domingo, 1 de janeiro de 2012
Testemunho de ex-muçulmano saudita
sábado, 31 de dezembro de 2011
Judeu nomeado para director de escola islâmica
Para os Católicos da Malásia, a escolha dum malaio muçulmano para director do prestigioso "SMK Convent Bukit Nanas CBN" sublinha a tendência preocupante de desrespeitar as contribuições e os direitos da Igreja no país, assegurou o arcebispo de Kuala Lumpur Tan Sri Murphy Pakiam , depois do novo director Datin Seri Zavirah Mohd Shaari chegar de surpresa no centro Católico.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
"A minha sogra arrancou-me as unhas"
A pequena Sahar Gul disse que "a minha sogra arrancou-me as unhas".
As feministas, obviamente, vão ignorar mais este caso de abuso contra mulheres visto que o mesmo não tem qualquer tipo de utilidade política para elas.
Muçulmano desce ao inferno depois de matar toda a sua família

No entanto, o muçulmano de 58 anos parecia estar a recompor-se. Os vizinhos afirmaram que ele sorria e acenava à medida que passava pela vizinhança classe média.
Yazdanpanah é o foco de suspeitas depois dum massacre que ocorreu um dia depois do Natal. Um homem vestido de "pai natal" matou 6 familiares e depois suicidou-se.
A polícia de Grapevine chegou a Lincoln Vineyard Apartment Homes poucos minutos antes do pôr-do-sol e descobriu corpos espalhados entre os presentes abertos.
As vítimas tinham idades compreendidas entre 15 e 58.
Yazdanpanah disse que havia comprado a arma depois de expressar que o namorado da filha o perseguia. Ele insistiu em ir buscar a sua filha no seu emprego devido à presença do alegado perseguidor.
O namorado não foi identificado.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Canal televisivo saudita irá propagar "ódio positivo" aos Cristãos em toda a Espanha
Tenciona-se transmitir 8 horas diárias em torno de assuntos islâmicos (amputações? decapitações? "nikah' al muta3" ?). Paralelamente, e num futuro próximo, tenciona-se transmitir o dia todo em castelhano para toda a Espanha e para a América Latina.
A maioria dos funcionários são espanhóis que converteram ao islão por e$te ou por aqu€le motivo e alguns profi$$ionais de outros canais espanhóis.
Durante muitos anos, o sheik Abdul-Aziz al Fawzan, dono deste empreendimento, promoveu na Arábia Saudita uma interpretação do islão que promovia "ódio positivo" aos Cristãos.
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Depois de heróis Católicos como o Rei Dom Afonso Henriques ou o famoso El-Cid terem desferido um valente pontapé nos seus traseiros islâmicos, os maometanos, incapazes de iniciar qualquer tipo de guerra convencional contra QUALQUER país Europeu, voltam-se para a natalidade como nova forma de invasão.
Desta vez, e infelizmente para a Europa, já não temos Afonso Henriques, El Cid, Carlos Magno ou Jan Sobieski (polaco) para defender a superior civilização Judaico-Cristã. Nós agora estamos infestados de marxistas culturais como José Barroso, van Rumpuy, Angela Merkel e outro da mesma "categoria".
Mas vendo bem as coisas, nós temos os líderes que merecemos. Os marxistas culturais só avançaram porque os que estavam do lado do bem recuaram. O mal só avança se o bem recuar. Se o bem se mantiver firme, o mal não avança.
Mais um blogue apagado por ofender o islão
Será que falar mal da ideologia maometana é motivo para que um blogue seja apagado? Como é que fica a liberdade de expressão em casos como estes?
Aparentemente a sharia já está em funcionamento e ninguém nos avisou.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Muçulmanos nigerianos demonstram natureza pacífica da sua religião queimando Cristãos até à morte

Um porta-voz do violento grupo muçulmano Boko Haram já veio a público afirmar que o seu grupo é responsável pelo bombardeamento duma igreja perto da capital Abuja e por outros actos de violência que geraram medo e raiva no país mais populoso de África.
O conselheiro da segurança nacional da Nigéria culpou o Boko Haram pelos ataques horríficos que levou à morte de Cristãos à medida que eles saíam das igrejas. Alguns morreram queimados dentro dos veículos.
Vítimas da igreja perto da capital, onde 35 Cristãos foram mortos, correram em direcção ao sacerdote com apelos finais (antes de morrerem).
Esta série de ataques islâmicos foi condenada pelo Vaticano, pela Casa Branca e por vários outros países.
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Enquanto os maometanos tem todos os direitos humanos para adorar o seu deus nos países ocidentais, os Cristãos vivem em constante sobressalto em países onde os muçulmanos ainda nem são a maioria. Como serão as coisas quando eles forem de facto a maioria?
Outra coisa que convém perguntar é: como será a Europa central daqui há 20/30 anos quando os adoradores do deus Alá se tornarem mais numerosos?
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Uganda: muçulmanos demonstram natureza pacífica da sua ideologia atirando ácido na cara de pastor evangélico
Líderes Cristãos do Uganda condenaram o ataque levado a cabo contra um pastor local. O mesmo, que teve ácido atirado à sua cara na Véspera de Natal, ficou com o seu olho direito cego e um dos lado da sua cara desfigurado.
Suspeita-se que o ataque ao Pastor Umar Mulinde da Gospel Life Church em Kampala deva-se ao facto da sua conversão das trevas para a luz do islão para o Cristianismo. Segundo a New Vision, não só o pai de Mulinde foi imã, como ele provém duma rígida família muçulmana. O pastor era um sheik antes de se voltar para o Cristianismo - decisão que gerou muita comoção na sua comunidade.
O ataque ocorreu por volta das 21:00 na Véspera de Natal, e logo após o mesmo, o pastor foi levado de emergência para o International Hospital Kampala pelos membros da igreja.
A condição do pastor, entretanto, estabilizou-se o suficiente para este poder partilhar detalhes do evento:
Fui atacado por um homem que alegou ser um Cristão. Ele chamou-me em voz alta dizendo "pastor, pastor!". Quando me virei, ele despejou ácido em cima, o que me queimou parte da cara.O pastor revelou que há já algum tempo que recebia ameaças mas que nunca as levou a sério até agora.À medida que eu me afastava do atacante, outro homem atirou-me líquido nas costas e fugiu gritando ‘Allah Akbar ("Alá é o maior").
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Aos comentadores maometanos que por aqui andam (escrevendo em maiúsculas e emitindo alegações claramente falsas), fica uma pergunta: se se confirmar que este ataque foi de facto levado a cabo pelos adoradores do deus Alá - o deus árabe - como é que o islão condena este acto?
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
O chocante amor árabe por Hitler
Mas e se você digitasse o nome do próprio “Hitler” em caracteres árabes no Google? O que vai encontrar? “Hitler” em árabe tem tantos resultados quanto o número de judeus que ele assassinou: mais de 6 milhões.
Embora seja impossível ler 6 milhões de blogs e sites para apurar o que o mundo árabe pensa sobre ele, ler atentamente algumas centenas deles pode deixar os ocidentais chocados ao perceberem que a maioria dos comentários, de uma maneira ou de outra, elogiam ou glorificam Hitler.
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| Líder islâmico em reunião com Hitler |
Os ocidentais poderiam pensar que o primeiro comentário em um artigo como esse seria de repúdio. Nada disso. Muhammad Jasem postou: “Se os maiores líderes se juntassem, não se igualariam em magnificência a Hitler”. O restante dos comentários não focou longe disso.
O segundo resultado foi um vídeo do Youtube intitulado “Os Judeus São Covardes”, mostrando um imitador de Hitler andando pelas ruas, com transeuntes judeus, supostamente apavorados, desviando-se dele. Isso “prova que judeus são covardes”, interpretavam os comentários.
O resultado seguinte é um vídeo do Youtube intitulado “A Declaração de Hitler sobre a Aniquilação dos Judeus”; o primeiro comentário dizia como Hitler “respeitava o Islã” e como ele chegou a convocar uma unidade muçulmana da SS e lhes conceder as pausas para orações.
Ele também teria matado todos os muçulmanos” mas logo me decepcionei com “mas, para ser sincero, eu adoro o Hitler por sua capacidade de liderança”. É claro, isso foi rapidamente repreendido por outros: “Se Hitler odiasse os árabes, por que ele iria convocar soldados muçulmanos para os seus postos? Isso deve ser propaganda sionista”.
No site Alsaha.com, principal fonte de notícias do Golfo Árabe, uma notícia sobre um filme recém-lançado em Paris retrata pela primeira vez como a Mesquita de Paris salvou guerrilheiros da resistência judaica e muçulmana durante a Segunda Guerra Mundial.
Os comentários mais comuns vão de negadores do holocausto, longos posts de como o Grande Mufti Haj Amin Al-Husseini, líder palestino que fez aliança com Hitler, era um grande herói e como Hitler havia supostamente citado o Corão: “a Hora está próxima, e a lua foi feita em pedaços”.
A citação do Corão supostamente dita por Hitler era tão comum que Ayed Al-Qarni, um dos mais respeitados teólogos sauditas, observou que Hitler havia gravado essa frase nos canhões e tanques das tropas da SS.
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| Líder islâmico passa em revista tropa nazista de soldados muçulmanos |
É óbvio que Hitler elogiava o islã porque estava aliado aos otomanos. Mas por que nós árabes temos que insistir nesse amor por Hitler? Só porque ele fez uma limpeza dos judeus? Maomé, e Omar depois dele, limparam Jerusalém deles muito antes de Hitler”. Se os ocidentais equiparassem Maomé a Hitler, a reacção seria imensa.
Mas não é incomum encontrar sites árabes afirmando que Hitler era um modelo que seguiu os passos de Maomé. “O único personagem na história que foi capaz de ganhar os judeus para mutilá-los foi Maomé”, Hitler foi citado dizendo. E é claro, consideraram um elogio.
Ele escreve: “Hitler, esse nacionalista extremista, e seu amigo Mussolini, vieram e desencadearam uma guerra mundial que vitimou 60 milhões de pessoas”. Até aí tudo bem. Até que algumas linhas depois: “Quando Hitler fez o que fez com eles [os judeus], os sionistas usaram tácticas para inventar o Holocausto”.
Aceitar o Holocausto como uma realidade e negá-lo na mesma argumentação não é incomum nos sites árabes. Isso é sinal de um mentiroso patológico.
domingo, 25 de dezembro de 2011
MITO: Maomé foi um guerreiro bravo que dependeu da protecção de Alá
Há muitos sítios onde Maomé alega que ele confia no seu deus Alá para o proteger.
Ó Mensageiro, proclama o que te foi revelado por teu Senhor, porque se não o fizeres, não terás cumprido a Sua Missão. Deus te protegerá dos homens, porque Deus não ilumina os incrédulos. (Alcorão 5:67, e vêr também 8:30)Paralelamente, Maomé encorajou os seus soldados a acreditar que estarão a salvo mesmo que sejam descuidados numa batalha:
Não é dado a nenhum ser morrer, sem a vontade de Deus (Alcorão 3:145)
[Auf bin Harith perguntou] “Ó apóstolo de Alá, o que é que faz com que Alá sorria de alegria perante o seu servo? Ele [Maomé] respondeu: Quando ele mergulha para o meio da batalha sem armadura. (Ibn Ishaq/Hisham 445)Sem surpresa alguma, Auf acreditou no "conselho" de Maomé e fez isso mesmo: envolveu-se numa batalha sem se proteger:
Auf tirou a armadura que estava sobre ele, e lançou-a para longe de si; então ele pegou na sua espada e lutou com o inimigo até ser morto. (Ibn Ishaq/Hisham 445)O destino de Auf durante a Batalha de Badr deve ter causado uma impressão muito forte em Maomé visto que na batalha seguinte, Maomé usou duas camadas de armadura protectora! (Ibn Ishaq/Hisham 560)
Outras partes da Batalha de Uhud parecem suportar a noção de que Maomé estava com dúvidas em relação à habilidade do seu deus Alá de enviar os seus anjos para o proteger. Não só ele se posicionou bem na retaguarda do seu exército, como se certificou de estar rodeado de guarda-costas.
Esta estratégia, na verdade, correu mal visto que o inimigo inesperadamente flanqueou os muçulmanos e avançou directamente para a sua área. Os anjos fizeram-se notar pela sua ausência e como resultado, Maomé, desesperado para salvar a sua pele, começou a vender a ideia do paraíso aos homens à sua volta em troca pelas suas vidas:
Foi reportado segundo a autoridade de Anas b. Malik que (quando o inimigo começou a ficar por cima ) na Batalha de Uhud, o mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) ficou com apenas 7 homens dos Ansar e 2 da tribo dos Quraish.Quando o inimigo avançou rumo a ele e o sobrepujou, ele disse: "Quem desviá-los de nós irá obter o Paraíso ou será o meu Companheiro no Paraíso."
Um dos homens entre os Ansar avançou e lutou (o inimigo) até que foi morto.
Quando o inimigo avançou e sobrepujou-o outra vez. ele repetiu as palavras: "Quem desviá-los de nós irá obter o Paraíso ou será o meu Companheiro no Paraíso." Outro dos homens dos Ansar chegou-se à frente e lutou até que foi morto.
Isto repetiu-se até que os 7 Ansar foram mortos (um a seguir ao outro). (Muslim 19:4413)
Como se vê pela passagem, e tendo como base a promessa de que seriam seus "companheiros no paraíso", 7 homens avançaram, um após outro, para defenderem Maomé. (Nenhum deles aparentemente questionou Maomé do porquê ele estar tão ansioso em evitar um além tão maravilhoso).
Um homem chamado Abu Dujana “fez do seu corpo um escudo para o apóstolo” (Ibn Ishaq/Hisham 573). Segundo o relato, as suas costas foram trespassadas por várias setas até que ele caiu e morreu.
Enquanto isso, Maomé conseguiu fugir da batalha para o conforto duma montanha próxima.
O apóstolo dirigiu-se a uma montanha com o propósito de subi-la. Como ele se havia tornado pesado com à idade, e como tinha posto sobre si duas camadas armaduras protectoras, quando ele tentou ficar de pé não conseguiu. Talha ficou por trás dele e empurrou-o até que ele se acomodou confortavelmente na montanha. (Ibn Ishaq/Hisham 577)
Como seria de esperar, os momentos que se seguiram à Batalha de Uhud foram um bocado embaraçosos para o auto-proclamado "profeta". Muitos maometanos haviam sido mortos e mais tarde os seus corpos haviam sido mutilados.
O próprio Maomé, o apóstolo do "poderoso Alá", havia sido ferido na cara com uma pedra atirada contra si. Isto provavelmente aconteceu durante um dos momentos em que ele, por detrás dos seus guarda-costas, espreitava por um lugar para onde fugir.
A princípio Maomé pareceu reconquistar a confiança do seu povo com uma arrogante história militar usada como forma de desviar a atenção das pessoas da sua lesão facial. Ele alegou que tinha "morto" o homem que lhe tinha ferido com a pedra:
[Maomé] usou água para lavar o sangue da sua cara e enquanto ele fazia isto, disse: "A ira de Alá é feroz contra ele que fez com que a cara de seu profeta sangrasse."
(Ibn Ishaq/Hisham 576).
Maomé impediu também que os mortos fossem trazidos a Medina para serem lá enterrados visto que isto aprofundaria a humilhação da sua periclitante religião e fragilizaria a confiança que as pessoas tinham nele. (Ibn Ishaq/Hisham 586).
O que se seguiu a isto foi uma série de desculpas como forma de explicar a derrota de Uhud - detalhada na terceira sura. A mais fraca das desculpas oferecidas foi a de que a derrocada ter sido um "teste" para que "Alá pudesse saber quais eram os que acreditavam" (3:140).
Provavelmente alguém lhe fez a pergunta óbvia em como é que um omnisciente Alá foi incapaz de saber quem é que realmente acreditava. Isto inspirou mais um rol de desculpas adicionais.
A tentativa seguinte de Maomé foi a de culpar os "hipócritas" que falharam ao não o acompanharem para a batalha (3:167). Mas isto também se verificou na Batalha de Badr onde os maometanos foram vitoriosos graças aos anjos de Alá (visíveis apenas por Maomé, claro).
Porque é que desta vez os anjos não vieram em seu socorro?
Finalmente, Maomé pura e simplesmente identificou o pecado do seu povo como a causa da derrota e declarou que eles deveriam implorar pelo seu perdão. Supostamente eles não só o haviam "forçado" para uma batalha que ele não desejava, como haviam lutado de forma muito pobre, chegando ao ponto de "abandonarem o mensageiro" (3:153) cuja presença havia sido uma bênção de Alá.
Claramente os outros haviam desiludido Maomé, mas ele e Alá comprometiam-se a ser magnânimos se os outros reconhecessem o seu erro. (3:152). Para não deixar pontas soltas, ele disse também que o diabo os havia levado a agir de forma como haviam agido (3:155).
O mestre de psicologia eventualmente reconquistou a confiança do seu povo, particularmente depois de uma série assaltos às caravanas dos habitantes de Meca - que garantiram um fluir de mercadoria roubada para a comunidade.
O sicofantismo muçulmano mantém até hoje. Compare-se a descrição histórica do desespero de Maomé, e a sua fuga, com o comentário do século 20 levado a cabo pelo tradutor Yusuf Ali. Este é um exemplo hilariante da ideologia a ser colocada acima das evidências.
Não houve derrota . . . . Se não fosse a sua [Maomé] firmeza, coragem e tranquilidade, tudo estaria perdido. (Yusuf Ali margin note #442).Sem dúvida. O facto dos testemunhos mais próximos do evento afirmarem que Maomé teve que fugir em desespero de causa deve ser um erro histórico. De facto, parece que Maomé perdeu a fé na "protecção de Alá".
Pior do que isso, ele imortalizou a obrigação do seu povo em protegê-lo com as suas armas, mesmo que as tivessem que as levar quando ele fosse à mesquita:
Quando estiveres entre eles e os convocares a observarem a oração (ó Mensageiro), que uma parte deles tome de suas armas e a pratique contigo; e, quando se prostrarem, que a outra se poste na retaguarda; ao concluírem, que se retire e se ponha de guarda e suceda-lhe a parte que não tiver orado, ainda, e que reze contigo.Embora faça parte da "eterna palavra de Alá" para os homens, estas instruções em torno da segurança pessoal de Maomé não possuem qualquer tipo de relevância para os dias de hoje - excepto para encorajar os maometanos actuais a esconder armas nas mesquitas (coisa que eles fazem frequentemente) e planear ataques terroristas nas mesquitas (outra coisa que eles também fazem com insistência).Que não precavenham e levem suas armas, porque os incrédulos ansiarão para que negligencieis as vossas armas e provisões, a fim de vos atacarem de surpresa. Tampouco sereis recriminados se depuserdes as armas quando a chuva a isso vos obriga, ou estiverdes enfermos; mas tomai vossas precauções. Sem dúvida, Deus destina aos incrédulos um castigo ignominioso." (Alcorão 4:102)
Por fim, há evidências muito fortes de que Maomé morreu como consequência de ter sido envenenado por uma mulher Judia - ou pelo menos ele pensava assim. A sua morte não foi nada agradável ou pacífica. Segundo o seu biógrafo, "ele sofreu muitas dores" (Ibn Ishaq/Hisham 1006).
Talvez um dos motivos que leve a que os maometanos actuais rejeitem este incidente seja o de contradizer a noção da "protecção divina" que Maomé alegou ter. Mas até o Alcorão demonstra que o "apóstolo de Alá" teve que colocar de parte a noção da "protecção de Alá" e arranjar um corpo de segurança mais humano.
Se o Alcorão diz isto, então os maometanos actuais têm que rejeitar a noção de que Maomé dependia exclusivamente de protecção divina (ou angelical).
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