MITOS ISLÂMICOS

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Governo holandês move-se para proibir burkas

A Reuters informa-nos que o governo minoritário holandês planeia banir os véus islâmicos (como as burkas e outras formas de vestuário ) a partir do próximo ano. Esta proibição faria com que a Holanda, país com 17 milhões de habitantes e onde cerca de 1 milhão são maometanos, se tornasse no segundo país europeu da União Europeia a proibir a burka e outros tipos de cobertura facial em público.

O ministro dos assuntos internos disse:

As pessoas vão poder olhar umas para as outras face a face, e reconhecerem-se quando se encontram.
Incrível como a situação está tão má na Europa que seja preciso um entidade governamental a dizer o óbvio.

Esta proibição terá efeito também sobre as balaclavas e capacetes, quando usados em lugares inapropriados tais como lojas. Maxime Verhagen falou com os repórteres, negando que isto é uma proibição de indumentária religiosa.

O partido de Geert Wilders "Freedom Party" (PVV), que dá apoio ao Partido Democrata Liberal Cristão como forma de haver maioria no parlamento, está a desenvolver esforços para levar avante a proibição das burqas.

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Depois de tanto dedo espetado nos olhos dos europeus, estes começam a reagir à colonização. Prevê-se uma reacção violenta dos maometanos, o que por sua vez pode jogar contra eles. Se não fosse a utilidade do voto muçulmano para a esquerda política, as coisas nunca teriam chegado a este ponto.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A coragem esquerdista perante a ameaça islâmica

Sem surpresa alguma, os militantes ateus ingleses estão a descobrir que comentários engraçados e poses de superioridade intelectual não funcionam com todas as religiões.

Um grupo estudantil maometano está a exigir que uma imagem "ofensiva" do Senhor Jesus e de Maomé a partilhar uma bebida num bar, retirada dum sketch satírico online, seja removido do do site das redes sociais.

O presidente da associação Ateísta, Secularista e Humanista da "University College London" (UCL), Robbie Yellon, pediu demissão do cargo como resultado da controvérsia resultante.

O secretário da "National Federation of Atheist, Humanist and Secular Student Societies", Michael Paynter, disse:

O Robbie pediu demissão do cargo visto que ele alistou-se como presidente para organizar eventos e dirigir uma sociedade estudantil.

Ele não gostou muito do stress sob o qual estaria submetido durante a resolução desta controvérsia, e como tal, ele decidiu dar espaço a outro.

Certamente que ele não gostou de saber o que lhe esperava. Parece que ser um antagonista malcriado não é tão divertido quando as pessoas que estás a atacar estão motivadas para responder.

Quanto tempo demorará até que os militantes ateus europeus mais inteligentes comecem a olhar para o futuro distante, e comecem a lutar por uma re-implantação da Cristianismo?

A esta altura, até o mais militante dos ateus se deve ter apercebido que a sociedade pós-Cristã que eles tinham em vista, brilhante, sexy, tolerante, secular e científica, não só nunca se vai materializar, como na sua ânsia de acabar com o Cristianismo, tudo o que eles fizeram foi preparar o caminho para uma ideologia mais anti-ateísta que o Cristianismo.

Portanto, em termos prácticos, os esquerdistas e todos os grupos anti-Cristãos da Europa que deram o seu apoio ao marxismo cultural na esperança dum "mundo melhor", tudo o que fizeram foi dar início à sua morte lenta.

Os Cristãos nem sempre foram bem sucedidos em amar os seus inimigos, mas, tomando como exemplo os padrões históricos, eles foram espantosamente tolerantes. Agora, os militantes ateus do ocidente vão descobrir o que é a verdadeira intolerância.

Europa 2076: militante ateu prepara-se para um debate com um muçulmano

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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Muçulmanos enfrentam 7 anos de prisão por distribuirem literatura que apela à violência contra os homossexuais

Muçulmanos que distribuíram panfletos apelando ao enforcamento, lapidação e imolação de homossexuais enfrentam agora a possibilidade de passar os próximos 7 anos na prisão.

O grupo levou a cabo a distribuição do material nas estradas bem como nas caixas de correio. A campanha apela a execução dos homossexuais - grupo que estes muçulmanos identificam como sendo a raiz de todos os problemas sociais.

Ihjaz Ali, Kabir Ahmed e Razwan Javed são os primeiros réus de novas leis que proíbem o incitamento de ódio tendo como base a orientação sexual.

Quando eles foram sentenciados como culpados no tribunal de Derby Crown Court, os residentes locais revelaram como os 3 muçulmanos queriam transformar a pequena zona de Derby num "estado medieval" vivendo sob a lei sharia.

Qualquer pessoa que se atrevesse a questionar a sua agenda era classificado de "agente do M15" ou um "vendido".

Fonte

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O mais curioso desta situação é que o lobby homossexual inglês dá o seu apoio a partidos que promovem a imigração do maior número possível de muçulmanos. Portanto, o lobby gay está a descobrir agora que a agenda islamo-marxista não tem piedade nenhuma da "agenda gay".

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Exército filipino mata 3 terroristas muçulmanos

Num dos mais significativos sucessos na luta contra os terroristas muçulmanos do sul do país, militares filipinos, representados pelo porta-voz o Coronel Marcelo Burgos, alegam ter morto 3 dos mais procurados líderes dos grupos Abu Sayyaf e Jemaah Islamiyah.

Entre os mortos encontram-se um dos líderes do grupo "Abu Sayyaf ", Umbra Jumdail, um filipino, o malaio Zulkifli bin Hir, também conhecido como Marwan, e Abdullah Ali, originário da Singapura e que usava o nome de guerrilha Muawiyah.

Marwan era considerado um líder de topo da rede terrorista Jemaah Islamiyah, e tinha sobre si o prémio de $5 milhões para quem o matasse ou capturasse. Sobre Muawiyah recaía uma recompensa de $50,000 - ambas colocadas pelo governo dos Estados Unidos.

Burgos afirmou que os militares levaram a cabo o ataque na zona de Parang na ilha Jolo - o centro de comando dos "Abu Sayyaf" e dos seus aliados do Jemaah Islamiyah.

O grupo terrorista muçulmano Abu Sayyaf está por trás dos numerosos raptos, ataques à bomba e decapitações que têm aterrorizado as Filipinas há mais de duas décadas.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Noruega: Muçulmanos esfaqueiam 2 Cristãos

Dois iranianos que se converteram ao Cristianismo provenientes do maometanismo foram esfaqueados por dois homens mascarados, na semana passada. Um dos atacantes gritou 'Kuffar' (árabe para "descrente) durante a tentativa de assassinato.

O ataque verificou-se na Terça-Feira à tarde, quando os dois Cristãos iranianos caminhavam em Haugesund (Noruega). Durante esta caminhada, eles foram subitamente atacados por 3 mascarados armados com facas e que gritavam 'kuffar' à medida que os esfaqueavam.

Uma enfermeira que passava por perto levou a cabo os primeiros socorros enquanto a ambulância não chegava.

Segundo a policia, uma das vítimas foi esfaqueada duas vezes nas costas e a outra foi esfaqueada dos lados. Nenhum prevaricador foi entretanto encontrado.

As duas vítimas, que preferem manter o anonimato em relação ao incidente, vivem na Noruega há já alguns anos; um deles converteu-se ao Cristianismo já na Noruega enquanto que o outro converteu-se no Irão mas viu-se forçado a abandonar o país depois de ter sido preso e fisicamente torturado devido a sua fé no Senhor Jesus Cristo.

Ambos são membros activos numa igreja evangélica local.

Fonte

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Imagine-se a frustração do iraniano que fugiu do seu país em busca dum sítio onde pudesse professar a sua fé em paz. O que é que ele encontra no ocidente? Um país em lento declínio demográfico e moral, colonizado por membros dum sistema político que odeia o próprio país que os recebeu.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus (3) - Banu Qurayza

Os versos 5:45-48 do Alcorão afirmam a regra da Bíblia Hebraica onde se lê "olho por olho, dente por dente" (DEUTERONÓMIO 19:21) ao mesmo que acrescenta o princípio Cristão do perdão ser mais nobre que a retaliação. No entanto, se precisássemos de evidências que estas palavras não se aplicam à forma como os maometanos tratam os não-muçulmanos, bastava analisar a conduta de Maomé em relação aos judeus em geral - a tribo de Qurayza em particular.

Maomé e o seu bando de imigrantes chegaram a Medina no ano de 622. Durante algum tempo os maometanos encontraram-se numa posição de dependência completa da hospitalidade dos judeus locais, principalmente das 3 tribos que já lá viviam lado a lado com os árabes.

Em menos de 2 anos, e mal Maomé e os maometanos ficaram suficientemente poderosos, duas das tribos judaicas que haviam recebido Maomé, Banu Qaynuqa e Banu Nadir, foram expulsas das suas terras e os seus bens confiscados e acrescentados à riqueza dos muçulmanos.

Maomé levou isto a cabo explorando as divisões que havia entre as tribos, e escolhendo a ordem de ataque às tribos de forma cuidadosa. Ele sabia que as outras duas tribos não viriam em assistência da primeira visto que haviam estado recentemente envolvidas num conflito. Paralelamente a isto, ele sabia que a terceira tribo não viria em socorro da segundo devido a uma disputa existente entre ambas em torno de "dinheiro de sangue".

A última tribo a sobreviver foi a tribo Banu Qurayza. Tal como as outras duas tribos judaicas a quem Maomé atacou e roubou as possessões, os Qurayza eram uma comunidade de agricultores e mercadores que mais tarde, e sem resistência, se renderam aos exército de Maomé.

Embora Maomé tivesse sido suficientemente sábio ao não ordenar a matança geral das duas primeiras tribos - o que, sem dúvida, tornaria a resistência dos Qurayza maior - não havia qualquer tipo de motivo práctico para Maomé reprimir os seus impulsos genocidas mal a última tribo tivesse rendido as suas posses e poder.

Demonstrando mais uma vez o quão nobre e exemplar era, Maomé mandou que mais de 800 homens e rapazes judeus (e pelo menos uma mulher) fossem decapitados de forma sistemática, num evento que até hoje é um embaraço para os apologistas islâmicos.

Não só este episódio está em clara oposição à noção do islão ser uma religião pacífica, como também se encontra em oposição directa à noção do islão ser uma continuação lógica do Cristianismo. Mesmo os críticos mais acérrimos do Cristianismo teriam dificuldades em harmonizar um evento desta brutalidade com a Mensagem de paz que o Senhor Jesus e os Seus Discípulos anunciaram na Terra de Israel e no mundo greco-romano.

O embaraço islâmico em torno deste evento tem sido trazido a luz nos dias actuais à medida que o islão se encontra em posição de competição com outras religiões. Devido ao debate aberto que o ocidente defende, esta história de massacre e intolerância tornou-se controversa entre os maometanos. Por motivos de conveniência, alguns negam de todo que este episódio alguma vez tenha ocorrido. Outros encontram-se totalmente ignorantes do evento.

Mas os maometanos não têm muita margem de manobra no que toca a historicidade do evento, visto que não só o mesmo está bem suportado nas biografias do "profeta", como há até uma referência ao mesmo no Alcorão (33:26).

Uma vez que o islão não esconde este evento de forma alguma, especialmente as coisas que Maomé fez pessoalmente, os muçulmanos contemporâneos tentam-se convencer de que as vítimas "mereciam" o destino que lhes calhou.

Infelizmente para os muçulmanos, a descrição do que ocorreu aos judeus desta tribo, tal como reportado pelos historiadores maometanos a partir de alegadas testemunhas oculares, não suporta os actuais revisionismos históricos. De facto, foram os judeus de Qurayza que se depararam com uma situação impossível: dum lado tinha os muçulmanos e do outro tinham os adversários de Meca.

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Pouco depois de ter chegado a Medina no ano AD de 622, e aparentemente seguindo ordens do espírito que ele erradamente identificou como o anjo Gabriel, Maomé deu início a ataques organizados às caravanas comerciais dos habitantes de Meca. Ele roubava as mercadorias e matava quem quer que as defendia (Ibn Ishaq/Hisham 424-425).

Os judeus de Qurayza não tinham nada a ver com estes eventos. Eles, tal como os habitantes de Meca, eram também comerciantes e, como tal, valorizavam a segurança aquando das transacções comerciais. De maneira nenhuma eles encorajaram ou tomaram parte dos saques que Maomé levou a cabo contra as caravanas de Meca.

Após alguns anos, os habitantes de Meca aperceberam-se que eles teriam que tentar capturar Medina visto a mesma estar a ser usada como base de operação por parte de Maomé e dos seus piratas do deserto. No ano de 627 os habitantes de Meca enviaram um exército para as zonas circundantes da cidade num gesto que demonstrava intenção de conquistar a mesma.

A batalha que se seguiu ficou conhecida como a Batalha da Trincheira devido ao facto dos maometanos, e devido à exposição destas áreas, terem cavado uma vala na zona norte e na zona oeste da cidade.

A tribo Qurayza, que vivia na parte Este da cidade de Medina, foi portanto encurralada numa péssima situação. Sem serem responsáveis pelos furtos levados a cabo por Maomé, os judeus viram-se envolvidos no conflito, especialmente quando contactados por um dos líderes de Meca. Este enviado pediu-lhes que não assistissem Maomé durante o cerco à cidade.

Até essa altura, os judeus haviam ajudado os maometanos fornecendo-lhes utensílios de escavação mas não lhes tinham fornecido qualquer tipo de ajuda militar activa.

O líder do agrupamento de Qurayza nem sequer queria receber os enviados de Meca, mas ele foi enganado e forçado a aceitar os enviados na sua casa (Ishaq/Hisham 674).

Mal se encontrou dentro das suas instalações, o enviado de Meca começou a alegar que a batalha contra Maomé seria vitoriosa e que havia já sinais da sua eminente queda. A angustia sentida pelo líder dos Qurayza foi tanta que até os historiadores muçulmanos a registaram:

Quando Ka'b ouviu que Huyayy [enviado de Meca] estava a chegar, fechou a porta do forte na sua cara. Quando este pediu permissão para entrar, Ka'b recusou-se a vê-lo, acusando-o de ser um homem com mau presságio.

Foi então que Huyayy acusou-o de não ser hospitaleiro. Ka'b ficou tão enervado com isto que abriu a porta. Huyayy disse então:

"Céus, Ka'b, trago-te fama imortal e um grande exército. Eles fizeram um acordo firme comigo e comprometeram-se a não partir enquanto não tivermos destruído Maomé e os seus homens."

Ka'b respondeu:

"Por Alá, trouxeste-me vergonha imortal, uma nuvem vazia enquanto troveja, e trovões sem nada neles. Ai de ti, Huyayy, deixa-me em paz."

(Ishaq/Hisham 674)

No entanto, e depois de muita adulação por parte dos enviados de Meca, o líder dos Qurayza finalmente cedeu e concordou em permanecer-se neutral durante o conflito. Ele não iria contribuir com tropas para a defesa da cidade e nem para a sua eminente captura por parte dum exército em maior número.

Os maometanos teriam, portanto, que lidar sozinhos com o conflito que eles mesmos haviam dado início contra os habitantes de Meca.

A "batalha"

Para além de algumas trocas de flechas através das valas cavadas previamente, os primeiros 20 dias passaram-se "sem qualquer tipo de conflito" (Ibn Ishaq/Hisham 676).

Um esforço tímido durante o 20º dia provou-se fatal para o exército de Meca, demonstrando que eles não poderiam vencer a batalha sem o apoio dos Qurayza do outro lado da cidade. No entanto, os Qurayza recusaram-se a entrar na guerra, o que causou a que o exército de Meca abandonasse o cerco.

Cerca de seis maometanos foram mortos durante esta "batalha" e os seus nomes foram cuidadosamente registados (Ibn Ishaq/Hisham 699). Nenhuma destas mortes entre os muçulmanos foi causada directa ou indirectamente por algo que a tribo Qurayza havia feito. Isto é muito importante visto que demonstra o carácter (ou a falta dele) do "profeta" Maomé.

Com a batalha terminada, o líder dos muçulmanos surpreendeu-os voltando o exército contra a fortaleza dos Qurayza, alegando que a sua neutralidade havia sido uma "violação" da constituição que o próprio Maomé havia estabelecido 5 anos antes.

O conteúdo original deste "tratado" é, no entanto, desconhecido. Aquilo que apologistas posteriores afirmam ter estado presente nesta "constituição" parece ser algo artificialmente criado tendo em vista um propósito apologético.

É muito pouco provável, por exemplo, que as tribos de Medina conferissem aos muçulmanos o "direito" de os matar só por estes falarem mal de Maomé. Alguns líderes judeus haviam sido já assassinados por Maomé antes do incidente de Qurayza. Pelo menos um mercador inocente foi assassinado pelo seu sócio de negócios depois de Maomé dar a ordem matem qualquer judeu que esteja sob o vosso poder (al-Tabari 7:97).

Para além disso, Maomé havia já atacado duas outras tribos judaicas (1 , 2) - assinantes do mesmo "tratado" - e ficado com as suas posses depois destas terem sido expulsas das suas terras.

Não há muitas dúvidas que os problemas que Maomé trouxe a Medina, através da sua atitude genocida contra os judeus e através do seu apego pelas mercadorias dos habitantes de Meca, fizeram parte das negociações entre Ka'b e os enviados de Meca - para além da ameaça de destruição se o exército de Meca vencesse a guerra.

Segundo o ponto de vista dos judeus de Qurayza, era só uma questão de tempo até Maomé arranjar uma desculpa para atacar a tribo e ficar com as suas posses - tal como havia feito com sucesso com as outras duas tribos judaicas.

Ao contrário do que erradamente se pensa hoje em dia, os Qurayza não atacaram os maometanos. Se os judeus tivessem de facto atacado Maomé e o seu bando de piratas do deserto, isto significaria o fim do exército muçulmano visto o sul da cidade estar totalmente exposto.

Numa ironia terrível, foi a decisão de não dar início a actos de violência que selou o destino dos judeus de Medina.

Estes judeus foram os primeiros numa longa linha de vítimas que sobrestimou o valor que os adoradores de Alá, o deus árabe, dão à vida dos não-maometanos.

O fim dos Qurayza.

Segundo Maomé, o "anjo Gabriel" (visto apenas por Maomé, claro) ordenou-o que sitiasse os Qurayza. Passados que estavam 20 dias, os judeus renderam-se ao "profeta" do islão. Como reportado por Ibn Ishaq/Hisham eles "submeteram-se ao julgamento do apóstolo" (Ishaq/Hisham 688).

Outra má concepção ocorre quando se julga que Maomé não emitiu a sentença de morte contra os Qurayza e como tal, não foi responsável por ela. Há um cerne de verdade nesta declaração uma vez Maomé claramente tentou descarregar sobre outro esta responsabilidade. No entanto, e após análise à narrativa, podemos constatar que Maomé claramente apoiou o massacre subsequente - facto verificado pela escolha do "arbitrador" e pela sua (Maomé) reacção.

Primeiro, o "profeta" enganou os Qurayza ao fazê-los concordar que a sentença fosse dada por "um deles". Na verdade, o homem que "era um deles", era um judeu que havia convertido ao islamismo e havia combatido na batalha Batalha da Trincheira.

O que os Qurayza não sabiam é que Sa’d bin Muadh havia sido também um dos poucos muçulmanos fatalmente feridos na batalha (Ishaq/Hisham 689). Isto, obviamente, influenciou o seu julgamento. Segundo as Hadith, ele estava desejoso de continuar a matar os "descrentes" mesmo enquanto se encontrava a morrer na sua tenda (Bukhari 59:448).

Segundo, quando Sa’d decretou que os homens da tribo Qurayza fossem mortos e as suas mulheres e crianças tomados como escravos, Maomé não expressou qualquer tipo de desaprovação. Pior, Maomé confirmou esta sentença bárbara afirmando que a mesma era um "julgamento de Alá" (Bukhari 58:148).

Lembrem-se que esta matança foi levada a cabo contra uma tribo que nada havia feito contra Maomé.

Contraponham o que os registos islâmicos nos dizem sobre Maomé com o que os maometanos contemporâneos nos dizem sobre o mesmo. É-nos dito que Maomé era um "homem de paz". Tendo em conta que os Qurayza não haviam morto nenhum muçulmano, não seria de esperar que um genuíno homem pacífico buscasse formas de dialogar com eles de modo a chegarem a um consenso?

Em vez disso, Maomé, o último e mais exaltado profeta de Deus e o exemplo para toda a humanidade, ordenou que os homens fossem todos amarrados. Depois disto, cavou calas e deu início à decapitação sistemática dos judeus.

Numa cena que certamente possui semelhanças com os esquadrões da morte da nacional-socialista alemã, pequenos grupos de judeus que não haviam feito qualquer tipo de mal a Maomé foram trazidos a ele e forçados a ajoelhar. Olhando para os corpos de judeus já decapitados, estes pobres judeus submeteram-se eles mesmos à decapitação antes de serem empurrados para a vala onde já se encontravam muitos dos seus familiares.

Tudo isto com a aprovação de Maomé.

Não há forma de negar que Maomé sentiu algum tipo de satisfação com a matança de judeus, particularmente depois de ter tomado posse duma bonita rapariga judia "recentemente enviuvada" e, portanto, disponível para ser a sua serva sexual (Ishaq/Hisham 693).

Outras mulheres não se submeteram de forma tão complacente. "Historiadores" muçulmanos registam a reacção duma mulher que perdeu a sua sanidade mental quando a sua família foi morta. Os executores aparentemente encontraram-na a rir-se de um modo descontrolado e enervante e como tal, decapitaram-na também. Como regista Aisha:

Nunca mais me esqueço que ela se ria de uma forma extrema embora soubesse que seria morta.
(Abu Dawud 2665)
(Pode-se perdoar a obtusidade de Aisha visto que, na altura em que o seu marido Maomé levava a cabo a matança dos judeus, ela tinha só 12 anos).

Rapazes com idades iguais ou superiores a 13/14 anos foram também executados se se confirmasse terem atingido a puberdade. Os muçulmanos ordenaram que os rapazes baixassem as calças; aqueles que possuíssem pêlos púbicos tiveram os seus pescoços cortados (Abu Dawud 4390).

Não havia necessidade de se determinar quem é que tinha ou não combatido visto que NINGUÉM tinha combatido. Maomé matou-os a todos, mesmo verificando-se o caso de nenhum deles ter sido uma ameaça para si.

Depois de ter saciado o seu desejo de morte, Maomé dividiu as viúvas e as crianças e entregou-os aos seus homens como servas sexuais e escravos. A riqueza acumulada pelos Qurayza foi também dividida.

Uma vez que os Qurayza eram uma tribo pacífica que se dedicava à agricultura e ao comércio, não havia armas e cavalos suficientes para o gosto de Maomé. Como tal, ele obteve armas e cavalos vendendo as mulheres Qurayza num distante mercado (Ishaq 693).

Contradições morais internas.

Embora o Alcorão diga que ninguém pode carregar os fardos de outro (53:38), todos os homens da tribo foram mortos devido à decisão que foi forçada a um dos membros.

E que dizer das partes que ordenam o término da violência se o adversário parar de lutar? Os Qurayza nunca haviam iniciado qualquer tipo de luta contra Maomé.

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Embora os apologistas islâmicos se encontrem literalmente num nó cego quando se trata de justificar este massacre, este incidente foi apenas o primeiro de muitos massacres levados a cabo pelos escravos de Alá.

Quer sejam os 4,000 Judeus de Granada em 1066, os 100,000 Hindus num único dia de 1399, ou o milhão de Arménios Cristãos no início do século 20, a verdade dos factos é que muitos milhões foram mortos nas execuções em massa levadas a cabo pelos discípulos de Maomé.

No entanto, apesar deste registo histórico horrível, nenhum membro da religião islâmica alguma vez emitiu ou emitirá um pedido de desculpas pelos massacres levados pelos muçulmanos visto que os mesmos apenas seguiam o padrão e o exemplo deixado por Maomé aquando da matança dos Qurayza.

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A destruição da Europa

O líder da igreja Free Church "Church of Love" Massoud Fouroozandeh (origem iraniana) foi forçado a sair da sua casa em Odense para uma localização secreta depois da sua família ter visto dois carros vandalizados por estes terem uma cruz à vista.
Os jovens da área de Vollsmose disseram-me para não conduzir com a cruz pendurada no carro. Pouco depois o carro foi vandalizado e queimado. Os assentos foram cortados. Desde então, as janelas laterais do novo carro foram partidas 3 vezes.
Depois deste actos, Fouroozandeh Massoud e a esposa nunca mais se atreveram a deixar as crianças brincar no parque recreativo de Vollsmose.
Elas não cobrem a cabeça, algo que 99% das outras crianças fazem, e como tal, elas atraem atenção. Como tal, não era seguro deixá-las brincar por lá.

Devido a isto, decidimos ir morar para um sítio longe de Vollsmose.

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A "glória" do multiculturalismo está manifesta nesta história. Aparentemente os Cristãos não estão a salvo . . . . no ocidente.

Muçulmanos imigram para a Dinamarca, provenientes de países onde é perfeitamente aceitável perseguir e Cristãos, e trazem consigo o mesmo ódio anti-Cristão. O governo do país onde eles vivem agora recusa-se a criticar as prácticas culturais indígenas (porque isso seria "intolerante") e como tal, os maometanos continuam a fazer o que já fazem há 1400 anos: oprimir os Cristãos.

Quanto tempo mais até que os próprios dhimmis dinamarqueses comecem a afirmar que a culpa é dos Cristãos por este se atreverem a viver numa "vizinhança muçulmana"? O que é que podemos dizer da ideologia política com o nome de multiculturalismo quando esta ideologia - em vez de gerar harmonia entre os grupos culturais - aumenta o racismo, a descriminação e o preconceito?

Exemplos como este demonstram de forma cabal que 1) a sã convivência com maometanos é impossível e 2) o multiculturalismo é uma ideologia criada com o expresso propósito de destruir a estrutura social dos países ocidentais. Se dúvidas existem em relação ao segundo ponto, façam esta pergunta: onde estão os promotores do multiculturalismo nos países islâmicos?

Porque é que o multiculturalismo só é promovido onde há maioria Judaico-Cristã mas nunca entre hindus, maometanos, budistas ou aderentes de outras filosofas religiosas?

Não é por acaso que o marxista cultural e um dos fundadores da Escola de Frankfurt Georg Lukács disse "Quem é que nos salvará da civilização ocidental?"

Os muçulmanos estão a desempenhar na perfeição o papel que os arquitectos da nova Europa lhes entregaram: destruir a estrutura social da superior civilização ocidental.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Muçulmano mata irmã à machadada por motivos de "honra"

Allah Bachaya entregou-se às forças policiais em Rohilanwali (Paquistão) depois de matar a sua irmã em nome da "honra". No entanto, ele está confiante que vai ser liberto no espaço de alguns dias.

Bachaya apresentou-se nas instalações policiais no Sábado depois de matar à machadada a sua irmã Alina (nome fictício) por alegada "moralidade libertina". Falando para o "The Express Tribune", Bachaya afirmou estar seguro que o seu cunhado retirará o processo judicial que entretanto este deu início.

Matei-a porque ela desgraçou o nome da família.

Ela havia-se tornado num transtorno. Não sinto qualquer tipo de remorso pelas minhas acções.

Tenho o apoio da família; eles concordaram com a minha decisão de matá-la.

Bachaya afirmou que Alina havia fugido de casa mais do que uma vez com homens diferentes da vizinhança. No Sábado, disse ele, Alina havia regressado a casa depois de passar três dias com um homem.

Alina, de 25 anos, era casada com Muhammad Akhtar com quem tinha 3 filhos.

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Prisão perpétua para mais um crime de honra

Um pai afegão, a sua esposa e o seu filho foram condenados a prisão perpétua depois do júri os determinar como culpados do assassínio de 3 irmãs adolescentes e a segunda mulher, num crime que o juiz catalogou de "desprezível" e "hediondo".

O júri demorou 15 horas a determinar que Mohammad Shafia, 58 anos, a sua esposa Tooba Yahya, 42, e o seu filho Hamed, 21, eram culpados de assassínio em primeiro-grau.

Os quatro corpos foram encontrados em Junho de 2009 num carro submerso no canal em Kingston, Ontario (onde a família havia parado durante uma noite durante a sua viagem de regresso a casa depois duma visita às cataratas Niagara).

Os advogados de acusação afirmaram que as filhas haviam sido mortas por terem desonrado a família ao violarem as regras familiares em torno do vestuário, socialização, encontros românticos e acesso à internet.

Depois do veredicto ter sido lido, os três acusados declararam mais uma vez a sua inocência na matança das irmãs Zainab, 19, Sahar 17, e Geeti, 13, e na matança de Rona Amir Mohammad, 52, a primeira mulher de Shafia do seu casamento polígamo. Ela morreu sem deixar filhos ou filhas.

Depois do júri ter declarado o veredicto, Mohammad Shafia, falando através dum tradutor, disse:

Não somos criminosos, não somos assassinos. Nós não cometemos este crime e isto é injusto.
A sua esposa chorosa, Tooba, declarou também que o veredicto era injusto:
Não sou uma assassina, e sou uma mãe. Uma mãe!
O seu filho, expressando-se em inglês, disse:
Não afoguei as minhas irmãs em lado nenhum.
No entanto, o juiz afirmou que as evidências claramente suportavam a sua condenação pelo "planeamento e assassínio deliberado de 4 membros da vossa família".

Ele acrescentou ainda:

É difícil imaginar um crime mais desprezível e hediondo que este . . . . O motivo aparente para estes assassínios vergonhosos e a sangue-frio foi o das quatro vítimas inocentes terem ofendido o vosso conceito de honra . . . que não tem qualquer lugar em sociedades civilizadas.

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Como é normal, as feministas, as alegadamente "defensoras dos direitos das mulheres", nada fazem para confrontar a genuína opressão que as mulheres muçulmanas sofrem.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Documento secreto diz que talibãs vão voltar ao poder

Os talibãs, apoiados por forças de segurança paquistanesas, preparam-se para reconquistar o controlo do Afeganistão após a retirada das forças internacionais.

Esta é a conclusão de um relatório secreto da NATO noticiado esta manhã pela BBC e pelo diário britânico "The Times".

Segundo o jornal espanhol "El País", o documento - baseado em declarações obtidas em mais de 27 mil interrogatórios feitos a cerca de 4 mil talibãs, civis e membros da Al Qaeda - indica que os talibãs se mantêm activos enquanto o governo afegão negoceia com a guerrilha para tentar encontrar uma solução política para o conflito.

Um porta-voz da ISAF (força da NATO) confirmou à Reuters a existência do documento, embora adiante que não se trata de um estudo estratégico mas de "uma compilação de opiniões de prisioneiros talibãs".

Segundo o "The Times", o documento foi redigido no mês passado por militares norte-americanos da base de Baghram. O texto volta a colocar em causa o Paquistão, que é acusado de oferecer assistência aos talibãs através dos seus serviços secretos, nomeadamente em ataques contra as forças internacionais.

O governo do Paquistão considerou as acusações como inconsistentes e "frívolas". "Estamos comprometidos em não interferir no Afeganistão", afirmou um porta-voz do Ministério do Exterior paquistanês, negando qualquer ligação aos talibãs.

Apesar do Paquistão continuar a negar qualquer tipo de envolvimento, o documento afirma que "a manipulação dos líderes talibãs, por parte do Paquistão, continua de forma incessante".

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