MITOS ISLÂMICOS

terça-feira, 29 de maio de 2012

4 mulheres e 2 homens condenados à morte por dançarem num casamento

Na zona norte do Paquistão 4 mulheres e 2 homens foram condenados à morte por terem cantado e dançado juntos num casamento. Os clérigos emitiram um decreto depois dum vídeo dos seis, feito com um telemóvel, ter emergido.

As autoridades paquistanesas locais afirmaram que os clérigos ordenaram o castigo devido às alegações de que os homens e as mulheres dançaram juntos na aldeia de Gada, algo que vai contra os rígidos costumes tribais que separam as mulheres dos homens.

O policial Abdul Majeed Afridi disse o seguinte à AFP:

Os clérigos locais decretaram que os 2 homens e as 4 mulheres presentes no video deveriam ser mortos. Decidiu-se que os homens seriam mortos primeiros, mas eles fugiram e como tal, as mulheres estão a salvo.

Já enviei uma equipa de salvamento. Por enquanto, estou à espera de algumas notícias.

O policial acrescentou que as mulheres foram confinadas para as suas casas.

Fonte

domingo, 27 de maio de 2012

Brasileiros discutem na internet criação de um partido islâmico


Não é só na Europa.
O blog da SIM (Sociedade Islâmica do Maranhão) revela estar havendo entre as comunidades de muçulmanos um debate para a criação do PIB (Partido Islâmico Brasileiro). No blog há, inclusive, o que seria a bandeira de um Brasil de Maomé: uma lua crescente com uma estrela (símbolo do Islã) no lugar da inscrição positivista “ordem e progresso” e do Cruzeiro do Sul (que pode ser tomado como uma referência ao cristianismo).

O autor do post que apresentou uma proposta para a doutrina do partido se manteve no anonimato, identificando com o nome da sociedade, embora em alguns trechos escreva na primeira pessoa. É de se supor que seja um director da SIM.

Ele afirmou que o lema do PIB é "Islã, Propriedade e Família". O que lembra a TFP (Tradição, Família e Propriedade), uma organização católica de ultradireita [sic].

O autor do post, contudo, ressaltou que o PIB vai combater “as doutrinas socialista e fascista”. “Queremos apresentar uma alternativa concreta ao povo brasileiro, a qual não é capitalista, nem comunista, não é liberal nem socialista, mas é única e exclusivamente ISLÂMICA”, escreveu.

O autor reconheceu que ainda é cedo para iniciar uma campanha para o recolhimento das 450 mil assinaturas para a criação do partido, conforme exige da legislação. Por isso, o “momento é para a construção [informal] de directórios municipais e estaduais e depois o diretório nacional”.

Ele sugeriu colocar o nome do partido em “banho-maria”, de modo que possa ser mudado, se preciso, para torná-lo mais digerível, conforme ficou subentendido no blog.

Disse que o partido islâmico vai ter de enfrentar uma grande oposição porque “o Islã propõe uma total inversão da maioria dos valores cultuados pela sociedade brasileira”.

Como exemplos, mencionou que o islamismo não admite a cobrança de juros e a comercialização de bebidas alcoólicas. Por isso, disse, bancos e sector de bebidas estão entre os principais “inimigos” do Islã.

Ele reconheceu que, se fosse criado agora, o partido islâmico não teria condições de enfrentar os conflitos desencadeados pela sua proposta de “inversão dos valores” dos brasileiros.

Escreveu que a estratégia agora é a de “acúmulo de forças”, o que inclui, já nas próximas eleições, apoiar candidatos a vereador e a prefeito de partidos que “sejam aprovados pelo movimento [dos muçulmanos]”.

O autor revelou que se tornou muçulmano há dois anos e que participou da criação em 2005 do PSOL, partido que, segundo ele, se desviou de seus objectivos.

Quando me reverti ao Islã, abandonei esta militância por acreditar que não há alternativa para o futuro da humanidade nas propostas defendidas por socialistas, capitalistas, fascistas, comunistas e outros istas”, disse. "O futuro e a libertação da barbárie passam, inequivocamente, PELO ISLÃ!

Não há dados oficiais sobre quantos brasileiros são muçulmanos. A estimativa de suas lideranças varia muito, vai de 200 mil a mais de um 1 milhão de fiéis.
"Libertação da barbárie" por meios maometanos sem dúvida que é uma ideia revolucionária. Que pena que durante os 1400 que os islamismo tem estado na Terra isso nunca tenha acontecido. Se calhar o "verdadeiro islão", tal como o "verdadeiro comunismo", ainda não tenha sido posto em práctica.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Iranianos continuam a rejeitar o islão e a abraçar o Cristianismo

Os líderes religiosos do Irão demonstram alguma frustração pelo facto de continuar a haver um largo número de iranianos que anualmente abandona o islão e aceita o Senhor Jesus como Salvador - apesar das ameaças de execução por apostasia.

Um antigo membro das guardas iranianas, que desertou para a Europa, disse ao Daily Caller que o regime do seu país ordenou o uso de medidas drásticas como forma de acabar com as conversões - mesmo que seja preciso lançar pessoas na prisão, torturá-las e queimar um largo número de Bíblias.

Segundo o editor-chefe da Mohabat News (em farsi), dois convertidos aos Cristianismo na casa dos 20 anos foram presos em Abril último depois de agentes terem entrado na sua casa - em Teerão - sem qualquer tipo de mandato.

Um dos agentes, respondendo de forma arrogante à mãe dos presos quando esta perguntou para onde e porquê levavam os seus filhos, disse "Digam a Jesus para os salvar!".

Fonte

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O tempo passa, mas os seres humanos continuam a fazer os mesmos erros. Pelo menos os marxista culturais já se aperceberam que destruir o Cristianismo pela violência é impossível; eles agora usam a infiltração e a subversão a partir de dentro. Mesmo esta medida nunca será bem sucedida uma vez que o Cristianismo em si é indestrutível.

Os maometanos, ignorantes que são da História ocidental, não sabem que violência contra Cristãos é a melhor forma de aumentar o número de Cristãos.

Torturadores de Cristãos

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Suíços precisam de permissão para proteger a Suíça


Grupo que reúne esforços para resistir à islamização da Suíça recebeu a aprovação do Tribunal Federal para exercer o direito de distribuir panfletos a partir do seu stand publicitário. Para além disso, o Tribunal determinou que as autoridades locais têm a obrigação de protege-los.

O Concílio de Fribourg havia proibido o grupo - O Movimento Contra a Islamização da Suíça - de estabelecer uma tenda informativa durante uma campanha anti-minarete que se realizou no ano de 2009.

O Concílio afirmou que se tinha recusado a autorizar o grupo de propagar a sua mensagem devido ao medo da reacção violenta que supostamente poderia surgir [por parte de quem?].

O grupo venceu, assim, o direito de propagar informação que visa alertar os locais dos perigos que resultam do aumento da influência islâmica na Suíça. Portanto, em certas áreas da Suíça é preciso autorização (e protecção) legal para se defender o seu próprio país da invasão islâmica.

Ridículo.

Fonte

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Morreu o autor dos atentados de Lockerbie

O líbio al-Megrahi, condenado pelo atentado de Lockerbie, morreu, neste domingo, vítima de cancro.

Abdel Basset al-Megrahi tinha 59 anos e travava uma antiga luta contra o cancro da próstata.

Tinha regressado a casa em Abril para estar com a família, uma vez que já estava em fase terminal.

Em 2001, um tribunal escocês considerou o ex-agente secreto da Líbia culpado pelo ataque a um avião, que vitimou 270 pessoas em 1988, em Lockerbie, embora este sempre tenha alegado a sua inocência.

Fonte

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Gangues muçulmanos e não " gangues asiáticos"

Por Glen Jenvey

As recentes reportagens da imprensa britânica em torno do escândalo sexual de Rochdale foram injustas e ofensivas ao descreverem os violadores de "asiáticos". O uso deste termo pelos média, como forma de descrever estes criminosos, cataloga todos os asiáticos como potenciais infractores e, de modo implícito (ou mesmo explícito), atribui este tipo de comportamentos a todos os asiáticos no geral, o que é racista e ofensivo para uma larga secção da comunidade asiática obediente à lei.

Porque é que a imprensa nacional não consegue usar as palavras "gangues sexuais paquistaneses" ou "afegãos" quando reporta estes casos? Melhor ainda, porque é que não os descrevem como "gangues sexuais muçulmanos" ? Porque é que ao tentarem ser politicamente correctos, eles têm que publicar manchetes que não só distorcem e escondem a verdade, como difamam todos os indianos e todos os asiáticos com estigmas raciais e criminosos da pior espécie?

Tal como os gangues criminosos prévios, os infractores de Rochdale agiram segundo uma perspectiva cultural inspirada pela sua religião - incompatível com a sociedade britânica - e que não é partilhada pela comunidade asiática. O Hinduísmo, o Budismo, o Sikhismo e o Cristianismo não só possuem tradições culturais e religiosas mais antigas que o islamismo na Ásia, como possuem um código moral compatível com a lei e os valores britânicos. É uma desgraça que os média usem um termo racial como forma de fazer ligação entre estes crimes (perpetuados por muçulmanos) e todos os asiáticos.

Falo como alguém que faz parte duma família Tamil cujos membros lutaram de forma brava na 2ª Guerra ao lado dos britânicos, e que estão orgulhosos da sua herança cultural e do lugar que conquistaram na sociedade britânica. As pessoas da minha comunidade estão fartas dos problemas associados aos gangues de narcotráfico muçulmanos, aos gangues sexuais muçulmanos e aos muçulmanos que apoiam grupos terroristas. As verbas angariadas pelos muçulmanos em favor dos terroristas muçulmanos são usadas como forma de financiar ataques aos indianos inocentes como aos britânicos inocentes; tanto em Londres como em Mumbai.

As contribuições da comunidade Sikh para a cultura e sociedade britânica têm sido leais e honradas. Quão injusto é associá-los com o tipo de comportamento levados a cabo por muçulmanos?

Os Sikhs possuem também uma longa e orgulhosa história tanto nas forças militares britânicas como nas forças militares indianas - como também como parte da sociedade britânica. Um Sikh contou-me hoje que "o problema reside na comunidade muçulmana , na impressa esquerdista politicamente correcta e numa liderança fraca demais para fazer alguma coisa em relação a isto".

Falei também com um amigo Cristão de Goa (índia) e ele disse-me o quão perturbado ele está pelo facto do seu irmão estar a ser qualificado de "besta sexual" pela imprensa britânica.

Os budistas estão também chateados com a imprensa britânica - qualificando-a de racista - devido ao seu uso descuidado e francamente imprudente do termo "asiático" nas suas reportagens. Não só isto coloca um injustificado ângulo racial na história , como demoniza toda a comunidade asiática britânica.

Os asiáticos britânicos estão enojados com os insultos raciais e com a forma como os média estão a reportar o caso. Porque é que eles insistem em acrescentar um elemento racial quando não existe um? Porque é que eles não reportam os genuínos problemas existentes dentro da comunidade muçulmana e dentro da religião islâmica?

Eu mesmo já me queixei à comissão de queixas da imprensa e apelo a todos os asiáticos britânicos que levem a cabo o mesmo esforço de modo a dar um término a estes insultos raciais.

Asian Tribune

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Há motivos bem claros para o uso do termo "asiático" em vez de "muçulmano": votos e petróleo. A esquerda militante depende do voto islâmico para continuar a ter capacidade de influência na política inglesa e o governo inglês não quer ver as suas relações com os países árabes deterioradas.

Como tal, é mais conveniente usar um termo absolutamente racista e ridículo para qualificar os infractores em vez de se usar o único termo que une os gangues de narcotráfico, os gangues sexuais e gangues de angariam dinheiro para grupos terroristas: muçulmanos.

domingo, 13 de maio de 2012

Muçulmanos nigerianos continuam a matar

Muçulmanos incendiaram uma casa numa povoação Cristã e mataram sete pessoas e feriram mais um.

O ataque é mais um na sequência das matanças que os adoradores do deus árabe Alá têm levado a cabo na Nigéria nos últimos meses (com a aprovação da comunidade internacional especialmente das Nações Unidas).

A violência maometano continua a avançar para zonas rurais o que pode significar que a matança vai-se tornar ainda mais descontrolada.

Segundo Mark Lipdo, que gere um grupo Cristão conhecido como Stefanos Foundation, as matanças na povoação ocorreram na 4ª-Feira à noite em Tahoss.

Os terroristas muçulmanos, que alegadamente pertencem ao grupo "Muslim Fulani", atacaram uma família específica.

Fonte

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Muçulmanos nigerianos continuam a practicar o seu desporto favorito (matar Cristãos inocentes) porque a comunidade internacional não está minimamente interessada em ter Cristãos como vítimas. Enquanto a violência islâmica for dirigida aos Cristãos, os muçulmanos sabem que nada têm a temer.

sábado, 12 de maio de 2012

Rússia impede ataque terrorista

As agências de segurança russas impediram uma conspiração maometana tendo em vista um ataque terrorista a ser levado a cabo nos Jogos Olímpicos de Inverno em 2014. O "National Anti-Terrorism Committee" (NAC) disse que as forças especiais confiscaram armas, munições e explosivos na região de Abkhazia - perto da Geórgia.

A declaração da NAC diz:

A FSB russa (serviços de segurança) foi capaz de estabelecer que os militantes planeavam movimentar as armas até Sochi [local dos Jogos] entre 2012 e 2014 e usá-las como forma de levar a cabo ataques terroristas antes e durante os Jogos Olímpicos.
Qualquer tipo de falha durante os jogos pode-se revelar como embaraçosa para Vladimir Putin, que tem um interesse pessoal no evento ao tentar usá-lo como forma de impulsionar a imagem da Rússia no estrangeiro.

O Comité Olímpico Internacional afirmou estar confiante que a Rússia proporcionará um evento seguro.

Abkhazia, que a Rússia reconheceu como independente depois duma guerra com a duração de 5 dias contra o seu vizinho a sul, está adjacente a Sochi na costa do Mar Negro.

Fonte

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