MITOS ISLÂMICOS

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Nigéria: Escravos de Alá continuam a matar Cristãos indefesos


Ficamos a saber através desta notícia que fiéis seguidores de Alá, o deus árabe, atacaram uma igreja Cristã no nordeste da Nigéria durante um culto. Este ataque fez parte de uma série de ataques que causou a morte de pelo menos 13 pessoas.

O ataque levado a cabo pelo grupo assassino muçulmano Boko Haram contra a igreja surgiu depois de membros do grupo terem atacado um salão de beleza e terem lutado contra as forças governamentais na sua jihad contra o fraco governo central nigeriano.

Só nos últimos dias o grupo maometano matou pelo menos 44 pessoas, apesar da nação rica em petróleo ter declarado um estado de emergência nas regiões atingidas pela jihad.

(Será que não há interferência internacional na Nigéria devido ao seu rico potencial económico? Será que não há grupos internacionais a quem lhes interessa que o Boko Haram desestabilize o país, ou provoque a queda do presidente actual?)

Segundo o comissário local Ade Shinaba, em Yola - capital do Estado de Adamawa - assassinos muçulmanos com a cara coberta com um pano negro atacaram a Igreja Apostólica local, matando 8 Cristãos inocentes.

Num salão de beleza próximo, pelo menos 3 outras pessoas foram mortas pelos assassinos muçulmanos. Stephen Tizhe, de 35 anos, afirmou:

Três atiradores com as faces cobertas entraram no meu salão e começaram a disparar contra os clientes ao mesmo tempo que gritavam "Alá é o maior, Alá é o maior!".

Inglaterra exporta terroristas para a Somália


Entidades ligadas ao governo britânico afirmam que presentemente há mais pessoas oriundas da Grã-Bretanha a treinar nos campos terroristas da Somália do que em qualquer outra parte do mundo.

Andrew Mitchell disse recentemente que a Somália afigura-se como uma ameaça considerável - maior do que a ameaça proveniente dos campos terroristas das regiões fronteiriças do Paquistão.

Mitchell disse que "há provavelmente mais cidadãos com passaporte britânico envolvidos em treinamento terrorista na Somália do que em qualquer outra parte do mundo."

domingo, 8 de janeiro de 2012

Nigéria: Fervorosos seguidores de Maomé matam mais de 20 Cristãos inocentes em mais um ataque cobarde

O Telegraph informa que há alguns dias atrás muçulmanos armados dispararam contra amigos e familiares Cristãos que se haviam juntado para lamentar a morte de 3 Cristãos (mortos na Quinta-Feira antecedente) deixando mais de 20 Cristãos mortos.

Este foi mais um ataque numa série de ataques levados a cabo por maometanos determinados a expulsar todos os Cristãos do norte da Nigéria - zona predominantemente muçulmana.

(O que é que o mundo diria se um país de maioria Cristã começasse a disparar contra muçulmanos reunidos num enterro como forma de os expulsar do país?)

Várias dezenas de Cristãos haviam-se reunido na prefeitura, em Mubi (Estado de Adamawa) para assinalar as mortes que haviam ocorrido no dia anterior.

Enquanto este encontro pacífico decorria, cerca de 4 muçulmanos devotos - sem dúvida seguindo o exemplo do seu "profeta" que disse "Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos." - abriram fogo ao edifício com Kalashnikovs, matando mais de 20 pessoas e deixando outras 15 gravemente feridas.

Okey Raymond, de 48 anos, que se encontrava no edifício disse:

Começamos a ouvir vários tiros através das janelas. Todos nós procuramos logo ficar em segurança à medida que os atiradores gritavam "Alá é o maior! Alá é o maior!" [Allah u'akbar] à medida que disparavam contra nós.

Um alegado porta-voz do grupo assassino muçulmano Boko Haram já reivindicou mais este ataque organizado a Cristãos indefesos e inocentes.

. . . . . .

É difícil nós termos qualquer tipo de simpatia pelas lágrimas de crocodilo islamitas sempre que estes falam na "ocupação" que eles pensam que ocorre na Terra de Israel quando estes mesmos maometanos dão o seu apoio verbal a coisas como as que os membros a caminho do inferno do Boko Haram estão a levar a cabo.

Onde estão as vozes maometanas a condenar os actos do Boko Haram? Onde estão as resoluções da ONU a proteger os direitos humanos dos Cristãos do norte da Nigéria? Onde estão os esquerdistas internacionais sempre rápidos a criticar Israel sempre que um terrorista é executado na linha de combate? Eles que condenem estes actos de forma peremptória.

Mas eles não o vão fazer porque os islão está a fazer na Nigéria aquilo que os esquerdistas querem fazer no ocidente: diminuir a influência social e política do Cristianismo. Os muçulmanos apenas estão a mostrar o que irá acontecer as Cristãos ocidentais dentro de alguns anos.

Mas Deus já preparou para eles um lugar bem quentinho e confortável - lugar esse para onde já foram lançados todos os grandes terroristas muçulmanos do passado, INCLUSIVE o seu amado profeta (se o que o Alcorão e as tradições islâmicas dizem sobre ele são verídicas).

sábado, 7 de janeiro de 2012

MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus - (1) - Banu Qaynuqa

A parte inicial do Alcorão foi "revelada" durante o tempo em que Maomé se encontrava em Meca. zona onde havia muito poucos Judeus e onde não existiam tribos judaicas.

Durante essa altura, e baseando o seu "conhecimento" Bíblico nas histórias que ele ouvira de outros Judeus e do seu primo Waraqa, um convertido do Judaísmo para o Cristianismo, ele apresentou-se como um "profeta" na mesma linha dos profetas israelitas de outrora.

Quando Maomé se mudou para Medina, já viviam por lá pelo menos 3 tribos judaicas em cujas boas graças ele inicialmente precisava de estar visto ele e o seu pequeno grupo de imigrantes se encontrarem numa posição de relativa fraqueza.

Ele tentou convencer os Judeus de que ele era o último profeta enviado Pelo Deus de Israel - chegando até a alterar a qibla (direcção para onde os maometanos rezam ao deus Alá) para Jerusalém, a Cidade Santa dos Judeus e dos Cristãos. Infelizmente para Maomé, os Judeus de Medina não estavam particularmente impressionados com as alegações esotéricas do profeta árabe.

Como se não fosse suficientemente problemático o facto deste suposto "último profeta" não descender da linhagem de Isaac, tal como o Senhor havia profetizado em Génesis 17:19, 17:21, existiam também as óbvias discrepâncias entre a mensagem de Maomé e a Mensagem presente no Torah.

No Alcorão, os eventos Bíblicos são apresentados de uma forma imatura e confusa, soando a uma longa série de histórias com a mesma redundância moral - acreditem nas alegações que Maomé faz de si próprio ou enfrentem destruição terrena e tormento eterno.

Quando os Judeus correctamente lhe questionaram sobre ausência de qualquer tipo de evidências que suportassem as suas alegações proféticas, tais como milagres ou . . profecias, Maomé inventou uma desculpa inteligente. Ele disse que "não havia necessidade" de fazer milagres uma vez que os Judeus haviam rejeitado os profetas de outrora que haviam feito o tipo de milagres que eles agora lhe exigiam (Alcorão 3:183-184).

Dito de outra forma, "para quê fazer milagres se vocês me irão rejeitar tal como rejeitaram os verdadeiros profetas de outrora?" Com esta desculpa esfarrapada, Maomé confirmou que, para além das suas palavras, ele não tinha mais nada a oferecer como evidência para a sua vida pseudo-profética. Obviamente, os Judeus rejeitaram-no.

Esta rejeição afectou o frágil ego do profeta do islão particularmente se levarmos em conta que o seu povo dependia de forma irresponsável das suas muitas alegações de ser um profeta tal como Moisés Servo do Senhor, Abraão, e o Senhor Jesus Cristo.

Maomé "resolveu" esta rejeição alegando que os Judeus de Medina eram "heréticos" e que eles haviam "corrompido" o Torah e "escondido" os supostos versos que suportavam as suas alegações proféticas.

(Curioso é que, mesmo depois de alguns Judeus terem "convertido" ao islão - à força ou de livre vontade - nenhum deles foi capaz de apresentar o Torah "não-corrompido" que supostamente existiu.)

Depois da vitória na Batalha de Badr, o poder e a riqueza de Maomé cresceram de tal forma que ele encontrou-se em posição de levar a cabo a sua versão de "Solução Final" contra os Judeus locais. Durante a estadia em Medina, as palavras alcorânicas tornaram-se mais duras contra o "Povo do Livro", e a conduta de Maomé tornou-se mais confrontacional. Agora que ele tinha poder, riqueza e homens de guerra, o seu deus Alá já não precisava de manter a máscara.

Embora muito se tenha escrito em torno da "Constituição" de Medina, o tratado que Maomé criou para todas as tribos locais quando chegou a Medida, os maometanos actuais ficam relutantes em admitir a injunção que cancelou o tratado menos de dois anos após ter sido feito.

Enquanto estávamos na mesquita, o profeta saiu e disse: "Vamos ter com os Judeus".

Fomos andando até chegarmos a Bait-ul-Midras. Ele (Maomé) disse então a eles: "Se vocês abraçarem o islão, estarão seguros. Fiquem sabendo que a Terra pertence a Alá e ao seu apóstolo, e que eu quero-vos expulsar desta terra. Se algum de vocês possui possessões, ele tem permissão para as vender. De outro modo, fiquem sabendo que a Terra pertence a Alá e ao seu apóstolo."
(Bukhari 53:392)

Note-se como o tom de voz de Maomé mudou mal ele se tornou suficientemente poderoso para fazer exigências. Este padrão ainda serve de modelo para os maometanos actuais: enquanto estão em posição fragilizada, eles falam em "tolerância" e "liberdade de religião" e outras coisas às quais nós no ocidente temos garantidas à nascença. No entanto, mal eles se encontrem em posição de poder, o seu discurso muda da noite para o dia. Em caso de dúvidas, falem com qualquer Cristão libanês.

Continuando: havendo anunciado as suas intenções, Maomé buscou uma desculpa para tomar posse das terras dos Judeus que se recusaram a "converter" à religião maometana.

O seu primeiro alvo foi uma tribo que havia estado recentemente envolvida num conflito com outras duas tribos. Maomé correctamente previu que as outras tribos não viriam em socorro da tribo Banu Qaynuqa caso ele a sitiasse.

A desculpa de Maomé para atacar esta tribo foi um incidente onde um maometano foi morto por uma turba judaica enfurecida. O facto desta turba estar enfurecida devido ao facto do maometano em questão ter assassinado um mercador Judeu por motivos de honra duma mulher é convenientemente esquecido pelos apologistas contemporâneos. No entanto, estes apologistas admitem que Maomé escolheu sitiar a tribo Banu Qaynuqa em vez de servir de mediador do conflito.

Ou seja, na primeira ocasião que Maomé teve para se mostrar como um homem de honra e um genuíno líder, ele escolheu agir como um homem ganancioso. Ele não pensou em formas de mediar o incidente, mas sim em formas de erradicar a tribo - ficando posteriormente com as suas riquezas.

Segundo os maometanos, este é o "último profeta" de Deus.

Este é um ponto importaste. De acordo com os historiadores maometanos (uso a palavra "historiador" de uma forma muito solta), o primeiro sangue foi derramado quando um Judeu foi assassinado por um maometano por ter feito uma partida a uma mulher maometana (levantar o seu vestido). O maometano foi morto em retaliação por aqueles que haviam acabado de assistir ao assassínio.

Desde quando é que a violência física - e muito menos um assassínio - se justifica por uma partida deste tipo? Pior ainda: se Maomé realmente acreditava na Lei de Moisés (como ele disse acreditar), então ele deveria levar a sério a parte onde se lê:

Mas, se houver morte, então darás vida por vida,
Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé,

Êxodo 21:23-24

Porque é que ele não reconheceu a legitimidade da segunda matança devido à disparidade da primeira?

. . . .

Em todo esta situação, o auto-proclamado "profeta" de Deus respondeu aos eventos de uma forma egoísta, usando força física contra pessoas que o haviam recebido na sua comunidade há menos de 2 anos. Sem preparação alguma para a batalha, a tribo Banu Qaynuqa rendeu-se sem resistência.

Sedento de sangue, Maomé tencionava matar toda a tribo mas um amigo árabe comum conseguiu convencê-lo a não levar a cabo tais intenções horríficas.

Abdullah b. Ubayy b. Salul foi ter com ele [Maomé] quando Deus os tinha colocado debaixo do seu poder, e disse:

"Ó Maomé, lida de forma amena com os meus clientes" (eles eram aliados de Khazraj), mas o apóstolo ignorou-o. Ele repetiu as palavras mas o apóstolo afastou-se dele.

Foi então que ele colocou a sua mão no colar do robe dos apóstolo. Este ficou de tal modo zangado que a sua cara ficou quase totalmente preta.

Ele (Maomé) disse: ". . . Deixa-me."

Ele respondeu "Não, por Deus, não te deixo até que lides de forma amena com os meus clientes. Quatrocentos homens sem armadura e 300 com armadura protegeram-me de todos os meus inimigos; vais tu matá-los numa só manhã? Por Deus, eu sou um homem que teme que as circunstâncias possam mudar."

O apóstolo disse, "Podes ficar com eles."
(Ibn Ishaq/Hisham 546)

Foi daí então que Maomé "permitiu" que os Judeus de Qaynuqa escapassem apenas com algumas ferramentas e algumas roupas. Ele confiscou os seus bens e as suas terras, ficando com 1/5 para si e o resto para os muçulmanos. Segundo o Alcorão, este foi o "castigo" por não acreditarem que Maomé fosse um profeta (Alcorão 3:10-12).

O homem que salvou a vida dos Judeus foi mais tarde qualificado de "hipócrita" por Maomé, e tornou-se evidente que ele (Maomé) arrependeu-se da sua decisão de não matar a tribo por inteiro. Um dos 9 versos alcorânicos que proíbem os maometanos de terem amigos Judeus ou Cristãos foi "revelado" durante este período.

Desta forma, Maomé foi capaz de cumprir a sua promessa de que "aqueles que resistirem a Alá e ao seu mensageiro serão humilhados" (Alcorão 58:20), solidificando assim a sua credibilidade junto dos outros maometanos e inspirando 1400 anos de jihad violenta levada a cabo por muçulmanos desejosos de seguir o seu exemplo.

Fonte

Mais mitos em torno de Maomé.

Televisão Cristã é "ofensiva" para os maometanos egípcios


Um dos grupos afiliados à mais importante instituição islâmica do país, Al Azhar, apelou ao governo que removesse as estações Cristãs do ar, alegando que as mesmas são "ofensivas" para os maometanos.
O "Islamic Research Centre", que fez a exigência, é liderado por Ahmed al-Tayeb, o sheik da "Universidade" Al Azhar - o maior centro de "aprendizagem" sunita do mundo. O centro acusou a emissora Cristã Al Karama (Vineyard) de "insultar" o islão ao incitar divisão sectária no Egipto.

A emissora Al Karama transmite a sua programação através do satélite governamental NileSat. Os Cristãos, que são cerca de 10% da população total do Egipto, regularmente se queixam de serem tratados como cidadãos de segunda classe, e de serem marginalizados pela população predominantemente muçulmana.

Paralelamente, os Cristãos criticam a televisão estatal de ter um viés na sua reportagem dos confrontos entre os Cristãos e as forças armadas, em Outubro último, Nesses confrontos, 26 pessoas foram mortas.
. . . . . .
Tal como os esquerdistas ocidentais, os maometanos tentam usar o poder estatal para suprimir os direitos dos Cristãos.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

"Pai natal" é morto a facadas no Tadjiquistão

Fonte

DUSHANBE (Reuters) - Um jovem vestido como o personagem Ded Moroz -"Avô Congelado", o equivalente russo ao Papai Noel- foi morto a facadas nesta segunda-feira no Tadjiquistão, disseram duas fontes policiais, atribuindo o ataque ao ódio religioso.

Uma multidão agrediu Parviz Davlatbekov, de 24 anos, e o esfaqueou quando ele visitava familiares na madrugada de segunda-feira, vestido como Ded Moroz, que pela tradição leva presentes para as crianças russas no ano-novo. O Tadjiquistão, ex-república soviética da Ásia Central, continua tendo uma forte influência cultural russa.

"Temos declarações de testemunhas que dizem que a multidão bateu em Parviz e o apunhalou com uma faca, gritando 'Seu infiel!'", disse uma das fontes policiais à Reuters.

A segunda fonte disse que o ódio religioso está sendo investigado como possível motivação do crime, ocorrido em Dushanbe, a capital.

O Tadjiquistão é oficialmente um país laico, mas a vasta maioria dos seus 7,7 milhões de habitantes é de muçulmanos. Nos últimos anos, as autoridades têm restringido as liberdades religiosas, e dezenas de pessoas foram presas por ligação com grupos islâmicos.

O presidente Imomali Rakhmon determinou que alunos de escolas religiosas estrangeiras voltem para os seus países, e orientou seus serviços de segurança a reforçarem o controle sobre a educação religiosa e as mesquitas do Tadjiquistão, que segundo ele são usadas para fomentar o radicalismo.

Seus críticos dizem que a pobreza e a repressão no país -a mais pobre das 15 ex-repúblicas soviéticas- é que levam muitos jovens tadjiques a abraçarem o radicalismo islâmico. O país, onde dezenas de milhares de pessoas morreram em uma guerra civil da década de 1990, tem uma longa fronteira com o Afeganistão.

Tokhir Normatov, chefe de gabinete do Ministério do Interior, disse que Davlatbekov morreu num hospital por causa de uma hemorragia. Ele não fez comentários sobre as possíveis motivações do ataque.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Grupo islâmico declara "guerra" à França

Num vídeo visto na Terça-Feira passada por um jornalista da AFP, o mauritano Hamada Ould Mohamed Kheirou, presumível líder dum grupo maometano activo na África Ocidental, voltou a ameaçar a França com uma guerra.

Com um turbante amarrado à volta da sua cabeça, usando óculos escuros (provavelmente construídos por um país não-islâmico) e falando em árabe, Kheirou disse:

Voltamos a declarar guerra à França por este ser um país hostil ao islão. A jihad [guerra santa] vai ser exportada para todo o lado onde seja necessária e por Alá, nós temos que estar prontos para qualquer eventualidade.
O vídeo mostrou também 3 ocidentais - um casal espanhol e uma mulher italiana - raptados em Outubro último num campo feito para refugiados Sahrawi perto de Tindouf - sul da Argélia.

O rapto foi reivindicado pelo grupo "Movement for Unity and Justice in West Africa", que, por essa altura, emergiu como uma ramificação do grupo "Al-Qaeda in the Islamic Maghreb" (AQIM). Este último grupo teve origens na Argélia e agora tem bases operativas no Mali.

. . .

Convém ressalvar que quando os maometanos falam em "guerra", eles não têm em mente uma guerra convencional como nós no ocidente entendemos, mas sim ataques suicidas contra mulheres e crianças inocentes.

Regra geral, os "bravos" mujahedin não se metem com forças militares em guerras normais porque estão bem cientes da inferioridade militar dos países maometanos. Para eles, é mais fácil atacar mulheres e crianças indefesas.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Terroristas muçulmanos dão 3 dias para que os Cristãos abandonem o norte da Nigéria ou enfrentem a morte


O grupo islâmico Boko Haram emitiu um aviso assustador dirigido a todos os Cristãos do norte da Nigéria, dando-lhes 3 dias para saírem da área ou sofrerem ainda mais ataques.

A violência na Nigéria levada a cabo pelos muçulmanos do Boko Haram levou a que estes fizessem um ultimato rígido, declarando que estão prontos para confrontar os soldados que foram enviados pelo presidente Gooluck Jonathan como forma de conter a violência.

Abul Qaqa, porta-voz do Boko Haram, declarou:

Iremos enfrentá-los como forma de proteger os nossos irmãos.
Paralelamente, Abul Qaqa apelou aos maometanos a viver no sul da Nigéria que viessem viver para o norte, citando evidência de que eles poderiam ser "vítimas" de ataques.

No Sábado passado, o presidente Jonathan declarou um estado de emergência nas áreas da Nigéria infectadas com a violenta insurgência islamita. Segundo a Reuters, ele fechou também algumas zonas fronteiriças como medida de precaução.

O estado de emergência foi anunciado em resposta ao múltiplos ataques violentos dirigidos aos Cristãos da Nigéria, especialmente o ataque do último Natal onde 37 pessoas morreram e 57 ficaram feridas.

Os terroristas muçulmanos do Boko Haram, que alegadamente possuem ligações com a Al-Qaeda, reivindicaram o ataque.

Seguindo diz a MSNBC, e em resposta à violência, o Presidente Jonathan jurou "esmagar" o grupo. Ele diz que, inicialmente, o Boko Haram começou como um grupo inofensivo mas que agora se tornou canceroso.

Shehu Sani, activista pelos direitos humanos, declarou à CNN que, apesar das ameaças do Boko Haram serem credíveis, os Cristãos, havendo nascido e crescido nessa área, não tem lugar para onde se dirigir.

Sani acrescentou ainda que as matanças de Cristãos vão prosseguir e que, como forma de evitar o estado de emergência governamental, o Boko Haram simplesmente transladará a sua influência para áreas ainda não afectadas.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Multiculturalismo inglês: violência de honra duplica em apenas 3 anos

Estudos revelam que o número de mulheres britânicas pertencentes a minorias étnicas que reportaram terem sido vítimas de violência relacionada à "honra" cresceu mais do dobro em apenas 3 anos.

Dados recolhidos junto da Metropolitan Police revelam que nos 12 meses que terminaram em Abril de 2011, foram reportados 443 incidentes de violência de honra ou casamentos forçados só em Londres - mais do dobro que no período compreendido entre 2007–08.

Uma sondagem distinta entre todas as forças policiais, usando a Freedom of Information Act, revelou que se reportaram quase 3600 casos em todo o país, só no ano de 2010. Isto dá quase 10 casos de violência de honra por dia.

Abençoado multiculturalismo.

Os activistas avisaram que os casos registados podem ser apenas "a ponta do iceberg" duma vasta gama de incidentes anuais que não são notificados às autoridades devido à pressões familiares ou inconsistências policiais.

Jasvinder Sanghera, fundadora do grupo de apoio a vítimas "Karma Nirvana" disse:

Os dados estão a ser minimizados; estamos a lidar apenas com a ponta do iceberg.

Não sabemos quantos milhares estão em risco visto este ser um crime oculto e não existir qualquer tipo de dever estatutário de o registar.

Isto é um assunto que toca todos os que nasceram aqui (Inglaterra); nós temos mesmo que aceitar isso e deixarmos de ser "culturalmente sensíveis", colocando de lado o medo de sermos chamados de "racistas".

Isto é um assunto que envolve a segurança infantil.

Infelizmente para Jasvinder, a Inglaterra é um dos países mais marxistas culturais que há na Europa. Logo, a crença de que eles vão pôr de lado o seu "politicamente correcto" em favor de acções que sejam boas para as mulheres e crianças envolvidas em "violência de honra" é um pensamento que revela a ingenuidade de quem o expressa.

Para a esquerdalha militante, as mulheres e as crianças que anualmente sofrem de "violência de honra" são pequenos contratempos na "longa marcha através das instituições".

É óbvio que se a polícia inglesa quisesse parar (ou pelo menos reduzir) este tipo de coisas, eles já o teriam há muito tempo. Há uma forma muito simples de se reduzir a ocorrência este tipo de crime: criminalizar a ideologia que serve de justificação a ele (islão). Mas quem realmente acredita que os esquerdistas querem fazer tal coisa?

Um pouco por toda a Europa, os maometanos votam nos partidos da esquerda política. Como tal, e como os esquerdistas estão interessados no poder e não na segurança popular, eles escolhem o politicamente correcto em vez de ofender potenciais votantes.

O islão é um aliado do marxismo cultural (por enquanto) e como tal, os crimes de honra vão continuar a aumentar.

Testemunho de ex-muçulmano saudita

Mais uma alma que passou das trevas para a Luz de Cristo.

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