MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

O povo mais perseguido do mundo

Por Paul Vallely

Pelo menos uma mulher está segura; ao longo da sua gravidez, ela esteve presa em Cartum, capital da República do Sudão, vivendo com a terrível expectativa de ser enforcada mal o bebé nasça. O seu crime foi o de ter casado com um homem Cristão, e ter sido acusada de apostasia - renúncia da fé islâmica - embora ela mantenha que  nunca tenha sido muçulmana. Na Quinta-Feira, o calvário de oito meses de Meriam Ibrahim finalmente chegou ao fim quando ela saiu do país para em direcção a Roma, onde ela e o seu bebé conheceram o Papa e o Vaticano.

Mas o que aconteceu aos cerca de 3,000 Cristãos de Mosul foi uma história completamente diferente, visto que muçulmanos fanáticos expulsaram-nos das suas casas no norte do Iraque depois de ter sido anunciada uma fatwa nas mesquitas locais a ordená-los a converterem-se ao islão, submeterem-se ao seu domínio, pagar o imposto religioso (jiziyah), ou arriscarem-se a serem mortos se por acaso resolvessem ficar. A última Cristã a abandonar a cidade foi uma senhora deficiente física que não conseguia movimentar-se. Os fanáticos chegaram à sua casa e disseram que eles iriam cortar a sua cabeça com uma espada.

A maior parte das pessoas do Ocidente ficariam surpreendidas pela resposta a esta questão: quem é o povo mais perseguido do mundo? Segundo a International Society for Human Rights, um grupo secular com membros de 38 países distintos, 80% de todos os actos de discriminação religiosa no mundo é dirigido aos Cristãos.

O Centre for the Study of Global Christianity dos Estados Unidos estima que 100,000 Cristãos morrem anualmente, atacados por motivos da sua fé - isto são, 11 Cristãos mortos por hora. O Pew Research Center disse que a hostilidade atingiu o ponto mais alto em 2012, quando os Cristãos enfrentaram algum tipo de discriminação em 139 países, quase três quartos das nações do mundo.

Tudo isto parece ser contra-intuitivo aqui no Ocidente, onde a história do Cristianismo tem sido de domínio cultural e controle desde que o Imperador Constantino se converteu e fez o Império Romano adoptar o Cristianismo no século 4. No entanto, os factos óbvios é que os Cristãos estão a apodrecer nas cadeias do Paquistão por blasfémia, as suas igrejas estão a ser queimadas e os congregantes estão a ser regularmente assassinados na Nigéria e no Egipto, que viu recentemente a pior vaga de violência anti-Cristã em sete séculos.

O pogrom anti-Cristão mais violento do século 21 viu até 500 Cristãos mortos à machadada por radicais hindus de Orissa (Índia), com outros milhares de feridos, e mais de 50,000 a perderem as suas casas. Em Burma, Chin e Karem, os Cristãos são regularmente sujeitos à prisão, tortura, trabalho forçado e ao assassínio.

A perseguição está a crescer na China, e na Coreia do Norte um quarto dos Cristãos locais vivem em campos de trabalhos forçados depois de se terem recusado a fazer parte da seita nacional estatal, fundada por Kim Il-Sung. Somália, Síria, Iraque, Irão, Afeganistão, Arábia Saudita, Iémen e as Maldivas são países que se encontram entre os 10 primeiros na lista dos piores países para um Cristão viver.

Algumas poucas vozes fizeram-se ouvir no Ocidente em torno deste assunto. O historiador religioso Rupert Shortt escreveu um livro com o nome de Christianophobia. O mais conhecido jornalista da religião, John L Allen Jnr, publicou o livro The Global War on Christians. O antigo rabino-chefe Jonathan Sacks disse perante a Câmara dos Lordes que o sofrimento dos Cristãos do Médio Oriente "é um dos maiores crimes contra a humanidade do nosso tempo". Ele comparou esse crime aos pogroms Europeus contra os Judeus, e disse que se encontrava "chocado com a falta de protesto que [esse sofrimento] evocou".

Porque é que isto acontece numa cultura está pronta a fazer protestos públicos contra ferocidade do bombardeamento de Israel a Gaza ou contra o comportamento da Rússia na Ucrânia? Em parte, isto deve-se ao facto da nossa intelligentsia ainda se encontrar presa a formas antigas de pensar em relação ao Cristianismo, como força dominante na hegemónica história do Ocidente. (....)

Uma falsa dicotomia entre a religião e a igualdade foi erigida, e isso resultou numa sucessão de novas histórias, comparativamente triviais, de recepcionistas a serem proibidas de usar jóias religiosas ou enfermeiras a serem suspensas por se disponibilizarem para orar em favor da recuperação dum paciente. A adopção da retórica da perseguição em tais assuntos obscurece a verdadeira perseguição de Cristãos a serem mortos ou expulsos das suas casas em outras partes do mundo.

A maior parte dos Cristãos do mundo não se encontram num frente a frente com secularistas intolerantes em torno de assuntos tão pequenos. No Ocidente, o Cristianismo pode-se ter tornado com o passar do tempo numa fé abraçada pela classe média e colocada de parte pela classe operária, mas no resto do mundo, a esmagadora maioria da população é pobre, e muitos deles batalham contra maiorias culturais antagónicas, e têm prioridades distintas nas suas vidas.  O paradoxo que isto causa, tal como ressalva Allen, é que os Cristãos do mundo caem no meio da divisão esquerda-direita: eles são demasiado religiosos para os esquerdistas, e demasiado estrangeiros para os conservadores.

Junto da elite secular do Reino Unido é socialmente respeitável olhar para o Cristianismo como algo estranho, e é permitido intimidar um pouco os seus aderentes. Isto origina a realidade política surreal onde o Presidente Obama visita a Arábia Saudita mas "não tem tempo" para levantar a questão da supressão do Cristianismo neste país rico em petróleo, e onde o Primeiro-Ministro David Cameron recebe críticas por parte dos não-liberais secularistas devido à historicamente inquestionável afirmação de que a cultura Britânica foi formada segundo valores Cristãos.

A realidade de se ser Cristão na maior parte do mundo é muito diferente. Isto apenas aumenta a tragédia que o Ocidente tarda em compreender - ou tarda em ouvir o apelo de homens tais como o Patriarca Católico de Jerusalém Fouad Twal quando ele pergunta:

Será que alguém ouve o nosso clamor? Quantas atrocidades teremos que suportar até que alguém, em algum lugar, venha em nosso socorro?


Fonte:  http://ind.pn/112mXHm

* * * * * * *

Os adoradores de Alá - o deus de meca - são os principais responsáveis pela tragédia que aflige os servos do Senhor Jesus Cristo, mas muito perto deles (em ódio anti-Cristão) encontram-se os seguidores de Karl Marx, Genrikh Yagoda (fundador do NKVD que matou milhões de Cristãos na Ucrânia), Lazar Kaganovich e muitos outros anti-Cristãos..

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Muçulmanos matam mulher que se havia convertido ao Cristianismo

"vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus." João 16:2

"Quem abandonar a fé islâmica deve ser morto". (Maomé, Volume 9, Book 84, Number 57)

Na manhã do dia 9 de Junho de 2014, no sul do Yémen, Saeed acordou ao som de gritos. Ele saiu do quarto, empurrou para o lado membros familiares assustados, e viu a sua esposa a arder no meio da cozinha, envolta em chamas. A sua esposa, Nazeera, havia estado a preparar o pequeno almoço por volta das 9 da manhã, quando entornou óleo alimentar para dentro duma panela quente. O líquido brilhou e a garrafa explodiu. Enquanto os seus 4 filhos observavam-na a gritar, Nazeera estava a ser queimada viva.  Saeed (nome falso), chorando, disse o seguinte ao Morning Star News:

Corri para fora do quarto e nem podia falar com ela sobre o que tinha acontecido. Tudo o que eu conseguia pensar era em apagar o fogo e levá-la para o hospital. Mas o meu filho de 16 anos não se continha em abraçá-la, mantendo-a por perto enquanto ela era consumida pelas chamas. Ele ficou ferido e eu tive que o afastar dela.

Cerca de duas semanas mais tarde, Nazeera, de 33 anos, morreu como resultado das queimaduras. Quando Saeed regressou para a sua casa, um parente disse-lhe o impensável - que membros da sua família e da sua família da sua esposa dela haviam retirado o óleo vegetal da garrafa e colocado em seu lugar gasolina. Saeed sabia do motivo: muitos anos atrás, ele e ela haviam-se convertido ao Cristianismo e voltado as suas costas ao islão.

Antes dos ataque, Saeed e a sua esposa tomaram a decisão de fugir das suas famílias e do país (Yémen) que é 99% muçulmano. Eles obtiveram os seus papéis de viagem dois dias antes da garrafa sabotada ter explodido.

Depois dos médicos terem dito que não havia mais nada que eles poderiam fazer por Nazeera, amigos dos casal conseguiram assegurar um quarto num hospital Egípcio para um tratamento melhor. Nazeera morreu nesse dia antes de poder viajar.

Saeed encontrava-se junto dela quando ela morreu e entre as suas últimas palavras dirigidas a ele encontravam-se recomendações para que ele não se preocupasse e que ele tomasse conta das crianças. Saeed deixou o hospital e viajou duas horas até chegar à sua casa. Foi aí que um parente lhe disse que um dos seus irmãos e um dos irmãos dela haviam conspirado contra eles como forma de os punir:

Foi-me dito por um dos parentes que tudo foi uma armação e que eles haviam substituído o óleo culinário pela gasolina (que se incendiou mal ela o despejou).

Quando Saeed se dirigiu à polícia como forma de obter ajuda, os oficiais presentes disseram-lhe que trouxesse testemunhas que pudessem confirmar a sua alegação de que havia ocorrido uma sabotagem com a garrafa de óleo. Os seus filhos apenas viram a explosão e não puderam testemunhar em favor duma sabotagem e os parentes de Saeed recusaram-se a incriminar os alegados conspiradores - os seus próprios membros familiares:

Ninguém irá testemunhar em nosso favor. A minha família disse que se eu fosse morto e cortado aos bocados, eles não fariam nada e nem iriam testemunhar em meu favor.

Saeed enterrou a sua esposa e tentou vender as coisas que ainda se encontravam na sua casa, mas os membros da sua família bloquearam os seus esforços. Inicialmente, e depois do ataque, os seus 4 filhos viveram na casa da sua mãe até que secretamente ele foi capaz de tirá-los do pais antes que os seus parentes os viessem retirar das suas mãos. A sua última imagem da sua casa é a dos seus parentes a invadi-la:

Perdi a forma de me sustentar bem como tudo o que nos tínhamos. No momento em que estávamos de saída, tentei vender as coisas que tínhamos, mas alguns dos meus parentes impediram-me e não consegui vender nada. Até no próprio dia em que eu peguei nas crianças para abandonar o país, eles atacaram a nossa casa e dividiram as nossas coisas entre eles. O resto, eles destruíram...
* * * * * * *


Esta é a famosa "tolerância" islâmica da qual tanto falam os apologistas muçulmanos e os seus servos esquerdistas presentes nos mais elevados postos da sociedade Ocidental. O mais curioso é que a mesma tolerância que os muçulmanos estão religiosamente proibidos de conferir aos Cristãos,é a mesma que eles exigem ter nos países Ocidentais.

domingo, 26 de outubro de 2014

O porquê de ser perigoso confiar nos seguidores de Maomé

Artigo Presente no Site RaymondIbrahim.com

Embora eu já esteja a viver no mundo islâmico há já quase 3 anos, os eventos descritos na história que se segue surpreenderam-me. Acho que a ideia de ser traída por um amigo ou por um colega de trabalho com quem já tenho uma longa ligação cordial ainda é difícil de aceitar. Devido a isto, quando soube que um grupo de mulheres muçulmanas traiu as suas colegas Cristãs como forma de assegurar uma posição permanente para as suas colegas muçulmanos, eu fiquei espantada.

Os eventos que levaram à traição começaram em Março de 2014 num hospital governamental em Lahore, Paquistão, onde enfermeiras Cristãs e muçulmanas já trabalhavam juntas há vários anos sem qualquer tipo de problema. Numa tentativa de poupar dinheiro, o governo tomou a decisão de não renovar o contrato das enfermeiras classificadas como temporárias (as enfermeiras ou eram permanentes ou temporárias, estas últimas com renovações anuais de contratos).

Por motivos óbvios, a equipa da enfermaria não ficou feliz com esta decisão governamental visto que as temporárias iriam ficar sem emprego enquanto que as efectivas iriam ver as suas horas de trabalho aumentar sem que com isso fossem proporcionalmente recompensadas. Num gesto de solidariedade, as enfermeiras Cristãs e as muçulmanas decidiram protestar os cortes na equipa em frente ao hospital (Ruth e Sandra representaram as enfermeiras Cristãs).

Pouco depois do protesto ter começado, a polícia chegou e perguntou às líderes das protestantes o propósito da manifestação. Ruth explicou-lhes a situação mas foi dito às enfermeiras que elas estavam erradas e que elas deveriam voltar para casa. Foi então que as representantes muçulmanas disseram à polícia que elas [as muçulmanas] eram apenas espectadoras e que não faziam parte do protesto.

Quando os polícias ouviram isto, prenderam as enfermeiras Cristãs, que, ainda em choque com a traição das colegas muçulmanas, gritaram "Olhem à vossa volta! É claro que elas estavam aqui a protestar connosco!". A polícia ignorou o óbvio e prendeu as 17 enfermeiras Cristãs por "conduta desordeira".

No dia seguinte, as autoridades muçulmanas locais visitaram as enfermeiras (que haviam sido libertas sob fiança) e disseram-lhes que se elas se demitissem, nenhum acusação lhes seria feita. As enfermeiras Cristãs aperceberam-se então que o protesto se havia transformado num esquema para substituir as enfermeiras Cristãs, que tinham estatuto permanente, pelas enfermeiras muçulmanas, que tinham estatuto temporário. As enfermeiras Cristãs recusaram-se a apresentar a demissão e disseram que iriam lutar contra a injustiça nos tribunais.

Curiosamente, este tratamento injusto chamou a atenção de algumas pessoas dos média muçulmanos, que expressaram a sua simpatia para com as enfermeiras Cristãs. Eles juntaram forças com organizações Cristãs e pressionaram o governo a abandonar imediatamente as acusações, e a dar de volta às Cristãs o seu emprego. Uma semana mais tarde, as enfermeiras Cristãs voltaram para o hospital e tudo parecia estar normal (o governo renovou também os contratos das enfermeiras temporárias).

Infelizmente, as enfermeiras muçulmanas ficaram zangadas com o facto das suas irmãs muçulmanas não terem obtido estatuto permanente e devido a isso, espalharam o rumor de que Ruth e Sandra haviam blasfemado contra o islão. No espaço duma hora as duas mulheres Cristãs foram forçadas a sair do hospital devido às ameaças violentas que receberam da parte dos membros da equipa. O marido da Sandra, que já trabalhava como técnico de laboratório há vários anos, foi também forçado a sair.

Sabendo muito bem o que estava para acontecer, tiraram os seus filhos da escola e esvaziaram as suas contas bancárias. Durante esse período, o marido da Ruth telefonou-lhe para dizer que ele havia sido despedido da posição de gerente de hotel, cargo que ele já tinha desde 1999.

Nessa noite, enquanto se encontravam sentados à mesa tentando organizar o seu pensamento em relação aos eventos desse dia, receberam uma chamada dum amigo,  dizendo-lhes que uma multidão se dirigia até à sua casa para os matar. Eles pegaram em tudo o que tinham, e fugiram para uma casa do campo pertencente à família de Ruth. De lá, pediram visas para a Tailândia, onde se juntaram a mais de 7,000 refugiados Paquistaneses que estão actualmente a viver na Tailândia devido à perseguição religiosa.

Tal como disse a Amnistia Internacional em 1994:
Durante os últimos anos várias pessoas foram acusadas de blasfémia no Paquistão; em todos os casos conhecidos pela Amnistia Internacional, as acusações de blasfémia parecem ter sido levantadas arbitrariamente, fundamentadas em nada mais que as crenças religiosas minoritárias dos indivíduos. . . . . As evidências disponíveis em todos estes casos sugerem que as acusações foram levantadas como forma de punir membros das comunidades religiosas minoritárias.... Em muitos casos, a hostilidade para com grupos religiosos minoritários parece ser aumentada pela inimizade pessoal, rivalidade profissional ou económica, ou por um desejo de obter algum tipo de vantagem política. 
Consequentemente, a Amnistia Internacional chegou à conclusão que a maior parte das pessoas que enfrentam acusações de blasfémia, ou que são condenadas com base em tais acusações, são prisioneiras de consciência, detidas apenas e só devido às suas crenças religiosas, reais ou imputadas, em violação do seu direito à liberdade de pensamento, consciência e religião. (Crucified Again, p.136)
Fonte  http://bit.ly/1mFH487

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

As vítimas Cristãs esquecidas de Aleppo

Andando pelas vizinhanças predominantemente Cristãs da cidade de Aleppo - Azizieh, Siryan, Sulaimaniyah e Midan - ainda se podem ver os cartazes dos dois bispos, raptados pelos militantes islâmicos no ano passado, pendurados sobre as janelas das lojas, sobre as paredes e até nos carros. As pessoas por aqui não os esqueceram visto que o evento ainda se encontra bem fresco e bem doloroso tal como se ele tivesse ocorrido ontem. O rapto dos bispos foi um evento simbólico, indicado o colapso generalizado das relações comunitárias inter-religiosas num países sob o reino duma guerra civil sectária, e marcou o fim duma longa era de paz e de segurança relativas para os Cristãos da Síria.

As próprias ruas exibem um tipo de "normalidade" enganadora e surreal, o tipo de "normalidade" onde edifícios esburacados, ruas com buracos, carros destruídos, e até calçadas manchadas de sangue são visões normais e esperadas à medida que as pessoas seguem a sua vida normal sem olhar duas vezes. Esta é a vida actual, e esta é a realidade aqui. Como as coisas eram antes da guerra é irrelevante, as memórias daqueles lindos e distantes dias não importam e nem são mais levados em consideração.

O medo é palpável na cidade; ele paira de modo pesado no ar e um pouco por todo os sítios onde se vai, semelhante a um potente e enjoativo perfume. Ainda é possivel ver o medo no olhar das pessoas, nas linhas profundas das suas faces; pode-se ouvir o medo através da forma como andam e nas suas conversas; só se fala nisso.

Mas um novo tipo de medo permeia esta antiga e profundamente enraizada comunidade. O genocídio e a limpeza étnica são ameaças reais que assombram a consciência colectiva dos Cristãos da Síria. O destino terrível que se abateu sobre os seus co-religionistas do outro lado da fronteira em Mosul fez com que esta realidade fosse assimilada duma forma brutal e assustadora. A genocida e niilista seita da morte conhecida como "Estado Islâmico" está determinada em destruir tudo o que não seja igual a ela, e tem estado envolvida numa violência imparável que deixou para trás um trilho de corpos decapitados e valas comuns, normalmente corpos de minorias étnicas e religiosas.

Os militantes não escondem as suas campanhas genocidas compostas por matanças em massa e violência medieval; pelo contrário, para além de se divertirem com elas, eles celebram-nas abertamente e com alegria. Para eles, a violência não é um meio para um fim, mas o próprio fim.


Yousef é um lojista na vizinhança predominantemente Cristã de Sulaimaniyah, que testemunhou bombardeamentos constantes por parte dos rebeldes desde que a guerra civil dividiu o país em Julho de 2012. O seu irmão serve no exército Sírio em Damasco. Durante uma conversa, ele falou-me das questões e ansiedades predominantes que estão a atravessar a sua comunidade:

Porque é que os muçulmanos moderados não fazem mais para parar os extremistas que se encontram no meio deles? Será que eles concordam com a sua ideologia e com o seu extremismo? Vimos centenas de milhares de protestantes nas ruas manifestando-se contra os abusos do regime, portanto, porque é que não estamos a ver milhares de protestantes contra o que o EIIL tem vindo a fazer? Pior, temos visto actualmente muitas pessoas e grupos rebeldes a juntarem-se a eles. Existem muitas centenas destes grupos rebeldes, mas eles são todos iguais, todos eles têm esta ideologia extremista contra nós. A minha conclusão é que estes grupos e o EIIL têm o apoio das forças anti-governamentais para o que estão a fazer.

Os Cristãos da Síria tentaram, no seu todo, ficar de parte desta furiosa guerra civil mas frequentemente vêem-se envolvidos na confusão e nestes eventos sangrentos. Em mais do que uma ocasião, os Cristãos tornaram-se no ponto central da acção, tal como em Maaloula, Yabrud e Kassab, bem como em raptos altamente publicitados de freiras e sacerdotes.

Mas as vozes começam a questionar se eles devem continuar na sua neutralidade durante este conflito, que eles olham como um que se modificou para se tornar num conflito que os tem como alvo, e que está a ameaçar a sua comunidade com a aniquilação. Muitos acreditam que pegar em armas, pelo menos para auto-defesa, é uma escolha sábia, mas outros sentem que isto iria irritar e inflamar ainda mais os seus inimigos, fazendo com que eles venham a levar a cabo actos criminosos ainda mais horrendos.

Tal como muitos habitantes do Oeste de Aleppo, também alguns Cristãos tiveram que fugir à violência que rasgou a sua cidade; muitos nunca mais irão regressar. Mas ao contrário do êxodo em massa dos Cristãos em outros lugares, de modo geral, os Cristãos de Aleppo ficaram na sua cidade, sugerindo que a comunidade Cristã de Aleppo permanece ainda conectada com a sua casa ancestral, e são uma parte integral do diverso mosaico social, étnico e cultural da cidade.

Mas o medo duma limpeza étnica tal como aquela que está a ser observada no Iraque ainda causa medo. George, mecânico e dono duma garagem em Sulaimaniyah, afirmou:

Os Cristãos de Aleppo não irão ficar se o regime perder o controle da cidade. A sua estadia aqui será finalizada. Talvez para sempre. Os jihadis takfiri assegurar-se-ão disso. O seu plano é o de limpar a nação de pessoas não-sunitas. Por enquanto, eles estão a usar tácticas de medo e propaganda para intimidar as pessoas de modo a que elas abandonem a cidade antes deles chegarem; é assim tão fácil. É por isso que eles levam a cabo esses crimes macabros perante as câmaras, para vencer sem que tenham que disparar uma única bala. E quando eles invadem novas áreas, eles queimam as nossas igrejas e confiscam as nossas casas e os nossos negócios. Eles querem apagar todos os traços da nossa presença nas nossas terras. Que tipo de mensagem estão eles a emitir? Porque é que alguém haveria de querer juntar-se a tua religião sob ameaça?

George acusa o Ocidente de ser cúmplice da remoção de Cristãos do Médio Oriente:

Porque é que os Estados Unidos não levaram a cabo acções militares quando o EIIL perseguiu os Cristãos em Raqqa e Mosul? Porque é que só agora, quando são os Yazidis a serem atacados, é que eles levaram a cabo uma acção militar? Existe um plano de remoção de todos os Cristãos do Médio Oriente. É uma coisa de doidos. O Ocidente tem os mesmos planos que os terroristas têm para nós! E isto é claro: actualmente a França está a aceitar os refugiados Cristãos provenientes do Iraque, mas no Mali, a França enviou um exército para derrotar os terroristas. Será que eles são terroristas no Iraque e no Mali, mas revolucionários na Síria?

Muitos do argumentos que Yousef e George abordaram foram ecoados por toda a comunidade Cristã em Aleppo, indicando a sua partilhada situação e ansiedade, independentemente da sua afiliação política. Nem todos os Cristão de Aleppo apoiam o regime; de facto, uma larga percentagem deles não apoia, mas igualmente significante é que não se encontrará Cristão algum que dê o seu apoio aos rebeldes.

O bombardeamento recente e repetido da Igreja Católica Siríaca, um edifício enorme e icónico bem no centro da antiga comunidade Cristã de Azizeh, é visto por muitos como uma mensagem clara por parte dos rebeldes, revelando as suas verdadeiras intenções em relação à comunidade Cristã. Yousef afirma:

Já não há mais necessidade de manter a pretensão de libertação e liberdade. Eles [os rebeldes] foram bem sucedidos em vender essa imagem para o mundo exterior ao mesmo tempo que levavam a cabo as suas verdadeiras intenções na Síria em plena luz do dia.

sábado, 16 de agosto de 2014

Muçulmanos cortam ao meio criança Cristã de 5 anos

Uma criança Cristã de 5 anos, que era filho de um dos fundadores da "St. George's Anglican Church" em Bagdade, foi chacinada por muçulmanos membros do "Estado Islâmico", mais conhecido por ISIS ( "Islamic State of Iraq and Sham" ou em português "Estado Islâmico no Iraque e no Levante"), cortada ao meio durante um ataque à povoação Cristã de Qaraqosh. Andrew White, canône Anglicano da "St. George''s Church", disse o seguinte ao  Anglican Communion News Service:

Estou quase em lágrimas porque estive com alguém  na minha sala cuja pequena criança foi cortada ao meio. Fui eu que baptizei a criança na minha igreja em Bagdade, e este rapaz - que os pais colocaram o meu nome - chamava-se Andrew.

Refugiados Cristãos que fugiram de Qaraqosh buscando abrigo na povoação Cristã foram forçados a fugir mais uma vez à medida que as forças do Estado Islâmico começaram a invadir estas regiões do país. Os pais da criança morta, bem como o irmão George (que recebeu o mesmo nome da igreja em Bagdade), reportaram terem fugido com outros Cristãos para a cidade de Arbil onde se encontra o consulado dos Estados Unidos - local que o Presidente Barack Obama disse que estaria protegido pelos militares Americanos através de ataques aéreos contra as forças do Estado Islâmico.

Segundo a Reuters, os combatentes de Peshmerga controlavam largas zonas de território fora da zona autónoma, que servia de santuário contra os Cristãos em fuga, bem como para outras minorias religiosas, antes dos muçulmanos do Estado Islâmico terem chegado à região no mês passado. A Reuters reporta:

Mas a última semana viu Peshmerga desmoronar-se perante o avanço dos combatentes, que estão na posse de armas pesadas obtidas junto das tropas Iraquianas que abandonaram os seus postos em Junho último. Para além disso, os combatentes estão cheio de dinheiro roubado aos bancos.

Shamil Abu Madian, um Cristão de 45 anos, disse à Reuters que fugiu da cidade de Mosul quando ela caiu em Junho deste ano. Foi por essa altura que ele buscou refúgio na cidade protegida pelos peshmerga, "mas que foi forçado a fugir mais uma vez, em pânico e a meio da noite, quando as tropas Curdas Peshmerga desapareceram subitamente."

Não fomos capazes de trazer nada mais connosco para além de algumas roupas em malas de nylon. As pessoas estão a viver nos passeios, nos jardins públicos, em qualquer lugar.

White disse à ACNS que graças às contribuições financeiras de apoiantes estrangeiros, a igreja Anglicana no Iraque tem sido capaz de disponibilizar comida, água e mantimentos aos Cristãos bem como aos outros grupos religiosos que fugiram de Mosul e Níneve para as regiões nortenhas, como forma de escapar dos terroristas islâmicos do Estado Islâmico:

Precisamos de duas coisas: orações e dinheiro. Com essas duas coisas, podemos fazer qualquer coisa. Sem isso, nada podemos fazer. Eu tenho três P's que eu nunca deixo de mencionar: protecção, provisão e perseverança. Precisamos de protecção para aquelas pessoas de modo a que possamos avançar.

O "Christian Post" reportou na Segunda-Feira que protestos que ressalvam o apuro dos Cristãos Iraquianos estão a ser levados a cabo por todo o mundo, em parte graças à campanha #WeAreN que atraiu a atenção para a perseguição sem precedentes que os Cristãos do Iraque estão a sofrer.

Os líderes Ocidentais foram instados a colocar um fim ao genocídio através de demonstrações na França, Dinamarca, Alemanha, Inglaterra, Suécia, Austrália, Canadá e muitas outras cidades dos Estados Unidos, ao mesmo tempo que os apoiantes de todo o mundo a sua foto do Twitter para a imagem da letra Árabe ن or N, que significa Nazarenos ou Cristãos em Árabe.

Sabe-se que os terroristas muçulmanos do Estado Islâmico pintaram a letra árabe "N" nas casas de  Cristãos de Mosul antes de os forçarem a fugir da cidade, que se encontra actualmente sob o seu controle.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Victoria Wasteney e a ilegalização do Cristianismo

Mulher Cristã deu início a um processo legal depois de ter sido disciplinada pela NHS por ter orado por uma colega maometana. Victoria Wasteney, terapeuta ocupacional sénior numa das áreas mais racialmente diversas do país, foi também acusada de ter maltratado [inglês: "bullying] a colega depois de lhe ter dado um livro onde se lia uma história duma mulher maometana que se converte ao Cristianismo.

Para além disso, os gerentes seniores disseram à Senhorita Wasteney que era impróprio da sua parte convidar a mulher maometana para desportos comunitários organizados pela sua igreja. As queixas levaram a que a Senhorita Wasteney fosse suspensa por 9 meses.

Três acusações foram mantidas contra a mulher de 37 anos após a audiência interna preliminar em Fevereiro último, e cinco acusações foram consideradas sem fundamento. Ela teve que aceitar um aviso final escrito no emprego, que permanecerá no seu registo durante 12 meses, bem como ela teve que aceitar uma vasta gama de outros requerimentos feitos com o propósito de impedir que ela falasse da sua fé com os seus colegas.

A Senhorita Wasteney, que é de Essex, disse que ela está a desafiar os seus empregadores num tribunal porque o politicamente correcto dentro da NHS estava a amordaçar conversas normais centradas na fé:

Acredito que a tolerância é para todos, e é por isso que estou a colocar em causa o que aconteceu comigo.

A jovem mulher maometana foi nomeada como terapeuta ocupacional numa equipa de 30 profissionais gerida pela Senhorita Wasteney, na "East London NHS Foundation Trust".

Uma das primeiras conversas que eu me lembro foi uma onde ela me disse que se havia mudado recentemente para Londres. Ela sentia que Deus tinha um plano real e um propósito para ela.

A Senhorita Wasteney disse à sua colega que ela frequentava uma igreja, mas "fui muito cuidadosa porque o nosso ambiente é tal que estas coisas podem ser mal interpretadas, e sendo ela duma cultura diferente, eu sabia que eu tinha que respeitar isso". A Senhorita Wasteney disse que a mulher estava interessada no trabalho comunitário feito pela sua igreja contra o tráfico de seres humanos.

Durante um certo período de tempo, a Senhorita Wasteney disse que convidou a sua colega para vários eventos organizados pela sua igreja, e nunca mais pensou nisso. Mais tarde, quando a mulher estava à beira de abandonar o emprego para se submeter a tratamento hospitalar, a Senhorita Wasteney deu-lhe um livro para que ela o lesse durante a sua recuperação.

Este livro havia-me sido recomendado por um amigo, e tinha  título de "I Dared to Call Him Father". Eu ainda não o tinha lido e ainda nem o li, mas sei que é uma história da forma como uma mulher muçulmana se converteu ao Cristianismo.

Visto que eu já havia tido este tipo de conversas, isso não pareceu anormal. De certo que eu  não estava a tentar convertê-la ao Cristianismo, tal como me foi dito mais tarde.

Noutra ocasião, a mulher veio ter com a Senhorita Wasteney no seu escritório, em lágrimas, triste com a sua saúde e com problemas que tinha em casa.

Disse-lhe que ela tinha uma fé forte, e que ela deveria ir buscar forças precisamente aí.... Disse-lhe "Ora!" Ela disse-me que não podia orar, e como tal, eu respondi, 'Talvez eu possa orar por ti?' E ela disse 'Ok'. Perguntei-lhe se eu poderia colocar a minha mão no seu joelho, e ela disse que sim. Já não me lembro se disse "Senhor" ou "Deus", mas falei o que eu penso que foi a coisa mais neutral possível. Depois disso, eu disse, "Confio que Tu [Deus] lhe trarás paz e que Tu lhe trarás a cura.

Em Junho do ano passado, foi dito à Senhorita Wasteney que as queixas contra ela haviam-se baseado no seu "assédio" e no seu "bullying". Uma audiência preliminar levada a cabo no seu emprego em Fevereiro último determinou que ela era culpada de três acusações de mau comportamento - orar com uma colega, dar-lhe um livro e convidá-la para eventos organizados pela sua igreja.

O caso da Senhorita Wasteney têm o apoio da "Christian Legal Centre", que já instruiu Paul Diamond, um dos advogados mais importantes da luta pelos direitos humanos.

Andrea Williams, chefe-executiva da "Christian Legal Centre", disse que o caso demonstra que o "NHS está, de modo crescente, a ser dominado por uma sufocante agenda esquerdista que escolhe contorcer-se par acomodar certas crenças, mas pune os Cristãos". (...)

Fonte: http://bit.ly/1qJeOSL

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Jihadistas mascarados matam Cristãos

No dia 4 de Junho a BBC News reportou que os terroristas maometanos do Boko Haram mascararam-se de líderes Cristãos e mataram cerca de 45 pessoas numa povoação perto de Maiduguri, capital do estado Borno, no nordeste da Nigéria. Os sobreviventes disseram que os muçulmanos convidaram os residentes para os ouvir a pregar, mas quando as pessoas chegaram perto, os jihadistas dispararam contra eles antes de fugirem através do rio e incendiarem habitações duma vila próxima.

O ataque assassino seguiu-se a outro ataque prévio ainda mais mortífero que ocorreu no dia 2 de Junho quando os muçulmanos do Boko Haram, disfarçados de soldados, atacaram três vilas próximas na remota área de Gwoza - também do estado de Borno - matando cerca de 200 civis. Segundo reportado pela Fox News, os assassinos muçulmanos "chegaram em picapes Toyota Hilux - normalmente usadas pelos militares - e disseram aos civis que eram soldados e que 'estamos aqui para os proteger a todos' - a mesma táctica usada pelo grupo quando, em Abril, raptaram [centenas de raparigas] da escola localizada em Chibok.” Depois dos terroristas muçulmanos terem reunidos os residentes, "eles começaram a gritar 'Alá é o maior, Alá é o maior' com todas as suas forças," afirmou um sobrevivente do ataque.

Depois disto, começaram a disparar de modo contínuo sobre as pessoas durante um longo período de tempo até que todos os presentes se encontravam mortos.

Entretanto, a "Morning Star News", que monitoriza a perseguição e os ataques feitos aos Cristãos por todo o mundo, reportou que dois ataques semelhantes no dia 1 de Junho, onde os muçulmanos do grupo terrorista Boko Haram atacaram e mataram 9 Cristãos que guardavam um culto numa igreja no estado do Borno, e mais 48 Cristãos noutro ataque que ocorreu no vizinho estado de Adamawa.

Segundo os líderes Cristãos dum dos locais, pelo menos 10 homens armados estiveram envolvidos no ataque na congregação "Church of the Brethren"  (EYN) na Nigéria, perto duma povoação junto da fronteira com os Camarões. Notícias do local do crime confirmaram que 9 indivíduos que se voluntariaram para fazer a segurança da igreja foram mortos no ataque. Depois do acto terrorista, os líderes Cristãos reportaram ao "Morning Star News" que alguns dos homens locais mobilizaram-se e mataram 4 dos terroristas muçulmanos, e prenderam outros 3.

A Dra. Rebecca Dali, uma das líderes da congregação e esposa do supervisor-geral das congregações EYN, disse que os atacantes fazem parte duma grupo maior de terroristas, cujo número pode chegar aos 200; eles têm levado a cabo ataques contínuos contra os Cristãos da área, causando danos e destruindo igrejas e casas dos congregantes. Dali disse ainda que o seu marido tentou sem sucesso contactar os oficiais militares da capital do Borno, Maiduguri, e que os terroristas muçulmanos encontraram pouca resistência aos seus assaltos contínuos nas áreas Cristãs:

Têm ocorrido ataques 24 horas por dia contra as comunidades Cristãs .... Os muçulmanos do Boko Haram destruíram 36 igrejas na área de Gwoza, incluindo a igreja de Attagara que atacaram no Domingo .... Actualmente só duas igrejas é que ainda não foram afectadas.

O ataque de Junho na povoação de Mubi na área de Adamawa - área predominantemente Cristã - matou 48 pessoas, a maior parte delas pessoas do bar que assistiam um jogo de futebol, bem como espectadores dum jogo de futebol que ocorria por perto. Um dos residentes da povoação disse o seguinte ao "Morning Star News":

Havia alguns membros da nossa igreja na vizinhança do ataque bombista, e eles disseram que pelo menos 48 pessoas foram mortas no ataque... Entre aqueles que morreram, a maioria eram Cristãos. Alguns jovens Cristãos encontravam-se também a jogar futebol perto do ataque bombista, e também eles foram afectados com o ataque.

Paul Gadzama do grupo missionário Nigeriano "Relief, Empowerment And Development" (READ), disse ao "Morning Star News" que o propósito do Boko Haram é acabar com o Cristianismo na Nigéria:

O atiradores do Boko Haram continuaram  a atacar estas áreas habitadas por Cristãos com o propósito único de os expulsar e permitir o estabelecimento dum país islâmico. Até agora, eles já se apoderaram de muitas aldeias, forçando as pessoas [Cristãos] a fugir para os Camarões.

Segundo a maior parte das estatísticas, a população de 158 milhões da Nigéria é composta por 50% de Cristãos, sendo 45% composta por maometanos. As religiões indígenas bem como outras religiões são o restante.

O jornal Nigeriano "Leadership" reportou que mais de uma dúzia de oficias militares séniores foram alvo de uma tribunal marcial devido a acusações de fornecimento de informação e de armas aos terroristas maometanos do Boko Haram. O jornal citou um oficial de "segurança de alto nível" que afirmou que entre aqueles que foram presos "incluíam-se dez generais e pessoas com outras patentes, sem falar de soldados que foram considerados culpados de sabotar as operações. Estes enfrentam agora um tribunal marcial feito com o propósito de julgar pessoas da sua patente. Alguns foram considerados culpados e alguns ainda estão a ser julgados."

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O propósito de acabar com o Cristianismo na Nigéria não é invenção do Boko Haram, mas algo que faz parte fundamental da doutrina maometana. O próprio Maomé afirmou:

Irei expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e só deixar muçulmanos. (Sahih Muslim 4366)

O Boko Haram não é um "grupo extremista" e nem está a agira "contra os ensinamentos do islão" visto que tudo o que eles fazem está em perfeito acordo com a sunnah, a Tradição (hadith) e o Alcorão. Esse é um dos motivos pelo qual os chamados "moderados" dificilmente conseguem oferecer algum tipo de suporte islâmico contra a tortura, o genocídio e a limpeza étnica levada a cabo por maometanos.

Tal como é dito por várias pessoas, o problema não são os árabes, os paquistaneses, os nigerianos ou os egípcios; o problema é, sempre foi, e sempre vai ser o que Maomé fez e ensinou. Enquanto as pessoas não estiverem dispostas a analisar os actos levados a cabo pelos maometanos à luz do que Maomé ensinou, coisas como as reportadas por este texto serão sempre "aberrações" feitas contra a "religião pacífica".

Entretanto, enquanto os maometanos ocidentais vão exigindo mais e mais "direitos", a perseguição global aos Cristãos continua. Que pena que as Nações Unidas esteja mais preocupada com a "homofobia" do que com o genocídio de Cristão. Mas nem isso deve ser acidental.



Fonte: http://bit.ly/1joPmtT

sábado, 31 de maio de 2014

Não são só as feministas e os activistas homossexuais que gostam de invadir igrejas

Qualquer objecção ao avanço do islão é imediatamente classificado de "islamofóbico", mas é um facto bem simples de entender que, à medida que o islão avança, ele vai-se tornando mais agressivo, mais confrontacional e mais intolerante (isto é, vai-se tornado mais perto do verdadeiro islão).

No Reino Unido, os Cristãos da Igreja "New Life" são tão incrivelmente intolerantes que colocaram objecções ao incidente onde um maometano interrompeu o culto gritando "voltem-se para Alá". (Como se sabe, "Alá" é o nome pessoal do deus que os maometanos servem.)
Derby Telegraph—Os congregantes ficaram aterrorizados depois de terem pensado que um homem de 52 anos que entrou na sua igreja "vestido como um terrorista" no Remembrance Sunday "pudesse estar armado com um bomba". 
Mohamed Dar cobriu a sua cara com um cachecol e a sua cabeça com uma bandana que tinha as palavras "Alá é o maior" em arábico escrito sobre ele quando entrou na Igreja "New Life", em Alfreton. 
Poucos minutos depois, ele estava a gritar "Voltem-se para Alá!" e que os islão "envia rapazes com 10 anos para a guerra". 
Os magistrados de "North East" e "Dales" ouviram como poucos minutos antes ele havia perturbado a parado do Remembrance Day no cenotáfio em Alfreton. (Fonte.)
Num culto em França, os presentes foram ainda mais racistas e intolerantes ao colocarem objecções aos propósitos dum maometano de estender um tapete de rezas e recitar versos do Alcorção durante a Missa.
Diversity Macht Frei—Os adoradores presentes no local ficaram estupefactos. Neste Domingo de manhã, numa igreja colegial cheia de congregantes, um homem vestindo um djellaba e chapelaria para as rezas entrou, e colocou o tapete à esquerda do altar precisamente no momento em que decorria a Missa da Páscoa. O homem, visivelmente perturbado, leu versos do Alcorão antes de escrever algumas linhas em arábico no caderno de registo da paróquia.

Depois de pela primeira vez ter perturbado a missa do Domingo de Ramos uma semana antes em la Bedugue, na igreja colegial, alguns congregantes haviam avisado a polícia. Uma equipa chegou e calmamente pediu que ele abandonasse as instalações. O vice-comissário, que havia sido notificado desta perturbação da ordem pública, insistiu em especificar que "Não é preciso generalizar. Esta atitude imprópria vem só dum indivíduo que está claramente perturbado." (Fonte)
Longe de estar perturbado, o maometano foi suficientemente gentil para escrever a surah 112 no caderno de registo da igreja:


A surah 112 é um "aviso" para os Cristãos, e nela lê-se:
Dize: Ele é Deus, o Único! Deus! O Absoluto! Jamais gerou ou foi gerado! E ninguém é comparável a Ele!
Será que não se pode fazer nada a estes Cristãos islamofóbicos que impedem que os seus cultos sejam interrompidos em nome de Alá?

Fonte

sexta-feira, 9 de maio de 2014

A eterna "primavera"

É uma cena gravada para sempre na memória das testemunhas: homens mascarados arrastam o ensanguentado corpo de um homem pela praça pública, e amarram-no a uma cruz de metal improvisada. Cordas verdes fixam os braços esticados do corpo através da plataforma de madeira à medida que sangue jorra da cabeça (consequência dos ferimentos causados por balas).

Os militantes envolvem a t-shirt "WhatsApp" do morto com um letreiro contendo palavras escritas a vermelho onde se lê, em árabe, "Este homem lutou contra os muçulmanos e detonou um DEI [Dispositivo Explosivo Improvisado] aqui". A testemunha - um homem que iremos chamar de Abu Ibrahim - faz mais do que observar. Ele aproxima-se e tira fotos com o seu telemóvel; as crianças à volta dele, numa calma curiosidade, ficam de boca aberta perante tal espectáculo horroroso.

Abu Ibrahim pediu que a sua identidade seja mantida secreta temendo represálias. As suas fotos documentam a história dum corpo colocado de forma a imitar uma crucificação - e colocado de forma a enviar uma mensagem - numa cidade do norte da Siria com o nome de Raqqa. Um grupo proveniente da al-Qaeda, Islamic State of Iraq and Syria (ISIS), afirma que a brutal exibição serve de lição para quem quer que coloque em causa o seu domínio.

Passados 3 dias, o corpo "crucificado" do homem e de outra vítima alegadamente ainda se encontravam pendurados em Raqqa. Abbas Barzegar, professor-assistente de Estudos Islâmicos na "Georgia State University", afirmou:

A mensagem que eles querem passar é que aqueles que resistem ao domínio do grupo ISIS, resistem ao domínio de Alá, e aqueles que são inimigos do ISIS são inimigos de Alá e merecem a forma mais severa de castigo possível.

Na Terça-Feira o grupo jihadista levou a cabo um total de sete execuções públicas em Riqqa, mas só dois corpos foram expostos posteriormente, afirmou o "Syrian Observatory for Human Rights", grupo de monitorização sediado em Londres.

Abu Ibrahim, membro do recentemente criado grupo activista anti-ISIS em Raqqa, disse que as restantes 5 vítimas eram crianças com menos de 18 anos, uma delas um estudante da sétima-classe.

Fonte

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Mais fotos da brutalidade islâmica a decorrer na Síria podem ser vistas aqui.

O que é interessante, mas previsível, é o quão voluntariamente ignorantes os média ocidentais são:  segundo o Alcorão, existem penalidades duras para quem "semear a corrupção" dentro da comunidade maometana:

Alcorão 5:33 - O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.

Note-se que os rebeldes maometanos que estão a crucificar os seus opositores são cuidadosos ao referir que estes adversários estavam a causar a  "semear a corrupção" dentro da comunidade maometana. No entanto, os média ocidentais, controlados por globalistas a quem lhe interessa derrubar Assad, caracteriza estes mesmos maometanos de "radicais" quando eles estão a fazer exactamente o que o Alcorão lhes ordena que façam. 

Ou seja, mesmo quando os maometanos fazem o que o Alcorão lhes ordena durante esta infindável "Primavera Árabe", eles são qualificados de "radicais" e "extremistas" e não de maometanos que apenas obedecem o que o seu "profeta" lhes ordenou.

sábado, 19 de abril de 2014

Embaixador Israelita: "Chegou o Holocausto dos Cristãos"

O embaixador Israelita para as Nações Unidas escreveu um artigo de opinião para o Wall Street Journal que ecoa muito do que se tem dito sobre a perseguição de Cristãos no Médio Oriente. 

Resumidamente, o que está a acontecer aos Cristãos actualmente está a tornar-se rapidamente numa repetição do que aconteceu aos Judeus durante a 2ª Grande Guerra. O artigo tem que ser lido:
Durante esta semana, à medida que os Judeus celebram as festividades relacionadas com a Passagem, eles comemoram a história Bíblica do Êxodo que descreve uma série de pragas infligidas ao antigo Egipto que libertou os Israelitas, permitindo que eles voltassem para a Terra Prometida. Mas durante o último século, outro êxodo, levado a cabo através duma praga de perseguições, tem afligido o Médio Oriente e esvaziado a região da sua população Cristã. Esta perseguição está particularmente virulenta nos dias de hoje. 
O Médio Oriente pode ser o local de nascença de três religiões monoteístas, mas algumas nações Árabes estão determinadas em tornar este mesmo Médio Oriente no cemitério duma delas. Por 2000 anos as comunidades Cristãs fizeram parte da região, enriquecendo o mundo Árabe [sic] com literatura, cultura e comércio. Ao virar do século 20, os Cristãos eram 26% da população do Médio Oriente, Hoje, esse número baixou para menos de 10%. Os governos extremistas e intolerantes têm expulsado as comunidades Cristãs que têm vivido no Médio Oriente desde que a sua fé nasceu. 
Nos escombros de cidades Sírias tais como Aleppo e Damasco, os Cristãos que se recusaram a converter ao islão foram raptados, baleados e decapitados pelos combatentes islamitas da oposição. No Egipto, turbas de membros da Irmandade Muçulmana queimaram igrejas Cristãs da mesma forma que eles destruíram sinagogas Judaicas. No Iraque, os terroristas propositadamente atacaram os congregantes Cristãos. No último Natal, 26 pessoas foram mortas quando uma bomba rasgou através duma multidão de adoradores quando esta saía duma igreja numa vizinhança do sul de Bagdade com o nome de Dora. 
Por todo o Médio Oriente, os Cristãos estão a perder as suas vidas, as suas liberdades, os seus negócios e os seus locais de adoração. Não é de admirar que os Cristãos nativos tenham buscado refúgio nos países vizinhos - mas em muitos casos eles puderam constatar que eram igualmente mal-vindos. Durante os últimos 10 anos, cerca de 2/3s da população de 1,5 milhões do Iraque foi expulsa das sus casas. Muitos fixaram-se na Síria antes de, mais uma vez, se tornarem vítimas da perseguição infindável. A população Cristã na Síria baixou de 30% durante a década 20 do século passado para menos de 10% nos dias actuais. 
Em Janeiro último, um relatório da organização não-confessional sem fins lucrativos "Open Doors"  documentou que dos 10 países que mais oprimem os Cristãos no mundo, 9 eram países com maioria islâmica (e o 10% era a Coreia do Norte). Estes regimes tirânicos fomentam leis arcaicas de blasfémia e de difamação-de-religião sob o pretexto de proteger a expressão religiosa. Na verdade, estas medidas nada mais são que repressão sistemática feita aos grupos não islâmicos.
Claro que, embora a perseguição feita aos Cristãos esteja a ocorrer por todo o Médio Oriente, a maior parte dela está a ser dirigida a partir da Turquia, país que os EUA ainda consideram com um aliado.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Os países maometanos e o ódio aos Cristãos

Fonte

Segundo o relatório anual da "Open Door", nove dos dez países considerados mais opressivos para os Cristãos são países islâmicos. Com a excepção da Coreia do Norte - que pelo 12º ano consecutivo é o país mais anti-Cristão do mundo - todos os outros países têm como causa da perseguição o islão. Segundo a "Open Doors", a perseguição levada a cabo pela Coreia do Norte deve-se à opressão comunista e à paranóia ditatorial.

Segundo o relatório, para além da Coreia do Norte, os países com a perseguição mais extrema são: Somália, Síria, Iraque, Afeganistão, Arábia Saudita, Maldivas, Paquistão, Irão, e Iémen, respectivamente.

A "Open Doors" anunciou a classificação para a sua 2014 World Watch List, que documenta as 50 nações mais tolerantes para a sua população Cristã, na "National Press Club" em Washington, D.C. A metodologia do grupo que se dedica à perseguição de Cristãos envolveu aferir o nível de liberdade Cristã nas cinco esferas da vida: privada, familiar, comunitária, nacional e religiosa. Uma sexta esfera relativa ao nível de violência também foi levada em conta na classificação.

O Dr. David Curry, presidente e CEO da "Open Doors", o Dr. Ronald Boyd-MacMillan, líder da "Strategy and Research for Open Doors International", e o Dr. Paul Marshall, autor e associado-sénior do "Hudson Institute's Center for Religious Freedom", foram alguns dos nomes que deram as suas opiniões durante a conferência de imprensa.

Durante os seus comentários, o Dr. Paul Marshall explicou que, em contraste com os anos anteriores, os Estados Unidos têm estado, na maior parte do tempo, largamente calados no assunto relativo à perseguição religiosa. Marshall disse ao "The Christian Post" que na sua opinião, ea raiz deste silêncio - também visto na igreja Protestante Americana - é em parte à ascenção do "realismo" diplomático.

Eu acho que uma das razões é a ascensão do realismo nas relações internacionais dentro do "State Department". . . . E como tal, somos obrigados a lidar com os países segundo o que se pensa que podemos obter deles, sem entrarmos em pormenores da sua política interna.

Marshall disse também ao The Christian Post que outro dado importante era o facto da administração de Obama ter prioridades distintas no que toca aos direitos humanos a nível internacional:

A administração de Obama tem colocado mais ênfase em outras formas de direitos humanos, ou direitos concebidos de outra forma. ... Direitos das mulheres, direitos dos homossexuais. Acho que estes emergiram na agenda de Obama e como tal, aparentemente eles são mais vocais em torno destes assuntos.

Os Cristãos podem ficar surpresos por verem a Jordânia colocada no 26º lugar numa lista dos 50 países que mais perseguem os Cristãos, levando em conta que este país é frequentemente louvado por ser um país islâmico moderado e por ser uma pais religiosamente tolerante.

A ascenção da Jordânia como país que persegue os Cristãos causou a que saltasse 8 lugares, passando do 34º para o 26º lugar em 2013. O Dr. Ronald Boyd-MacMillan da "Open Doors" disse ao "The Christian Post" que "As coisas não são nada melhores na Jordânia e temos monitorizado de forma séria o impacto da Síria . . . e os movimentos Jihadistas e assim por diante para dentro da Jordânia.

Boyd-MacMillan afirmou que a maior fonte de perseguição ao Cristãos na Jordânia é "principalmente o extremismo islâmico" e provavelmente é alimentado pela desestabilização encontrada na vizinha Síria.

O relatório da "Open Doors" em torno do aumento da perseguição Cristã na Jordânia chega apenas alguns meses depois da monarquia constitucional do país ter organizado um evento na capital com o título de "Desafios para os Cristãos Árabes," onde o propósito era o de "discutir os desafios que os Cristãos Árabes têm que superar, documentá-los e identificar formas através das quais preservar o papel importante dos Cristãos, especialmente na manutenção da cidade de Jerusalém e da sua história", afirmou a PETRA, agência noticiosa da Jordânia.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O futuro sombrio da comunidade Cristã na Líbia

A mais recente decisão dos governantes líbios (de que a sua futura constituição será baseada na Sharia) propagou um clima de medo junto da pequena comunidade Cristã deste país do norte de África.

Os Cristãos Coptas da Líbia, que são cerca de 300,000, ou 5% da população total, tinham permissão para practicar a sua religião quando Muammar Qaddafi era vivo, mas desde que ele foi removido do poder, e por fim morto, maometanos fundamentalistas têm aumentado o seu poder e ocupado o lugar deixado vago pelo ditador.

Durante o mês passado, a assembleia nacional votou em favor de fazer da lei Alcorânica, ou a Sharia, a base para todas as decisões legislativas - o que, em termos prácticos significa que o islão irá moldar todos os casos criminosos, financeiros e bancários.

Numa declaração emitida depois da votação, o Congresso Nacional Geral declarou que,

A lei islâmica é a fonte de toda a legislação da Líbia. Todas as instituições têm que concordar com isto.

Um comité especial começou a rever as leis já existentes para garantir que eles estão de acordo com a Sharia. A emergente orientação legal e política, combinada com a ascenção dos militantes neste país rico em petróleo, deixou os Cristãos com um sentimento de que a promesa de democracia foi quebrada. Patrick Sookhdeo, director internacional do grupo dedicado aos direitos humanos "The Barnabas Fund", afirmou o seguinte:

A NATO envolveu-se na guerra na Líbia com o propósito de instalar uma democracia plena. Mas o que acabamos por ter é um governo fraccionado onde o extremismo religioso da pior espécie tomou conta do governo. O preocupação que se gerou foi a de se observar que este conflicto deu origem a algo que é o oposto dum governo democrático.

Sookhdeo acrescenta ainda que a mais recente legislação terá efeitos sérios junto daqueles na Líbia que desejam uma sociedade justa e equitativa - especialmente junto daqueles que vivem no país mas que não são da fé islâmica. Os analistas dizem também que o estatuto e os direitos das mulheres terão também que ser estudados na próxima constituição.

Sookhdeo comparou a situação na Líbia com o que aconteceu no Egipto, depois do líder de longa data Hosni Mubarak ter sido substituído por Mohammed Morsi, da Irmandade Muçulmana - que por sua vez foi removido do poder por parte dos militares depois de se tornar óbvio que ele estava a desenvolver esforços para colocar o pais debaixo dum governo islâmico. “Eles [os Cristãos] não terão a cidadania por inteiro," referiu-se Sookhdeo à recente expulsão do presidente Morsi quando a sua administração tentou instalar uma legislação semelhante.

Desde que Qaddafi foi removido do poder em Outubro de 2011 que os trabalhadores Cristãos, incluindo os Coptas que chegam do Egipto em busca de trabalho, têm sido alvos de ataques. Há relativamente pouco tempo as autoridades líbias libertaram 3 missionários Egípcios que haviam sido presos por proselitismo. Um quinto Cristão, Ezzat Atallah, morreu enquanto se encontrava na prisão. Os seus apoitantes dizem que tudo o que eles fizeram foi ter na sua posse cruzes para a sua própria reflexão espiritual.

O perigo que os Cristãos e outros não-maometanos enfrentam na Líbia foi mais uma vez ressalvado no mês passado quando um professor americano, Ronnie Smith, (33 anos, proveniente do Texas, e professor de Química na "International School" de Benghazi) foi morto no dia 5 de Dezembro enquanto fazia jogging. O assassinato demonstrou de forma clara que a ténua segurança que existe na cidade do Este da Líbia - a mesma onde o embaixador americano Chris Stevens foi morto durante um ataque à embaixada no dia 11 de Setembro de 2012.

Não houve qualquer tipo de alegações credíveis em torno da responsabilidade da morte, mas crê-se que militantes islâmicos activos em Benghazi tenham sido os responsáveis pelo assassinato de Smith. Esta morte veio pouco depois do porta-voz da Al-Qaeda ter apelado aos líbios que atacassem todos os interesses americanos existentes no país, como vingança pelo facto das Forças 

Especiais terem agarrado subitamente, nas estradas de Tripoli, um suspeito militante da Al-Qaeda. Muitos especulam que Smith tenha sido morto devido à sua fé Cristã e pela forma como ele falava dela abertamente com os seus estudantes na Líbia.

Sookhdeo afirmou que a recente legislação pode ter efeitos não só na Líbia mas para além das suas fronteiras também, visto que alegadamente a zona sul da fronteira da Líbia está sob o controle da Al-Qaeda e armas estão a ser introduzidas na Síria a um ritmo alarmante.

Temos um potencial problema regional e os Cristãos bem como outros do Médio Oriente têm o direito de desejar uma sociedade livre e democrática.

Ultimamente, a perseguição, a violência e até os assassinatos de Cristãos têm vindo a aumentar no Médio Oriente.

Em Março de 2012, Jeremiah Small, residente do estado de Washington que se encontrava a trabalhar no Iraque, foi assassinado por um dos seus alunos maometanos.

O motivo não é claro mas no dia anterior, e depois duma discussão acalorada ter ocorrido na sua aula, o aluno ameaçou-o de morte devido às suas crenças religiosas Cristãs.

Poucos dias antes, no Iémen, militantes maometanos mataram outro americano disparando oito vezes contra ele.

Joel Shrum, de 29 anos, foi morto por membros dos "Apoitantes da Sharia" - que também opera na Líbia - que, após o assassinato, emitiram também uma mensagem dizendo que o assassinato ocorreu "como resposta à campanha de proselitismo Cristão que o Ocidente deu início contra os muçulmanos."

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Ressalva-se que os líderes islâmicos a viver no Ocidente nada dizem da perseguição religiosa que os Cristãos sofrem em países que estão sob dominação maometana.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Distorcendo a Bíblia para oprimir os Cristãos

Por Raymond Ibrahim

Numa nova e perversa alteração à opressão que os Cristãos sofrem no Médio Oriente, um eminente clérigo Egípcio está a usar Um Jesus islamizado para promover os objectivos do totalitarismo islâmico.

Vez após vez, os muçulmanos, especialmente aqueles que vivem no Egipto, projectam o pensamento islâmico sobre os Cristãos: por exemplo, as igrejas Coptas foram acusadas de fazer contrabando e armazenamento de armas como forma de tomar o poder na nação (quando na verdade as mesquitas é que são regularmente reveladas como sítios onde armas ilegais são armazenadas para a jihad).

Para além disso, os Coptas foram também acusados e raptar e torturar as raparigas Coptas que convertem ao islão (quando na verdade os muçulmanos que convertem ao Cristianismo - os apóstatas - é que são regularmente espancados, aprisionados e até assassinados); são até acusados de dar apoio aos ataques suicidas sempre que a igreja fala de Coptas que foram martirizados (porque no islão, ser mártir normalmente significa sacrificar a própria vida numa "guerra santa").

Ficamos a saber que, agora, um clérigo do Egipto - o mesmo que insiste que os maridos maometanos devem odiar as suas esposas não-maometanas - proclamou que o Senhor Jesus era contra a separação entre a igreja e o estado, e que Ele suportava a ideia da jizya - o tributo ordenado pelo Alcorão que os não-muçulmanos conquistados, ou dhimmis, são obrigados a pagar aos seus senhores "com submissão voluntária" (Alcorão 9:29).

O sheik Yusuf Burhami, o mais visível líder do movimento Salafi do Egipto - que, depois da destituição da Irmandade Muçulmana, tornou-se no partido islamista primário a tentar impor a Sharia na nova constituição - emitiu recentemente uma fatwa em árabe alegando que a declaração Bíblica atribuída ao Senhor Jesus - "Dai a César o que é de César, e dai a Deus o que é de Deus" (Mateus 22:21) - não pode significar que Ele apoiava a separação entre o estado e a igreja, como acreditam muitos Cristãos, "porque", nas palavras de Burhami, "a separação entre o estado e a religião contradiz os textos do Alcorão."

Como exemplo, Burhami cita o Alcorão na sua fatwa, incluindo versos tais como "Verdadeiramente, este assunto pertence inteiramente a Alá" (Alcorão 3:154), que, segundo os interpretadores islâmicos ortodoxos, significa que todos os assuntos terrenos - todas as leis - têm que ser decididas por Alá (e, desde logo, a natureza totalitária da lei Sharia).

Burhami diz ainda:

É impossível que o Messias - que a paz esteja com Ele - apele para uma separação entre o estado e a religião; isto significa que a política seja governada sem a Sharia de Alá.

Em vez disso, segundo o líder Salafi, o "Verdadeiro" Jesus - o "Jesus" muçulmano", Isa, que Um Defensor da Sharia - fez essa alegação para confirmar que as populações conquistadas têm que pagar o tributo - jizya; ou, no contexto da discussão do Senhor Jesus relativa à imagem de César numa moeda, os Judeus do primeiro século estavam na obrigação de pagar o tributo aos Romanos. 

Logo, ao darem a César o que era de César, e como segundo Burhami não há separação entre a religião e o estado - os Judeus já estariam a dar a Deus o que era de Deus visto que é Deus (ou "Alá") que or ordenou a pagar o tributo. Segundo o partido Salafi do Egipto, isto era o significado das palavras do Senhor Jesus.

No pano de fundo da fatwa de Burhami existem apelos crescentes para que os Cristãos do Egipto paguem o jizya ao estado, tal como historicamente sempre o fizeram (e tal como ordena o Alcorão) à medida que vigilantes maometanos se encontram actualmente a forçá-los a fazer através da violência.

O Alcorão diz na surah 9, ayah 29 para que os maometanos lutem e subjuguem "o Povo do Livro" (Judeus e Cristãos) "até que eles paguem o jizya com submissão voluntária e sintam-se totalmente subjugados." Se os maometanos quiserem seguir esta passagem à letra - a entre todos os maometanos, os Salafis são os que mais tentam seguir o Alcorão à letra - para além de terem de pagar o tributo, é exigido aos Coptas que se "sintam totalmente subjugados," o que se encontra muito longe deles serem cidadãos com direitos iguais no Egipto, mas bem mais perto deles serem cidadãos de terceira no seu próprio pais.

Entretanto, se os maometanos tais como Burhami estão a projectar os piores traços do islão para os Cristãos (e para o Senhor Jesus), os ocidentais estão estão a projectar os melhores traços da civilização Ocidental (ironicamente, provenientes do Cristianismo) - tais como a tolerância e o pluralismo - para os maometanos e desde logo são incapazes de acreditar na triste realidade do sofrimento Cristão sob a espada do islão.

Fonte.

sábado, 30 de novembro de 2013

Muçulmanos atiram rapariga Cristã do terceiro andar


Isto aconteceu na mesma cidade onde os Cristãos viram os seus locais de adoração queimados pelos maometanos. 
A história da rapariga a ser atirada pela janela foi enterrada na parte final do artigo que fala dos maometanos que se revoltaram contra a proibição dos protestos.

Enquanto isso, os residentes muçulmanos duma povoação do sul da província de Minya atacaram as casas Cristãs, queimando 10 casas e ferindo 15 Cristãos, incluindo uma rapariga Cristã de 15 anos que foi atirada do terceiro andar, segundo Ezzat Ibrahim, activista que monitoriza os direitos das minorias.

Ibrahim disse que o ataque foi instigado por rumores dum romance entre um homem Cristão local e uma muçulmana, factor que pode frequentemente dar início a violência sectária.

Fonte

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Nem a ONU, nem Obama, nem a União Europeia vão dizer uma só palavra de condenação a este acto bárbaro de violência contra os Cristãos (e contra uma mulher - onde estão as feministas?) porque esses grupos têm planos de fazer a mesma coisa aqui no Ocidente.

"vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus." João 16:2
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