MITOS ISLÂMICOS

quarta-feira, 21 de março de 2012

Divulgadas imagens do assassino de Toulouse

O canal France 2 divulgou esta quarta-feira imagens do suposto assassino de Toulouse, Mohamed Merah.

No vídeo, Mohamed Merah conduz um BMW aos gritos, gesticulando ao mesmo tempo como se tivesse uma arma.

Recorde-se que Merah «não manifestou arrependimento» pelos crimes, revelou uma fonte policial. «Ele lamentou-se por não ter podido fazer mais vítimas» e por ter «posto a França de joelhos».

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Toulouse: Suspeito de massacre já foi capturado

O suspeito do massacre de Toulouse de terça-feira foi já capturado, depois de várias horas barricado em casa e cercado pelas forças de segurança francesas, noticia a BFM TV.

O alegado autor do massacre da escola judaica de Toulouse, identificado como Mohammed Merah, assegura pertencer à Al Qaeda e disse agir «para vingar as crianças palestinianas e denunciar a presença estrangeira no Afeganistão».

O suspeito «repete o seu compromisso com a Al Qaeda e com meios jihadistas», assinalou o ministro do Interior francês, Claude Guéant, confirmando que se trata de um jovem de nacionalidade francesa e origem argelina, residente em Toulouse, que se deslocou ao Afeganistão e Paquistão e que «tem laços com pessoas do salafismo e do jihadismo».

O suspeito esteve preso numa prisão de Kandahar, no Afeganistão, de onde escapou numa fuga em massa de talibãs.

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Suspeito de ser atirador de Toulouse promete entregar-se à tarde

Um homem de 24 anos afirmando pertencer à rede terrorista al-Qaeda e suspeito de ter levado a cabo o ataque contra a escola judaica de Toulouse está barricado numa casa daquela cidade. A polícia está a negociar a sua rendição.

O homem, identificado como Mohammed Merah, é suspeito de ter matado quatro pessoas - um adulto e três crianças - à porta da escola judaica Ozar Hatorah, na segunda-feira, para além de três militares, dias antes, na mesma região do Sudoeste de França, tendo-se posto em fuga numa scooter roubada.

Trata-se de um francês de origem argelina que diz ter agido por “vingança pelas [mortes de] crianças palestinianas e pelas operações militares francesas no estrangeiro".

O ministro francês do Interior, Claude Guéant, confirmou que o suspeito está barricado numa casa que está cercada por elementos da Raid, a unidade de elite da polícia francesa. O governante já fez saber que o suspeito pretende entregar-se durante a tarde de hoje.

O governante sublinha que a principal preocupação das autoridades neste momento é recuperar o suspeito vivo e entregá-lo à justiça.

Ao início da manhã de hoje a operação continuava em curso, ouvindo-se tiros esporádicos no bairro em torno da casa onde está barricado o homem.

No decurso desta operação que começou pouco depois das 3h (hora local), dois agentes ficaram feridos, sem gravidade, numa troca de tiros.

O suspeito já arremessou uma arma – uma Colt 45 – pela janela, mas a polícia acredita que terá mais armamento em sua posse, incluindo uma Kalashnikov e uma mini-Uzi de 9 milímetros.

Sabe-se igualmente que um dos irmãos do suspeito foi detido numa outra zona de Toulouse e que um segundo irmão foi ouvido numa esquadra de polícia, indicam os media franceses.

A mãe do homem barricado, que é argelina, foi levada para junto da casa, mas o ministro adiantou que ela recusou envolver-se no caso alegando ter “pouca influência” junto do filho.

O ministro indicou ainda que o suspeito fez várias viagens ao Afeganistão e ao Paquistão e que alega ser um “mujahedin (combatente) da al-Qaeda”.

É alguém que tem ligações a pessoas que reclamam a sua pertença ao salafismo e ao jihadismo”, indicou ainda o ministro do Interior, citado pela AFP.

Sabe-se ainda que o suspeito já esteve detido em Kandahar, bastião dos taliban no Afeganistão, em 2010, por crimes de delito comum, indicou hoje à AFP uma fonte próxima do inquérito.

A BBC avança que o primeiro nome do suspeito – Mohamed – foi conhecido depois de ter sido identificado através de uma mensagem de e-mail que enviou à sua primeira vítima.

O homem está barricado no rés-do-chão de um edifício de de cinco andares que, para além de estar rodeado de polícias, está igualmente rodeado de equipas dos serviços de emergência.

A polícia está a desenvolver uma operação paralela tentando identificar possíveis cúmplices.

Funerais das vítimas já começaram em Jerusalém

Entretanto os corpos do rabi e das três crianças mortas no ataque de segunda-feira contra a escola judaica já chegaram a Israel. As cerimónias fúnebres começaram pouco antes das 09h (hora portuguesa).

O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Alain Juppé, acompanhou as famílias das vítimas até Jerusalém.

De acordo com a AFP pelo menos um milhar de pessoas está a acompanhar as cerimónias fúnebres, que decorrem no cemitério de Har Hamenouhot (Monte do Repouso), no bairro de Givat Shaoul, junto à entrada da cidade.

Também hoje, o Presidente francês Nicolas Sarkozy deverá assistir a uma homenagem aos três soldados mortos em dois ataques levados a cabo na semana passada alegadamente pelo mesmo suspeito. A mesma arma e a mesma scooter foram usadas em todos os ataques.

Todos os soldados que perderam a vida eram de origem magrebina. Um outro soldado francês oriundo de Guadalupe, o departamento ultramarino francês nas Caraíbas, ficou gravemente ferido.

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terça-feira, 20 de março de 2012

O mistério

A mente dum esquerdista nunca pára de nos surpreender e divertir:
Decapitações Lançam Dúvidas Se os Talibãs Mudaram

Segundo oficiais governamentais regionais, os talibãs levaram os quatro homens para o bazar principal dum distrito da zona sul do Afeganistão, denunciaram-nos como espiões do governo por levarem consigo telefones por satélite, e posteriormente decapitaram-nos em frente aos residentes locais que haviam sido chamados para observar.

Três dias depois, numa Quarta Feira de manhã, o director duma estação de rádio relativamente progressiva na zona este do Afeganistão foi encontrado no seu carro, esfaqueado até à morte.

Segundo o irmão do homem assassinado, as suas costas, estômago e peito haviam sido retalhados, o seu pescoço cortado e a sua cabeça havia sido practicamente cortada do seu corpo.

Apenas "dúvidas", como se pode ver. Sim, eles andam a decapitar pessoas por andarem com telemóveis, mas não sabemos ainda se eles são totalitários fanáticos plantados num regime político e militar do século 7 Anno Domini.

O artigo do NYT (New York Times) levanta uma questão óbvia: se decapitações públicas não são suficientes para que os esquerdistas vejam que os talibãs não mudaram nada após 11 anos de ocupação americana, então o que será suficiente?

É claro que os esquerdistas, não sendo totalmente ignorantes, estão bem cientes da verdadeira natureza dos talibãs. O problema é que os muçulmanos são seus aliados na luta conjunta contra a as instituições ocidentais. e como tal, os esquerdistas propositadamente se fazem de burros como forma de manter a união entre esquerdistas e maometanos intacta.

Pode ser que um dia eles mudem.

segunda-feira, 19 de março de 2012

ÚLTIMA HORA: Judeus mortos em Toulouse

Subiu para quatro o número de mortos num tiroteio em frente a uma escola judia em Toulouse, sudoeste de França. Um professor, os seus dois filhos e outra pessoa ainda não identificada morreram e várias outras ficaram feridas.

A rede de televisão BFM TV informou que os bombeiros que tinham ido à escola Ozar Hatorá para prestar os primeiros socorros indicaram que o terceiro morto era um adulto e que havia duas pessoas feridas em estado grave.

Uma das pessoas que estavam em risco de ida era a filha do director da escola judaica Ozar Hatora, situada num bairro residencial de Toulouse.

Um homem que circulava numa moto preta abriu fogo contra pais e alunos, segundo as testemunhas. O autor dos disparos fugiu. Este foi o terceiro ataque cometido da mesma forma nos últimos dias.

Na quinta-feira passada, um homem numa motocicleta similar matou dois soldados de um regimento de paraquedistas na cidade de Montauban. A justiça francesa vinculou este ataque ao assassínio de outro militar cometido a 11 de Março em Toulouse.

À espera de uma confirmação oficial das vítimas, o Ministério do Interior disse que o ministro Claude Guéant iria imediatamente para Toulouse, e que tinha ordenado um reforço das medidas de segurança nos centros escolares judeus.

Fonte

sábado, 17 de março de 2012

Multiculturalismo produz infelicidade geral

O governo inglês publicou um relatório onde se lê que as áreas da União onde os níveis de felicidade são inferiores coincidem com as áreas onde a colonização islâmica se faz sentir com mais peso. Como contraste, a zona do Reino Unido onde a felicidade é maior é na Irlanda do Norte, precisamente a parte do Reino onde a colonização por parte dos não-europeus é mínima.

A notícia em torno de pesquisas feitas a 80,000 pessoas reportou que a ONS (Office for National Statistics) apurou que os homens com idades compreendidas entre os 45 e os 49 são os menos satisfeitos com a vida no Reino Unido (RU).

Reciprocamente, homens e mulheres com idades entre os 65 e os 80 eram os mais satisfeitos. A estes seguem-se os adolescentes com idades entre os 16 e os 19.

Londres e as West Midlands são as zonas mais tristes do RU. As pessoas que vivem lá são as menos felizes com as suas vidas, e são aquelas valorizam menos o que elas fazem com as suas vidas. Isto é o que foi apurado, mesmo sabendo-se que Londres é - e por uma larga margem - a zona mais abastada da região.

Curiosamente, os colonistas também não estão felizes com a sua vida:
Os mais elevados níveis de felicidade no Reino Unido foram encontrados entre os brancos, os indianos e entre outras minorias asiáticas.

Os níveis de felicidade mais baixos foram encontrados entre os negros, africanos, os provenientes das Caraíbas e outros grupos de negros britânicos.

Os membros da comunidade paquistanesa e bangladeshi demonstraram serem aqueles com os mais elevados níveis de ansiedade.

Isto não é de forma alguma surpreendente uma vez que estas pessoas foram cortadas das suas raízes históricas e esvaziadas da sua personalidade.

Eles são agora um grupo de pessoas sem nacionalidade reduzidas a um estado de queixume permanente em relação à forma como os brancos se recusam a conferir-lhe respeito ou dinheiro em quantidades suficientes.

Fonte

Afeganistão: video de explosão prematura

Como Cristão, não me alegro com a morte de terroristas muçulmanos. No entanto, e como já foi dito, entre a morte dele e a morte de crianças e mulheres muçulmanas inocentes, não há muita escolha.

Ele escolheu estar ali a preparar o atentado.


quarta-feira, 14 de março de 2012

Traidor da BBC admite viés em favor dos maometanos

O director geral da BBC Mark Thompson alegou que o Cristianismo é tratado com menos sensibilidade que as outras religiões porque a mesma tem "ombros largos".

Ele sugeriu também que as outras confissões religiosas "possuem uma identidade muito próxima com minorias étnicas" e como tal eram tratadas com maior cuidado pela emissora.

Mas ele admitiu também que os produtores levam em consideração a possibilidade de "ameaças violentas" como consequência de certos tipos de sátiras. Thompson disse:

Sem dúvida que é diferente alguém dizer "Apresento as minhas queixas nos termos mais fortes possíveis" e outro alguém dizer "Apresento as minhas queixas nos termos mais fortes possíveis e fique sabendo que estou a carregar a minha AK47 enquanto falamos".

Sem dúvidas que isto aumenta o risco.

Mas ele afirmou também que a religião no seu todo nunca deveria receber a mesma "protecção e sensibilidade" oferecida à etnia.

Fonte


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Portanto, BBC = cobardes.

terça-feira, 13 de março de 2012

NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA: Imã morre na mesquita depois de ataque com bomba de petróleo

Líder islâmico foi morto no fogo que deflagrou numa mesquita xiita no subúrbio de Bruxelas com o nome de Anderlecht. Aparentemente, foi um ataque deliberado.

O mayor de Anderlecht, Vincent Van Goidsenhoven, foi citado pela órgãos de informação locais afirmando que o suspeito atirou uma bomba de petróleo para a mesquita.

Relatos iniciais afirmam que o imã morreu de inalação de fumo e que uma outra pessoa ficou ferida.

Dezenas de pessoas juntaram-se em redor da mesquita.

Fonte

segunda-feira, 12 de março de 2012

MITO: As guerras de Maomé foram em legítima defesa

O mito de que no islão a guerra só se justifica em casos de legítima defesa é refutado pelos eventos em torno da Batalha de Badr, onde Maomé enviou os seus homens para atacar as caravanas e deliberadamente provocar uma batalha com o exército defensivo que veio de Meca.

O argumento em favor da sanção que Maomé deu à guerra ofensiva é também suportado pelo destino das 3 tribos judaicas de Medina (Banu Qaynuqa ,Banu Nadir, Banu Qurayza). Estas inocentes tribos - que viviam em Medina antes da chegada de Maomé - foram destruídas pelos muçulmanos por rejeitarem os delírios de Maomé em torno do seu alegado papel de "profeta" - e também porque Maomé queria ficar com as suas posses.

Consideremos o destino da tribo árabe Banu Mustaliq:

O profeta havia atacado a tribo Bani Mustaliq subitamente - e sem aviso prévio - enquanto eles se encontravam descuidados e o seu gado se encontrava a beber água nas fontes locais. Os seus homens de guerra foram mortos e as suas mulheres e crianças levadas como cativas.
(Bukhari 46:717)

Embora haja testemunhos fiáveis nas Hadiths e nas Siras que falam do gado dos Mustaliq, nenhum deles refere algum esforço por parte de Maomé em fazer paz com eles. Depois deste incidente, e depois de terem assassinado os homens, os soldados de Maomé abusaram sexualmente das mulheres da tribo com o conhecimento do "profeta" (Sahih Muslim 3371).

Pergunta para os maometanos: o que é que violar mulheres tem a ver com a "legítima defesa"?

Em muitas situações, Maomé levou a cabo guerras apenas com o propósito de se vingar, como foi o caso do ataque aos líbios numa altura em que estes não se encontravam preparados e a sua única forma de sobrevivência foi a fuga para os montes (Ibn Ishaq/Hisham 718).

Maomé atacou também o povo de Taif mal teve oportunidade como forma de se vingar pelo facto eles o terem rejeitado como "profeta" (Ibn Ishaq/Hisham 280 & 872).

Também como forma de refutar a noção de que Maomé apenas levou a cabo guerras em legítima defesa, temos a descrição do seu primeiro ataque aos Cristãos. Não havia razão alguma que o motivasse a enviar um exército até Muta - Síria - onde ele deu de caras com um desastre às mãos dos Bizantinos (Ibn Ishaq/Hisham 791).

Perto do fim da sua vida, o falso profeta Maomé levou a cabo investidas militares apenas com o propósito de propagar o domínio islâmico. Ele sabia que algumas cidades ofereceriam resistência enquanto que outras não, e como tal, ele deixou instruções em torno da forma de lidar com os resistentes:

O mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) disse:

"Quando chegarem a uma povoação (que se tenha rendido sem qualquer tipo de guerra formal) e ficarem por lá, vocês tem direito a uma porção (que será em forma de recompensa) das propriedades obtidas. Se a povoação desobedecer a Alá e ao seu mensageiro (e lutar contra os muçulmanos), um quinto do espólio apreendido por lá é para Alá e o seu mensageiro e o resto é para vocês."

(Sahih Muslim 4346)

Como se pode ver, aqueles que não se encontravam em guerra com os maometanos não só eram de qualquer das formas subjugados, como viam as suas posses roubadas e entregues a "Alá e ao seu mensageiro".

As campanhas militares tendo em vista o alargamento do domínio islâmico incluíram os ataques a Tabuk, que foi a segunda incursão até ao território Cristão da Síria, e onde Maomé forçou a população local a pagar-lhe tributo depois de ter emboscado e assassinado civis locais como forma de assegurar a sua autoridade (Ibn Ishaq/Hisham 903).

Outro exemplo é o mandato "convertam-se ou morram" dado à tribo árabe Banu al-Harith:

Foi então que o apóstolo enviou Khalid bin Walid . . . à tribo Banu al-Harith e ordenou-o a convidá-los ao islão 3 dias antes de os atacar. Se eles aceitassem, então ele (Khalid) deveria aceitar isso da parte deles, mas se eles recusassem, ele deveria lutar contra eles.

Então Khalid partiu e veio até eles. Depois enviou homens em todas as direcções e convidou-os a aceitarem o islão dizendo: "Se aceitarem o islão, ficarão a salvo".

Então os homens aceitaram o islão à medida que foram convidados.

(Ibn Ishaq/Hisham 959)

Obviamente que a legítima defesa não foi um factor importante em nenhum destes casos, embora os maometanos contemporâneos sejam susceptíveis de embelezar o registo inserindo detalhas não mencionados. Tal como na captura de Meca (630), os maometanos claramente tinham superioridade militar e o alvo da sua agressão não tinha capacidade para resistir os invasores.

De facto, a primeira parte da sura 9, o capítulo mais bélico do Alcorão, foi revelada pouco depois dos maometanos terem estabelecido domínio militar sobre Meca. Consideremos um dos versos mais violentos:

Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo. (9:5)
As palavras "quando os meses sagrados houverem transcorrido" retiram a possibilidade desta guerra ter sido em legítima defesa. Os muçulmanos haviam já recebido a "autorização de Alá" para lutarem durante os meses sagrados, e é muito pouco provável que eles tenham sido atacados durante os 4 meses sagrados sem retaliarem.

O facto deles não estarem a ser atacados é consistente com o contexto histórico, onde o período do Haj era tradicionalmente um tempo de paz e tolerância por toda a Arábia.

Embora não estivessem a ser atacados, Maomé ordenou os seus homens que perseguissem e matassem os pagãos logo após o Haj. Os pagãos que concordassem em tornarem-se maometanos (isto é, practicar os pilares do islão, zakat e salat), teriam a permissão de continuar a viver depois da sua "conversão".

O verso 9:29 oferece uma regra diferente para os Judeus e para os Cristãos, permitindo que eles mantenham a sua fé desde que paguem uma "taxa de protecção" aos muçulmanos e reconheçam a "inferioridade" da sua fé. Caso eles oferecessem algum tipo de resistência, eles deveriam ser mortos.

Um dos exemplos melhor documentados do espírito agressor dos muçulmanos durante a vida de Maomé é o ataque à pacífica comunidade judaica de Khaybar. Isto ocorreu depois do tratado de Hudaibiya entre os muçulmanos e os habitantes de Meca, onde um período de paz entre os dois grupos foi acordado.

O tratado foi controverso entre os maometanos visto que, não só contradizia a ordem prévia de Alá de "expulsar" os habitantes de Meca à força (2:191), mas também porque Maomé concordou em não ser reconhecido como profeta no documento (Muslim 4401).

Ou seja, Maomé vendeu o seu estatuto de "profeta" por um período de paz com os seus inimigos militantes. Isto demonstra de forma cabal que Maomé sabia que ele era um falso profeta, visto que se ele realmente estivesse ao serviço do Deus Verdadeiro, nunca poria em causa o estatuto que Deus lhe havia conferido.

O Sagrado Profeta Elias enfrentou sozinho mais de 400 "profetas" de Baal mas não teve problemas em se identificar como Profeta do Deus de Israel:

Então disse Elias ao povo: Eu, só, fiquei, por profeta do Senhor, e os profetas de Baal são quatrocentos e cinquenta homens
1 Reis 18:22

Maomé, que supostamente seguia a minha linha profética de Elias, e rodeado por centenas de homens dispostos a lutar e morrer por si, recusou-se a qualificar-se com um título que supostamente lhe havia sido dado por Deus.

Caro amigo muçulmano: é esta a forma que um genuíno profeta age? Não é este o sinal óbvio que Maomé sabia que a sua carreira profética era uma farsa? Desde quando é que um profeta de Deus, ao serviço da Maior Força que existe no Universo, se recusa a identificar como tal como forma de manter a paz com os pagãos? Quando Moisés se apresentou perante o Faraó, recusou-se a apresentar-se como profeta? Quando Eliseu, Jeremias e Amós se apresentaram perante autoridades religiosas e militares (sozinhos), perverteram eles o seu chamado ou foram fiéis a ele, mesmo que isso significasse a sua morte?

Isto é algo que os muçulmanos têm que pensar e considerar.

. . . .

Continuando:

Após negar ser um profeta e fazer um acordo humilhante com os pagãos, Maomé decidiu que seria prudente atacar os judeus de Khaybar como forma de readquirir a confiança dos seus homens e aplacar os murmúrios (que entretanto se estavam a gerar) com uma vitória militar sobre os frágeis judeus de Khaybar e a consequente captura dos seus bens e das suas crianças e mulheres.

Isto é devastadoramente embaraçoso para os apologistas islâmicos actuais quando eles tentam explicar como é uma tribo agrícola minúscula constituía uma "ameaça" para os muçulmanos.

Infelizmente para os maometanos actuais, não só não há qualquer tipo de evidência que suporte a tese de que os muçulmanos estavam sob qualquer tipo de ataque por parte dos judeus de Khaybar, como há pelo menos 3 referências históricas que contradizem qualquer tipo de alegações de "legítima defesa" da parte de Maomé.

A primeira é a descrição do ataque feita por Ibn Ishaq/Hisham:

Encontramos os trabalhadores de Khaybar saindo de manhã com os seus sacos e as suas enxadas. Quando eles viram o apóstolo e o seu exército gritaram "Maomé e a sua força!", largaram tudo e fugiram . . . . O apóstolo apoderou-se das suas propriedades, uma de cada vez . . .
(Ibn Ishaq/Hisham 757)

Os judeus de Khaybar não estavam a atacar Maomé. Eles inocentemente levavam a sua vida agrícola nem sabendo que era suposto eles estarem em guerra com o maometanos. Isto é confirmado no mesmo texto mais à frente:

Quando o apóstolo atacava uma povoação, ele esperava até a manhã. Se ele ouvisse o chamamento para as rezas matinais, ele esperava; se ele não ouvisse, ele atacava. Chegamos a Khaybar de noite e o apóstolo passou a noite por lá; quando a manhã chegou, ele não ouviu o chamamento para as rezas e como tal, ele cavalgou em direcção a eles, e nós fomos com ele.

(Ibn Ishaq/Hisham 757)

Maomé atacou a tribo apenas depois de ter esperado para ver se eles emitiam o chamado para as rezas matinais. Isto seria irrelevante se ambos os grupos já se encontrassem em guerra. Isto confirma que Maomé atacou o judeus de Kahybar por motivos outros que não os de legítima defesa.

Provavelmente a melhor evidência de que Maomé não agia em legítima defesa é o facto do seu próprio povo não ter entendido o porquê deles estarem a marchar para uma guerra. O seu genro, que estava a cargo da expedição militar, havia perguntado por algum tipo de justificação:

O mensageiro de Alá chamou por Ali e disse: "Avança e não pares até que Alá de conceda a vitória."

Ali avançou um bocado, parou . . . . e perguntou em voz alta: "Com que justificação devo eu lutar contra este povo?"

O profeta respondeu então: "Luta contra eles até que eles testemunhem que não há deus sem ser Alá e que Maomé é o seu mensageiro."

(Sahih Muslim 5917)

A questão que Ali fez seria desnecessária se os muçulmanos já estivessem sob ataque por parte da tribo de Khaybar. Tal como os escritos muçulmanos demonstram, o motivo do ataque foi 100% imperialista e supremacista. O seu propósito foi só o de levar a tribo a aceitar a alegada superioridade da fé islâmica.

Maomé facilmente capturou Khaybar e dividiu o espólio. O profeta torturou o tesoureiro da comunidade como forma de extrair informação dele, e mais tarde mandou-o matar (Ibn Ishaq/Hisham 764). Depois disto, Maomé ficou com a viúva do homem morto como sua mulher, Saffiya, e "consumou" o "casamento" nessa mesma noite - no mesmo dia em que matou o seu marido.

Os judeus que sobreviveram à invasão islâmica receberam permissão para ficar nas suas terras desde que dessem aos maometanos uma parte substancial das suas colheitas.

Conclusão:

A regra da guerra ofensiva foi estabelecida por Maomé como forma legítima de alargar o domínio islâmico. Os maometanos actuais que citam o seu exemplo para avançar com o maometanismo no ocidente estão a agir de acordo com o que a sua fé ensina.

Isto é muito importante de se levar em conta sempre que ouvimos ou lemos um apologista maometano a afirmar que o islão "propagou-se pacificamente".

Fonte

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