MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 8 de dezembro de 2013

Distorcendo a Bíblia para oprimir os Cristãos

Por Raymond Ibrahim

Numa nova e perversa alteração à opressão que os Cristãos sofrem no Médio Oriente, um eminente clérigo Egípcio está a usar Um Jesus islamizado para promover os objectivos do totalitarismo islâmico.

Vez após vez, os muçulmanos, especialmente aqueles que vivem no Egipto, projectam o pensamento islâmico sobre os Cristãos: por exemplo, as igrejas Coptas foram acusadas de fazer contrabando e armazenamento de armas como forma de tomar o poder na nação (quando na verdade as mesquitas é que são regularmente reveladas como sítios onde armas ilegais são armazenadas para a jihad).

Para além disso, os Coptas foram também acusados e raptar e torturar as raparigas Coptas que convertem ao islão (quando na verdade os muçulmanos que convertem ao Cristianismo - os apóstatas - é que são regularmente espancados, aprisionados e até assassinados); são até acusados de dar apoio aos ataques suicidas sempre que a igreja fala de Coptas que foram martirizados (porque no islão, ser mártir normalmente significa sacrificar a própria vida numa "guerra santa").

Ficamos a saber que, agora, um clérigo do Egipto - o mesmo que insiste que os maridos maometanos devem odiar as suas esposas não-maometanas - proclamou que o Senhor Jesus era contra a separação entre a igreja e o estado, e que Ele suportava a ideia da jizya - o tributo ordenado pelo Alcorão que os não-muçulmanos conquistados, ou dhimmis, são obrigados a pagar aos seus senhores "com submissão voluntária" (Alcorão 9:29).

O sheik Yusuf Burhami, o mais visível líder do movimento Salafi do Egipto - que, depois da destituição da Irmandade Muçulmana, tornou-se no partido islamista primário a tentar impor a Sharia na nova constituição - emitiu recentemente uma fatwa em árabe alegando que a declaração Bíblica atribuída ao Senhor Jesus - "Dai a César o que é de César, e dai a Deus o que é de Deus" (Mateus 22:21) - não pode significar que Ele apoiava a separação entre o estado e a igreja, como acreditam muitos Cristãos, "porque", nas palavras de Burhami, "a separação entre o estado e a religião contradiz os textos do Alcorão."

Como exemplo, Burhami cita o Alcorão na sua fatwa, incluindo versos tais como "Verdadeiramente, este assunto pertence inteiramente a Alá" (Alcorão 3:154), que, segundo os interpretadores islâmicos ortodoxos, significa que todos os assuntos terrenos - todas as leis - têm que ser decididas por Alá (e, desde logo, a natureza totalitária da lei Sharia).

Burhami diz ainda:

É impossível que o Messias - que a paz esteja com Ele - apele para uma separação entre o estado e a religião; isto significa que a política seja governada sem a Sharia de Alá.

Em vez disso, segundo o líder Salafi, o "Verdadeiro" Jesus - o "Jesus" muçulmano", Isa, que Um Defensor da Sharia - fez essa alegação para confirmar que as populações conquistadas têm que pagar o tributo - jizya; ou, no contexto da discussão do Senhor Jesus relativa à imagem de César numa moeda, os Judeus do primeiro século estavam na obrigação de pagar o tributo aos Romanos. 

Logo, ao darem a César o que era de César, e como segundo Burhami não há separação entre a religião e o estado - os Judeus já estariam a dar a Deus o que era de Deus visto que é Deus (ou "Alá") que or ordenou a pagar o tributo. Segundo o partido Salafi do Egipto, isto era o significado das palavras do Senhor Jesus.

No pano de fundo da fatwa de Burhami existem apelos crescentes para que os Cristãos do Egipto paguem o jizya ao estado, tal como historicamente sempre o fizeram (e tal como ordena o Alcorão) à medida que vigilantes maometanos se encontram actualmente a forçá-los a fazer através da violência.

O Alcorão diz na surah 9, ayah 29 para que os maometanos lutem e subjuguem "o Povo do Livro" (Judeus e Cristãos) "até que eles paguem o jizya com submissão voluntária e sintam-se totalmente subjugados." Se os maometanos quiserem seguir esta passagem à letra - a entre todos os maometanos, os Salafis são os que mais tentam seguir o Alcorão à letra - para além de terem de pagar o tributo, é exigido aos Coptas que se "sintam totalmente subjugados," o que se encontra muito longe deles serem cidadãos com direitos iguais no Egipto, mas bem mais perto deles serem cidadãos de terceira no seu próprio pais.

Entretanto, se os maometanos tais como Burhami estão a projectar os piores traços do islão para os Cristãos (e para o Senhor Jesus), os ocidentais estão estão a projectar os melhores traços da civilização Ocidental (ironicamente, provenientes do Cristianismo) - tais como a tolerância e o pluralismo - para os maometanos e desde logo são incapazes de acreditar na triste realidade do sofrimento Cristão sob a espada do islão.

Fonte.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O verdadeiro significado da jihad

Por Raymond Ibrahim

Um artigo recentemente publicado no jornal Egípcio Al Ahram intitulado “O Terrorismo é Jihad?", e escrito por Dr. Abdul Fatah Idris (perito na lei islâmica), fornece-nos lições importantes - desde o facto da jihad realmente se centrar na subjugação dos não-maometanos, até ao porquê da mentalidade Ocidental ainda ser incapaz de o aceitar.

Idris, professor e presidente do Departamento de Jurisprudência Comparativa na Faculdade da Lei Sharia (Universidade de Al Azhar) é um jurista bem reputado. O seu artigo começa com ele citando varias instituições internacionais que correctamente definem o terrorismo como violência ou ameaças levadas a cabo como meio de coerção.

Idris menciona também a forma como "a Academia de Pesquisas Islâmicas, no seu relatório emitido no dia 4 de Novembro de 2001, define o terrorismo como o acto de aterrorizar pessoas inocentes e a destruição das suas propriedades, dos seus elementos essenciais de subsistência, das suas finanças, das suas pessoas, das suas liberdades e da sua dignidade humana sem justificação, e a propagação de corrupção por toda o território."

Apesar de Idris citar várias instituições internacionais, é interessante notar a forma como a "Academia de Pesquisas Islâmicas" é que inclui as palavras "inocentes" e "sem justificação" na sua definição, ambas palavras que deixam margem de manobra para exonerar actos de terrorismo contra aqueles que são qualificados como "culpados" ou  aqueles contra quem é "justificável" dar início a ataques. Para muitos maometanos, o Ocidente está incluído neste último grupo.

De qualquer das formas, no contexto dos recentes ataques terroristas levados a cabo pela Irmandade Muçulmana por todo o Egipto - incluindo a destruição de mais de 80 igrejas Cristãs - Idris diz o seguinte:
Está, portanto, certo definir o que aconteceu [no Egipto] de terrorismo, e, tal como foi feito por alguns, não pode ser qualificado de jihad ou ribat nos caminhos de Alá uma vez que a diferença é enorme. O terrorismo é um crime - tanto segundo a Sharia tal como segundo a lei; e todas as convenções internacionais qualificam isso de crime e apelam as pessoas para lutar contra ele de todas as formas.
Até a este ponto, Idris qualifica e concorda com a definição internacional de terrorismo, e caracteriza as acções da Irmandade Muçulmana (que ele nunca identifica por nome) como actos de terrorismo.

Até aqui tudo bem.

No entanto, logo a seguir a Idris faz uma reversão completa em relação ao que ele tinha acabado de dizer:
Mas a jihad nos caminhos de Alá, para fazer a sua palavra suprema, propagar a sua religião, defender a honra da nação islâmica [umma], e responder à agressão contra os muçulmanos por toda a Terra - isto é a jihad: quando um muçulmano luta contra um infiél - sem qualquer tratado - para fazer da palavra de Alá, o Exaltado, suprema, forcando-o a combater ou a invadir as suas terras, isto é permitido segundo o consenso dos juristas [islâmicos]. De facto, isto é uma obrigação para todos os muçulmanos
Se os actos da jihad - o que inclui lutar contra os infiéis e partir-lhes a espinha de qualquer modo possível - são permissíveis segundo a Sharia, então é impossível defini-los como actos de terrorismo uma vez que as evidências fundamentadas na Sharia as tornaram legítimas. 
Existe uma diferença enorme entre ambas [jihad e terrorismo], e não há qualquer ligação entre o que é obrigatório [jihad] e o que é proibido [terrorismo].
Por esta altura, o confuso leitor ocidental pode-se questionar do como, exactamente, é que a jihad - "segundo o consenso dos juristas" - é diferente das definições de terrorismo mencionadas em cima. Em situações como esta, o não-maometano tem que transcender a sua epistemologia e, por alguns momentos, começar a pensar como um maometano devoto - especialmente no contexto dos pontos que se seguem:
  1. Segundo a doutrina islâmica, tal como assegura o Dr. Idris, a jihad é uma obrigação para os muçulmanos (jihad ofensiva sendo um esforço comunal enquanto que a jihad defensiva é individual). É exactamente como este perito na jurisprudência islâmica declara: "Mas a jihad nos caminhos de Alá, para fazer a sua palavra suprema, propagar a sua religião, defender a honra da nação islâmica [umma], e responder à agressão contra os muçulmanos por toda a Terra - isto é a jihad: quando um muçulmano luta contra um infiel - sem qualquer tratado - para fazer da palavra de Alá, o Exaltado, suprema, forcando-o a combater ou a invadir as suas terras..."

  2. Segundo o pensamento islâmico, a jihad ofensiva - "que inclui lutar contra os infiéis e partir-lhes a espinha de qualquer modo possível" - é vista como uma actividade altruísta para o bem do mundo. Dito de outra forma, o fim justifica os meios.
Levando em conta estes dois pontos - (1) Alá ordena os maometanos a levar a cabo a jihad e (2) essa jihad é benéfica para todos os envolvidos, um meio de levar a cabo algo glorioso, isto é, "tornar a palavra de Alá suprema" - como é que os muçulmanos podem classificar a jihad de "terrorismo" mesmo quando, do ponto de vista dum não-maometano, ela parece ser idêntica à definição internacional de terrorismo que o próprio Idris ressalvou e com a qual ele concordou?

A resposta mais directa é, a jihad não é terrorismo apenas e só porque Alá assim o diz - mesmo que no mundo real e em termos prácticos, a jihad e o terrorismo sejam idênticos. Nas palavras de Idris: "Se os actos da jihad - o que inclui lutar contra os infiéis e partir-lhes a espinha de qualquer modo possível - são permissíveis segundo a Sharia, então é impossível defini-los como actos de terrorismo."

Três pensamentos finais:
  1. Da próxima vez que vocês acharem estranho o porquê dos muçulmanos "moderados" raramente (se alguma vez) condenarem o terrorismo habitualmente cometido no nome da sua religião, tente-se lembrar do artigo escrito pelo Dr. Idris e pela sua forma de pensar.

  2. Em relação à supostamente "controversa" questão do que a jihad realmente é, qual é a voz mais autoritária: 1) Um instrutor da lei Sharia que trabalha para a universidade islâmica mais prestigiada do mundo, escrevendo em árabe para outros maometanos, 2) ou a Karen Armstrong, que escreve artigos (falando do benigno e "mal-entendido" islão) dirigidos ao público Ocidental?

  3. Porque é que o artigo de Idris não foi denunciado? Imaginem a raiva internacional que seria gerada se um teólogo Cristão escreve-se para o New York Times - que é o equivalente do Al Ahram para o Egipto - afirmando que "é uma obrigação" para os Cristãos levar a cabo uma "guerra santa" contra os infiéis não-Cristãos e "lutar ou invadir as suas terras [não-Cristãs] de modo a tornar a Palavra do Senhor Jesus suprema".
E voltamos assim para o mesmo facto lamentável: embora os mandamentos islâmicos sejam claros como a água - claramente visíveis para quem quer ver - o Ocidente não consegue aceitar a realidade, largamente graças a uma quantidade sem fim de mentirosos, ignorantes e traidores.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Nigéria: Obama não quer ofender maometanos.

Ao mesmo tempo que a administração Obama continua a afirmar que a jihad que o grupo maometano Boko Haram está a levar a cabo contra os Cristãos - que já causou a morte de milhares de Cristãos e a destruição de muitas igrejas - não está relacionada com o islão, o grupo mais uma vez deixou bem claro que a fé maometana é a principal causa da cristofobia. Uma reportagem recente afirma:

Num vídeo online disponibilizado na semana passada, o grupo militante muçulmano Boko Haram exigiu que o presidente Cristão da Nigéria se converte-se ao islão ou abandonasse o cargo. O líder do grupo [Boko] Haram, Abubakar Shekau, disse ao Presidente Goodluck Jonathan para se "arrepender e abandonar o Cristianismo", ou então os seus seguidores continuariam com a sua campanha violenta.

Apesar da administração Obama ter concordado em gastar $600 milhões numa iniciativa USAID lançada como forma de se averiguarem "as verdadeiras causas" por trás da violenta e sanguinária actividade do Boko Haram, desde o principio que o grupo - e outros maometanos - estavam enraivecidos pelo facto da Nigéria estar a ser liderada por um Cristão. Isto, note-se, apesar de Goodluck Jonathan, ter vencido as eleições de modo categórico ("landslide").

Em Abril de 2011, o analista Peter Run disse:

A onda actual de tumultos foi catalisada pelo anuncio da Independent National Election Commission's (INEC), na Segunda Feira [18 de Abril de 2011], de que o presidente incumbido, o Dr. Goodluck Jonathan, venceu a ronda inicial da contagem de votos. Os tumultos nas zonas do norte largamente habitadas por muçulmanos, e onde a derrota do candidato muçulmano - Muhammadu Buhari - foi [considerada] intolerável não foram surpreendentes. Eles estão agora zangados apesar dos peritos e dos observadores terem reportado que estas foram as eleições mais justas e mais independentes da recente história da Nigéria.

Mais uma vez, portanto, a realidade é facilmente discernível - no fundo, no fundo, a campanha assassina do grupo Boko Haram é inteiramente motivada pela sua religião - mas a administração Obama não só se recusa a designar este grupo como uma organização terrorista, como esbanja elevadas somas de dinheiro em iniciativas (ou diversões) supérfluas ao mesmo tempo que pressiona o presidente nigeriano para fazer mais concessões, incluindo a construção de mais mesquitas, o local exacto onde os muçulmanos são radicalizados e recrutados para a jihad do Boko Haram.

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