MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Alemanha: Ler noticias sobre imigrantes é "incitação racial"

Rainer Rahn, do partido AfD (Alternative für Deutschland) e membro do conselho da cidade de Frankfurt, foi processado pelo líder da facção de esquerda de “Die Linke”, Martin Kliehm, por "incitação racial". O "crime" de Rahn foi o de ler em voz alta 30 manchetes de jornais, revelando a consequência da violência levada a cabo pelos "refugiados".

Em declarações reportadas por agências noticiosas de Frankfurt, Martin Kliehm disse que o membro do AfD estava a tentar "incitar o povo contra os refugiados, contra os muçulmanos, e contra os migrantes". E devido a isso, ele processou-o.

O motivo por trás da acção de Rahm foi a sua crítica a Aydan Özoguz, oficial de migração do SPD. Özoğuz disse que "a cultura Alemão não existe" devido ao facto dela ter sido "influenciada por influências externas e pela migração". 

Mr. Rahn continuou, afirmando que se podem ver claramente os efeitos diários da imigração nas ruas. Foi então que ele leu 30 manchetes de jornais distintos, revelando os crimes (comprovados ou suspeitos) levados a cabo por estrangeiros, muçulmanos e migrantes.

Muitos vereadores abandonaram a sala enquanto Rahn lia as manchetes. O prefeito Uwe Becker foi mesmo ao ponto de chamá-lo de um embaraço, a que se seguiram aplausos.

Kliehm afirmou que Rahn estava a usar esta plataforma para "rebaixar refugiados e migrantes", chamando-os de criminosos e de serem inferiores. Ele acredita ainda que Rahm pode ter "perturbado a paz pública" com suas palavras. Por sua vez, Rahn disse à emissora de Frankfurt:
Já há idiotas o suficiente a processar outras pessoas por motivos frívolos. Isto não é nada de estranho.
Ele afirmou ainda que o processo estava nas mãos da justiça e as suas alegações serão investigadas, e que ele não estava minimamente preocupado. A única "incitação racial" que ocorreu foi quando o não-Alemão Özoğuz afirmou que a cultura Alemão não existe.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2BpS3vQ

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Primeiro a elite internacionalista força os "refugiados" para o coração da Europa, e depois tenta impedir (com relativo sucesso) que os Europeus falem livremente das consequências das acções desses mesmos "migrantes". 

Cada vez se torna mais óbvio que o influxo de imigrantes para a Europa não tem como propósito ajudá-los, mas sim usá-los como instrumento político nas mãos dos internacionalistas.

Como já dito anteriormente, o problema não são os refugiados, e nem os maometanos, mas sim os traidores Europeus que, ignorando o interesse do povo Nativo, os trouxe para a Europa como forma de ter um bloco votante firme contra os Nacionalistas.


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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Multiculturalismo, Islão e a Guerra ao Ocidente

Por Bill Muehlenberg

Por algum motivo estranho, o mundo Ocidental abraçou uma ideia estúpida a seguir a outra, a maioria das quais está a contribuir para o seu declínio. Muitas ideias poderiam ser mencionadas, mas a brigada multiculti [multicultural] tem que estar no topo da lista. O multiculturalismo pode ter tido boas intenções no início - tais como a coexistência pacífica, feliz e harmoniosa entre as pessoas - mas as intenções têm que se ajustar à realidade, e a realidade é que 1) nem todas as culturas são iguais, 2) nem todas as culturas são compatíveis, e 3) algumas culturas encontram-se dedicadas a destruir as outras.

O multiculturalismo tem sido especialmente desastroso quando tenta negar estas realidades no que toca ao islão. A cultura islâmica não é idêntica à Ocidental; o islão não é compatível com o Ocidente livre e democrático; o islão tem como intenção destruir o Ocidente. No entanto, as maravilhas desmioladas que lideram o Ocidente pensam que podemos ignorar estas verdades inconvenientes, e avançar a todo o gás com políticas multiculturalistas falhadas. Mas com o islão a causar todo o tipo de problemas no Ocidente - incluindo inúmeros casos de mortes e caos - algumas nações Ocidentais estão lentamente a despertar.

Alguns países estão a repensar profundamente as suas políticas em torno disto. Quatro artigos recentes provenientes de 3 nações distintas ressalvaram estas verdades e vale a pena partilhar algumas partes. Comecemos pelo comentador Americano Walter Williams. Ele não pouca nas palavras e diz, “O multiculturalismo é um falhanço”. Ele começa o artigo dizendo:

A chanceler Alemá Angela Merkel declarou que na Alemanha, o multiculturalismo foi "um falhanço total." Tanto o ex-primeiro ministro Australiano como o ex.primeiro ministro Espanhol  José Maria Aznar chegaram à mesma conclusão em torno do multiculturalismo nos seus países. O primeiro-ministro Britânico  David Cameron avisou que o multiculturalismo está a fomentar uma ideologia extremista e a contribuir de forma directa para o terrorismo islâmico doméstico.

O líder do partido inglês UK Independence Party Nigel Farage disse que o impulso do Reino Unido rumo ao multiculturalismo não uniu os Britânicos mas afastou-os uns dos outros, fazendo com que o islão emergisse apesar da cultura Judaico-Cristã da Grã-Bretanha. O antigo primeiro-ministro Britânico Tony Blair disse que as raízes do islão violento não são "superficiais mas profundas" e elas podem ser encontradas "na minoria extremista que actualmente prega o ódio contra o Ocidente e contra o nosso estilo de vida por toda a Europa."

O ponto principal é que a maior parte do mundo islâmico está em guerra contra a civilização Ocidental. Não existem dúvidas de que o Ocidente tem a força militar para contrariar a agenda islâmica. A pergunta é se temos a inteligência para reconhecer o ataque, e a vontade de nos defendermos da aniquilação. O multiculturalismo é o pé islâmico na nossa porta. No centro do multiculturalismo encontra-se um ataque a o Ocidente e aos valores Cristãos.

O multiculturalismo alega que os distintos valores culturais são moralmente equivalentes. Isto não faz sentido nenhum. A cultura Ocidental e os valores Ocidentais são superiores. Para aqueles que me acusam de Eurocentrismo, eu pergunto: é a mutilação genital feminina, tal como practicada em quase 30 países Africanos sub-saharanos bem como no Médio Oriente, um valor cultural moralmente equivalente?

A escravatura é practicada na Mauritânia, no Mali, no Níger, no Chade e no Sudão; é isto moralmente equivalente? Na maior parte do Médio Oriente existem várias limitações impostas às mulheres, tais como proibições em torno da condução, emprego e educação. Segundo a leu islâmica, em alguns países a mulher adúltera pode ser apedrejada, e os ladrões enfrentam castigos tais como ter a sua mão cortada. Em alguns países  o homossexualismo é punido com a morte. Serão estes valores culturais moralmente equivalentes, superiores on inferiores aos valores Ocidentais?

Daniel Greenfield alega que "Islão Moderado é Multuculturalismo Mal Escrito":

Desde o 11 de Setembro que procuro pelo islão moderado, e tal como a peúga perdida no secador, esse islão estava no lugar onde eu menos esperava que ele estivesse Não existe islão moderado nas mesquitas ou em Meca. Não o encontrarás no Alcorão ou nas Hadiths. Se queres encontrar o islão moderado, folheia os editoriais  jornalísticos depois dum ataque terrorista, ou toma parte dum curso de teologia islâmica ensinado por um Sociólogo Unitarista a usar jóias falsas.

Não encontrarás o islão moderado na Arábia Saudita ou no Irão, mas podes encontrar esse mesmo islão nas redes de notícias extra, nos artigos e nos livros que falam dos dois países e dos seus tipos respectivos de islão. Não encontrarás essa fábula do muçulmanos moderados no Oriente, e nem o no Ocidente. Tal como todos os mitos, o islão moderado existe na imaginação daquels que contam as histórias.

Não encontrarás o islão moderado no Alcorão mas o encontrarás nos imensos livros Ocidentais que falam do islão. O islão moderado não é o que a maior parte dos muçulmanos acredita, mas sim o que a maior parte dos esquerdistas acredita que os muçulmanos acreditam. A nova teologia multicultural do Ocidente é o islão moderado. O islão moderado é a religião perfeita para a era secular visto que nem chega a ser uma religião.

Os muçulmanos moderados genuínos são esquerdistas seculares com persuasões vagamente Cristãs e Judaicas que inventaram e acreditam num islão moderado que não existe fora das suas cabeças. Este islão secular, que confere valor a toda vida e se dedica à justiça social e à tolerância universal, é uma contrapartida às suas religiões degradadas, e eles estão demasiado assustados para acordar e ver que ele não existe.

Quando os líderes Americanos e Europeus insistem que o islão de maneira nenhuma está relacionado com a mais recente atrocidade islâmica, eles não estão a falar duma religião practicada pelos muçulmanos, mas sim a falar duma religião que eles imaginam que os muçulmanos devem practicat visto que a alternativa é o ponto final do que eles acreditam.

O seu islão moderado é vazio de detalhes - para além da justiça social, de combater o Aquecimento Global e de apoiar dos direitos dos homossexuais - uma vez que ele é, na verdade, o multiculturalismo com uma barba falsa. Quando um líder Ocidental alega que o mais recente lote de terroristas islâmicos não fala em nome do islão, ele não está a defender o islão mas sim o multiculturalismo. Ele assume que os muçulmanos acreditam no multiculturalismo só porque ele acredita. O islão moderado nada mais é que o multiculturalismo mal escrito. A sua existência é um firme artigo de fé para aqueles que acreditam no multiculturalismo.

Voltando para o Reino Unido, citemos uma passagem que fala do líder do Independence Party, Nigel Farage:

Segundo Farage, a maior parte disso pode ser associado ao impulso do Reino Unido em favor do multiculturalismo, que não uniu os Britânicos mas dividiu-os. Tal como ele explicou, o multiculturalismo permitiu que o islão emergisse, apesar da cultura Judaico-Cristã da nação.

"Temos visto uma radicalização crescente dentro do Reino Unido, e a maior parte disso, sinto muito em dizer isto, é uma ferida auto-infligida. Nós tivemos q décadas de multiculturalismo apoiado pelo estado. Nós chegamos a encorajar as pessoas a não se unirem ao resto da sociedade, mas a permanecerem e a viverem de forma distinta.... Existem semelhanças [com os Estados Unidos]. Tivemos o último Arcebispo de Canterbury a sugerir que a lei Sharia fosse aceite nas cidades Britânicas, e como tal, temo que tenhamos sido fracos e não tenhamos sido mais musculares na nossa defesa, dizendo às pessoas, "Somos um país Cristão. Temos uma Constituição Cristã, e uma cultura Judaico-Cristã. Permitimos que as nossas escolas fossem infiltradas. Actualmente, as nossas prisões, como se sabe, são provavelmente o lugar onde o jihadismo se encontra a crescer mais rapidamente que em qualquer outro lugar. A maior parte disto nós fizemos a nós próprios."

Finalmente, o jornalista Australiano Piers Akerman explica o porquê de ter chegado a hora de abandonar o multiculturalismo:

A guerra contra o terror na Austrália de nada servirá a menos que se faça acompanhar com uma guerra à cultura que permite que o terrorismo se fixe no nossos país. E estou a falar da injusta política com o nome de multiculturalismo promovido pelo notório ministro da imigração de Whitlam, Al Grassby…. O multiculturalismo é um grande exemplo duma decisão política da elite que tem que ser abandonado.

Desde a altura em que a intelligentsia Esquerdista deu início à Revolução Francesa que as elites Esquerdistas têm dado início a revoluções cima-abaixo, com resultados na Rússia, na China, na Sudeste da Ásia e na América Central. Grassby e outros dentro do Partido Trabalhista e dentro do mundo académico têm promovido políticas  culturalmente destrutivas de equivalência moral, sendo o multiculturalismo apenas uma das manifestações.

Infelizmente para os Australianos Aborígenes, a ambição de criar uma forma de reconhecimento constitucional, quer seja através dum  preâmbulo, ou através de alterações na constituição, estão condenadas ao fracasso visto que a maior parte dos Australianos olharão para qualquer tentativa de gerar distinções entre os cidadãos Australianos com suspeição.justificada. No entanto, o multiculturalismo faz exactamente isso, e os contribuintes são obrigados a aceitar uma política injusta que encoraja a divisão e repele a integração.

A maior ironia disto tudo é que as revoluções da juventude dos anos 60 eram todas anti-autoritárias. Os jovens de então queriam políticas que acabavam com os fortes tabus culturais - e eles foram bem sucedidos. No entanto os jovens terroristas que caminham rumo à bandeira negra da seita da morte querem-se submeter à mais severa  forma de autoritarismo religioso.

Todos estes artigos valem uma leitura plena. Alguns comentadores e líderes Ocidentais estão a começar a ver as coisas tal como elas são, mas se nós não queremos que os sonhos falhados e perigosos da elite multiculti se materializem, precisamos que mais dos nossos líderes despertem, e despertem rapidamente.

Fonte: http://bit.ly/1tTPgCZ

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A frase mais importante do texto é: "Quando um líder Ocidental alega que o mais recente lote de terroristas islâmicos não fala em nome do islão, ele não está a defender o islão mas sim o multiculturalismo." O esquerdista comum pouco ou nada e importa com a vida que os maometanos levam ou podem vir a levar no Ocidente. O que lhe interessa é ter uma cultura com a qual ele pode atacar a civilização Cristã.  Por isso, quando o esquerdista "defende" o islão, ele está a defender o que ele acredita (multiculturalismo) e não o que os maometanos realmente acreditam.

A batalha da superior civilização Cristã não é tanto assim contra pessoas mas sim contra uma ideologia (Marxismo Cultural) que tem como propósito maior destruir tudo de bom que a Civilização Cristã produziu (família, ordem social, artes, sistema legal justo, etc), fazendo assim que as pessoas alienadas se tornem mais susceptíveis de se submeterem às invasivas políticas estatais.

É bem provável que um significativo número de pessoas ainda olhe para os seus líderes como agentes de protecção da sua cultura, mas o que eles não se apercebem é que quem fomenta a destruição da sua cultura é precisamente essa elite em quem ele depositou a sua fé. Não vão ser os líderes políticos que irão combater contra o multiculturalismo e contra o islamismo, mas sim a pessoa comum.


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Detectando os homossexuais no aeroporto

Oficial ligado ao governo do Kuwait anunciou que este país, bem como outros estados locais, irão levar a cabo testes médicos para tentar "detectar" homossexuais que tentam entrar nos estados do Golfo Pérsico.

Segundo Yousouf Mindkar, serão introduzidas novas propostas que levarão a cabo monitorizações clínicas de rotina junto dos estrangeiros que tentam entrar nos países que fazem parte do grupo "Gulf Cooperation Countries" (GCC). A entrada de pessoas que sejam identificadas como pertecendo ao grupo lgbt será então recusada. Um comité central encarregado de analisar o estatuto dos expatriados irá levar a cabo uma análise à proposta no dia 11 de Novembro.

Falando para o jornal diário local com o nome de Al Rai, o director da saúde pública da Ministério da Saúde do Kuwait afirmou que, embora os centros médicos já levem a cabo testes para apurar a saúde daqueles que entram no país, eles irão ao mesmo tempo "levar a cabo medidas mais rigorosas que nos ajudarão a detectar os homossexuais, e impedi-los de entrar no Kuwait ou em qualquer outro membro dos estados da GCC.

Mindkar não disse no entanto como é que essa averiguação seria feita.


Actualmente, aqueles que se encontram a viver no Kuwait com idades inferiores a 21 anos, e que sejam apanhados envolvidos em actos homossexuais, enfrentam uma pena de prisão que pode chegar aos 10 anos. Os actos homossexuais são banidos em todos os países-membros da GCC (Arábia Saudita, Omã, e os Emiratos Árabes Unidos).

Há alguns dias atrás, no Omã, o jornal "The Week" foi suspenso alegadamente por ter impresso um artigo considerado simpatético em relação aos homossexuais.

O homossexualismo é ilegal em 78 países do mundo, e é ainda punível com a morte em cinco países, que incluem o Irão, o Iémen e a Arábia Saudita.


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Note-se a hipocrisia das organizações lgbt: quando a Rússia proíbe a propaganda  de "relações sexuais não-tradicionais", eles colocam a hipótese de banir os Jogos de Inverno que se aproxima (bem como deixar de visitar esse país) mas quando os países maometanos consideram impedir a presença (e não a promoção) de homossexuais, esses mesmos grupos lgbt permanecessem num silêncio sepulcral. Isto demonstra de forma cabal que o movimento homossexual em nada está relacionado com os direitos os homossexuais, mas sim com um ataque organizado à civilização Ocidental, e em especial ao Cristianismo e a tudo o que essa ideologia religiosa defende.

Se por acaso tu és homossexual, pergunta aos líderes do movimento homossexual o porquê deles não fazerem manifestações e eventos de condenação aos países islâmicos que executam quem é apanhado em actos homossexuais.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O que é o relativismo cultural?

Texto baseado no discurso de Azar Majedi feito numa conferência em Copenhaga (Dinamarca) em comemoração do dia 8 de Março de 2003

O relativismo cultural é um conceito racista, escondido por trás dum nome bonito, que justifica dois conjuntos de valores, de direitos e de privilégios para o ser humano segundo um conceito arbitrário e subjectivo como a cultura. Dito de forma mais directa, segundo este conceito, devido ao local onde nasci eu devo desfrutar de menos direitos do que uma mulher nascida na Suécia, na Inglaterra ou na França. Eu sou obrigada a ficar contente com o meu estatuto de segunda classe porque eu nasci num pais que está sob o domínio islâmico, e devido ao governo misógino e reaccionário que se encontra no poder. Isto vai mais longe e a segunda geração também se orna vítima desta política racista. Também elas são vítimas de discriminação devido ao sítio de nascimento dos seus pais.

Os defensores do relativismo cultural afirmaram-nos repetidamente que temos que respeitar a nossa assim-chamada cultura, a nossa assim-chamada religião, e aceitar respeitosamente e em silêncio o destino que essas instituições determinaram para nós. É-nos dito que toda a brutalidade, toda a depravação, e toda a opressão fazem parte da nossa cultura - que nós nos devemos submeter à mais brutal forma de misoginia, apartheid sexual, às chicotadas e aos apedrejamentos, porque isso foi-nos ditado pela nossa cultural.

Eu pergunto-me sempre: o que é que eles [os relativistas culturais] pensam de nós? Será que estas pessoas pensam que nós pertencemos a uma nação de masoquistas? Será que eles pensa que nós gostamos de practicar a "nossa cultura" não de livre vontade mas sendo sujeitas ao aprisionamento, tortura, chicotadas, enforcamentos e apedrejamentos?

Se esta é a cultura das pessoas, que foi escolhida livremente e é practicada voluntariamente, será que vocês já se perguntaram do porquê existir uma sofisticada forma de opressão? Porque é que os estados islâmicos são ditaduras brutais impostas sobre as pessoas? Porque é que os grupos islâmicos recorrem ao terror com frequência - sendo até o seu único método de terrorismo?

Vocês já se questionaram do porquê as mulheres estarem vazias de direitos dentro das comunidades islâmicas? Porque é que elas são mantidas na linha através da ameaça da faca, do ácido, dos espancamentos e das matanças de honra? Aquelas que se atrevem a questionar esta regra e questionar a assim-chamada cultural são punidas pelos "bravos" homens da sua família. A maioria silenciosa sofre sozinha?

Estas são perguntas bastante simples mas válidas que têm que ser respondidas. Temos a obrigação moral de as responder.

O terror sempre foi a arma principal do islâo político. [ed: não existe "islão político" porque isso assume a existência do islão não-político. Todo o islão - o islão ortodoxo - é um movimento político mascarado de filosofia religiosa]. Esta força já cometeu crimes incontáveis tanto nos sítios onde se encontra no poder - como a República do Irão, os Mujahedin e os Talibãs no Afeganistão, no Sudão, e na Arábia Saudita - como também nos sítios onde encontra na oposição - como na Argélia, no Paquistão e no Egipto. Aterrorizar a população é a política e a estratégia do islão político para obter o poder.

O 11 de Setembro e as suas consequências colocaram o islão político e o terrorismo islâmico no centro da politica mundial. Na sua forma actual, o islão político, como uma força poderosa dentro do mainstream dos conflitos políticos do Médio Oriente, é um produto do Ocidente. Toda a gente sabe como é que Bin Laden e os Talibãs chegaram ao poder. e obtiveram influência política. Isto é um facto tão comum como o apedrejamento. Mas este terrorismo não se limitou àquela região; ela veio fazer uma visita ao Ocidente também.

As mulheres são as vítimas principais do islão político e dos grupos terroristas islâmicos. O apartheid sexual, o apedrejamento, o véu islâmico obrigatório e a remoção de todos os direitos das mulheres, são os frutos deste movimento reaccionário. O islão político tem que ser relegado para o seu lugar - para a margem das sociedades antes que ele tem vindo a destruir. O islão político tem também que ser subjugado dentro das comunidades islâmicas do Ocidente através da defesa dos princípios básicas da liberdade, igualdade, do respeito pelos direitos das mulheres na sua forma universal, pela defesa dos direitos das crianças e pelo secularismo.

Voltando para o tópico da cultural, tenho que ressalvar que esta não é a cultura das pessoas que vivem no Médio Oriente e nos assim-chamados países muçulmanos; esta é, na verdade, a cultura e a política que está a ser forçada às pessoas pelo Ocidente, liderado pelos EUA. A cultura dominante em qualquer sociedade é a cultura do sistema dominante.

Mas imaginemos, por alguns instantes, que este pressuposto é verdadeiro e que estas atrocidades fazem parte da cultura de certas pessoas. A minha pergunta é: será isso razão suficiente para voltarmos as nossas cabeças e ficarmos indiferentes ao que, para a nossa assim-chamada cultura, parece ser brutal, discriminatório e sexista?  Será que a palavra "cultural" santifica qualquer forma de brutalidade, opressão, violência e discriminação?

Porque é que o conceito de "cultural" é tão santificado que ensombra qualquer sentido de justiça, emancipação, e direitos humanos? Estas questões têm  também que ser respondidas. Todas as pessoas decentes, que amam a liberdade e com algum sentido de devoção à justiça e à equidade e à liberdade, têm que encontrar as respostas certas.

O nosso governo tem defendido valores progressistas, libertários e igualitários. Para nós, uma cultura que é opressora, que denigre as mulheres, que propõe a desigualdade, a violência, a misoginia, e que promove o apartheid sexual não tem qualquer tipo de santidade, não se encontra glorificada, e ela tem que mudar. Esta á a nossa resposta, e esta é a nossa luta. O secularismo é parte integrante desta cultural.

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Embora o texto esteja na sua esmagadora maioria correcto ao afirmar que o relativismo moral é um conceito racista, ele está errado ao afirmar que o islão político é produto das acções do Ocidente. 

Na verdade, o islão ortodoxo - aquele practicado por Maomé e defendido pelas quatro escolas de jurisprudência Sunita - sempre foi um movimento revolucionário (e não "reaccionário", como diz a autora do texto) tendo em vista a aquisição e a manutenção do poder total nas mãos duma minoria não-eleita e não representativa (mais ou menos como o Comunismo).

Para além disso a tese de que o secularismo é uma arma contra o islão é mais uma evidência da suprema ingenuidade da autora do texto; o secularismo que ela defende é o motivo que trouxe milhões de maometanos para a Europa e para outros países do Ocidente. Sem a adopção duma religião secularizante por parte da elite governamental do ocidente, a imigração em massa nunca teria sido adoptada como um dos artigos de fé para a destruição do sentimento patriótico e da homogeneidade cultural dos países ocidentais.

Por fim, ela diz que o relativismo cultural é um termo racista (e é) mas não se apercebe que o relativismo moral é consequência do secularismo que ela defende. Segundo os secularistas, não há forma absoluta para se determinar quais os comportamentos morais "certos" e quais os "errados", para além das nossas opiniões subjectivas, emotivas, prescritivas e utilitárias. Dado isto, um secularista não tem bases lógicas para criticar a forma como os maometanos tratam as mulheres porque segundo os secularistas, cada sociedade decide por si quais os caminhos morais a seguir.

Para além disso, é tremendamente irónico que ela afirme defender a "liberdade" ao mesmo tempo que defende que a sua visão secularista seja imposta sobre os maometanos.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A islamização da Grã-Bretanha

Um dos bispos mais importantes da Igreja de Inglaterra avisou que o declínio dos valores morais Cristãos está a destruir a essência do que é ser Britânico (inglês: "Britishness") e a criar um "vácuo moral" que está a ser preenchido pelo islão radical. O Bispo de Rochester, o Rt Rev Michael Nazir-Ali, alegou que a revolução "social e sexual" dos anos 60 levou a um declínio acelerado da influência do Cristianismo na sociedade, algo que os líderes eclesiásticos não souberam resistir.

Nazir acrescentou que no lugar da influência Cristã, a Grã-Bretanha ficou agarrada a uma doutrina de "indulgência infindável" que levou à destruição da vida familiar, aumento dos níveis de consumo de drogas e de álcool, e violência gratuita nas estradas. O bispo avisa que as frases-feitas dos políticos modernos em torno do respeito e da tolerância não são suficientemente fortes para prevenir o colapso das virtudes tradicionais; ele avisou ainda que o islão radical está agora a mover-se para preencher o vazio gerado pelo declínio do Cristianismo.

As suas alegações, publicadas num artigo presente na revista política Standpoint, chegaram poucos dias depois dele ter acusado a Igreja de Inglaterra de ter falhado na sua obrigação de converter os muçulmanos britânicos ao Cristianismo. O Dr Nazir-Ali alega que a Grã-Bretanha, que era no passado "uma turba de tribos mutuamente hostis" nunca se tornaria no império global que foi sem a chegada do Cristianismo. Mas ele afirmou também que a influência da Igreja começou a desaparecer durante os anos 60, citando um académico que culpa a perda "de fé e piedade por parte das mulheres" como um dos passos para o declínio da frequência religiosa Cristã.

Ele afirma que os estudantes Marxistas encorajam uma "revolução social e sexual" perante a qual os teólogos liberais e os líderes da Igreja "capitularam de todo". 

Esta é a situação que criou um vácuo moral e espiritual dentro do qual nós nos encontramos agora. Embora o consenso Cristão tenha sido dissolvido, com a excepção da auto-indulgencia perpétua, nada mais foi colocada no seu lugar.

O bispo, que recebeu ameaças de morte no princípio deste ano depois de ter afirmado que algumas partes da Grã-Bretanha haviam-se transformado em "no-go zones" [ed: zonas onde um grupo étnico ou religioso impede ou dificulta a interferência de outros] para os não muçulmanos, afirmou que o Marxismo foi exposto como algo sem nexo, mas continuou afirmando:

Hoje nós deparamo-nos com outra ideologia igualmente séria, o islamismo radical, que alega também ser abrangente no seu alcance.

Questionado sobre as armas com as quais seria possível lutar nesta "batalha ideológica", o bispo disse que os valores propagados pelos políticos tais como o "respeito, tolerância e bom comportamento, dificilmente são os mais adequados para a tarefa perante nós."

As consequências da perda deste discurso estão manifestas para todos verem: a destruição da família devido a alegada paridade entre as diferentes formas de vida; a perda da figura paterna (especialmente para os rapazes) porque o papel dos pais é considerado ocioso; o uso de substancias (incluindo o ´álcool); a perda do respeito pela vida humana o que conduz a ataques horríveis e negligentes às pessoas.

O bispo acrescentou que a hospitabilidade Cristã foi substituída pela "ultramoderna e insegura" doutrina do multiculturalismo, que permitiu que os imigrantes criassem "comunidades segregadas e vidas paralelas".

Ela afirmou ainda que, apesar de muitos valores respeitados pela sociedade, tais como a dignidade da vida humana, a igualdade e a liberdade, serem baseados nos valores Cristãos, eles não permanecerão para sempre sem a coluna Cristã, e o novo sistema de crenças pode estar fundamentado em valores distintos.

O islamismo radical, por exemplo, colocará ênfase na solidariedade da umma (comunidade muçulmana mundial) em detrimento da liberdade do indivíduo. (...) Em vez das virtudes Cristas da humildade, disponibilidade e sacrifício, poderão existir valores como a honra, a piedade e a importância de se "manter as aparências"

Numa crítica implícita ao Arcebispo de Canterbury por este ter afirmado que era inevitável a adopção de  algumas partes da lei islâmica

Reconhecer a sua jurisdição em termos de uma lei pública é algo cheio de dificuldades precisamente por as mesmas são o efeito dum conjunto de assumpções distintas das nossas tradições legais.

Nazir disse ainda que a Igreja de Inglaterra tem que reter a sua importância na vida pública nesni que ela não mantenha o privilégio de ser a igreja oficial.

É importante entender de onde nós viémos como forma disso nos guiar para onde vamos, e trazer-nos de voltal na eventualidade de nos afastarmos demasiado do caminho do destino nacional.


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Na verdade, o islão não veio preencher o vazio deixado pelo Cristianismo mas sim o vazio deixado pelo esquerdismo social. Há já muito tempo que o Cristianismo deixou de ser uma influência séria no Reino Unido.

domingo, 14 de abril de 2013

A islamofobia de Søren Espersen

Søren Espersen, que aparentemente já não aguenta tanto enriquecimento cultural, é um MP (Membro do Parlamento) por parte do Partido do Povo da Dinamarca há já alguns anos. Havendo observado as consequências da imigração muçulmana para o seu país, eis o que ele tem a dizer sobre isso:


É difícil fazer as pessoas reconhecer e entender que não é só a liberdade de expressão e o pensamento livre que têm que ser defendidos. A consequência de se seguir este caminho é o facto dele incluir decisões políticas que ponham término, ou reduzam dramaticamente, a imigração islâmica para a Dinamarca. Para além disso, a Dinamarca terá que repatriar os muçulmanos com cidadania dupla que não conseguem ou não querem assimilar.

O que nós não podemos permitir é que a população muçulmana continue a crescer até que se torne a maioria neste país. Infelizmente, existem muitos exemplos históricos das alterações fundamentais que a sociedade sofre quando o islão é representado por uma larga maioria ou mesmo por um minoria - ao nível social, legal, educacional e igualdade de género. E as mudanças são sempre para pior.

E neste ponto eu não falo de países do terceiro mundo como a Nigéria, Mali, Indonésia ou Malásia, mas democracias Ocidentais tais como a Inglaterra e especialmente a Suécia.

Muitos países já sucumbiram - ou estão em vias de sucumbir - ao islão. Em muitos destes países a democracia já desapareceu ou está em sofrimento. E com isto em mente, eu pergunto: porque é que tal experiência teria resultados diferentes na Dinamarca? Porque é que fariamos tal experiência com a nossa boa e antiga sociedade Dinamarquesa, quando a mesma já foi feita em muitos outros países?

Não, não há qualquer tipo de razão científica para acreditar que, desta vez, as coisas seriam distintas na Dinamarca.

Fonte

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Aparentemente nem os tolerantes dinamarqueses aguentam o enriquecimento cultural trazido para as suas terras pelos seguidores de Maomé.

Uma coisa pode ser prevista: Søren Espersen será acusado de "racista" e "islamofóbico" mas os seus argumentos - válidos e racionais - serão totalmente ignorados visto que a consequência lógica deles envolve limitar a base de apoio e base de voto da esquerda militante. Reduzir os imigrantes é uma ataque à base eleitoral da esquerda militante, e como tal esta mesma esquerda não está minimamente interessada em combater a imigração (mesmo que esses imigrantes tragam consigo um sistema de valores que contradiga os "valores" que alegadamente essa mesma esquerda defende).

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sábado, 23 de fevereiro de 2013

A tormento da mulher sueca

Durante os últimos anos a Suécia importou um largo número de imigrantes muçulmanos, o que tem tido efeitos catastróficos. A população sueca aumentou de 9 milhões para 9,5 milhões durante os anos 2004-2012 - muito devido à imigração de países como o Afeganistão, Iraque e Somália. 16 porcento de todos os recém-nascidos têm uma mãe que nasceu num pais não-ocidental.

A Suécia tem hoje a segunda maior taxa de violações do mundo, logo depois da África do Sul, que, com 53.2 por cada 100.000, é seis vezes mais elevada que a taxa dos Estados Unidos. As estatísticas sugerem que 1 em cada 4 mulheres suecas será vítima de abuso sexual.

Por volta de 2003, a estatística de violações da Suécia já era mais elevada que a média quando se encontrava à volta dos 9.24, mas em 2005 ele explodiu para 36.8 e por volta de 2008 ela atingiu os 53.2. Actualmente, ele deve ser ainda mais alta à medida que os imigrantes muçulmanos continuam a aumentar a sua presença junto da população.

Com os muçulmanos a representarem cerca de 77% de todas as violações, e existindo uma equivalência entre o aumento das violações e o aumento da população muçulmana, o resultado da imigração muçulmana é uma epidemia de abusos sexuais levados a cabo por uma ideologia misógina.

As estatísticas encontram-se focadas nos centros urbanos, onde os colonistas islâmicos se concentram. Em Estocolmo, neste Verão, ocorreram em média 5 violações por dia. A Suécia deixou de ser uma cidade sueca e passou a ser uma cidade onde 1/3 das pessoas são imigrantes, e onde entre 1/5 a 1/4 dos locais adere a fé de Maomé.

Fonte

* * * * * * *
Entretanto, e como demonstração clara da total subversão do senso comum europeu, em vez de se lidar com as causas da violação de mulheres (a imigração islâmica), os europeus constroem
cintos anti-violação.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Patrulha islâmica em Inglaterra


E convém não esquecer que quem tenta resistir à imigração islâmica é qualificado de "racista" (embora "muçulmano" não é uma raça).

Outra coisa que convém lembrar é que muitas das pessoas que hoje sofrem este tipo de tratamento por partes dos colonos muçulmanos são exactamente as mesmas pessoas que fizeram todos os esforços para destruir a cultura Cristã no Reino Unido.

Bom trabalho, idiotas úteis.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Os bárbaros tomam conta dos autocarros franceses

As mulheres que trabalham como motoristas de autocarros tornaram-se objectos diários de assédio desprezo, insultos e maus tratos por parte dos seus colegas de trabalho muçulmanos, que qualificam as mulheres não-islâmicas de vadias.

O que se sabe é o seguinte: a companhia practica uma política de "acção afirmativa" que favorece os muçulmanos norte-africanos nos recrutamentos, descriminando os franceses indígenas.

Os motoristas muçulmanos são agressivos e pouco simpáticos com os passageiros. Eles recusam-se a apertar a mão das colegas de trabalho.  A gerência recusa-se a intervir e apoiar as mulheres atacadas pelos muçulmanos como forma de manter a "paz social".
Alguns muçulmanos recusam-se a conduzir um autocarro se uma mulher conduziu-o antes dele. Os muçulmanos fazem as suas rezas nas horas de trabalho, e no local de trabalho. Os racistas e fascistas muçulmanos tratam os seus colegas brancos com desdém e como seres inferiores; gradualmente eles estão a impor o islão na RATP.
Isto encontra-se no site Riposte Laïque, que filmou o vídeo. O mesmo site tem outro artigo de um antigo oficial do sindicato que se queixou de actividades similares dentro da RATP há 10 anos atrás. Ele ressalva que as coisas só têm piorado desde então. Mesmo por essa altura, os motoristas maometanos recusavam-se a conduzir com a bandeira francesa durante as celebrações do 8 de Maio e 11 de Novembro.
* * * * * * *
O vídeo chocante exibido em cima demonstra como um país civilizado como a França pode ser gradualmente transformado num país como o Egipto num curto espaço de tempo. É muito difícil construir uma grande civilização, mas é muito fácil destruí-la: basta importar para o seu seio ideologias que não têm como propósito preservar essa mesma civilização (ex: marxismo cultural e islão). Essas ideologias podem ser importadas por imigrantes e/ou ser propagadas pelos locais. No caso da França há um misto dos dois: o marxismo cultural local abriu as portas da imigração aos maometanos. O resultado está aí.

O futuro pós-Cristão da Europa não vai ser a utopia secular, brilhante e sexy  que os secularistas sonhavam (com paradas gay todos os meses e abortos para meninas de 10 anos), mas sim um retrocesso à barbárie pré-Cristã. Sem dúvida que a França vai voltar a estar sob forte domínio religioso, mas não será mais a França de Auguste Comte ou Jean Jacques Rousseau.

 A ironia do destino não é ver uma civilização a ser destruida desta forma, mas ver que são os "laicos" a queixarem-se daquilo que é consequência lógica da sua guerra anti-Cristã. O site "Riposte Laique" ("Resposta Laica") provavelmente não junta os pontos em seu redor e descobre que a perda da fé Cristã está na base da sua destruição.

Pior, é bem provável que os gerentes de tal site culpem TODAS as religiões por aquilo que os maometanos estão a fazer na Europa.


domingo, 2 de dezembro de 2012

A meia-vida da utopia secular

"Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios"
1 Tess 5:6
Por Vox Day
 
O pós-Cristianismo é secular e divertido até que o vazio seja preenchido.  E todos nós sabemos como a natureza preenche o vazio:
Imigrantes muçulmanos duma cidade próxima de Copenhague forçaram o cancelamento das tradicionais exposições de Natal deste ano ao mesmo tempo que investiram generosamente para as festividades envolvidos na celebração do Eid - que marca o fim do Ramadão.

A controvérsia escalou até se tornar num debate nacional em torno do papel do islão na Dinamarca pós-Cristã, onde uma florescente população muçulmana está-se a tornar cada vez mais assertiva na imposição da sua vontade em questões de vasto alcance social e cívico.

Um porta-voz do Partido Conservador Dinamarquês, Tom Behnke, afirma que teme que as pessoas estejam a tentar converter a Dinamarca num país muçulmano. Numa entrevista dada à DR News, Behnke disse:

"É profundamente alarmante que os nossos esforços de integração sejam tão ineficazes e que, mal haja uma maioria muçulmana, as antigas tradições dinamarquesas sejam colocadas de parte, e as muçulmanas sejam introduzidas. Vivêmos na Dinamarca e as pessoas têm que se adaptar à situação que se aplica aqui."

Quando questionado se as associações de habitação com minorias islâmicas deveriam apoiar as festividades em torno do Eid, Behnke respondeu:

"Temos que levar em conta que, no passado, o festival Eid era a celebração levada a cabo por muçulmanos depois de terem chacinado Cristãos, portanto não sei quanto disso há para celebrar na Dinamarca. Mesmo assim, as pessoas deveriam ter permissão para celebrar qualquer que seja a festividade, mas deveriam ao mesmo tempo respeitar as festividades existentes no país para onde imigraram."

Behnke acrescentou ainda:

"Não faz sentido nenhum tentar converter a Dinamarca num país islâmico só porque se tem origens muçulmanas. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma. Pelo contrário, temos que ter respeito mútuo uns pelos outros. Isto [supressão do Natal/imposição do islão] é falta de respeito pelas tradições e cultura dinamarquesas. Não podemos aceitar a existência duma Dinamarca onde as tradições dinamarquesas desapareçam mal haja maioria muçulmana."
Claro que a forma da Dinamarca evitar a perda das tradições dinamarquesas é evitar uma maioria muçulmana. Como eu [Vox Day] repetidamente tentei explicar aos ateus e agnósticos presentes no meio de nós, não existe nem nunca vai existir uma utopia secular baseada na ciência. É uma categoria de erro fundamental fingir que isso é remotamente possível.

Aquilo que nós pensamos ser secularismo mais não é que o estado transicional entre uma forma religiosa dominante e aquela que toma o seu lugar. A cultura pós-Cristã não é nem secular nem científica mas sim pagã e pré-Civilização Ocidental.

Há duas opções por onde escolher. O iluminismo secular não é uma delas. O que é tido como progresso é, na verdade, uma reversão social em larga escala de proporções significantes, e nem a tecnologia nem dívida em quantidades crescentes (que actualmente é interpretada como "riqueza") serão capazes de prevenir isso.

Tendo como base o que estamos a observar, a meia-vida da sociedade secular é de cerca de 20 anos.

* * * * * * *
Uma das frases mais emblemáticas da falta de vontade de viver dos Europeus e quando Behnke diz"devemos ter respeito mútuo".

Mas não é por demais aparente que os invasores colonizadores imigrantes maometanos não querem viver num clima de "respeito mútuo" mas sim impor a sua ideologia neste país?

O pior é que tanto os dinamarqueses como os maometanos sabem que, mal haja maioria islâmica, o islão vai ser imposto à força, mas os dinamarqueses ainda tentam cordialmente chegar a um ponto de concordância - enquanto, anualmente, o número de muçulmanos aumenta de modo explosivo.

Se alguém diz "vou-te destruir" a nossa resposta só pode ser "não, não vais". Dizer "vamos chegar a um acordo" é estupidez e suicídio.


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O lamento duma idosa perante o avanço do multiculturalismo


Fonte

"A minha vida no meu amado país acabou; eles venceram. A Austrália, tal como a conhecemos, já não existe. Choro por isso. O meu paraíso já não existe.".

Em Janeiro de 2008 o Bispo Nazir Ali de Rochester desencadeou um ultraje geral ao escrever no Sunday Telegraph que um cada vez maior número de nativos brancos britânicos olham para as suas ruas dominadas por imigrantes muçulmanos como área "no-go" [isto é, barradas aos não-muçulmanos]. Enquanto a comoção gerada pelas palavras do Bispo se mantinham, Olga Craig pesquisou as áreas de Yorkshire dominadas pelos muçulmanos para apurar se o Bishop Nazir Ali estava correcto nas suas alegações.

Tim Carbin, na casa dos 50 anos e alguém que cresceu em Oak Lane em Bradford e que teve que se mudar para 10 milhas a norte de Bradford, disse à sraª Craig:

Sinto-me um estrangeiro, como se estivesse numa rua em Karachi.

O que preocupava Tim Carbin, escreveu Olga Craig, "é que a crescente promoção do multiculturalismo na Grã-Bretanha não levou a uma sociedade integrada mas, em vez disso, a uma guettozação das pessoas, com comunidades só para brancos, e comunidades só para Asiáticos a existirem em paralelo mas sem qualquer fundo comum. E isso,  acredita Tim, pode ter consequências sinistras." [ed: sempre que os ingleses usam a expressão "asiáticos", na maior parte das vezes eles têm em mente os muçulmanos]

Tim Corbin faz parte dum grupo composto por muitos Britânicos que teve que se mudar para fora de áreas britânicas dominadas por Muçulmanos, ao mesmo tempo que muitos outros abandonam por completo a Grã-Bretanha dirigindo-se para a Australiásia e a América do Norte. Uma pesquisa levada a cabo há alguns anos atrás revelou que, actualmente, mais Britânicos abandonam os país do que aqueles que se mudam para lá. 

Havendo sido "corridos" para fora do seu país por parte de imigrantes maioritariamente provenientes de países islâmicos do terceiro mundo, muitos Europeus consideram a Austrália a sua próxima habitação de sonho. Mas isso pode não durar por muito mais tempo.

Uma avó de 70 anos escreveu uma carta explicando como a sua casa, que ela considerava ser um paraíso, se perdeu graças à imigração Muçulmana. Eis aqui a sua história.

Sou uma avó com 69, com pouco mais que 1,50m de altura. Um dia desses encontrava-me numa loja Big W quando o altifalante anunciou que um saldo (...). Enquanto me dirigia para lá, um homem com cerca de 1,80m empurrou-me para o lado e eu tive que receber ajuda de outra mulher - que me agarrou pelas costas - para que não caísse.

Eu dirigi-me para o homem e disse, "Desculpe-me, mas o que é que você pensa que está a fazer?" Ele respondeu, "Quero roupas." Eu disse "Também eu. De onde é que você é?" Ele disse "Afeganistão."

Eu disse "Pois, neste país as pessoas NÃO empurram as velhinhas para fora do seu caminho."  Ele inclinou-se na minha direcção e disse:

Quando nós tomarmos posse de tudo, e iremos tomar posse de tudo, vou-me lembrar da sua cara. Vou fazer com que você seja enterrada até ao pescoço e apedrejada até à morte. Agora desapareça do meu caminho!

E ele começou a pegar em tudo. As pessoas pura e simplesmente saíam do seu caminho. Até parecia que ele estava possuído.

Noutro dia, enquanto eu andava pela baixa da cidade em direcção à catedral, deparei-me com alguns homens do Médio Oriente que estavam dispostos em forma de corrente através do pavimento. Tive que sair do caminho onde estava, e andar pela rua - cruzando-me com carros. Enquanto eu fazia isto, eles cuspiam para o chão junto aos meus pés.

Ainda noutra ocasião, enquanto me dirigia a uma instalação governamental, tive que andar bem pelo meio dum local que havia sido povoado por Muçulmanos e Africanos. À medida que eu andava, eles começaram a  projectar os seus queixos na minha direcção e a gritar na sua língua. O segurança acompanhou-me de volta para o outro lado. No preciso momento em que eu entrava no carro reparei num homem negro com quase 2 metros de altura e de olhos esbugalhados. Ele era enorme. Tinha um grande cinto na sua mão e batia o mesmo na sua outra mão. Tranquei as portas do carro e liguei o motor. Ele estava a perseguir-me. Eu pura e simplesmente saí dali. Se eu o tivesse atropelado, continuaria a conduzir.

Na minha livraria estavam presentes dezenas de negros. Alguns Muçulmanos vieram ao hall da porta seguinte. Eu estava sentada a encomendar um livro à menina da livraria. Um jovem rapaz negro chegou e bateu na parte traseira da minha cadeira de uma forma tão violenta que quase caí. Ele riu-se e foi-se embora.

A menina disse "Hey, tu!" Eu disse, "NÃO, não faça nada. Se você fizer alguma coisa, ele ficará lá fora à minha espera."

A minha vida no meu amado país acabou; eles venceram. A Austrália, tal como a conhecemos, já não existe. Choro por isso. O meu paraíso já não existe.

* * * * * * *

Resumindo, o multiculturalismo destruiu a Grã-Bretanha e está a destruir a Austrália; no entanto, os idiotas úteis do multiculturalismo continuam a forçar essa ideologia supostamente "falhada" às nações. Eu digo  "supostamente falhada" porque, contrariamente ao que se possa pensar, o multiculturalismo não está a falhar, mas a fazer exactamente aquilo para o qual foi construído: destruir a ordem geral de modo a que não haja força social capaz de resistir ao governo.

O avanço dos bárbaros no mundo civilizado não se deve ao seu superior plano de acção ou à sua superior tecnologia, mas sim ao facto da elite ocidental os ter importado precisamente para destruir, desorganizar e fragilizar as forças não-esquerdistas.

Essencialmente, os bárbaros só fazem 3 coisas: comer, reproduzir e destruir. Eles não constroem, não cooperam, não ajudam, não produzem e nem pacificam. Eles não estão cá para coexistir mas para dominar. Eles não respeitam ninguém (nem mulheres de 70 anos), não temem ninguém, e odeiam todos aqueles que resistem o seu avanço.

Mas há uma coisa que é preciso lembrar em relação aos practicantes de culturas bárbaras, qualquer que seja a sua etnia: eles são muito limitados. Eles não projectam o futuro, e nem se preparam para o que está para acontecer. Eles reagem aos estímulos mais básicos do ser humano, o que lhes torna facilmente manipuláveis. Quem quiser reverter o seu avanço tem que saber os motivos que os trouxe para cá, e "fechar a torneira".

A Roma antiga teve que lidar com os bárbaros germânicos, e conseguiu vencê-los (ou pelo menos controlá-los). Isto, claro, até Roma entrar em decadência. A Europa Medieval teve os seus violentos confrontos com os bárbaros nórdicos, mas no fim, foram os bárbaros vikings (e germânicos) que adoptaram os modos e o estilo de vida da superior civilização greco-romana-Cristã.

Mas, como dito em cima, e ao contrário da Roma Imperial, a sociedade ocidental actual não está a combater os bárbaros modernos, mas a facilitar o seu domínio. A agenda esquerdista, ao contrário da Europa Medieval, não está a oferecer resistência à subjugação bárbara, mas a censurar  as vozes daqueles que soam o alarme perante esta invasão silenciosa. Isto faz-nos concluir que a elite Europeia QUER a nossa destruição e a nossa subjugação.

A pergunta é: porquê? Talvez este texto levante um pouco o véu.

domingo, 17 de junho de 2012

Multiculturalismo floresce por toda a Europa

Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu "sucesso". Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.

Eis então a forma como isso está a funcionar na Europa.

Grã-Bretanha:

Na área Tower Hamlets do Este de Londres (também conhecida como "A República Islâmica de Tower Hamlets"), clérigos maometanos, conhecidos como Talibãs de Tower Hamlets, regularmente emitem ameaças de morte dirigidas às mulheres que se recusam a usar o véu. As estradas foram invadidas por cartazes contendo frases como:

Acabou de entrar numa área controlada pela sharia. As leis islâmicas estão em operação.
Em Luton os maometanos foram acusados de levar a cabo uma "limpeza étnica" ao assediarem os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles simplesmente se mudarem para fora das áreas muçulmanas.

Em West Midlands, dois Cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por oferecerem panfletos Bíblicos nesta área predominantemente muçulmana de Birmingham.

Em Leytonstone, Este de Londres, o extremista maometano Abu Izzadeen perturbou o discurso público do Home Secretary John Reid dizendo “Como é que te atreves a vir para uma área islâmica?

França:

Largo número de vizinhanças muçulmanas são agora consideradas zonas "no-go" pela polícia local. Zonas "no-go" são aquelas áreas onde os não-muçulmanos não se atrevem a entrar ou só se atrevem a entrar acompanhados por uma escolta policial.

Segundo contagem recente, existem cerca de 751 Zonas Urbanas Sensíveis (Zones Urbaines Sensibles, ZUS), como elas são eufemisticamente conhecidas. Cerca de 5 milhões de maometanos vivem nas ZUS, parte da França que o governo já perdeu o controle.

Os imigrantes maometanos estão, ao mesmo tempo, a tomar conta de outras partes da França. Em Paris e em outras cidades com elevada presença muçulmana - tais como Lyon, Marselha e Toulouse - milhares de muçulmanos fecham as estradas e as passadeiras - e, por extensão, fecham o comércio local, encerrando os não-maometanos nas suas casas e escritórios - de modo a acomodar as multidões que se juntam para as rezas de 6-Feira.

Algumas mesquitas começaram já a emitir sermões e gritos de "Alá é o maior" pelos megafones e altifalantes. Apesar das inúmeras queixas públicas, as autoridades declinaram levar a cabo qualquer tipo de iniciativa temendo dar início a tumultos.

Bélgica:

Na capital belga de Bruxelas (onde 20% da população é maometana) várias vizinhanças maometanas tornaram-se também em zonas "no-go" para a polícia local - onde são frequentemente atacados por pedras provenientes de jovens muçulmanos.

No distrito de Kuregem em Bruxelas, que aparenta ser uma zona de guerra urbana, a polícia é forçada a patrulhar a área com dois carros: um carro para fazer o serviço de patrulha e outro para prevenir que o primeiro seja atacado.

No distrito de Molenbeek em Bruxelas a polícia foi ordenada a não beber café ou comer sandwiches em público durante o mês islâmico do ramadão.

Alemanha:

Numa entrevista dada ao Der Westen, o Comissário policial Bernhard Witthaut revelou que os imigrantes estão a impor zonas “no-go por toda a Alemanha a um ritmo preocupante.

Itália:

Os maometanos têm vindo a ocupar a Piazza Venezia em Roma para as suas rezas de 6ª Feira. Em Bolonha os muçulmanos repetidamente ameaçam bombardear a catedral de San Petronio devido ao facto dela conter um fresco com 600 anos exibindo o Inferno de Dante e Maomé a ser atormentado no inferno.

Holanda:

Um tribunal ordenou ao governo que publica-se a politicamente incorrecta lista de 40 zonas “no-go” da Holanda.

Suécia:,

Largas zonas da cidade de Malmö -- que é mais de 25% muçulmana -- são agora zonas "no-go" para os não-maometanos. Por exemplo, os bombeiros e os serviços de emergência médica recusassem a entrar na predominantemente muçulmana área do distrito de Rosengaard sem escolta policial. Estima-se que a taxa de desemprego dos homens em Rosengaard seja superior a 80%. Na cidade sueca de Gotemburgo jovens muçulmanos têm estado a atirar bombas de petróleo aos carros policiais.

. . . .

Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e a propagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.

A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica - tanto da esquerda como da direita - que os traiu .

Fonte

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Por incrível que pareça, as coisas estão a evoluir tal como a elite esquerdista pretende. Eles sabiam que a imigração maciça de pessoas não assimiláveis traria desorganização social, e como tal, deram o seu apoio activo a essa traição dos europeus.

O multiculturalismo foi instalado não para acomodar as várias culturas no ocidente, mas sim para destruir a unidade social ocidental. Depois dessa unidade social ter sido reduzida a cacos, a elite esquerdista irá usar a força policial para "restaurar a ordem" - ordem essa que foi destruída pelas suas políticas.

É assim que funciona o esquerdismo. Eles criam os problemas e depois colocam-se a eles mesmos como agentes capazes e de resolver os problemas que eles mesmos criaram.

Dentro em breve?

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Gangues muçulmanos e não " gangues asiáticos"

Por Glen Jenvey

As recentes reportagens da imprensa britânica em torno do escândalo sexual de Rochdale foram injustas e ofensivas ao descreverem os violadores de "asiáticos". O uso deste termo pelos média, como forma de descrever estes criminosos, cataloga todos os asiáticos como potenciais infractores e, de modo implícito (ou mesmo explícito), atribui este tipo de comportamentos a todos os asiáticos no geral, o que é racista e ofensivo para uma larga secção da comunidade asiática obediente à lei.

Porque é que a imprensa nacional não consegue usar as palavras "gangues sexuais paquistaneses" ou "afegãos" quando reporta estes casos? Melhor ainda, porque é que não os descrevem como "gangues sexuais muçulmanos" ? Porque é que ao tentarem ser politicamente correctos, eles têm que publicar manchetes que não só distorcem e escondem a verdade, como difamam todos os indianos e todos os asiáticos com estigmas raciais e criminosos da pior espécie?

Tal como os gangues criminosos prévios, os infractores de Rochdale agiram segundo uma perspectiva cultural inspirada pela sua religião - incompatível com a sociedade britânica - e que não é partilhada pela comunidade asiática. O Hinduísmo, o Budismo, o Sikhismo e o Cristianismo não só possuem tradições culturais e religiosas mais antigas que o islamismo na Ásia, como possuem um código moral compatível com a lei e os valores britânicos. É uma desgraça que os média usem um termo racial como forma de fazer ligação entre estes crimes (perpetuados por muçulmanos) e todos os asiáticos.

Falo como alguém que faz parte duma família Tamil cujos membros lutaram de forma brava na 2ª Guerra ao lado dos britânicos, e que estão orgulhosos da sua herança cultural e do lugar que conquistaram na sociedade britânica. As pessoas da minha comunidade estão fartas dos problemas associados aos gangues de narcotráfico muçulmanos, aos gangues sexuais muçulmanos e aos muçulmanos que apoiam grupos terroristas. As verbas angariadas pelos muçulmanos em favor dos terroristas muçulmanos são usadas como forma de financiar ataques aos indianos inocentes como aos britânicos inocentes; tanto em Londres como em Mumbai.

As contribuições da comunidade Sikh para a cultura e sociedade britânica têm sido leais e honradas. Quão injusto é associá-los com o tipo de comportamento levados a cabo por muçulmanos?

Os Sikhs possuem também uma longa e orgulhosa história tanto nas forças militares britânicas como nas forças militares indianas - como também como parte da sociedade britânica. Um Sikh contou-me hoje que "o problema reside na comunidade muçulmana , na impressa esquerdista politicamente correcta e numa liderança fraca demais para fazer alguma coisa em relação a isto".

Falei também com um amigo Cristão de Goa (índia) e ele disse-me o quão perturbado ele está pelo facto do seu irmão estar a ser qualificado de "besta sexual" pela imprensa britânica.

Os budistas estão também chateados com a imprensa britânica - qualificando-a de racista - devido ao seu uso descuidado e francamente imprudente do termo "asiático" nas suas reportagens. Não só isto coloca um injustificado ângulo racial na história , como demoniza toda a comunidade asiática britânica.

Os asiáticos britânicos estão enojados com os insultos raciais e com a forma como os média estão a reportar o caso. Porque é que eles insistem em acrescentar um elemento racial quando não existe um? Porque é que eles não reportam os genuínos problemas existentes dentro da comunidade muçulmana e dentro da religião islâmica?

Eu mesmo já me queixei à comissão de queixas da imprensa e apelo a todos os asiáticos britânicos que levem a cabo o mesmo esforço de modo a dar um término a estes insultos raciais.

Asian Tribune

* * * * * * *

Há motivos bem claros para o uso do termo "asiático" em vez de "muçulmano": votos e petróleo. A esquerda militante depende do voto islâmico para continuar a ter capacidade de influência na política inglesa e o governo inglês não quer ver as suas relações com os países árabes deterioradas.

Como tal, é mais conveniente usar um termo absolutamente racista e ridículo para qualificar os infractores em vez de se usar o único termo que une os gangues de narcotráfico, os gangues sexuais e gangues de angariam dinheiro para grupos terroristas: muçulmanos.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Inglaterra financia a sua própria destruição

Os contribuintes ingleses estão a financiar aulas privadas aos filhos dos imigrantes de modo a que estes possam aprender inglês a língua nativa dos seus antepassados, pese embora o facto de muitos mal saberem falar inglês.

(Por favor, voltem a ler o parágrafo anterior e pensem no que vai na cabeça de quem promove e defende medidas deste género.)

Alguns dos concílios mais pobres de Inglaterra já gastaram milhões de libras para providenciar aulas de ensino de línguas tais como bengali, urdu e árabe nas mesquitas e centros comunitários.

Apesar de existirem problemas com a literacia inglesa nas suas áreas, os responsáveis pela política alegam que a mesma "celebra a diversidade", promove "coesão comunitária" e ajuda as crianças a estarem prontas para testes na língua nativa dos seus pais.

Em Tower Hamlets, Londres oriental, onde o nível de conhecimento de inglês é tão pobre entre os pupilos que entram nas escolas primárias que são necessários tradutores, o concílio gasta £185,000 por ano para providenciar lições de bengali depois das aulas.

Fonte

* * * * * * *

A "coesão comunitária" e a "diversidade" não são motivos suficientes para que os contribuintes sejam obrigados a pagar o ensino privado de línguas estrangeiras. Numa sociedade normal, são os estrangeiros que têm que aprender a língua do país para onde viajaram - e não o contrário.

No entanto, como o avanço do esquerdismo depende em larga escala do voto não-europeu, medidas como esta são perfeitamente "normais".

domingo, 25 de março de 2012

Comparem e contrastem

O vídeo mais embaixo discute a dualidade de critérios com que os órgãos de comunicação esquerdistas lidaram com dois casos populares.

Agradecimentos ao site Vlad Tepes por ter feito upload do vídeo.

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A coragem esquerdista perante a ameaça islâmica

Sem surpresa alguma, os militantes ateus ingleses estão a descobrir que comentários engraçados e poses de superioridade intelectual não funcionam com todas as religiões.

Um grupo estudantil maometano está a exigir que uma imagem "ofensiva" do Senhor Jesus e de Maomé a partilhar uma bebida num bar, retirada dum sketch satírico online, seja removido do do site das redes sociais.

O presidente da associação Ateísta, Secularista e Humanista da "University College London" (UCL), Robbie Yellon, pediu demissão do cargo como resultado da controvérsia resultante.

O secretário da "National Federation of Atheist, Humanist and Secular Student Societies", Michael Paynter, disse:

O Robbie pediu demissão do cargo visto que ele alistou-se como presidente para organizar eventos e dirigir uma sociedade estudantil.

Ele não gostou muito do stress sob o qual estaria submetido durante a resolução desta controvérsia, e como tal, ele decidiu dar espaço a outro.

Certamente que ele não gostou de saber o que lhe esperava. Parece que ser um antagonista malcriado não é tão divertido quando as pessoas que estás a atacar estão motivadas para responder.

Quanto tempo demorará até que os militantes ateus europeus mais inteligentes comecem a olhar para o futuro distante, e comecem a lutar por uma re-implantação da Cristianismo?

A esta altura, até o mais militante dos ateus se deve ter apercebido que a sociedade pós-Cristã que eles tinham em vista, brilhante, sexy, tolerante, secular e científica, não só nunca se vai materializar, como na sua ânsia de acabar com o Cristianismo, tudo o que eles fizeram foi preparar o caminho para uma ideologia mais anti-ateísta que o Cristianismo.

Portanto, em termos prácticos, os esquerdistas e todos os grupos anti-Cristãos da Europa que deram o seu apoio ao marxismo cultural na esperança dum "mundo melhor", tudo o que fizeram foi dar início à sua morte lenta.

Os Cristãos nem sempre foram bem sucedidos em amar os seus inimigos, mas, tomando como exemplo os padrões históricos, eles foram espantosamente tolerantes. Agora, os militantes ateus do ocidente vão descobrir o que é a verdadeira intolerância.

Europa 2076: militante ateu prepara-se para um debate com um muçulmano

Fonte

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