão ensina um certo número de coisas que desumanizam e desvalorizam-nas nas sociedades muçulmanas, incluindo
  • 1) a noção de que as mulheres são intelectualmente deficientes (coisa que até uma mulher da política egípcia concorda),
  • 2) a noção do homem poder disciplinar fisicamente a esposa,
  • 3) o testemunho da mulher ter metade do valor do testemunho do homem,
  • 4) as mulheres dos infiéis poderem ser levadas cativas e vendidas como escravas sexuais (coisa que até uma activista política do Kuwait concorda), e
  • 5) Maomé ter comparado as mulheres a cães e demónios, chegando a afirmar que a maioria dos habitantes do inferno seriam as mulheres.
Neste contexto, embora o islão não tenha causado a morte destas raparigas, esta religião de certo modo ajudou a moldar a opinião que os muçulmanos têm das mulheres, que foi a semente por trás desta matança.

Eis aqui então a grande ironia do islão: é muito menos importante que Maomé tenha dito que não há coerção na religião ou que ele tenha proibido o infanticídio feminino. As suas muitas outras declarações que caracterizam os não-maometanos e todas as mulheres como "maus" têm sido muito mais influentes através do decurso da História, facto claramente observado pelo número de pessoas forçadas a se converterem ao islão ou no número de mulheres abusadas ou mortas.


Paquistão: Muçulmano tenta incriminar rapariga Cristã

Rapariga Cristã acusada de blasfémia pode ter sido incriminada por um clérigo maometano. A polícia paquistanesa prendeu o clérigo há alguns dias atrás, acusando-o de adulterar as evidências que supostamente mostravam que ela havia profanado o Alcorão.

O clérigo, Khalid Chishti, foi preso depois de outro clérigo da mesma mesquita ter-se dirigido à policia com alegações de ter visto Chishti a acrescentar páginas queimadas do Alcorão às evidências que foram entregues à polícia.

Segundo a polícia, Hafiz Mohammad Zubair, o outro clérigo, afirmou ter tentado impedir que Chishti adulterasse as evidências, mas este insistiu que esta era a melhor forma de se verem livres dos Cristãos daquela área.

Este novo desenvolvimento no caso que havia já atraído a condenação internacional vai acrescentar ainda mais pressão sobre as autoridades paquistanesas de modo a que estas absolvam a rapariga Cristã - que ainda se encontra na prisão e que pode ser condenada a prisão perpétua.

Esta revelação é também um argumento que os grupos que tentam repelir ou modificar as leis contra a blasfémia - afirmando que as mesmas são usadas para perseguir as minorias ou resolver conflitos pessoais - podem usar no seu combate. Peter Jacob, líder dum grupo activista Cristão que disponibiliza apoio legal às minorias paquistanesas, afirmou:

[Este incidente] É um alívio uma vez agora todos sabem que houve vitimização da menor. Este tipo de abuso já acontece há cerca de 25 anos e com este caso, nós podemos ver que existem lacunas nas leis da blasfémia que precisam de ser removidas de modo a que estes abusos não ocorram. Se a lei não pode ser repelida, o estado pode ao menos criar zonas de protecção usando este incidente como exemplo.

Numa entrevista dada alguns dias antes, Khalid Chishti confessou ter falado - num dos seus sermões - em expulsar os Cristãos daquela localidade.

Chaudry Asghar, um vendedor local, disse ao "The Monitor" que, há alguns meses atrás, os anciões e os clérigos religiosos haviam formado um comité determinado em encontrar formas de expulsar os Cristãos da área supostamente porque estes se haviam tornado num "distúrbio" durante as rezas islâmicas. Asghar disse:

Eles [os Cristãos] tocavam músicas durante o chamamento para as rezas, e os clérigos, juntamente com os anciãos, já os tinham avisado disso, mas eles não nos escutaram.

Hina Jilani, advogada pelos direitos humanos, disse que teme que os grupos religiosos [isto é, os maometanos] se unam em apoio ao clérigo; como tal, diz Hina, o governo tem que impedir que isso aconteça focando-se nos méritos legais e técnicos do caso.

O relatório médico revelou que ela é menor e mentalmente incapaz. Ele nunca deveria ter sido presa.

Hina Jilani disse ainda que as notícias de tensões já existentes entre os muçulmanos e os Cristãos são genuínas, e que o governo se deveria limitar a libertar a menina.

Ressalvando que o caso da menina não deve ser politizado, Hina Jilani disse no entanto que o padrão da perseguição das minorias em todo o país historicamente tem sido ligado a disputas locais em torno de coisas como propriedades e inimizades pessoais. No entanto, acrescenta Jilani, o uso destas leis da blasfémia tornou-se numa forma de "purificar a sociedade."

A perseguição de Cristãos no Paquistão têm aumentado com os anos. Actualmente restam menos de 2% em todo o país, mas os extremistas ainda se sentem ameaçados por eles?

Segundo Jilani, existem leis que lidam com pessoas ou grupos que incitam a violência comunitária, mas a aplicação de tais leis são fracas.

O governo tem que parar de ter medo destes lobbies religiosos e exercer a sua autoridade de modo a parar com a actividade de tais elementos que provocam ódio entre as diferentes comunidades paquistanesas.

O clérigo que foi apresentado ao tribunal há alguns dias atrás, foi entregue à policia durante 14 dias, e se se confirmar que ele adulterou as evidências, a mesma lei da blasfémia que ele visava usar contra a rapariga Cristã pode ser usada contra ele.



quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Nigéria: Obama não quer ofender maometanos.

Ao mesmo tempo que a administração Obama continua a afirmar que a jihad que o grupo maometano Boko Haram está a levar a cabo contra os Cristãos - que já causou a morte de milhares de Cristãos e a destruição de muitas igrejas - não está relacionada com o islão, o grupo mais uma vez deixou bem claro que a fé maometana é a principal causa da cristofobia. Uma reportagem recente afirma:

Num vídeo online disponibilizado na semana passada, o grupo militante muçulmano Boko Haram exigiu que o presidente Cristão da Nigéria se converte-se ao islão ou abandonasse o cargo. O líder do grupo [Boko] Haram, Abubakar Shekau, disse ao Presidente Goodluck Jonathan para se "arrepender e abandonar o Cristianismo", ou então os seus seguidores continuariam com a sua campanha violenta.

Apesar da administração Obama ter concordado em gastar $600 milhões numa iniciativa USAID lançada como forma de se averiguarem "as verdadeiras causas" por trás da violenta e sanguinária actividade do Boko Haram, desde o principio que o grupo - e outros maometanos - estavam enraivecidos pelo facto da Nigéria estar a ser liderada por um Cristão. Isto, note-se, apesar de Goodluck Jonathan, ter vencido as eleições de modo categórico ("landslide").

Em Abril de 2011, o analista Peter Run disse:

A onda actual de tumultos foi catalisada pelo anuncio da Independent National Election Commission's (INEC), na Segunda Feira [18 de Abril de 2011], de que o presidente incumbido, o Dr. Goodluck Jonathan, venceu a ronda inicial da contagem de votos. Os tumultos nas zonas do norte largamente habitadas por muçulmanos, e onde a derrota do candidato muçulmano - Muhammadu Buhari - foi [considerada] intolerável não foram surpreendentes. Eles estão agora zangados apesar dos peritos e dos observadores terem reportado que estas foram as eleições mais justas e mais independentes da recente história da Nigéria.

Mais uma vez, portanto, a realidade é facilmente discernível - no fundo, no fundo, a campanha assassina do grupo Boko Haram é inteiramente motivada pela sua religião - mas a administração Obama não só se recusa a designar este grupo como uma organização terrorista, como esbanja elevadas somas de dinheiro em iniciativas (ou diversões) supérfluas ao mesmo tempo que pressiona o presidente nigeriano para fazer mais concessões, incluindo a construção de mais mesquitas, o local exacto onde os muçulmanos são radicalizados e recrutados para a jihad do Boko Haram.

domingo, 2 de setembro de 2012

Bombista suicida conhecida como "Viúva Negra" era dançarina antes de se converter ao maometanismo

Os órgãos de comunicação nacionais reportaram que a bombista suicida que, há alguns dias atrás, matou o proeminente clérigo Said Atsayev, havia sido uma actriz e participante dum grupo de dança antes de se juntar ao movimento islamista da república do Daguestão.

Aminat Kurbanova, que nasceu com o sobrenome étnico russo Saprykina, graduou-se na escola de drama da "Dagestan State University" em Makhachkala, e foi trabalhar no Teatro de Gorky. Juntamente com o seu primeiro marido - o também actor Marat Kurbanov - ela fez também parte dum conjunto de breakdance local com o nome de “Snatch.”

Um número de vídeos das actuações dos Snatch encontra-se no Youtube, mas nenhum mostra participações femininas. Um vídeo publicado pelo site do tablóide Lifenews.ru exibiu uma mulher com a aparência de Kurbanova a executar danças clássicas com um homem.

Reportagens afirmam que Kurbanova converteu-se ao islão depois depois do casamento, e passou a fazer parte do grupo de insurgentes maometanos radicais do Daguestão depois do seu marido ter sido morto numa operação anti-terrorismo (2009). Subsequentemente, Kurbanova casou-se duas vezes e o seu último marido - Magomed Ilyasov - morreu quando manejava uma bomba de fabrico caseiro.

Suspeita-se que a Fevereiro de 2011 Ilyasov tenha organizado um ataque suicida duplo que matou dois polícias e feriu quase 30 na zona de Gubden. Mais tarde os dois suicidas foram identificados como sendo Vitaly Razdobudko e a sua esposa Maria Khoroshyova, que, segundo se crê, tenham sido os primeiros eslavos étnicos a levar a cabo ataques suicidas.

No ano passado, os investigadores haviam colocado Kurbanova na lista de pessoas potencialmente perigosas e ela foi erradamente identificada como uma das participantes do ataque suicida com um carro bombista que matou 13 pessoas e feriu mais de 100 em Makhachkala, em Maio deste ano.


* * * * * * *

Esta é a tragédia do islamismo: pessoas com profissões normais e vidas funcionais são sugadas para esta ideologia política, e levadas a tomar parte em actividades que terminam vidas alheias, e - em muitos casos - a própria vida.

Uma ideologia com tanto ódio pelo ser humano não tem origens humanas, mas também não vem de Deus.

sábado, 1 de setembro de 2012

Jihadistas egípcios livremente apelam para o genocídio de Cristãos.

Segundo a El Fegr, "Elementos pertencentes a organizações jihadistas distribuíram panfletos (...) apelando à matança de Coptas no Suez, Ismailia, e o Alto Egipto, prometendo que eles [os Coptas] um fim trágico se eles não regressassem à verdade."

O medo e o terror entre os Cristãos egípcios aumenta todos os dias.

Uma imagem com a cópia da carta apareceu no site da El Feg. Com o título de "Um Urgente e Importante Aviso," a mesma começa apelando "a todos os irmãos e irmãs" para "matar ou atacar fisicamente os inimigos da religião de Alá - os Cristãos de todas as províncias do Egipto, os escravos da Cruz, que a maldição de Alá esteja sobre eles . . . "

A mesma carta procede prometendo recompensas monetárias a quem ajudar a "atingir os direitos de Alá sobre os seus inimigos."

Como testemunho do quão à vontade as organizações jihadistas se sentem no Egipto actual, sob a presidência de Muhammad Morsi (Irmandade Muçulmana) , a usual linguagem críptica é abandonada, uma vez que a carta nomeia pontos de contacto e até uma mesquita - Sheikh Ahmed Mosque em Kasfrit - onde todos os interessados se devem reunir "depois das rezas de 6ª Feira, onde novos membros da organização serão recebidos."

Segundo se sabe, este apelo só terá fim quando os Cristãos egípcios "regressarem à verdade," referência que provavelmente significa que 1) ou os Cristãos aceitam a "verdade" - isto é, o islamismo - 2) ou então aceitam o estatuto sub-humano de dhimmi (Alcorão 9:29).

Conversões forçadas e estatuto de dhimmi são ocorrências regulares no panorama Egípcio de hoje, tal como já o eram no passado.

Fonte

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Infelizmente para os Cristãos, quem controla as organizações mundiais que podem impedir este tipo de actividade (ou pelo menos colocar pressão sobre os líderes egípcios) odeia o Cristianismo tal como os muçulmanos odeiam o Cristianismo. Devido a isto, o genocídio Cristão está a ser feito com a complacência das Nações Unidas, da União Europeia e de muitas outras ONGs "humanitárias" que estão mais preocupadas com a morte de *1* homossexual no Chile, ou preocupados com a promoção do aborto, do que com as dezenas de Cristãos que são mortos mensalmente nos países islâmicos, países comunistas ou na Índia.

O motivo para este desprezo do sofrimento Cristão é simples: os esquerdistas têm planos semelhantes para os Cristãos ocidentais. Aquilo que os maometanos fazem aos Cristãos no Médio Oriente, é exactamente o mesmo que os esquerdistas querem fazer aos Cristãos ocidentais. Por isso é que de maneira nenhuma eles podem condenar estes gestos jihadistas quando eles mesmos querem colocar em práctica os mesmos gestos o mais rápido possível.

O que os jihadistas e os esquerdistas não sabem (mas vão ficar a saber) é que Quem controla os destinos da humanidade é o Deus dos Cristãos,o Deus dos Judeus - o Deus de Israel - não o deus dos árabes. Devido a isto "Maior é Aquele que está em vós do que aquele que está no mundo." [1 João 4:4]

Para além disto, convém levar em conta que, como o islão é uma ideologia política mascarada de religião, este apelo ao genocídio de Cristãos, para além de ser consequência lógica de quem leva o Alcorão a sério, é também uma arma política útil para a elite muçulmana; quanto menos não-muçulmanos houver entre a população mais fácil vai ser controlar a mesma.



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