MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 30 de novembro de 2013

Muçulmanos atiram rapariga Cristã do terceiro andar


Isto aconteceu na mesma cidade onde os Cristãos viram os seus locais de adoração queimados pelos maometanos. 
A história da rapariga a ser atirada pela janela foi enterrada na parte final do artigo que fala dos maometanos que se revoltaram contra a proibição dos protestos.

Enquanto isso, os residentes muçulmanos duma povoação do sul da província de Minya atacaram as casas Cristãs, queimando 10 casas e ferindo 15 Cristãos, incluindo uma rapariga Cristã de 15 anos que foi atirada do terceiro andar, segundo Ezzat Ibrahim, activista que monitoriza os direitos das minorias.

Ibrahim disse que o ataque foi instigado por rumores dum romance entre um homem Cristão local e uma muçulmana, factor que pode frequentemente dar início a violência sectária.

Fonte

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Nem a ONU, nem Obama, nem a União Europeia vão dizer uma só palavra de condenação a este acto bárbaro de violência contra os Cristãos (e contra uma mulher - onde estão as feministas?) porque esses grupos têm planos de fazer a mesma coisa aqui no Ocidente.

"vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus." João 16:2

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O verdadeiro significado da jihad

Por Raymond Ibrahim

Um artigo recentemente publicado no jornal Egípcio Al Ahram intitulado “O Terrorismo é Jihad?", e escrito por Dr. Abdul Fatah Idris (perito na lei islâmica), fornece-nos lições importantes - desde o facto da jihad realmente se centrar na subjugação dos não-maometanos, até ao porquê da mentalidade Ocidental ainda ser incapaz de o aceitar.

Idris, professor e presidente do Departamento de Jurisprudência Comparativa na Faculdade da Lei Sharia (Universidade de Al Azhar) é um jurista bem reputado. O seu artigo começa com ele citando varias instituições internacionais que correctamente definem o terrorismo como violência ou ameaças levadas a cabo como meio de coerção.

Idris menciona também a forma como "a Academia de Pesquisas Islâmicas, no seu relatório emitido no dia 4 de Novembro de 2001, define o terrorismo como o acto de aterrorizar pessoas inocentes e a destruição das suas propriedades, dos seus elementos essenciais de subsistência, das suas finanças, das suas pessoas, das suas liberdades e da sua dignidade humana sem justificação, e a propagação de corrupção por toda o território."

Apesar de Idris citar várias instituições internacionais, é interessante notar a forma como a "Academia de Pesquisas Islâmicas" é que inclui as palavras "inocentes" e "sem justificação" na sua definição, ambas palavras que deixam margem de manobra para exonerar actos de terrorismo contra aqueles que são qualificados como "culpados" ou  aqueles contra quem é "justificável" dar início a ataques. Para muitos maometanos, o Ocidente está incluído neste último grupo.

De qualquer das formas, no contexto dos recentes ataques terroristas levados a cabo pela Irmandade Muçulmana por todo o Egipto - incluindo a destruição de mais de 80 igrejas Cristãs - Idris diz o seguinte:
Está, portanto, certo definir o que aconteceu [no Egipto] de terrorismo, e, tal como foi feito por alguns, não pode ser qualificado de jihad ou ribat nos caminhos de Alá uma vez que a diferença é enorme. O terrorismo é um crime - tanto segundo a Sharia tal como segundo a lei; e todas as convenções internacionais qualificam isso de crime e apelam as pessoas para lutar contra ele de todas as formas.
Até a este ponto, Idris qualifica e concorda com a definição internacional de terrorismo, e caracteriza as acções da Irmandade Muçulmana (que ele nunca identifica por nome) como actos de terrorismo.

Até aqui tudo bem.

No entanto, logo a seguir a Idris faz uma reversão completa em relação ao que ele tinha acabado de dizer:
Mas a jihad nos caminhos de Alá, para fazer a sua palavra suprema, propagar a sua religião, defender a honra da nação islâmica [umma], e responder à agressão contra os muçulmanos por toda a Terra - isto é a jihad: quando um muçulmano luta contra um infiél - sem qualquer tratado - para fazer da palavra de Alá, o Exaltado, suprema, forcando-o a combater ou a invadir as suas terras, isto é permitido segundo o consenso dos juristas [islâmicos]. De facto, isto é uma obrigação para todos os muçulmanos
Se os actos da jihad - o que inclui lutar contra os infiéis e partir-lhes a espinha de qualquer modo possível - são permissíveis segundo a Sharia, então é impossível defini-los como actos de terrorismo uma vez que as evidências fundamentadas na Sharia as tornaram legítimas. 
Existe uma diferença enorme entre ambas [jihad e terrorismo], e não há qualquer ligação entre o que é obrigatório [jihad] e o que é proibido [terrorismo].
Por esta altura, o confuso leitor ocidental pode-se questionar do como, exactamente, é que a jihad - "segundo o consenso dos juristas" - é diferente das definições de terrorismo mencionadas em cima. Em situações como esta, o não-maometano tem que transcender a sua epistemologia e, por alguns momentos, começar a pensar como um maometano devoto - especialmente no contexto dos pontos que se seguem:
  1. Segundo a doutrina islâmica, tal como assegura o Dr. Idris, a jihad é uma obrigação para os muçulmanos (jihad ofensiva sendo um esforço comunal enquanto que a jihad defensiva é individual). É exactamente como este perito na jurisprudência islâmica declara: "Mas a jihad nos caminhos de Alá, para fazer a sua palavra suprema, propagar a sua religião, defender a honra da nação islâmica [umma], e responder à agressão contra os muçulmanos por toda a Terra - isto é a jihad: quando um muçulmano luta contra um infiel - sem qualquer tratado - para fazer da palavra de Alá, o Exaltado, suprema, forcando-o a combater ou a invadir as suas terras..."

  2. Segundo o pensamento islâmico, a jihad ofensiva - "que inclui lutar contra os infiéis e partir-lhes a espinha de qualquer modo possível" - é vista como uma actividade altruísta para o bem do mundo. Dito de outra forma, o fim justifica os meios.
Levando em conta estes dois pontos - (1) Alá ordena os maometanos a levar a cabo a jihad e (2) essa jihad é benéfica para todos os envolvidos, um meio de levar a cabo algo glorioso, isto é, "tornar a palavra de Alá suprema" - como é que os muçulmanos podem classificar a jihad de "terrorismo" mesmo quando, do ponto de vista dum não-maometano, ela parece ser idêntica à definição internacional de terrorismo que o próprio Idris ressalvou e com a qual ele concordou?

A resposta mais directa é, a jihad não é terrorismo apenas e só porque Alá assim o diz - mesmo que no mundo real e em termos prácticos, a jihad e o terrorismo sejam idênticos. Nas palavras de Idris: "Se os actos da jihad - o que inclui lutar contra os infiéis e partir-lhes a espinha de qualquer modo possível - são permissíveis segundo a Sharia, então é impossível defini-los como actos de terrorismo."

Três pensamentos finais:
  1. Da próxima vez que vocês acharem estranho o porquê dos muçulmanos "moderados" raramente (se alguma vez) condenarem o terrorismo habitualmente cometido no nome da sua religião, tente-se lembrar do artigo escrito pelo Dr. Idris e pela sua forma de pensar.

  2. Em relação à supostamente "controversa" questão do que a jihad realmente é, qual é a voz mais autoritária: 1) Um instrutor da lei Sharia que trabalha para a universidade islâmica mais prestigiada do mundo, escrevendo em árabe para outros maometanos, 2) ou a Karen Armstrong, que escreve artigos (falando do benigno e "mal-entendido" islão) dirigidos ao público Ocidental?

  3. Porque é que o artigo de Idris não foi denunciado? Imaginem a raiva internacional que seria gerada se um teólogo Cristão escreve-se para o New York Times - que é o equivalente do Al Ahram para o Egipto - afirmando que "é uma obrigação" para os Cristãos levar a cabo uma "guerra santa" contra os infiéis não-Cristãos e "lutar ou invadir as suas terras [não-Cristãs] de modo a tornar a Palavra do Senhor Jesus suprema".
E voltamos assim para o mesmo facto lamentável: embora os mandamentos islâmicos sejam claros como a água - claramente visíveis para quem quer ver - o Ocidente não consegue aceitar a realidade, largamente graças a uma quantidade sem fim de mentirosos, ignorantes e traidores.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Tribunal Egípcio ataca os islamistas

O Egipto proibiu a Irmandade Muçulmana de levar a cabo as suas actividades dentro do país à medida que o governo interino busca maneiras de acabar com os tumultos que se seguiram à deposição do antigo presidente Mohammed Morsi.

Numa declaração emitida na Segunda-Feira. o Juiz Mohammed al-Sayed afirmou:

O Egipto proibiu as actividades da Irmandade Muçulmana e das suas organizações não-governamentais, e também de todas as actividades nas quais ela participa ou que derivam dela.

O tribunal ordenou também que os bens da Irmandade Muçulmana sejam confiscados.

A Irmandade esteve ilegal durante a maior parte dos seus 85 anos de existência, no entanto, em 2011, aquando da expulsão do autocrata Hosni Mubarak, a organização recebeu permissão para operar livremente.

O grupo aproveitou a ocasião para organizar o seu partido político e ascender ao poder numa série de eleições pós-Mubarak. Em Março último a Irmandade Muçulmana foi reconhecida como uma ONG.

Fonte

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Este desenvolvimento é uma das poucas coisas boas que ocorreram depois da Primavera Árabe. Durante o reinado de Mubarak, a maior parte da população maometana do Egipto inocentemente pensava que, dada a oportunidade, a Irmandade Muçulmana governaria o país justamente e segundo os princípios islâmicos.

Quando a IM obteve o poder depois da queda de Mubarak, os Egípcios descobriram o que esses princípios islâmicos fazem a um país. Agora, a Irmandade Muçulmana voltou a ser banida.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Tribunal Egípcio suspende a YouTube



O tribunal administrativo do Egipto ordenou aos ministérios da comunicação que bloqueassem a YouTube - que pertence à Google - por todo o país devido ao facto do site de hospedagem de vídeos difundir o filme "Innocence of Muslims," afirmou a agência noticiosa estatal MENA. 

O vídeo de 13 minutos provocou um dilúvio de sentimentos anti-americanos no Egipto, na Líbia e em muitos outros países islâmicos. O vídeo caracteriza o profeta do islão como um tolo e um depravado sexual. Para a maioria dos maometanos, qualquer caracterização gráfica do seu profeta é blasfémia. 

O tribunal afirmou que se encontrava a meio duma decisão legal em torno dum caso trazido até si relativo ao filme. Para além disto, não foram disponibilizados mais detalhes. 

Segundo o tribunal, a YouTube havia "insistido em disponibilizar o filme insultado o Islão e o Profeta [sic], desrespeitando as crenças de milhões de egípcios e ignorando a raiva de todos os muçulmanos." 

O "Egypt's National Telecommunication Regulatory Authority" afirmou que agiria de acordo com a decisão legal mal recebesse uma cópia do veredicto. 

Maha Abouelenein, porta-voz da Google em Cairo, disse que a companhia ainda não recebeu qualquer tipo de notificação da decisão.

Fonte

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 Mais uma tentativa de conferir um estatuto especial ao islão.


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mãe e filhos condenados por trocarem Islão pelo Cristianismo


A egípcia Nadia Mohamed e os seus sete filhos foram condenados em tribunal a 15 anos de prisão, em Beni Suef, no centro do país, por se terem convertido ao Cristianismo.

Nadia foi criada e educada na fé cristã mas converteu-se ao Islão quando se casou, há 23 anos, com Mohamed Abdel-Wahhab Mustafa. Porém, quando o marido morreu, decidiu reconverter-se à sua antiga religião, bem como todos os filhos.


A nova conversão de Nadia só foi conhecida depois de a família ter adquirido novos documentos de identificação, em 2004.


Um dos filhos da mulher foi preso dois anos mais tarde e confessou que a mãe e os irmãos tinham forjado novas identificações. Foram então todos presos, acusados e condenados.


   

Advogados dos Direitos Humanos alertam para o facto da sentença ser um sinal das políticas adoptadas no Egipto sob a lei islâmica, que consideram um autêntico atentado à liberdade religiosa. 

Recorde-se que laicos e cristãos coptas opuseram-se à nova Constituição, que gerou grande polémica aquando da sua votação e aprovação por incluir, precisamente, a lei islâmica (Sharia) como um dos preceitos constitucionais.

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sábado, 22 de dezembro de 2012

Vice-presidente do Egipto pede demissão

O motivo exacto para a renúncia de Mekki ao seu posto, ainda é desconhecido. 

Não se exclui a possiblidade de uma ligação com as divergências com o presidente Mohamed Mursi em relação ao projecto da nova Constituição.

O vice-chefe de Estado prometeu esclarecer mais tarde a sua posição.

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Parece que a tal "Primavera Árabe" - apoiada por Obama - está a revelar-se aquilo que os mais atentosjá afirmavam: a instalação da Irmandade Muçulmana no poder.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Pirâmides ofensivas


Um líder jihadista egípcio apelou a uma "destruição da Esfinge e das Pirâmides de Gizé no Egipto", estabelecendo paralelos entre essas relíquias egípcias e as estátuas budistas destruídas pelos Talibãs há cerca de 10 anos atrás.

Murgan Salem al-Gohary, islamita duas vezes condenado durante a presidência de Presidente Hosni Mubarak por apregoar o uso da violência, apelou aos maometanos que removam tais "ídolos":
Todos os muçulmanos têm o dever de aplicar os ensinamentos do islão e remover estes ídolos, tal como fizemos no Afeganistão quando destruímos as estátuas de Buda.
Alá ordenou ao profeta [sic] Muhammad que destruísse os ídolos.
Quando eu estive com os Talibãs, destruímos a estátua de Buda, algo que o governo falhou ao não levar a cabo.
Os seus comentários chegam um dia depois de milhares de islamistas ultra-radicais se reunirem na Praça Tahrir e apelarem a uma aplicação mais rigorosa da lei Sharia na nova constituição.


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Sempre que vejo um maometano a insurgir-se contra a "idolatria", sei que estou a falar com 1) alguém que não conhece a sua religião, ou 2) alguém que conhece a sua religião, mas que deu novo significado aos termos. Será que ele não sabe como surgiu o islão? Não sabe ele que virtualmente todos os rituais islâmicos foram herdados dos árabes pagãos?

Porque é que os muçulmanos não fazem o que Maomé fez com os estátuas pagãs de Meca depois dele ocupar a cidade e incorporar um dos seus ídolos (a Pedra Negra) na sua nova religião?

Maomé foi mais esperto que os maometanos actuais, e justificou a incorporação destes ídolos na sua religião alegando - sem evidências - que, originalmente, a Ka'ba e a Pedra Negra eram islâmicas e não pagãs.

Porque é que os maometanos não fazem o mesmo com as pirâmides e a Esfinge?  Os ulemas e a 'ummah poderiam começar a alegar que as pirâmides foram originalmente construídas por Abraão e Ismael e que a Esfinge desceu do céu. Depois disto, os maometanos poderiam começar a prostrar-se em direcção às pirâmides e a Esfinge, tal como eles se prostram em direcção à Ka'ba e a Pedra Negra.

Problema resolvido.

Paganismo




quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Crianças egípcias presas por "insultarem o islão" libertas

No passado dia 4 de Outubro o Procurador Geral egípcio ordenou a libertação dos dois rapazes Coptas Ortodoxos que haviam sido detidas sob acusação de terem urinado sobre páginas que continham versos do Alcorão.

Segundo o advogado Naguib Gebrail da comunidade Copta Ortodoxa, a rápida libertação dos rapazes foi facilitada pela intervenção directa do Presidente Mohamed Morsi após apelos do seu assistente Copta Ortodoxo Samir Marcos.

Segundo as formalidade vigentes, a prisão das duas crianças não estava de acordo com a convenção internacional dos direitos das crianças assinados pelo Egipto. De facto, as duas crianças, Nabil Nagui Rizq (10 anos) e Mina Nadi Farag (9 anos) foram colocados em detenção pelas forças de segurança também como forma de retirá-los do alcance da turba enfurecida que, incitada pelo sheik da aldeia, havia rodeado a delegacia policial.

Fides Botros Fahim Awad Hanna, Bispo-Auxiliar de Alexandria (Coptas Católicos) afirmou:

A libertação dos dois rapazes é uma boa notícia, mas os órgãos de informação do Egipto não colocaram um ênfase forte neste caso.

Acusações de se ter insultado o islão feitas contra os Coptas têm aumentado desde que o filme sobre Maomé, que se encontrava visível no YouTube, levou muitos maometanos a levar a cabo manifestações nas maiores cidades muçulmanas do mundo.

Fonte

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Incrível como uma sociedade pode legitimar o comportamento de turbas que querem atacar duas crianças de 10 e 9 anos. Será que o deus dos árabes (Alá) é tão fraco que se sente ameaçado por duas crianças? Ou será que os maometanos estão a usar este tipo de manobra como forma de reduzir a influência politica dos Cristãos no seu próprio país?

Livres

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sábado, 6 de outubro de 2012

Duas crianças egípcias presas por "insultarem o islão"

Fonte

Duas crianças cristãs de Beni Suef (Alto Egipto), com 10 e 9 anos de idade, foram presas por insultarem a religião islâmica.

Segundo a notícia, as duas crianças foram presas na Terça Feira depois do imã da mesquita local ter apresentado queixas contra eles. Devido a ordens dadas pelas autoridades competentes, Nabil Nagy Rizk e Mina Nady Farag encontram-se agora retidos no centro de detenção juvenil local enquanto esperam desenvolvimentos na investigação.

Ibrahim Mohamed Ali, o imã local, acusou as as crianças de rasgarem páginas do Alcorão. Um repórter da "Ahram Online" afirmou que inicialmente, Ali levou as crianças à igreja e pediu que o padre os punisse.  Insatisfeito pela decisão da igreja em não punir os dois rapazes, Ali, juntamente com 3 outros moradores locais, levaram o assunto até aos tribunais.

O pai de Nabil, Nagy Rizk, defendeu a acção dos rapazes numa declaração pública, explicando que os rapazes são iletrados e como tal, não estavam cientes do conteúdo das páginas encontradas num pequeno saco branco quando eles brincavam na rua.

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Sinceramente, mandar duas crianças de 10 e 9 anos para a cadeia por rasgarem páginas do Alcorão é demasiado ríspido. Será que não há ninguém no mundo islâmico que saiba que crianças são . . . . crianças?

Ameaça

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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Vídeo de mulher esfaqueada no Egipto [Gráfico]



Com a Primavera Árabe, tão querida pela Esquerda, pelos liberais e pelos “progressistas” — incluindo as feministas, os gueis, etc. — os chamados “crimes de honra” islâmicos, perpetrados em público, tornaram-se legais no Egipto, resultado da validação da lei islâmica (Sharia). Neste vídeo vemos o assassinato público de uma mulher por esfaqueamento.


¡ Tudo legal ! A Esquerda e os liberais devem estar muito orgulhosos.



segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Partido Salafi egípcio opõe-se à proibição do tráfico de escravas sexuais

Levando em conta que o rapto, escravatura, violação e tráfico de raparigas Cristãs, especialmente menores, está em níveis altíssimos - segundo advogados americanos, 550 casos foram já documentados nos últimos 5 anos - a Assembleia Constituinte do Egipto reuniu-se para considerar a inclusão de um novo artigo, #33, na secção que lida com os Direitos e as Liberdades, que haveria de criminalizar expressamente "trabalho forçado, escravatura, o tráfico de mulheres e crianças, órgãos humanos, e o comércio sexual."

No entanto, alguns membros da asembleia não se sentem à vontade com este acréscimo. Segundo a Masrawy, Muhammad Saad Gawish, membro da Assembleia Constituinte, levantou a questão:

Como é que o artigo [#33] pode mencionar o tráfico humano quando isso não está a acontecer no Egipto?

Semelhantemente, Yunis Makhiyun, outro membro da Assembleia Constituinte queixou-se que "este artigo dará a impressão aos cidadãos [egípcios] de que coisas como a escravatura, o tráfico de mulheres e crianças, estão a ocorrer no sociedade egípcia, quando tais coisas não existem."

Bastante revelador é o facto de ambos os homens serem também membros do "Salafi Nour Party", que molda o seu comportamento segundo o exemplo do "profeta" Maomé e os seus companheiros - que possuíram escravos e venderam escravos infiéis, para além de terem promovido o uso de mentiras perante os inimigos.

Para além disso, são estes "salafis" que estão mais de perto associados ao rapto, escravização e venda de mulheres e crianças no Egipto. Isto não deveria ser surpresa, considerando que o clérigo salafi Huwaini apela aos maometanos que raptem, escravizem e vendam os infiéis como forma aprovada pela sharia de ter uma boa vida.

No entanto, aqui temos os salafis - retirados das prisões e colocados no parlamento egípcio - a levantar queixas contra a ilegalização da escravatura e do tráfico, insistindo (com cara séria) que "tais coisas não existem."

sábado, 8 de setembro de 2012

Egipto: homem mata as 3 filhas com cobras venenosas

A trágica história dum pai egípcio que matou as suas 3 filhas com cobras foi largamente ignorada no Ocidente. A Emirates24 reporta:

Um pai egípcio matou as suas 3 filhas mais novas (com 7, 5 e 3 anos) ao permitir que cobras venenosas as mordessem. Segundo o jornal 'Al Youm Al Sabea'a', as 3 crianças foram encontradas mortas na sua cama na localidade de Bani Mazar (Alto Egipto). Relatórios forenses confirmaram que as crianças morreram devido ao veneno. Alegadamente o homem trouxe as duas cobras e permitiu que elas mordessem as crianças enquanto elas dormiam (como forma de não ser apanhado). Ele encontrava-se divorciado da mãe das crianças porque duvidava dela. Ele alegava que a mãe das crianças esteve num relacionamento antes de se casar com ele, e como tal, ele negava ser o pai das crianças. Mas ela insistiu que ele desse apoio às 3 filhas. No entanto, quando a sua segunda esposa deu à luz um rapaz, ele decidiu ver-se livre das crianças. Mais tarde ele confessou o crime junto da polícia.

Embora a Emirates24 dê à história uma interpretação Ocidental - alegando que o homem duvidava da fidelidade da esposa, da paternidade das filhas, e não queria pagar a pensão alimentícia - o programa egípcio Al Haqiqa ("a Verdade"), que dedicou um episódio a este assunto, nunca chegou a mencionar este ponto de vista, revelando, sim, que ele levou a cabo a matança apenas porque elas eram do sexo feminino.

Entre as várias pessoas entrevistadas que confirmaram isto encontrava-se a avó materna, que afirmou que, mal nasceu a primeira filha. o homem tornou-se hostil afirmando "odeio raparigas". Este cenário foi repetido de forma mais dramática com o nascimento da segunda filha. Quando ele descobriu que a sua esposa se encontrava grávida com a 3ª filha, tentou envenenar a esposa mas não conseguiu.

Depois disto, ele passou um ano inteiro a planear a melhor forma de matar as raparigas sem ser apanhado, chegando até a testar cobras diferentes - que se revelaram ineficazes.

Depois de vincar que o pai claramente não era maluco, mas que actuava de forma deliberada, o apresentador do programa explicou que "este assunto carece de mais discussão uma vez que esta mentalidade encontra-se presente na sociedade egípcia actual. Nós nunca imaginamos que este tipo de entendimento - em torno do infanticídio feminino - que existia no tempo do paganismo [jahiliyya] poderia algum dia regressar, mas ele regressou."

Por "tempo do paganismo", ou jahiliyya, o apresentador do programa, Wael Ibrashi, fazia uma alusão a uma famosa narrativa: segundo a tradição maometana, os árabes pré-islamicos tinham o hábito de enterrar os bebés recém-nascidos, se fossem meninas, mas que o profeta do islão - Maomé - havia proibido esta práctica.

Embora este tenha sido um passo positivo, infelizmente isto apenas é metade da história. De facto, este filicídio brutal é um lembrete dum fenómeno normalmente ignorado do mundo muçulmano: muitas vezes não são os ensinamentos específicos do islão que nos esclarecem o comportamento dos maometanos comuns - muitos deles não sabem o que o Alcorão realmente ensina, muito menos o que a Sharia realmente ensina - mas sim a cultura geral que emergiu após 14 séculos de islão. Originalmente Marshall Hodgson cunhou o termo "Islamicate" para descrever este fenómeno - que se refere "não directamente à religião propriamente dita, mas ao complexo social e cultural historicamente associado ao islão e aos muçulmanos…" (The Venture of Islam, vol. 1, p.59).

Considere-se o tópico da conversão forçada. Embora o Alcorão declare que "não há coerção na religião" - e mesmo a ayah 9:29, que se crê que abrogue tais versos que apelam à liberdade religiosa, permite que os Cristãos e os Judeus permaneçam na sua fé respectiva - desde o nascer da história islâmica até hoje, as conversões forçadas têm sido um aspecto normal do islão. E porquê? Porque embora o maometano comum não saiba o significado da lei, tendo como base a cultura islâmica, ele sabe que ser um infiel é uma coisa terrível. E devido a isto, "compelir" tais infiéis entrelaçados com o inferno a abraçar o islão pode ser visto como um acto de altruísmo.

No que toca ao infanticídio feminino, embora o islão não promova a matança de fêmeas apenas e só por serem fêmeas, o mesmo islão ensina um certo número de coisas que desumanizam e desvalorizam-nas nas sociedades muçulmanas, incluindo
  • 1) a noção de que as mulheres são intelectualmente deficientes (coisa que até uma mulher da política egípcia concorda),
  • 2) a noção do homem poder disciplinar fisicamente a esposa,
  • 3) o testemunho da mulher ter metade do valor do testemunho do homem,
  • 4) as mulheres dos infiéis poderem ser levadas cativas e vendidas como escravas sexuais (coisa que até uma activista política do Kuwait concorda), e
  • 5) Maomé ter comparado as mulheres a cães e demónios, chegando a afirmar que a maioria dos habitantes do inferno seriam as mulheres.
Neste contexto, embora o islão não tenha causado a morte destas raparigas, esta religião de certo modo ajudou a moldar a opinião que os muçulmanos têm das mulheres, que foi a semente por trás desta matança.

Eis aqui então a grande ironia do islão: é muito menos importante que Maomé tenha dito que não há coerção na religião ou que ele tenha proibido o infanticídio feminino. As suas muitas outras declarações que caracterizam os não-maometanos e todas as mulheres como "maus" têm sido muito mais influentes através do decurso da História, facto claramente observado pelo número de pessoas forçadas a se converterem ao islão ou no número de mulheres abusadas ou mortas.


sábado, 1 de setembro de 2012

Jihadistas egípcios livremente apelam para o genocídio de Cristãos.

Segundo a El Fegr, "Elementos pertencentes a organizações jihadistas distribuíram panfletos (...) apelando à matança de Coptas no Suez, Ismailia, e o Alto Egipto, prometendo que eles [os Coptas] um fim trágico se eles não regressassem à verdade."

O medo e o terror entre os Cristãos egípcios aumenta todos os dias.

Uma imagem com a cópia da carta apareceu no site da El Feg. Com o título de "Um Urgente e Importante Aviso," a mesma começa apelando "a todos os irmãos e irmãs" para "matar ou atacar fisicamente os inimigos da religião de Alá - os Cristãos de todas as províncias do Egipto, os escravos da Cruz, que a maldição de Alá esteja sobre eles . . . "

A mesma carta procede prometendo recompensas monetárias a quem ajudar a "atingir os direitos de Alá sobre os seus inimigos."

Como testemunho do quão à vontade as organizações jihadistas se sentem no Egipto actual, sob a presidência de Muhammad Morsi (Irmandade Muçulmana) , a usual linguagem críptica é abandonada, uma vez que a carta nomeia pontos de contacto e até uma mesquita - Sheikh Ahmed Mosque em Kasfrit - onde todos os interessados se devem reunir "depois das rezas de 6ª Feira, onde novos membros da organização serão recebidos."

Segundo se sabe, este apelo só terá fim quando os Cristãos egípcios "regressarem à verdade," referência que provavelmente significa que 1) ou os Cristãos aceitam a "verdade" - isto é, o islamismo - 2) ou então aceitam o estatuto sub-humano de dhimmi (Alcorão 9:29).

Conversões forçadas e estatuto de dhimmi são ocorrências regulares no panorama Egípcio de hoje, tal como já o eram no passado.

Fonte

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Infelizmente para os Cristãos, quem controla as organizações mundiais que podem impedir este tipo de actividade (ou pelo menos colocar pressão sobre os líderes egípcios) odeia o Cristianismo tal como os muçulmanos odeiam o Cristianismo. Devido a isto, o genocídio Cristão está a ser feito com a complacência das Nações Unidas, da União Europeia e de muitas outras ONGs "humanitárias" que estão mais preocupadas com a morte de *1* homossexual no Chile, ou preocupados com a promoção do aborto, do que com as dezenas de Cristãos que são mortos mensalmente nos países islâmicos, países comunistas ou na Índia.

O motivo para este desprezo do sofrimento Cristão é simples: os esquerdistas têm planos semelhantes para os Cristãos ocidentais. Aquilo que os maometanos fazem aos Cristãos no Médio Oriente, é exactamente o mesmo que os esquerdistas querem fazer aos Cristãos ocidentais. Por isso é que de maneira nenhuma eles podem condenar estes gestos jihadistas quando eles mesmos querem colocar em práctica os mesmos gestos o mais rápido possível.

O que os jihadistas e os esquerdistas não sabem (mas vão ficar a saber) é que Quem controla os destinos da humanidade é o Deus dos Cristãos,o Deus dos Judeus - o Deus de Israel - não o deus dos árabes. Devido a isto "Maior é Aquele que está em vós do que aquele que está no mundo." [1 João 4:4]

Para além disto, convém levar em conta que, como o islão é uma ideologia política mascarada de religião, este apelo ao genocídio de Cristãos, para além de ser consequência lógica de quem leva o Alcorão a sério, é também uma arma política útil para a elite muçulmana; quanto menos não-muçulmanos houver entre a população mais fácil vai ser controlar a mesma.



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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Pagãos muçulmanos acusam os Cristãos de venderem "ídolos imundos"

Youm-7, um dos órgãos de informação seculares mais populares no Egipto, e que recentemente atacado por apoiantes da Irmandade Muçulmana, reportou que pelo menos 17 lojas Cristãs em Shubra (Cairo) estão sob ameaça por venderem ícones e estátuas. Os donos das lojas, que se encontram "em pânico", afirmam que receberem cartas ameaçadoras exigindo que eles parem de vender a sua "idolatria."

Entre outras coisas, as cópias que foram apresentadas à Youm-7 dizem "Avisamos a vocês, Nassara [termo derrogatório que o Alcorão usa para identificar os Cristãos] para pararem o vosso comércio imundo através do qual vocês vendem ídolos sujos."

Devido a isto, os donos das lojas dirigiram-se apressadamente para a delegacia local e apresentaram as suas queixas na esperança de que os autores das cartas sejam identificados.

A reportagem conclui afirmando que não foram desenvolvidos esforços substanciais de modo a proteger as lojas, e que apenas um agente foi enviado para patrulhar, e só pela manhã.

Fonte

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Sempre que vemos maometanos a acusar os Cristãos de idolatria, podemos ter a certeza que estamos na presença de alguém que não conhece as origens da sua fé (para além de não conhecer o Cristianismo). Será que ele não sabe que a adoração na Kaaba é uma práctica que tem as suas origens no paganismo pré-islâmico?

Maomé disse, através do Alcorão, que a Kaaba foi construída por Abraão e Ismael (Alcorão 2:125), 40 anos antes do Templo de Salomão. O problema é que o Templo de Jerusalém foi construído entre 958 a 951 Antes de Cristo. Portanto, se levarmos a sério as palavras de Maomé [o que não é de todo aconselhável], a Kaaba deve ter sido construída aproximadamente entre 998-991 Antes de Cristo. Mas isto é problemático para os maometanos uma vez que Abraão viveu cerca de mil anos antes (+/- 2000 Antes de Cristo) e tanto ele como o seu filho Ismael já estavam mortos.

Para além disso, a Pedra Negra, o jejum, o número de orações, a circum-ambulação, a lua crescente, e muitas outras características e costumes islâmicos, têm a sua origem nas prácticas pagãs.

Devido a isto, talvez seja melhor os maometanos explicarem as origens pagãs da sua fé antes de lançarem críticas aos Cristãos.

sábado, 25 de agosto de 2012

Itália: muçulmano recusa-se a receber ordens duma mulher

Nomeado um dos 500 hotéis de topo do planeta, o Hotel de 5 estrelas Danieli de Veneza já teve nas suas instalações nomes sonantes como Johann von Goethe, Richard Wagner, Honoré de Balzac, Charles Dickens, e Emile Zola. A estadia diária neste hotel extravagante varia dos $12,198.88 aos $308.05.

Deve custar essencialmente o mesmo contratar um intermediário que comunique as ordens a um empregado muçulmano que se recusa a receber ordens duma mulher.

Como reportado pelo jornal Italiano Il Gazzetino, um porteiro maometano não-nomeado - com origens egípcias - foi citado como tendo declarado, "Eu não recebo ordens de mulheres." Devido a isto, como forma de garantir o normal funcionamento do centenário hotel, o maometano foi despedido e aconselhado a arranjar um emprego onde não tivesse que receber ordens duma mulher os responsáveis do hotel Danieli cederam e comprometeram-se a agir de acordo com a "visão religiosa rígida" do empregado. Como consequência, contrataram um homem cuja função única é a de servir de mensageiro das ordens da patroa para o maometano.

O Il Gazzetino reporta:
Decidimos, portanto, garantir que, durante as suas horas de serviço, a sua patroa tenha um colega masculino ao seu lado que servirá de liaison com o egípcio de modo a comunicar a este as tarefas a serem levadas a cabo.

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Onde estão as feministas quando as mulheres são tratadas deste modo pelos muçulmanos? Se elas se podem mobilizar a nível mundial para colocarem pressão sobre Putin para que este liberte mulheres que levaram a cabo um crime de ódio contra os Cristãos, será que elas não podem fazer o mesmo em favor desta pobre e humilhada mulher?

Para se perceber o silêncio das feministas, é preciso saber quem as financia: os grandes grupos globalistas e esquerdistas - os mesmos que tentam a todo o custo manter boas relações com os países islâmicos. Uma vez que não é do seu interesse abrir uma frente de batalha contra o bloco islâmico, certamente que esta mensagem foi passada entre as hostes feministas, e estas rapidamente se aperceberam que estavam virtualmente sozinhas (sem a imprensa, sem a publicidade, etc).

É precisamente por isto que uma mulher ocidental pode ser violada por muçulmanos nas ruas de Londres (ou Oslo), e os violadores contarem com o silêncio das feministas, mas um político republicano americano não pode dizer que as mulheres que são violadas raramente engravidam (que é um facto científico).

Como diz o filósofo Olavo de Carvalho, para nós entendermos o propósito dum movimento social/político/ideológico, basta saber quem o financia. Quando nós ficamos a saber quem financia o feminismo, o gayzismo, o aborcionismo e o anti-Cristianismo, ficamos logo a saber quais os seus propósitos.

Este incidente, por sua vez, abre um precedente gravíssimo uma vez que basta outro muçulmano citar outra ayah do Alcorão - 4:141, que diz que os descrentes nunca terão supremacia sobre os muçulmanos - para ele que se recuse a receber ordens dum não-muçulmano.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Fatwa: É proibido transportar padres para as suas igrejas

O Dr. Yassir al-Burhami, figura proeminente dentro do movimento salafita egípcio e vice-presidente da organização "Salafi Call" - e o mesmo sheik que busca punir os apóstatas ex-muçulmanos, condenar o Dia da Mãe e propõe que se use de decepção com o Estado de Israel - emitiu uma fatwa, publicada na “Voice of the Righteous Salaf,” proibindo taxistas e condutores de autocarro muçulmanos de transportar clérigos Coptas para as suas igrejas.

Este maometano qualificou o acto de levar Cristãos para os seus lugares de culto como algo "mais proibido que levar alguém para um bar onde se consome álcool."

Claro que esta analogia não é uma invenção do sheik, mas algo que pode ser encontrado dentro dos escritos de figuras de peso do islamismo, como Ibn Taymiyya e Ibn Qayyim, que concordaram quando disseram que "construir igrejas é pior que construir bares e bordéis, uma vez que estas [as igrejas] simbolizam a infidelidade, enquanto que os outros locais simbolizam a imoralidade."

A lógica é simples: é melhor professar o islão mas ser imoral, do que professar o Cristianismo - uma vez que a última nega a veracidade do islão, e, como tal, é muito mais abominável. Dito e outra forma: é preferível ser um violador, ladrão, assassino, pedófilo e mentiroso mas ser muçulmano, do que ser Cristão e não ser nenhuma das coisas listadas em cima.

Neste contexto, o maometano que transporta um clérigo Cristão para o seu lugar de culto, onde o Cristianismo será anunciado - cuja mensagem que contradiz o islão - está a cometer um "crime terrível".

Fonte

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Neste sentido, o islão é virtualmente idêntico ao esquerdismo uma vez que o Bem e o Mal não são absolutos, mas relativos ao que beneficia ou prejudica o islão (ou o esquerdismo).

Por exemplo, no islão, o homossexualismo é proibido, excepto quando não é.; o sexo fora do casamento é proibido, excepto quando não é (os homens muçulmanos podem ter sexo com as suas escravas sexuais). No islão roubar é proibido, excepto quando não é proibido (Maomé tinha como hábito atacar as caravanas de Meca como forma de roubar as suas possessões).

É por situações como esta que qualquer acordo com maometanos é vazio de obrigatoriedade moral. Para um maometano, o que realmente importa é o que beneficia o islão e não o Bem e o Mal.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Egipto: Novo presidente anula dissolução do Parlamento

O novo presidente egípcio, Mohamed Morsi, decretou a anulação da decisão do Tribunal Constitucional que levou a Junta Militar a dissolver o Parlamento, noticiou a agência oficial Mena.

«O presidente Morsi emitiu um decreto presidencial que anula a decisão tomada a 15 de Junho de 2012 para dissolver a Assembleia do Povo e convidou a câmara a voltar a reunir-se e a exercer as suas prerrogativas», escreveu a agência.

O presidente egípcio estabeleceu também a realização de eleições 60 dias depois da aprovação da nova Constituição pelo Parlamento, o que só deverá ocorrer dentro de alguns meses.

Diário Digital / Lusa

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Irmãos egípcios matam mãe, tia e irmã por motivos de "honra"

Segundo a edição de 5 de Junho da Youm7, dois irmãos provenientes da vila Assuit (Egipto) chacinaram a sua mãe, irmã e tia "depois de descobrirem que as actividades da irmã eram contrárias à moralidade."

Depois do caos se ter instalada em casa, o que incluiu tiros, a polícia local rodeou-a e invadiu-a, apenas para encontrar a tia, Saida Muhammad Mukhtar, de 55 anos, "com a cabeça cortada", a mãe, Amina Ahmed Muhammad, também com 55 anos, "afogada em sangue à porta de casa", e a irmã, Sana Mukhtar, 39 anos, massacrada no quarto.

Os dois irmãos - Ahmed Mukhtar, 35 anos, e Abd al-Basit, 24 anos - foram subsequentemente presos, vindo mais tarde a confessar detalhadamente os assassinatos.

Tais matanças não são ocorrências raras no mundo islâmico, e nem no mundo ocidental - onde quer que haja muçulmanos. Um dia antes desta história ter emergido, um muçulmano a viver na Alemanha decapitou a sua esposa em frente aos seus 6 filhos ao mesmo tempo que gritava "Allahu Akbar!" ou "Allah é o maior!", atirando posteriormente a cabeça da esposa do telhado do apartamento.

Fonte

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Como o artigo ressalva, este tipo de matanças de "honra" ocorrem onde quer que haja uma substancial presença maometana. Devido a isto, porque é que os eruditos ocidentais tentam a todo o custo separar a práctica da ideologia que motiva a mesma?

sábado, 28 de abril de 2012

Sexo com mulheres mortas no Egipto era mentira?

A notícia espalhou-se rapidamente por todo o Mundo e levantou uma onda de indignação. Notícias vindas do Egipto davam conta de uma nova lei, prestes a ser aprovada pelo Parlamento, que permitiria aos maridos egípcios terem sexo com as esposas mortas. A informação, que já foi desmentida pela Embaixada do Egipto em Londres, terá tido origem num artigo de opinião de um apoiante de Hosni Mubarak, o ex líder do país.

A notícia, que o JN também publicou, não terá passado de uma informação falsa de um artigo de opinião publicado num jornal egípcio, em que Amr Abdul Samea afirmava que o Parlamento estaria prestes a aprovar a lei que permitiria uma última relação sexual de um casal após a morte da mulher. Tal não correspondia à verdade.

Vários jornais foram enganados pelo artigo de opinião, que chegou ao Huffington Post, dos EUA, e ao Daily Mail, do Reino Unido, por exemplo. Este último citado na elaboração da notícia que o Jornal de Notícias publicou.

No Egipto, a líder Conselho Nacional para a Mulher, enganada pelas notícias que também foram publicadas no país, escreveu ao porta-voz da Assembleia Popular a mostrar preocupação com alterações à lei com base em "alegadas interpretações religiosas".

Fonte

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