MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 9 de novembro de 2013

O novo líder dos Talibãs Paquistaneses

Um comandante militante e oficial dos serviços secretos afirmou que, menos de uma semana depois dos EUA terem morto o antigo líder, os Talibãs do Paquistão escolheram o homem que planeou o ataque à activista adolescente Malala Yousafzai como novo líder do grupo.

O concilio da liderança dos Talibãs, ou shura, tomou a decisão numa localização secreta na região tribal do Waziristão do Norte, afirmou o comandante Hazratullah Torashipa, e oficial dos serviços secretos. Segundo o que Torashipa afirmou à Associated Press através do telefone, depois da decisão, os militantes dispararam com as suas AK-47 e com as suas armas anti-aeroplano para o ar.

O antigo líder dos Talibãs Paquistaneses, Hakimullah Mehsud, foi morto pelos EUA num ataque levado a cabo por drone no preciso momento em que ele entrava para o seu complexo, numa povoação no Waziristão do Norte. Apesar de Mehsud ser responsável pela morte de milhares de civis Paquistaneses e de forças de segurança, a sua morte causou indignação junto dos oficiais Paquistaneses, que acusaram os EUA de sabotar as tentativas governamentais de estabelecer um acordo de paz com os militantes.

O novo líder, Fazlullah, foi o líder dos Talibãs Paquistaneses no "Swat Valley" mas acredita-se que ele esteja escondido no vizinho Afeganistão. Ele ascendeu para um lugar de proeminência através das emissões de rádio onde ele exigia a imposição duma variante mais dura do islão, o que lhe valeu ganhar a alcunha de "Mullah Radio".

O seu grupo começou a ganhar proeminência em 2007 quando começou a infiltrar o vale e a propagar o medo entre os residentes, forçando os homens a usar barba, impedindo as mulheres de ir ao mercado, e explodindo escolas. Uma ofensiva militar em 2009 empurrou o grupo para fora do vale.

O grupo de Fazlullah levou a cabo o ataque à activista Malala Yousufzai, que foi baleada em Outubro de 2012 quando se dirigia para casa. Ela foi atacada depois de ter falado contra os Talibãs devido à sua interpretação  do islão, que limita o acesso das meninas à educação.


Fonte

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Enterrada viva


Menina paquistanesa de 13 anos escapou da morte escavando para fora do buraco onde tinha sido enterrada pelos homens que a haviam abusado sexualmente. A adolescente foi raptada da sua aldeia local na província do Punjab no momento em que se dirigia para as suas aulas do Alcorão.

Segundo a Outlook India, o seu pai - Siddique Mughal - disse à policia que a sua filha havia sido levada, mas que se havia recusado cooperar. Os homens levaram a jovem menina para um local isolado, violaram-na e enterraram-na viva, pensado que ela havia morrido como consequência do ataque.

Mas a rapariga conseguiu escavar para fora da cova lamacenta e chamou a atenção das pessoas que passavam, que lhe ajudaram a chegar a um centro médico local.

Depois da polícia local se ter recusado a investigar o incidente, a "Lahore High Court Chief Justice’s Complaint Cell" ordenou-os formalmente que prendessem os violadores e completassem um relatório do incidente o mais rapidamente possível.  Foi também requisitado a um juiz local que acompanhasse os eventos de perto.

A violação de meninas no Paquistão continua a ser um problema sério, e o grupo activista local Sanihl disse que mitos culturais, tais como a noção de que os homens com o HIV podem ser curados se fizerem sexo com uma virgem, ainda persistem. Segundo o "International Business Times", as estatísticas revelam que os abusos sexuais de crianças aumentaram de 668 em 2002 para 2,788 no ano passado.

Manizeh Bano, director-executivo da Sanihl, disse o seguinte ao International Business Times:
Nós ainda achamos que estas estatísticas são apenas uma fracção do que realmente está a acontecer.
Fonte

domingo, 13 de outubro de 2013

Homossexualismo islâmico aprovado por Alá

O abuso sexual de rapazes, algo raramente discutido no Afeganistão e no Paquistão, está, agora, a tornar-se num tópico de conversa cada vez mais comum. Nematullah, que chegou a ser um potencial bombista suicida, disse à "National Directorate of Security" (NDS) do Afeganistão que os jovens rapazes, incluindo ele mesmo, suportam abuso sexual por parte dos homens que os treinavam.

O líder militante Mullah Ahmad (aka Mullah Akhtar), que treinou o jovem rapaz de modo a que ele levasse a cabo um ataque suicida na sua mota (no Distrito de Adraskan da Província de Herat em Setembro último), também abusou sexualmente dele, afirmou Nematullah. A polícia impediu o ataque de Nematullah e informou os oficiais da NDS dos planos e da vitimização dos rapazes por parte dos Talibãs.

Segundo Nematullah, os mullahs Nasim e Akhtar drogaram vários rapazes que estavam a ser treinados para serem suicidas e depois abusaram deles repetidamente enquanto eles se encontravam inconscientes. Os médicos e os activistas presentes no Paquistão e no Afeganistão confirmaram tais abusos. O Dr. Muhammad Hashim (do "Khalifa Gul Nawaz Teaching Hospital" no Distrito de Bannu) disse o seguinte ao Central Asia Online:

Examinamos pelo menos cinco rapazes . . . . que foram sexualmente abusados pelos Talibãs no Waziristão do Sul.

O Dr. Hashim acrescentou ainda que os rapazes fugiram do cativeiro dos Talibãs e declararam às autoridades que os militantes os molestavam.

Mustafa Gul, professor no Departamento de Ciência Forense da "Khyber Medical College Peshawar", afirmou também que trabalhou com os jovens que foram abusados pelos Talibãs:

Desde o dia 1 de Janeiro deste ano que nós tivemos 27 casos de abuso sexual envolvendo rapazes. Estiveram envolvidos 5 Talibãs.

Apesar disso, Gul não disponibilizou qualquer tipo de informação em torno da possibilidade dos Talibãs poderem a vir enfrentar acusações de abuso sexual, caso sejam apanhados.

Com relativa frequência, os miitantes raptam rapazes pobres que se encontram susceptíveis de se tornarem vítimas. Khalid Khan, oficial dum ramo policial especial, disse à  Central Asia Online que vários rapazes fugiram dos centros de treino dos Talibás nas "Federally Administered Tribal Areas" (FATA) afirmaram aos investigadores que eles foram abusados e que os seus pais nada poderiam fazer em relação a isso.

Fonte

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Portanto, nos seus países de origem os jihadistas abusam sexualmente de rapazes, mas no ocidente, eles abusam de meninas brancas. Logo, o islão é contra a violação, excepto quando não é contra a violação..

sábado, 28 de setembro de 2013

O que é que se pode aprender do ataque terrorista levado a cabo no Paquistão?

Um ataque suicida bombista levada a cabo no Domigo passado, numa igreja histórica do noroeste do Paquistão, matou pelo menos 53 pessoas e feriu mais de 100. Este foi dos ataques mais bárbaros levados a cabo pelos maometanos contra a minoria Cristão do país.

O ataque bombista ressalva a ameaça que os extremistas islâmicos são numa altura em que o governo busca formas de estabelecer um acordo de paz com os militantes domésticos pertencentes aos Talibãs.

Segundo Sahibzada Anees, administrador governamental de relevo, o ataque terrorista aconteceu no preciso momento em que os congregantes saiam da igreja (em Peshwar) logo depois do culto, e antes de se dirigirem ao relvado frontal onde se estava a oferecer uma refeição gratuita. Um oficial da policia, Zahir Shah, é de opinião de que ambas as explosões foram causadas pelos bombistas suicidas.

Segundo Sher Ali Khan, médico num dos hospitais onde as vítimas estão a ser tratadas, entre os mortos contam-se muitas mulheres e crianças.

Até agora, nenhum grupo terrorista maometano assumiu a responsabilidade pelo ataque, mas as suspeitas certamente que cairão sobre um dos muitos grupos militantes maometanos que existem no país. Militantes muçulmanos foram já acusados de levar a cabo ataques contra Cristãos, bem como contra grupos islâmicos que eles qualificam como "heréticos".


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O que se pode aprender com mais este ataque terrorista é que nenhum Cristão viverá em paz e em segurança em qualquer lugar onde os maometanos se encontrem em número razoável.

O Alcorão ordena os maometanos a subjugar violentamente os infiéis  (9:29; 9:73; 9:123). Maomé comandou os seus seguidores a subjugar violentamente os descrentes (Sahih al-Bukhari 6924; Sahih Muslim 33). No entanto, quando os maometanos atacam os Cristãos, em obediência a Maomé, os pseudo-intelectuais do mundo ocidental apressam-se a proclamar que esses actos violentos em nada estão relacionados com o islão.



domingo, 30 de junho de 2013

Muçulmanos raptam adolescente Cristão de 16 anos


Um Cristão de 16 anos, convertido do islamismo, permanece desaparecido desde que foi raptado por militantes maometanos na volátil província paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwa. Alegadamente Aman Ullah foi levado por terroristas muçulmanos no dia 25 de Maio, em Peshawar, capital de Khyber Pakhtunkhwa.

John Taimoor, presidente do grupo missionário "Crossbearers Ministry' que opera junto de ex-maometanos, afirmou:

Não sabemos qual dos 32 grupos pertencentes aos Talibã (que opera no Afeganistão e no Paquistão) é responsável. A minha equipa, funcionários e discípulos provenientes de ambientes muçulmanos enfrentam pressão dos mais variados quadrantes e perseguição física..... No entanto, temos os olhos firmes no Nosso Salvador  que é capaz de nos salvar  até aos confins.

Até ao dia 7 de Junho, não havia qualquer tipo de declaração por parte dos Talibã, embora no passado o grupo tenha falado com os média sobre raptos anteriores.

Segundo Taimoor, que deu estudos Bíblicos ao rapaz, a jovem vítima de rapto, que se tornou Cristão há cerca de um ano e estava envolvido no evangelismo. havia memorizado o Evangelho de João e a Carta aos Efésios. O seu objectivo era o de decorar todo o Novo Testamento do mesmo modo que ele havia já memorizado o Alcorão.

Ele é uma pessoa muito especial para mim. Aman Ullah, em arábico, persa, urdu e na língua pashto, significa "paz de Deus". Ele é um diamante, muito dedicado e brilhante.  Ele era extrovertido; fazia declarações públicas e dava o seu testemunho.

O grupo de Taimoor ajuda os jovens convertidos - tais como Aman - a memorizar a Carta aos Efésios e demonstrar "seriedade no crescimento da sua fé" como forma de impactar outros maometanos.

Pedido de orações

Taimoor afirmou que pediu aos apoiantes que orassem "pela protecção de Aman, pedindo graça aos olhos dos seus raptores." Enquanto espera pela sua "libertação em segurança", ele afirmou que tem esperança de que "este jovem discípulo seja ungido como Deus porta-voz de Deus para as vidas dos raptores, ajudando-os a se aperceberem da sua necessidade de Jesus como Salvador e Senhor".

Taimoor afirmou também que pediu aos Cristãos que "pedissem a Deus que protegesse e ministrasse a todos que fielmente O servem no Paquistão."

Terroristas maometanos dos Talibãs foram já associados a vários ataques aos Cristãos, incluindo antigos muçulmanos, parte da sua jihad contra aquilo que eles identificam como sendo uma religião ocidental e atitudes colonialistas.

Fonte

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Será que o maometanismo apoia este tipo de acção contra os Cristãos e ex-muçulmanos? Vejamos o que o "profeta" disse:

Sahih al-Bukhari 6922— O mensageiro de Alá disse: "Se alguém mudar a sua fé islâmica, matem-no."

Sunan An-Nasa’i 4068— Foi narrado que Al-Hasan disse: “O mensageiro de Alá disse: ‘Quem quer que seja que mude a sua religião, matem-no.’”

Al-Muwatta de Imam Malik 36.18.15—O Mensageiro de Alá disse: "Se alguém alterar a sua religião, cortem a sua cabeça!


Portanto os terroristas maometanos que atacam os Cristãos que abandonaram a sua fé islâmica, estão a agir em sintonia com o que o próprio Maomé disse.

O islão aprova o assassinato de quem abandona a fé islâmica.


domingo, 10 de março de 2013

Paquistão: Muçulmanos atacam Cristãos devido a acusações de "blasfémia"


Há alguns dias atrás centenas de muçulmanos do Paquistão oriental levaram a cabo vários ataques numa vizinhança Cristã - queimando várias casas - depois de terem ouvido que um homem Cristão supostamente havia cometido blasfémia contra o "profeta" do maometanismo.

No Paquistão, tal como em quase todos os países controlados por maometanos, a blasfémia contra o Maomé é um crime que pode ser castigado com a pena de morte. O Paquistão é um país maioritariamente Sunita onde as pessoas de outras confissões religiosas, incluindo a pequena comunidade Cristã, são olhados com suspeita.

Segundo Multan Khan, oficial policial, o incidente teve início na 6ª-Feira quando um jovem muçulmano acusou um Cristão de ter cometido blasfémia ao fazer comentários ofensivos contra o "profeta" Maomé. Segundo Khan, nessa 6ª-Feira à noite uma larga multidão duma mesquita próxima dirigiu-se à casa do Cristão. A policia registou o caso de blasfémia contra o homem depois da multidão se ter reunido e exigido algum tipo de acção, afirmou o oficial.

Temendo pela sua segurança, centenas de famílias Cristãs abandonaram a área durante a noite. Khan afirmou que a multidão muçulmana regressou no Sábado e começou a saquear e a queimar as casas dos Cristãos, embora, segundo Khan, nenhum  membro da comunidade Cristã tenha sofrido qualquer tipo de dano físico. No entanto, vários policiais foram feridos quando foram atingidos com pedras no momento em que tentavam impedir a multidão de invadir a área.

Como é muito comum nestes casos, o incidente aparentemente em nada está relacionado com algum tipo de blasfémia dita contra Maomé; segundo Akram Gill, um bispo local junto da comunidade Cristã de Lahore, estes eventos desenrolaram-se devido a uma inimizade pessoal entre dois homens - um Cristão e um maometano - e não devido a algo que o primeiro tenha dito.

Segundo o bispo, os dois homens envolveram-se numa discussão acalorada depois duma noite de bebedeira, e na manhã seguinte o maometano inventou a história da blasfémia como forma de se vingar do Cristão. Akram acrescentou ainda que a comunidade Cristã entregou o homem acusado à polícia quando estes vieram investigar o caso junto deles. Depois disto, eles trancaram as suas casas e foram para outras áreas (para as casas de familiares).

Segundo se sabe, os maometanos, que se encontravam armados com martelos e hastes de aço, entraram dentro das casas, assaltaram duas igrejas, e queimaram Bíblias e cruzes.


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Maomé ordenou aos seus devotos que reagissem violentamente às críticas. O que nós vêmos no Paquistão é, portanto, consequência directa dos ensinamentos de Maomé - e não uma "má representação" do "verdadeiro islão". No entanto, quando alguns ocidentais condenam os ensinamentos violentos de Maomé (sabendo que se essas criticas fossem feitas no mundo islâmico, isso seria motivo para a execução), esses ocidentais são chamados de "racistas" (muçulmano não é uma raça), intolerantes, geradores de ódio e islamofóbicos.

Será que devemos abandonar o nosso senso comum, e começar a pensar que há algum tipo de legitimidade na matança de quem critica a autoridade Maomé?

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Muçulmano espancado até à morte por outros muçulmanos

Uma turba enraivecida invadiu uma esquadra de polícia no Paquistão, e espancou um muçulmano acusado de ter profanada o Alcorão. Segundo algumas fontes, o corpo da vítima foi posteriormente queimado.

A vítima havia previamente sido entregue à polícia depois de páginas queimadas do Alcorão terem sido encontradas numa mesquita local, no distrito de Dadu - 330 quilómetros à norte de Karachi - onde ele havia passado a noite. Passadas algumas horas, um grupo de homens dirigiu-se à esquadra de policia, agarrou no homem e matou-o.

O chefe policial do distrito, Usman Ghani, disse à BBC que o incidente macabro foi filmado com telemóveis, e que algumas gravações estão a ser analisadas como forma de identificar os assassinos.

Até agora, cerca de 30 pessoas foram detidas, ligadas ao incidente. Para além disso, o chefe policial local prendeu 5 homens por terem falhado na sua missão de proteger o homem.

Shahzeb Jillani, da BBC, reportou que a blasfémia é um assunto altamente sensível no Paquistão, onde várias pessoas foram já mortas por turbas ou vigilantes.

Correspondentes e jornalistas presentes em Karachi acrescentam que as controversas leis de blasfémia são frequentemente usadas para perseguir minorias, ou ajustar contas.

Fonte

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Muçulmano abusa sexualmente de Cristã de 2 anos porque o pai se recusou a converter ao islão

Sinceramente, alguém ainda acha que o islão é uma "religião"? É por coisas como esta que é absolutamente necessário (e correcto) separar o islão do Judaísmo e do Cristianismo, não aceitando a união que é feita das 3 sob o manto de "religiões abraâmicas".

Só há UMA religião abraâmica, e não é o Judaísmo nem o Cristianismo, mas sim a Pessoa do Senhor Jesus Cristo. (Deus não tem "religiões").

Em relação à menina violada; devido aos ferimentos, ela quase morreu e mesmo depois de 5 cirurgias, ela não consegue urinar normalmente. Ele nunca vai ser mãe, e os pais têm que viver escondidos devido aos receios duma retaliação por tornarem público este incidente.




sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Matou a filha porque esta trabalhava num salão de beleza


Um pai muçulmano matou a sua filha à machadada porque ele sentia-se envergonhado por esta trabalhar num salão de beleza.disseram os filhos de Allah Ditta que observaram o momento em que ele cortava o pescoço da irmã, numa casa localizada num subúrbio paquistanês com o nome de Adiala.

A polícia disse que o acusado, depois de preso, confessou ter morto a filha de 32 anos (mãe de um filho). Um  machado ensanguentado que se crê ser o usado no assassinato foi também encontrado.

Shagufta tinha um filho novo e tinha-se divorciado há cerca de 3 anos. O irmão da vítima, Fiaz Ali, disse à polícia que o seu pai enervou-se quando soube que a mulher para quem  Shagufta trabalhava como empregada  lhe havia  arranjado um emprego no seu salão de beleza.

A filha mais nova disse que Shagufta foi espancada pelo pai na noite anterior à sua morte, no exacto momento em que anunciou ao pai a sua intenção de trabalhar no salão.

A polícia citou a filha mais nova quando esta disse:
O meu pai amarrou-a a uma árvore, na selva, e atingiu-lhe no pescoço com um machado, matando-lhe instantaneamente.

Fonte

sábado, 8 de setembro de 2012

Paquistão: Muçulmano tenta incriminar rapariga Cristã

Rapariga Cristã acusada de blasfémia pode ter sido incriminada por um clérigo maometano. A polícia paquistanesa prendeu o clérigo há alguns dias atrás, acusando-o de adulterar as evidências que supostamente mostravam que ela havia profanado o Alcorão.

O clérigo, Khalid Chishti, foi preso depois de outro clérigo da mesma mesquita ter-se dirigido à policia com alegações de ter visto Chishti a acrescentar páginas queimadas do Alcorão às evidências que foram entregues à polícia.

Segundo a polícia, Hafiz Mohammad Zubair, o outro clérigo, afirmou ter tentado impedir que Chishti adulterasse as evidências, mas este insistiu que esta era a melhor forma de se verem livres dos Cristãos daquela área.

Este novo desenvolvimento no caso que havia já atraído a condenação internacional vai acrescentar ainda mais pressão sobre as autoridades paquistanesas de modo a que estas absolvam a rapariga Cristã - que ainda se encontra na prisão e que pode ser condenada a prisão perpétua.

Esta revelação é também um argumento que os grupos que tentam repelir ou modificar as leis contra a blasfémia - afirmando que as mesmas são usadas para perseguir as minorias ou resolver conflitos pessoais - podem usar no seu combate. Peter Jacob, líder dum grupo activista Cristão que disponibiliza apoio legal às minorias paquistanesas, afirmou:

[Este incidente] É um alívio uma vez agora todos sabem que houve vitimização da menor. Este tipo de abuso já acontece há cerca de 25 anos e com este caso, nós podemos ver que existem lacunas nas leis da blasfémia que precisam de ser removidas de modo a que estes abusos não ocorram. Se a lei não pode ser repelida, o estado pode ao menos criar zonas de protecção usando este incidente como exemplo.

Numa entrevista dada alguns dias antes, Khalid Chishti confessou ter falado - num dos seus sermões - em expulsar os Cristãos daquela localidade.

Chaudry Asghar, um vendedor local, disse ao "The Monitor" que, há alguns meses atrás, os anciões e os clérigos religiosos haviam formado um comité determinado em encontrar formas de expulsar os Cristãos da área supostamente porque estes se haviam tornado num "distúrbio" durante as rezas islâmicas. Asghar disse:

Eles [os Cristãos] tocavam músicas durante o chamamento para as rezas, e os clérigos, juntamente com os anciãos, já os tinham avisado disso, mas eles não nos escutaram.

Hina Jilani, advogada pelos direitos humanos, disse que teme que os grupos religiosos [isto é, os maometanos] se unam em apoio ao clérigo; como tal, diz Hina, o governo tem que impedir que isso aconteça focando-se nos méritos legais e técnicos do caso.

O relatório médico revelou que ela é menor e mentalmente incapaz. Ele nunca deveria ter sido presa.

Hina Jilani disse ainda que as notícias de tensões já existentes entre os muçulmanos e os Cristãos são genuínas, e que o governo se deveria limitar a libertar a menina.

Ressalvando que o caso da menina não deve ser politizado, Hina Jilani disse no entanto que o padrão da perseguição das minorias em todo o país historicamente tem sido ligado a disputas locais em torno de coisas como propriedades e inimizades pessoais. No entanto, acrescenta Jilani, o uso destas leis da blasfémia tornou-se numa forma de "purificar a sociedade."

A perseguição de Cristãos no Paquistão têm aumentado com os anos. Actualmente restam menos de 2% em todo o país, mas os extremistas ainda se sentem ameaçados por eles?

Segundo Jilani, existem leis que lidam com pessoas ou grupos que incitam a violência comunitária, mas a aplicação de tais leis são fracas.

O governo tem que parar de ter medo destes lobbies religiosos e exercer a sua autoridade de modo a parar com a actividade de tais elementos que provocam ódio entre as diferentes comunidades paquistanesas.

O clérigo que foi apresentado ao tribunal há alguns dias atrás, foi entregue à policia durante 14 dias, e se se confirmar que ele adulterou as evidências, a mesma lei da blasfémia que ele visava usar contra a rapariga Cristã pode ser usada contra ele.



sábado, 25 de agosto de 2012

Muçulmanos sequestram e violam cristã no Paquistão

ROMA, 18 Jul. 12 / 11:03 am (ACI/EWTN Noticias).- A irmã menor de um pastor protestante foi sequestrada no mês passado por extremistas muçulmanos que a estupraram e a obrigaram a converter-se ao Islão. Os factos aconteceram na cidade de Chunian, ao sul de Lahore, província de Punjab (Paquistão).

Conforme informou a agência vaticana Fides, Muzamal Arif, irmã do pastor Aurangzeb, logo depois de ser abusada e ameaçada foi obrigada a assinar uma declaração de conversão ao Islão e a casar-se com o muçulmano Muhammad Nadeem.

A vítima é menor de idade e de acordo à lei, o matrimónio não está permitido para as pessoas de menor idade. Entretanto, os cristãos locais indicaram que "a família dos sequestradores é rica e poderosa, e pode passar por cima essa disposição legal".

Apesar de que a família da menor tenha denunciado o ocorrido à polícia de Chunian, não foi realizada nenhuma investigação, antes, foi apresentado à família um relatório do tribunal que afirma que a garota é muçulmana e se casou de maneira legal.

Por sua parte, o pastor Mustaq Gill, presidente da ONG Legal Evangelical Association Development, que está se ocupando do caso, assinalou que a prática da conversão e o matrimónio forçado é muito comum no Paquistão, os muçulmanos se aproveitam, sobre tudo nas zonas rurais, das meninas de minorias religiosas, que são as principais vítimas.

No Paquistão há cerca de mil casos do tipo por ano, em detrimento de mulheres cristãs e hindus.

Para combater este abuso, reconhecido até mesmo por autoridades civis, a Comissão Nacional para as Minorias Religiosas preparou um projecto de lei apoiado pelos cristãos e se espera que em breve seja estudado pelo Parlamento paquistanês.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Paquistão: Criança cristã com síndrome de Down detida por blasfémia

Uma criança paquistanesa está detida depois de ter sido acusada de desrespeitar o Corão. O caso da menor, filha de pais cristãos, está a suscitar a ira entre a população maioritariamente muçulmana, que exige que a criança seja punida. A lei paquistanesa prevê a pena de morte para alguns destes casos.

Rimsha, que terá entre 11 e 12 anos e trissomia 21 ou síndrome de Down, foi detida na última quinta-feira em Mehrabad, um bairro em Islamabad habitado por perto de 800 paquistaneses cristãos, depois de uma multidão em fúria ter exigido que fosse punida. O que terá estado na origem da detenção da criança não foi ainda confirmado oficialmente. Um responsável da polícia local disse à agência noticiosa AFP, sob condição de anonimato, que a criança terá sido vista em público com páginas queimadas entre as quais se encontravam versos do Corão e outros textos islâmicos.

Rimsha foi ouvida na sexta-feira em tribunal mas não terá conseguido explicar o que aconteceu e entendido as questões que lhe foram colocadas. Ficou em prisão preventiva durante 14 dias, ao fim dos quais deverá comparecer de novo em tribunal.

O ministro paquistanês para a harmonia nacional, Paul Bhatti, citado pela BBC, sublinhou que a criança sofre de perturbações mentais e tudo indica que não terá “desrespeitado propositadamente o Corão”. Com base nos relatórios a que tive acesso, foi encontrada com um saco de lixo que também teria páginas do Corão”, acrescentou o responsável à estação de televisão britância. “O caso enfureceu a população local e uma multidão começou a exigir que fosse punida. A polícia esteve inicialmente relutante em deter a menina mas cedeu perante a enorme pressão da multidão, que chegou a ameaçar que iria incendiar habitações de cristãos”, contou ainda o ministro.

O Presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, já ordenou que fosse aberto um inquérito à detenção da menor e entregou o caso ao ministro do Interior.

A acusação de blasfémia feita a Rimsha pela maioria muçulmana levou a que muitos cristãos abandonassem temporariamente o bairro de Mehrabad, receando represálias, adianta a AFP. “Estes cristão estão refugiados em casa de familiares noutros bairros da cidade mas já começaram a regressar progressivamente a Mehrabad”, disse à AFP Tahir Naveed Chaudhry, de uma organização que representa as minorias no Paquistão.

Tahir Naveed Chaudhry confirmou à agência noticiosa que Rimsha tem trissomia 21, associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico. As limitações mentais da criança são, no entanto, contestadas pela comunidade muçulmana, que asseguram que esta é "completamente normal" e que apenas tem um comportamento estranho. Fala sozinha e anda de uma forma peculiar, adiantou uma menina que afirma conhecer Rimsha citada pelo Guardian.

A polícia é acusada de impedir que advogados ou outros representantes da sociedade civil visitem Rimsha. “O Fórum de Acção das Mulheres está escandalizado com a total falta de humanismo” neste caso, afirmou Tahira Abdullah, membro da organização de defesa dos direitos das mulheres, exigindo a libertação imediata da menina e que esta seja tratada com base na legislação para menores.

O caso surge numa altura em que se debate a intolerância entre muçulmanos no Paquistão ou as leis contra a blasfémia do islão, que pode ser punida com a pena de morte. Activistas dos direitos humanos no país têm exigido uma reforma da legislação, nomeadamente a lei que prevê a prisão perpétua para quem seja acusado de desrespeitar o Corão.

Em muitos casos, aqueles que são acusados de blasfémia são mortos em ataques de multidões. Um desses casos foi registado no mês passado, quando um homem acusado de blasfémia, mentalmente instável, foi capturado de uma esquadra da polícia para ser queimado vivo na zona de Bahawalpur, na província de Punjab.

A BBC lembra que no ano passado, Shahbaz Bhatti, ministro dos Assuntos Internos, foi morto depois de ter defendido a revisão da lei sobre a blasfémia. Dois meses antes, o governador de Punjab, Salman Taseer, foi também assassinado após ter assumido a mesma posição.

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terça-feira, 26 de junho de 2012

Índia: Detido suspeito de coordenar atentados de Mumbai

A polícia indiana deteve na semana passada um suspeito de coordenar os atentados de 2008 em Mumbai que causaram 166 mortos e mais de 300 feridos, informou hoje a imprensa local.

De acordo com a agência noticiosa indiana PTI, que cita fontes policiais, Abu Hamza, também conhecido como Sayed Zabiuddin, um indiano de 30 anos membro do grupo rebelde paquistanês Lashkar-e-Taiba, foi detido no aeroporto internacional de Nova Deli no dia 21, quando chegava de um destino do Médio Oriente, encontrando-se desde então sob custódia policial.

Hamza deu alegadamente instruções por telefone a partir de Karachi, no Paquistão, a 10 islamitas armados em Mumbai enquanto estes entravam em dois hotéis de luxo, um centro judaico, um restaurante e uma estação de comboio da cidade para perpetrarem atentados à bomba.

Diário Digital / Lusa

terça-feira, 29 de maio de 2012

4 mulheres e 2 homens condenados à morte por dançarem num casamento

Na zona norte do Paquistão 4 mulheres e 2 homens foram condenados à morte por terem cantado e dançado juntos num casamento. Os clérigos emitiram um decreto depois dum vídeo dos seis, feito com um telemóvel, ter emergido.

As autoridades paquistanesas locais afirmaram que os clérigos ordenaram o castigo devido às alegações de que os homens e as mulheres dançaram juntos na aldeia de Gada, algo que vai contra os rígidos costumes tribais que separam as mulheres dos homens.

O policial Abdul Majeed Afridi disse o seguinte à AFP:

Os clérigos locais decretaram que os 2 homens e as 4 mulheres presentes no video deveriam ser mortos. Decidiu-se que os homens seriam mortos primeiros, mas eles fugiram e como tal, as mulheres estão a salvo.

Já enviei uma equipa de salvamento. Por enquanto, estou à espera de algumas notícias.

O policial acrescentou que as mulheres foram confinadas para as suas casas.

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domingo, 6 de maio de 2012

Rapaz de 12 anos morre depois de ter sido torturado numa Madrassa

Paquistão - Estudante que foi torturado pelo qari (professor de Alcorão) numa madrassa em Lahore morreu no Domingo passado. O ministro-chefe de Punjab Shahbaz Sharif foi avisado do incidente e requisitou um relatório por parte das autoridades policiais locais.

Segundo alegações feitas pelo pai da criança, Mohammad Shafiq, o seu filho de 12 anos, Mohammad Jamil, estudava o Alcorão na madrassa há pelo menos 4 meses. O qari e um professor desconhecido fugiram antes da polícia fazer buscas na madrassa; a mesma foi selada enquanto as operações de busca estão em curso.

Segundo se sabe, há alguns dias atrás Jamil queixou-se à sua mãe de severas dores abdominais causadas pela alegada tortura do qari. Depois disso, ele foi levado a 4 hospitais privados e governamentais para tratamento, mas eventualmente sucumbiu aos ferimentos, morrendo no último Domingo à noite.

A polícia de Shadbagh registou um caso contra o qari Jameel e o professor desconhecido. Falando para o The Express Tribune, os policiais afirmaram que o corpo da vítima foi levado para autópsia.

O pai da vitima afirmou que o seu filho morreu não só da tortura que sofreu na madrassa, mas também da negligência dos médicos. Ele exige a prisão imediata dos acusados.

Fonte

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Jesus, porém, disse:
Deixai os meninos, e não os estorveis de vir a Mim;
porque dos tais é o reino dos céus.

Mateus 19:14

terça-feira, 17 de abril de 2012

Paciência inglesa (afinal) tem limites

Num gesto de solidariedade com o grupo terrorista maometano, Lashkar-e-Taiba (LeT) e com Hafiz Muhammad Saeed - um dos líderes do grupo - parlamentarista muçulmano com origens paquistanesas Nazir Ahmed anunciou um "prémio" para o captor do presidente Barack Obama e para o seu predecessor George W. Bush.

O maometano fez o anúncio numa recepção arranjada em sua honra pela comunidade empresarial em Haripur.

Nazir afirmou que a recompensa oferecida a quem capturasse Saeed era um "insulto" para todos os maometanos e que ao levar a cabo esse gesto, o presidente Obama havia desafiado a "dignidade da Ummah" (=comunidade muçulmana).

Portanto, Nazir defende que recompensar quem apreende um terrorista muçulmano é o mesmo que insultar todos os muçulmanos. Muito revelador.

Ele diz ainda:

Se os EUA podem anunciar uma recompensa de $10 milhões para quem capturar Hafiz Saeed, eu posso anunciar uma recompensa de 10 milhões de libras para a captura de Obama e do seu predecessor George Bush.

Nazir disse ainda que ele mesmo suportaria os custos da recompensa mesmo que para isso tivesse que vender os seus bens pessoais.

Mas Nazir apanhou o choque da sua vida ao aperceber-se que palavras têm consequências. Sem demora, o seu próprio partido inglês tratou de lhe suspender o mandato mal as suas declarações foram conhecidas. Um porta-voz dos Trabalhistas disse:

Suspendemos Lord (sic) Ahmed até que as investigações terminem. Se estes comentários são verídicos, condenamos completamente estas declarações visto serem totalmente inaceitáveis.
Elas são inaceitáveis para o mundo civilizado mas são perfeitamente normais para os maometanos. Aparentemente, tentar capturar um criminoso muçulmano é um "ataque a todos os muçulmanos".
"Perseguir terroristas assassinos é o mesmo que perseguir todos os muçulmanos".


domingo, 15 de abril de 2012

O bigode não-islâmico


Há já 18 anos que o bigode de Amir Muhammad Afridi o tornou numa espécie de celebridade através das terras tribais da zona fronteiriça do Afeganistão.

Mas isto foi antes do seu luxuriante cabelo facial atrair a atenção do grupo islâmico Lashkar-i-Islam - grupo este que se determinou a impor a sharia no zona onde Afridi vivia.

Durante os últimos dois anos ele recebeu ameaças de morte e intimidação, e foi forçado a fugir da sua casa tudo por causa do bigode que lhe ocupa 30 minutos por dia em higiene:

Prenderam-me em plena luz do dia, puseram-me num carro, levaram-me para uma escola religiosa, declararam que o bigode não é islâmico e ordenaram que eu o cortasse.

Eu nada poderia fazer visto que me encontrava rodeado de armas Se eu tivesse resistido, seria morto.

Desde então, Afridi, de 42 anos, saiu de casa (em Banna) e recolocou a sua esposa e os seus 10 filhos na cidade de Peshawar, onde ele vive anonimamente e dirige um pequeno negócio de importação de relógios.

Fonte

sexta-feira, 9 de março de 2012

Esposa ciumenta ao serviço da Al-Qaeda pode ter entregue Bin Laden a EUA

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Osama Bin Laden, senil e afastado da Al-Qaeda, foi entregue aos norte-americanos por uma das suas primeiras esposas, que sentia ciúmes de uma rival mais jovem na casa em que viviam, segundo a tese elaborada por um general paquistanês que realizou uma longa investigação.

Dez meses depois, a incursão de um comando de elite norte-americano que matou o chefe da Al-Qaeda no seu tranquilo refúgio na cidade paquistanesa de Abbottabad continua um mistério que alimenta inúmeras teorias, inclusivamente esta, a da traição por ciúmes.

Shaukat Qadir, um general de brigada reformado, investigou o episódio durante oito meses, utilizando as suas relações com a cúpula das Forças Armadas, o que lhe permitiu visitar a casa onde Bin Laden viveu e falar com os agentes que interrogaram as esposas do terrorista, presas depois da operação.

Segundo Qadir, Bin Laden foi vítima de um complot da Al-Qaeda, que utilizou uma das suas mulheres para colocar os norte-americanos no seu rasto.

De acordo com Qadir, Bin Laden começou em 2001 a sofrer com uma deficiência mental, que progressivamente levou o seu «braço direito», o egípcio Ayman Al Zawahiri, a decidir eliminá-lo.

Depois de vários anos de fuga no noroeste paquistanês, a Al-Qaeda decidiu escondê-lo em Abbottabad, onde mandou construir quase uma mansão.

Bin Laden estabeleceu-se nessa casa em 2005 com duas das suas esposas, Amal e Seehan, e vários dos seus filhos. O grupo incluía Khalid, filho adulto fruto da relação com Seehan e que, como os guarda-costas paquistaneses do seu pai, tinha esposas e filhos.

No entanto, as coisas mudaram em 2011 quando chegou à casa outra esposa de Bin Laden, Jairia, saudita como Seehan e com quem o líder da Al Qaeda se tinha casado no final dos anos 1980 e a quem não via desde 2001.

Refugiada (e vigiada) numa casa no Irão até ao fim de 2010, Jairia passou, segundo o general Qadir, vários meses num campo da Al-Qaeda no Afeganistão antes de chegar a Abbottabad em março de 2011, menos de dois meses antes do ataque norte-americano.

Qadir não tem dúvidas de que foi Jairia quem traiu Bin Laden.

«É o que Amal também acha e disse aos investigadores», explicou.

Ao chegar à casa, Jairia, já conhecida pelos seus ciúmes doentios, instalou-se no primeiro andar e logo levantou suspeitas, em particular por parte de Khalid.

Mencionando um depoimento de Amal aos seus interrogadores, Qadir relatou que «Khalid não parava de perguntar a Jairia por que tinha ido para Abbottabad e o que queria com Bin Laden».

«Tenho que fazer uma última coisa pelo meu marido», terá ela respondido.

Sempre de acordo com o general Qadir, «Khalid, preocupado, levou ao conhecimento do seu pai os receios de uma traição», mas Bin Laden, ter-se-á limitado a comentar: «O que tiver de acontecer acontecerá».

De acordo com Amal, «Bin Laden tentou convencer as suas outras duas mulheres a deixar a casa e fugir, mas estas quiseram ficar com ele», contou Qadir.

Para o general, a Al-Qaeda e Al-Zawahiri guiaram Jairia para que orientasse os norte-americanos a chegar à casa em Abbottabad. A intercepão, por parte dos norte-americanos, de uma comunicação telefónica de Jairia contribuiu para convencê-los de que Bin Laden se encontrava efectivamente naquela casa.

O governo de Washington descartou qualquer complot e assegurou ter chegado até Bin Laden pelos seus próprios meios, enquanto o exército do Paquistão insiste que ignorava a presença do terrorista em Abbottabad.

Segundo Qadir, o exército paquistanês também descobriu a presença de Bin Laden, mas já muito tardiamente, no final de Abril, e foi surpreendido pelo ataque norte-americano.

Fonte

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