MITOS ISLÂMICOS

domingo, 15 de abril de 2012

O bigode não-islâmico


Há já 18 anos que o bigode de Amir Muhammad Afridi o tornou numa espécie de celebridade através das terras tribais da zona fronteiriça do Afeganistão.

Mas isto foi antes do seu luxuriante cabelo facial atrair a atenção do grupo islâmico Lashkar-i-Islam - grupo este que se determinou a impor a sharia no zona onde Afridi vivia.

Durante os últimos dois anos ele recebeu ameaças de morte e intimidação, e foi forçado a fugir da sua casa tudo por causa do bigode que lhe ocupa 30 minutos por dia em higiene:

Prenderam-me em plena luz do dia, puseram-me num carro, levaram-me para uma escola religiosa, declararam que o bigode não é islâmico e ordenaram que eu o cortasse.

Eu nada poderia fazer visto que me encontrava rodeado de armas Se eu tivesse resistido, seria morto.

Desde então, Afridi, de 42 anos, saiu de casa (em Banna) e recolocou a sua esposa e os seus 10 filhos na cidade de Peshawar, onde ele vive anonimamente e dirige um pequeno negócio de importação de relógios.

Fonte

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Maometana francesa considera emigrar para a Inglaterra para fugir à islamonausea

No ano passado este blogue contou a história de muçulmanos franceses que alegadamente estavam a emigrar para a Inglaterra como forma de fugir à islamonausea existente em França.

Eis aqui outro exemplo.

Mounia Bassnaoui vive em stress permanente. Desde que a muçulmana de 23 anos decidiu começar a usar o véu islâmico que ela passou a ser vítima de perseguição, agressões físicas e gritos de "al Qaeda" dirigidos a si provenientes de jovens da sua área.

Ela perdeu o seu emprego governamental de contabilista como consequência da proibição francesa do uso de vestuário religioso em edifícios governamentais. E apesar de ter nascido em França (pais marroquinos) ela sente que pode ser levada a emigrar para a Holanda ou Inglaterra.

Há outra opção: ela pode emigrar para um país muçulmano onde ela pode usar a tenda móvel sem qualquer tipo de restrições.

Ela diz ainda:

Actualmente é assustador. A França é o pior país da Europa para se ser muçulmano uma vez que o governo é vincadamente contra nós. E se Nicolas Sarkozy for reeleito, as coisas vão piorar.
Note-se que ela usou o seu véu sabendo muito bem que isso levará a que ela seja expulsa do emprego.

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Mal os governos europeus comecem a agir de forma séria contra a ameaça maometana, começaremos a ter notícias de mais deste tipo de emigração.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O islamismo de Leonardo Da Vinci

O livro de Morteza Khalaj Amirhosseini “Leonardo Da Vinci’s Drawings” contém os seus melhores desenhos bem como uma biografia detalhada do eminente artista. Tendo como base fontes válidas, o livro "prova" que Da Vinci havia-se convertido.

Amirhosseini acrescentou:

Preparei o livro de modo a abordar as necessidades dos estudantes de arte uma vez que não existia livro compreensivo algum disponível no Irão. Nós temos que conhecer um artista pelo seu trabalho, mas infelizmente, no Irão, Da Vinci é apenas um ícone com popularidade mitológica.
Amirhosseini prosseguiu afirmando que o livro apresenta uma biografia integral de Da Vinci onde, supostamente com base em fontes primárias, é demonstrado que o artista se havia convertido ao islão. No entanto, diz o autor, o ocidente prefere manter um silêncio em torno deste assunto.

Ele diz:

Um escritor francês do século 19 analisou o assunto (em torno da conversão de Da Vinci) num tratado, mas o ocidente baniu a publicação deste tratado.

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O activistas homossexuais afirmam que Leonardo era homossexual ao mesmo tempo que os maometanos afirmam que ele era muçulmano. Se calhar ele era um homossexual muçulmano?

Oh, a ironia!

É curioso que os maometanos nunca afirmem que monstros e sádicos como o Marques de Sade ou o nacional-socialista Adolf Hitler se tenham convertido ao islão.

Outra coisa que é preciso levar em conta é que, mesmo que Leonardo fosse maometano ou homossexual de forma alguma isto valida o maometanismo ou o homossexualismo.

Converteu-se ao islão depois de morrer.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

França: 19 muçulmanos presos sob suspeitas de "radicalismo"

E como foi que estes maometanos se "radicalizaram"? Provavelmente foi lendo o "sagrado" Alcorão que diz coisas como:
Alcorão 9:29 — Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.
Portanto, enquanto "aqueles que não crêem em" Alá não se converterem, os muçulmanos devem continuar a combatê-los.
Alcorão 9:111 — Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos.

Alcorão 9:123 — Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós

Alcorão 48:29 — Muhammad é o Mensageiro de Deus, e aqueles que estão com ele são severos para com os incrédulos [os não-maometanos] porém compassivos entre si.

Uma coisa é certa: se nós continuarmos a ignorar a fonte da violência levada a cabo pelos maometanos, eventualmente o problema terminará por si mesmo. Como tal, vamos fingir que os versos listados em cima pura e simplesmente não existem.
PARIS – O president Nicolas Sarkozy afirmou que a polícia presente nas cidades do país detiveram 19 homens numa iniciativa visando os suspeitos de extremismo islâmico.

Sarkozy afirmou perante a a rádio Europe-1 que armas foram apreendidas no raid, incluindo, AK-47.

Ele afirmou ainda que mais operações semelhantes estão planeadas.

Apesar do assassino muçulmano de Toulouse ter afirmado os motivos que o levaram a matar pessoas inocentes, a elite europeia (provavelmente propositadamente) continua ignorante da natureza imperialista da ideologia política com o nome de islão.

Fonte

sexta-feira, 6 de abril de 2012

MITO: Maomé nunca sancionou a violação sexual

É contra o maometanismo (=islão) a violação de mulheres muçulmanas, mas Maomé encorajou a violação de mulheres capturadas. A seguinte hadith oferece-nos o contexto à volta do verso alcorânico 4:24:
O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar até Awtas por ocasião da batalha de Hunain. Eles depararam-se com o inimigo e combateram-no. Depois de os terem vencido, levaram consigo os cativos.

Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus esposos, que eram descrentes. Então Alá, o exaltado, enviou o verso alcorânico onde se lê:

"Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." (4:24)

Abu Dawud 2150 e Muslim 3433

Na verdade, e como indica a tradição islâmica supracitada, não foi Maomé mas "Alá o exaltado" quem deu permissão aos maometanos para abusar sexualmente as cativas em frente aos seus esposos. Isto é suficiente para vermos que o islão é totalmente distinto do Judaísmo e do Cristianismo, onde Deus nunca deu permissão para abusar sexualmente de mulheres.

Note-se também que os esposos destas vítimas infortunadas estavam ainda vivos depois da batalha. Isto é muito importante visto que refuta os apologistas maometanos que gostam de afirmar que as mulheres que Maomé escravizou eram "viúvas" e, como tal, incapazes de tomar conta de si mesmas.

Mas mesmo que os embaraçados apologistas islâmicos estivessem correctos, e elas fossem viúvas, que espécie de "código moral" é este que obriga uma viúva a escolher entre ser violada ou morrer a fome?

Há muitos outros episódios onde a Maomé são fornecidas oportunidades para condenar a violação de mulheres, mas onde ele oferece conselhos em como avançar com o abuso sexual.

Num dos casos, os seus homens estavam relutantes em desvalorizar as escravas (para venda futura) engravidando-as. Perguntaram a Maomé o que ele tinha a dizer sobre coitus interruptus:

Ó apóstolo de Alá! Temos cativas como parte do nosso espólio e estamos interessados no seu preço. Qual é a tua opinião àcerca do coitus interruptus? O apóstolo respondeu: "Vocês fazem mesmo isso? É melhor não o fazerem. Nenhuma alma que Alá destinou que viesse a existir deixará de existir."

Bukhari 34:432

Como indicado, o profeta do islão não se importou com o facto dos seus homens abusarem sexualmente de mulheres; desde que eles ejaculassem dentro delas, estava tudo bem.

Como se pode imaginar, a óbvia aprovação de Maomé pela violação das mulheres capturadas em batalhas e a sua participação pessoal nelas - tal como registado em muitas fontes islâmicas - é um facto de extrema inconveniência para os apologistas maometanos que tentam a todo o custo pintar Maomé como um líder religioso ao nível do Senhor Jesus ou do Profeta Moisés.

Devido a isto, alguns destes jihadistas-do-teclado tentam explicar estes episódios e as referências alcorânicas em favor do sexo com as cativas como situações onde as mulheres supostamente tinham "maus casamentos" com os maridos e buscavam "refúgio" junto dos maometanos.

Alguns apologistas chegam a referir estas prisioneiras de guerra como "esposas", embora o Alcorão faça a distinção clara entre "aquelas que tendas à mão" e as genuínas esposas (ver Sura 33:50). Para além do previsível desespero dos apologistas maometanos do século 21, não há nada historicamente defensível que suporte a versão rosada dos factos que eles apresentam.

As mulheres da tribo Banu Mustaliq foram vendidas como escravas depois de terem sido violadas:

Fomos com o apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) na expedição até Bi'l-Mustalia e levamos cativas excelentes mulheres árabes; tínhamos desejo por elas visto que sofríamos a ausência das nossas mulheres, [mas ao mesmo tempo] queríamos também compensação por elas.

Decidimos então ter relações sexuais com elas mas observar ao mesmo tempo o azl (remoção do órgão sexual masculino antes da emissão do sémen como forma de impedir a concepção). No entanto dissemos: "Vamos levar isto a cabo enquanto o mensageiro de Alá está entre nós; porque não questioná-lo?"

Perguntamos então ao mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) e ele respondeu "Não faz mal" [ou "não é importante"].

Sahih Muslim 3371

Na verdade, Maomé e o seu grupo de fiéis seguidores comercializaram as escravas como se fossem uma comodidade na sua posse:

Foi então que o apóstolo enviou Sa-d b. Zayd al-Ansari, irmão de Abdu'l-Ashal com algumas das cativas da tribo Banu Quraiza a Najd e ele vendeu-as em troca de cavalos e armas.

Ibn Ishaq/Hisham/Hisham 693

Faz parte da religião islâmica vender as "esposas" em troca de cavalos? Como se pode ver, e contrariamente ao que os apologistas afirmam, estas não eram esposas mas escravas.

Mais importante ainda, por definição, uma mulher "capturada" não é aquela que foge do marido. Ela foge dos seus captores (isto é, os esclavagistas maometanos). A hadith seguinte descreve um típico raid muçulmano onde as mulheres e crianças são capturadas no momento em que tentam fugir dos invasores maometanos:

[...] e então nós atacamos por todos os lados e atingimos o lugar onde davam de beber os animais, onde uma batalha foi combatida. Alguns dos nossos inimigos foram mortos e alguns foram levados como prisioneiros.

Vi um grupo consistido por mulheres e crianças [a escapar]. Temi que eles atingissem a montanha antes de mim e como tal, atirei uma seta entre eles e a montanha. Quando eles viram a seta, pararam. Foi então que os conduzi de volta.

Sahin Muslim 4345

O narrador maometano - que por acaso é o filho adoptivo de Maomé - viu ao longe mulheres e crianças a fugir da investida islâmica depois do massacre dos seus homens. Como forma de impedir a sua fuga, ele atira uma seta como forma de aviso. A seta cai um pouco mais à frente do grupo em fuga e eles param de fugir mal a vêem.

Claramente estas mulheres não buscam "refúgio" junto dos muçulmanos. Elas fogem DOS muçulmanos como forma de evitar a captura.

A mesma hadith reporta ainda que Maomé pessoalmente exigiu uma das mulheres capturadas para o seu "uso pessoal":

Conduzi-as [mulheres e crianças] até junto de Abu Bakr, e ele concedeu-me aquela rapariga como prémio. Então chegamos a Medina.

Eu não a tinha ainda desnudado quando o mensageiro (que a paz esteja com ele) encontrou-se comigo no caminho e disse: "Dá-me aquela rapariga."

Sahih Muslim 4345

Portanto, para além de violador, aparentemente Maomé cobiçou uma cativa que havia já sido escolhida pelo filho adoptivo.

Conclusão:

O "profeta" do maometanismo e os seus companheiros usaram a jihad como forma de obter mulheres para uso sexual pessoal e para comércio. A menos que ela fosse arbitrariamente declarada esposa de alguém, ela tornar-se-ia numa escrava sexual.

De qualquer forma, o seu destino não era consequência de algo que ela tivesse feito, e nem possuía ela qualquer tipo de escolha em relação ao seu trágico futuro.

Que "religião" é esta?


Mais mitos em torno de Maomé.

Fonte

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Judeus anti-Israel atacados por muçulmanos enquanto se manifestavam em favor dos muçulmanos

Série de comícios e demonstrações que deveriam ocorrer no mundo árabe, e que supostamente atrairiam cerca de 2 milhões de participantes em favor da suposta "Marcha Global para Jerusalém, foi um fracasso total na medida em que a "Marcha Global" resumiu-se a demonstrações localizadas pela Jordânia, Síria, e Líbano.

Embora as zonas fronteiriças do Norte e do Este de Israel tivessem sido áreas pacíficas, e os comícios tivessem sido em larga escala tranquilos, verificarem-se actos violentos no evento que se realizou na Jordânia. Os órgãos de comunicação locais reportaram que 4 rabinos americanos, membros do grupo radical anti-zionista Karta, foram verbalmente atacados por participantes locais logo no início do evento. Eles foram entretanto ajudados por outros participantes.

Fonte

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A ironia não poderia ser mais óbvia. Este grupo de judeus esquerdistas uniu-se aos maometanos no seu ódio a Israel só para descobrir que os maometanos odeiam os judeus não por causa de Israel mas apenas e só por serem judeus.

Mas não esperem que estes rabinos-ao-serviço-do-esquerdismo abram os olhos e tomem consciência da verdadeira motivação por trás do ódio a Israel (anti-semitismo). Quando estes mesmos judeus anti-Israel voltarem para o conforto dos EUA, eles darão continuidade à sua retórica anti-Israel como se nada tivesse acontecido.

Idiotas úteis.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

10 detidos em França em novas operações contra radicais islâmicos

A polícia francesa lançou hoje nova operação contra radicais islâmicos em várias cidades do país, de que resultou a prisão de pelo menos dez pessoas, disse uma fonte ligada à investigação, citada pela Associated Press.

As operações foram levadas a cabo sobretudo nas cidades de Marselha e Roubaix, perto da fronteira com a Bélgica, e em várias outras localidades do sul e sudeste francês.

Esta é a segunda acção policial em menos de uma semana.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, tinha anunciado na terça-feira a realização de novas operações como a que teve lugar na sexta-feira contra movimentos islâmicos radicais, garantindo a aplicação de "tolerância zero" aos extremistas.

A operação contra os extremistas islâmicos foi lançada na sequência dos ataques registados no final de Março em Toulouse, nos quais Mohamed Merah matou sete pessoas a tiro.

Fonte

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Surpreendentemente, não há indícios de operações semelhantes serem levadas a cabo junto dos sikh, dos hindus, dos budistas, dos Cristãos ou dos Judeus.

Itália: Muçulmano agride filha de 12 anos com uma vassoura por esta não recitar o Alcorão correctamente

O Tribunal Supremo italiano manteve uma sentença emitida contra um marroquino por este ter agredido a filha.

Os advogados de defesa (pagos por quem?) mantiveram a alegação inicial e afirmaram que o pai, que alegadamente bateu na filha com um cabo de vassoura por motivos "correctivos" por esta não saber recitar o Alcorão (o livro do deus árabe Alá), apenas fez o que fez por "motivos culturais" e como tal, ele deveria receber uma sentença mais leve.

O juiz italiano, obviamente, rejeitou o argumento da defesa e classificou o tratamento que a menina recebeu por parte do pai muçulmano como "violento e sem justificação", independentemente de ter sido levado a cabo por nacionais ou estrangeiros.

Fonte

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A incoerência dos multiculturalistas não pode deixar de ser ressalvada. Com um canto da boca afirmam que todas as culturas possuem essencialmente a mesma dignidade e honra, mas com o outro canto da boca afirmam que pessoas de culturas especificas devem ser tratadas de forma distinta precisamente por pertencerem a essa cultura.

Ou seja, as culturas são todas iguais, excepto quando não são iguais.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Belgistão? Sharia ganha forças


Abu Imran (na foto), o líder do grupo maometano "Shariah4Belgium", afirma que é só uma questão de tempo até que a sharia domine sobre o país. Ele não diz isto de forma que nós dizemos "é só uma questão de tempo até começarmos a envelhecer" mas sim com o mesmo espírito com que dizemos "é só uma questão de tempo até que sejamos suficientemente numerosos para controlar os destinos desta região".

Entretanto, os maometanos engravatados defendem que o islão não tem propósitos imperialistas, e que os maometanos "apenas" querem viver a sua vida tranquilamente. Sabendo que o islão permite que os muçulmanos usem de "taqqiyah" para avançar com a causa islâmica, em quem é que devemos acreditar?

Sem dúvida que os maometanos tem o direito de viver a sua vida de forma tranquila e pacífica e não serem vítimas de qualquer tipo de descriminação injusta religiosamente motivada. O problema que a Europa enfrenta não é com a maioria dos muçulmanos que não está politicamente envolvida, mas com a minoria que está e que tem o apoio da maioria.

O que é que a superior civilização Cristã deve fazer para sobreviver a esta invasão?

domingo, 1 de abril de 2012

Real Madrid retira cruz do seu emblema para não ofender os extraordinariamente sensíveis maometanos

O jornal desportivo Marca confirmou que o Real Madrid aceitou eliminar a pequena cruz que desde 1920 o clube de futebol exibe em seu escudo para evitar conflitos na multimilionária construção de um complexo turístico-esportivo na ilha de Ras Al Khaimah, uma das sete que formam os Emiratos Árabes Unidos, onde o islão é a religião oficial.

A alteração – que afectará sua imagem exclusivamente nos países muçulmanos – foi confirmada ontem quinta-feira 29 de Março no acto de apresentação do resort de luxo que custará cerca de um bilhão de dólares e abrirá suas portas em Janeiro de 2015.

Conforme informa o diário Marca, as autoridades do clube cuidaram que "todos os detalhes" e decidiram "prescindir da cruz que há na coroa do escudo para evitar desta forma qualquer tipo de confusão ou más interpretações em uma zona onde a grande maioria de população professa a religião muçulmana".

A isto, o jornal El Economista acrescenta em sua edição de hoje que "todas e cada uma das imagens do escudo “merengue” apareciam modificadas: a cruz pertencente à coroa real espanhola havia sido apagada. Não é uma casualidade, é uma estratégia comercial".

"Alegam, além disso, que a cruz não pertence a seu escudo institucional, mas à coroa da Casa Real que outorga ao clube o título do mesmo nome e que foi outorgado por Alfonso XIII a princípios do século XX", acrescenta El Economista.

A decisão do Real Madrid despertou polémica entre seguidores e rivais. Nas redes sociais abundam os comentários contra a medida. Os usuários lamentam que o clube tenha cedido à pressão do mercado árabe e recordam que na Espanha os muçulmanos têm plena liberdade para usar e exibir seus símbolos religiosos.

Alguns inclusive ironizam perguntando se o clube ia mudar de nome suas estrelas Cristiano (que em português significa Cristão) Ronaldo e Angel (Anjo em português) Di María.

Fonte

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As sensibilidades maometanas nunca param de surpreender o mundo civilizado. Mas o mais terrível é que instituições ocidentais cedam espaço a birras infantis.


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