MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Nigéria: Muçulmanos levam a cabo mais ataques cristofóbicos

Pelo menos cinco pessoas foram mortas numa explosão que atingiu uma igreja em Jos (Nigéria) durante o culto de Domingo. Testemunhas afirmam que o bombista suicida conduziu o carro até à igreja - onde os Cristãos se encontravam reunidos - e levou o cabo o ataque.

Uma turba enervada encontrava-se no exterior da Igreja "Christ Chosen Church of God", agora reduzida a escombros. Aparentemente houve um grande número de casualidades, incluindo crianças.

Entretanto na igreja "Lord’s Chosen Church" um bombista-suicida muçulmano explodiu-se a ele mesmo. Não se sabe se houve casualidades e até agora nenhum grupo muçulmano reivindicou o ataque.

O ataque a Cristãos inocentes é algo muito do agrado do grupo muçulmano Boko Haram, portanto, não é difícil somar 2 + 2 e concluir que eles estão por trás de mais este ataque.

Em Biu, no estado de Borno, homens armados abriram fogo sobre Cristãos que se encontravam numa igreja, matando e ferindo muitos deles. Hamidu Wakawa, uma das testemunhas afirma:

Três homens armados vieram até à entrada da Igreja e começaram a disparar sobre as pessoas que se encontravam no exterior, antes de entrarem na mesma e continuarem com a matança. Muitas pessoas foram mortas e feridas.

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Esperamos ansiosamente que todas as pessoas que acusam este blogue de ser "islamofóbico" condenem este ataque a Cristãos inocentes (crianças incluídas) e mostrem como é que o Alcorão e as tradições do "profeta" Maomé condenam este tipo de acto (se é que condenam).

É sempre mais fácil fazer ataques de longe sem ter coragem de apresentar aqui os argumentos de forma clara e racional. Mas, claro, só apresenta argumentos quem os tem.

Adoradores de Alá - o deus árabe - continuam a matar Cristãos.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Iranianos continuam a rejeitar o islão e a abraçar o Cristianismo

Os líderes religiosos do Irão demonstram alguma frustração pelo facto de continuar a haver um largo número de iranianos que anualmente abandona o islão e aceita o Senhor Jesus como Salvador - apesar das ameaças de execução por apostasia.

Um antigo membro das guardas iranianas, que desertou para a Europa, disse ao Daily Caller que o regime do seu país ordenou o uso de medidas drásticas como forma de acabar com as conversões - mesmo que seja preciso lançar pessoas na prisão, torturá-las e queimar um largo número de Bíblias.

Segundo o editor-chefe da Mohabat News (em farsi), dois convertidos aos Cristianismo na casa dos 20 anos foram presos em Abril último depois de agentes terem entrado na sua casa - em Teerão - sem qualquer tipo de mandato.

Um dos agentes, respondendo de forma arrogante à mãe dos presos quando esta perguntou para onde e porquê levavam os seus filhos, disse "Digam a Jesus para os salvar!".

Fonte

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O tempo passa, mas os seres humanos continuam a fazer os mesmos erros. Pelo menos os marxista culturais já se aperceberam que destruir o Cristianismo pela violência é impossível; eles agora usam a infiltração e a subversão a partir de dentro. Mesmo esta medida nunca será bem sucedida uma vez que o Cristianismo em si é indestrutível.

Os maometanos, ignorantes que são da História ocidental, não sabem que violência contra Cristãos é a melhor forma de aumentar o número de Cristãos.

Torturadores de Cristãos

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Nigéria: Muçulmanos matam cerca de 300 Cristãos em 3 semanas.

Cerca de 300 Cristãos inocentes foram mortos numa só diocese e outros 27 morreram em ataques levados a cabo em 3 igrejas à medida que a violência anti-Cristã escala na Nigéria.

O Rt Rev Timothy Yahaya, Bispo de Jalingo, disse ao Barnabas Fund que 300 Cristãos foram mortos na sua diocese numa série de incidentes que ocorreram durante 3 semanas. No Domingo dia 29/04/2012, no norte da Nigéria, 3 serviços religiosos Cristãos foram atacados, deixando 27 Cristãos mortos. O primeiro aconteceu quando os Cristãos se haviam reunido para a adoração na Bayero University em Kano.

Até agora confirma-se a morte de 22 Cristãos (ao mesmo tempo que 23 ficaram feridos) depois de bombas terem sido arremessadas para dentro do edifício por volta das 8:30 da manhã. Testemunhas afirmaram que os assassinos muçulmanos começaram por atirar explosivos e a disparar para o local, prosseguindo com os ataques aos Cristãos à medida que estes fugiam do local.

Mais tarde, e no mesmo dia, os terroristas muçulmanos abriram fogo contra outra igreja na cidade de Maiduguri. Cinco Cristãos, incluindo um pastor, foram mortos no ataque levado a cabo contra o edifício da "Church of Christ in Nigeria" (COCIN).

Guerra aos Cristãos

Ninguém ainda assumiu a responsabilidade dos ataques e nem é preciso visto que todo o mundo sabe qual é a ideologia política mascarada de religião que normalmente se delicia com a morte de Cristãos.

Na Nigéria os únicos homens determinados a erradicar a presença dos Cristãos do norte da Nigéria são os muçulmanos do grupo terrorista Boko Haram - o mesmo que "declarou guerra" aso Cristãos [desarmados] em Março último. Curioso que a "guerra" que os terroristas muçulmanos declararam não seja contra homens armados mas sim contra mulheres e crianças presentes dentro de igrejas - sítios onde normalmente não estão escondidas armas de auto-defesa.

Cerca de 40 Cristãos morreram num ataque suicida levado a cabo no exterior de igrejas onde se realizavam cultos de Páscoa (Kaduna). Duas outras igrejas na cidade do centro da Nigéria com o nome de Jos foram alvo de violência islâmica no espaço de duas semanas; uma mulher grávida e um bebé com 18 meses contavam-se entre os mortos.

Esperamos ansiosamente que os apologistas maometanos condenem esta onda assassina e cristofóbica que o grupo islâmico Boko Haram está a propagar no norte da Nigéria.

Fonte

sexta-feira, 30 de março de 2012

Maior líder muçulmano da Arábia Saudita pede a destruição de todas as igrejas cristãs

"Mesmo que eles me matem, eu não vou abandonar Jesus"

Perseguição aos cristãos no Oriente Médio pode resultar em conflito global

O sheik Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti da Arábia Saudita, maior líder religioso do país onde Maomé nasceu, declarou que é “necessário destruir todas as igrejas da região.”

Tal comentário do líder muçulmano foi uma resposta ao questionamento de uma delegação do Kuwait, onde um membro do parlamento recentemente também pediu que igrejas cristãs fossem “removidas” do país.

O grão-mufti salientou que o Kuwait era parte da Península Arábica, e por isso seria necessário destruir todas as igrejas cristãs de lá.

Como acontece com muitos muftis antes dele, o sheik baseou sua fala na famosa tradição, ou hadith, que o profeta do Islão teria declarou em seu leito de morte: ‘Não pode haver duas religiões na Península [árabe]’. Isso que sempre foi interpretado que somente o Islão pode ser praticado na região”, explicou Raymond Ibrahim, especialista em questões islâmicas.

A importância dessa declaração não deve ser subestimada, enfatiza Ibrahim:

O sheik Abdul Aziz bin Abdullah não é um líder muçulmano qualquer que odeia as igrejas. Ele é o grão-mufti da nação que levou o Islã para o mundo.

Além disso, ele é o presidente do Conselho Supremo dos Ulemás [estudiosos islâmicos] e presidente do Comité Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas. Quando se trata do que o Islão prega, suas palavras são imensamente importantes “.

No Oriente Médio, os cristãos já estão enfrentando perseguição maior, incluindo a morte, nos últimos meses. Especialmente nos países onde as facções militares islâmicas têm aproveitado o vácuo de poder criado pelas revoluções da chamada “Primavera árabe”, como Egipto, Líbia e Tunísia, Jordânia, Marrocos, Síria e Iémene.

Os cristãos coptas, por exemplo, que vivem no Egipto há milénios estão relatando níveis mais elevados de perseguição de muçulmanos. No Norte de África, os muçulmanos prometeram erradicar o cristianismo em alguns países, como a Nigéria.

No Iraque, onde os cristãos tinham algumas vantagens durante o governo de forte Saddam Hussein, populações cristãs inteiras fugiram. O Irão também tem prendido crentes e fechado igrejas mais do que de costume.

Ibrahim escreveu ainda em sua coluna:

Considerando a histeria que aflige o Ocidente sempre que um indivíduo ofende o Islão, por exemplo, uma pastor desconhecido qualquer, imagine o que aconteceria se um equivalente cristão do grão-mufti, digamos o papa, declarasse que todas as mesquitas da Itália devem ser destruídas, imaginem o frenesi da mídia ocidental.

Imediatamente todos os veículos gritariam insistentemente ”intolerância” e “islamofobia”, exigiriam desculpas formais e apelariam para uma reacção dos políticos

O estudioso acredita que uma onda de perseguição sem precedentes está prestes a ser iniciada na região, que ainda testemunha Israel e Irã viverem ameaçando constantemente fazerem ataques. O resultado disso pode ser um conflito de proporções globais.

Traduzido e adaptado de Arabian Business e WND e Gospel Prime

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Diz na Sagrada Escritura:

Disse Jesus: “Este Evangelho do Reino será proclamado no mundo inteiro, como testemunho para todas as nações. E então virá o Fim” (Mt 24,16)

“Então sereis entregues aos tormentos, matar-vos-ão e sereis por minha causa objeto de ódio para todas as nações”. (Mt 24,9)

“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada?” (Rm 8,35)

“Pois todos os que quiserem viver piedosamente, em Jesus Cristo, terão de sofrer a perseguição”. (2Tm 3,12)

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segunda-feira, 26 de março de 2012

Ayaan Hirsi Ali: A Guerra Global contra cristãos no mundo muçulmano

por Ayaan Hirsi Ali*

Ouvimos tantas vezes sobre os muçulmanos como vítimas de abuso no Ocidente e combatentes na Primavera árabe “a luta contra a tirania. Mas, na verdade, um tipo totalmente diferente de guerra está em curso uma batalha, não reconhecido custando milhares de vidas. Os cristãos estão sendo mortos no mundo islâmico por causa de sua religião. É um genocídio em ascensão que deve provocar alarme global.

O retrato de muçulmanos como vítimas ou heróis é na melhor das hipóteses parcialmente precisas. Nos últimos anos a opressão violenta das minorias cristãs se tornou a norma em países de maioria muçulmana que se estende desde a África Ocidental e do Oriente Médio para o Sul da Ásia e Oceania. Em alguns países são os governos e seus agentes que queimaram igrejas e preso paroquianos. Em outros, grupos rebeldes e vigilantes tomaram matérias em suas próprias mãos, assassinando cristãos e levá-los a partir de regiões onde as suas raízes vão séculos.

Reticência da mídia sobre o assunto, sem dúvida, tem várias fontes. Pode ser o medo da violência adicional provocante. Outra é mais provável que a influência dos grupos de lobby, como a Organização de Cooperação Islâmica, uma espécie de Nações Unidas do Islão centrada na Arábia Saudita e ao Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas. Durante a última década, grupos estes e outros têm sido notavelmente bem sucedido em convencer os principais figuras públicas e jornalistas no Ocidente a pensar em todos e cada um exemplo de discriminação percebida anti-muçulmano como uma expressão de um desarranjo sistemático e sinistra chamada “islamofobia” – um termo que é utilizado para provocar a desaprovação moral mesmo como xenofobia ou homofobia.

No mês de Janeiro 2012 sozinha, Boko Haram foi responsável por 54 mortes. Em 2011, seus membros mataram pelo menos 510 pessoas e queimaram ou destruíram mais de 350 igrejas em 10 estados do norte. Eles usam armas, bombas de gasolina, e até facões, gritando “Allahu akbar” (“Deus é grande”), enquanto o lançamento de ataques contra cidadãos inocentes. Eles atacaram igrejas, uma reunião no dia de Natal (matando 42 católicos), salões de cerveja, uma prefeitura, salões de beleza e bancos. Eles têm-se centrado em matar os clérigos cristãos, políticos, estudantes, policiais e soldados, assim como os clérigos muçulmanos que condenam o seu caos. Enquanto eles começaram usando métodos rudimentares, como assassinatos hit-and-run da parte traseira de motos em 2009, os últimos relatórios AP indicam que os ataques recentes do grupo mostram um novo nível de potência e sofisticação.

O cristofobia que tem atormentado o Sudão há anos toma uma forma muito diferente. O governo autoritário do muçulmano sunita no norte do país há décadas minorias cristãs e animistas atormentados no sul. O que tem sido muitas vezes descrita como uma guerra civil é, na prática perseguição sustentado do governo sudanês de minorias religiosas. Esta perseguição culminou no genocídio infame em Darfur, que começou em 2003. Mesmo que o presidente muçulmano do Sudão, Omar al-Bashir, foi indiciado pelo Tribunal Penal Internacional em Haia, que o acusou de três acusações de genocídio, e apesar da euforia que saudou a independência semi-ele grant-ed para o Sul do Sudão em Julho do ano passado, a violência não terminou. Em Kordofan Sul, os cristãos ainda estão sujeitos a bombardeios aéreos, assassinatos selectivos, o sequestro de crianças, e outras atrocidades. Relatórios da Organização das Nações Unidas indicam que entre 53.000 e 75.000 civis inocentes foram deslocadas de suas residences e que casas e edifícios foram saqueados e destruídos.

Ambos os tipos de perseguição, realizadas por grupos extragovernmental, bem como por agentes do Estado se reuniram no Egipto, no rescaldo da Primavera árabe. Em 9 de Outubro do ano passado na área de Maspero Cairo, cristãos coptas (que representam cerca de 11 por cento da população do Egito de 81 milhões) marcharam em protesto contra uma onda de ataques islâmicos, incluindo os incêndios em igrejas, estupros, mutilações, e assassinatos, que se seguiu à derrubada da ditadura de Hosni Mubarak.

urante o protesto, as forças de segurança egípcias levou seus caminhões no meio da multidão e atirou contra os manifestantes, esmagando e matando pelo menos 24 e ferindo mais de 300 pessoas. Até o final do ano mais de 200.000 coptas fugiram de suas casas em antecipação a mais ataques. Com islâmicos prontos para ganhar o poder muito maior, na sequência das recentes eleições, os seus medos parecem ser justificados.

Egipto não é o único país árabe que parece determinado a exterminar a minoria cristã. Desde 2003 mais de 900 cristãos iraquianos (a maioria deles assírios) foram mortos pela violência terrorista em Bagdá, e 70 igrejas foram queimadas, de acordo com a Assíria Internacional News Agency (AINA). Milhares de cristãos iraquianos fugiram como resultado da violência dirigida especificamente a eles, reduzindo o número de cristãos no país a menos de meio milhão de pouco mais de um milhão de antes de 2003. AINA compreensivelmente descreve-o como um “genocídio incipiente ou limpeza étnica dos assírios no Iraque.

Os 2,8 milhões de cristãos que vivem no Paquistão representam apenas cerca de 1,6 por cento da população de mais de 170 milhões. Como membros de uma minoria tão ínfima, que vivem no medo perpétuo não só dos terroristas islâmicos, mas também de leis draconianas de blasfémia do Paquistão. Há, por exemplo, o conhecido caso de uma mulher cristã que foi condenado à morte por supostamente insultar o profeta Maomé.

Quando a pressão internacional convenceu o governador do Punjab Salman Taseer para explorar formas de libertá-la, ele foi morto por seu guarda-costas. O guarda-costas foi então celebrado por importantes clérigos muçulmanos como um herói e que ele foi condenado à morte no ano passado, o juiz que impôs a sentença agora vive na clandestinidade, temendo por sua vida.

Tais casos não são incomuns no Paquistão. As leis da nação blasfémia são rotineiramente usados ​​por criminosos e intolerantes muçulmanos paquistaneses para intimidar as minorias religiosas. Basta declarar a crença na Trindade cristã é considerada uma blasfémia, uma vez que contradiz mainstream muçulmanos doutrinas teológicas. Quando um grupo cristão é suspeito de transgredir as leis da blasfémia, as consequências podem ser brutal. Basta perguntar aos membros da cristã World Vision ajuda do grupo. Seus escritórios foram atacados na primavera de 2010 por 10 homens armados com granadas, deixando seis mortos e quatro feridos. Um grupo militante muçulmano assumiu a responsabilidade pelo ataque, alegando que a Visão Mundial estava trabalhando para subverter o Islão. (Na verdade, ele estava ajudando os sobreviventes de um terremoto de grandes proporções.)

Nem mesmo na Indonésia, muitas vezes apontado como o mundo mais tolerante, democrática e moderna de maioria muçulmana nação tem sido imune às febres de cristofobia. De acordo com dados compilados pelo The Christian Post, o número de incidentes violentos cometidos contra as minorias religiosas (e em 7 por cento da população, os cristãos são a maior minoria do país) aumentou quase 40 por cento, de 198 a 276, entre 2010 e 2011.

A ladainha do sofrimento poderá ser prorrogado. No Irã, dezenas de cristãos foram presos e encarcerados por ousar adorar fora do sistema de igreja oficialmente sancionado. Arábia Saudita, por sua vez, merece ser colocado em uma categoria própria. Apesar do fato de que mais de um milhão de cristãos vivem no país como trabalhadores estrangeiros, igrejas e até mesmo actos privados de oração cristã são proibidos; para impor essas restrições totalitárias, a polícia religiosa regularmente invadir as casas dos cristãos e trazê-los sob a acusação de blasfémia nos tribunais onde o seu testemunho carrega peso, menos legal que o de um muçulmano. Mesmo na Etiópia, onde os cristãos formam uma maioria da população, incêndios em igrejas por membros da minoria muçulmana se tornaram um problema.

Deve ficar claro a partir deste catálogo de atrocidades que violência anti-cristã é um grande problema e subnotificadas. Não, a violência não está centralmente planeada ou coordenada por alguma agência internacional islâmico. Nesse sentido, a guerra global contra a guerra não é tradicional em todos os cristãos. É, antes, uma expressão espontânea de anti-cristãs animus por muçulmanos que transcende culturas, regiões e etnias.

Como Nina Shea, diretor do Centro do Instituto Hudson para a Liberdade Religiosa, destacou em entrevista à Newsweek, as minorias cristãs em muitos de maioria muçulmana nações “perderam a protecção de suas sociedades.” Isso é especialmente verdade em países com crescente islâmico radical (Salafista) movimentos. Nesses países, os vigilantes muitas vezes sentem que podem agir com impunidade e inacção do governo muitas vezes se lhes razão. A velha ideia de que os turcos-otomanos que a protecção não-muçulmanos nas sociedades muçulmanas merecem (embora como cidadãos de segunda classe)-tem tudo, mas desapareceu de faixas largas do mundo islâmico, e cada vez mais o resultado é derramamento de sangue e opressão.

Então, vamos por favor entrar nossas prioridades. Sim, os governos ocidentais devem proteger as minorias muçulmanas de intolerância. E, claro, devemos garantir que eles podem adorar, viver e trabalhar livremente e sem medo. É a protecção da liberdade de consciência e de expressão que distingue as sociedades livres sem liberdade de entes. Mas também precisamos manter a perspectiva sobre a escala e gravidade da intolerância. Desenhos, filmes, e escritos são uma coisa, facas, pistolas e granadas são algo completamente diferente.

Quanto ao que o Ocidente pode fazer para ajudar as minorias religiosas em sociedades de maioria muçulmana, a minha resposta é que ele precisa para começar a usar os bilhões de dólares em ajuda que dá aos países problemáticos como alavancagem. Depois, há o comércio eo investimento. Além da pressão diplomática, essas relações de ajuda e comércio pode e deve ser subordinada à protecção da liberdade de consciência e de culto para todos os cidadãos.

Em vez de cair para contos exageradas de islamofobia ocidental, vamos tomar uma posição real frente ao cristofobia infectar o mundo muçulmano. A tolerância é para todos, excepto os intolerantes.

Mas uma avaliação imparcial dos acontecimentos recentes e tendências leva à conclusão de que a dimensão ea gravidade da islamofobia empalidece em comparação com a cristofobia sangrenta atualmente correndo em países de maioria muçulmana de um lado do globo para o outro. A conspiração do silêncio em torno desta expressão violenta da intolerância religiosa tem que parar. Nada menos do que o destino do cristianismo e, em última análise de todas as minorias religiosas no mundo islâmico está em jogo.

Fonte: Revista NewsWeek

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Idosa de 79 anos decapitada na Nigéria.

A AP reporta que a polícia nigeriana descobriu o corpo duma mulher Cristã de 79 anos ( do nordeste do país) com uma nota em árabe sobre o seu peito onde se lê
Dentro em breve vamos-te apanhar.

Este assassínio bárbaro levado a cabo pelos escravos de Alá, o deus árabe, demonstra de forma cabal que os muçulmanos do Boko Haram estão determinados em acabar com a presença Cristã nas áreas do norte do país. Se fosse uma situação reversa - isto é, Cristãos a tentar acabar com a presença de muçulmanos numa área maioritariamente Cristã, sem dúvida que a reacção seria distinta.

Embora a polícia local "não saiba" ou não tenha qualquer suspeito imediato, as testemunhas culparam o ataque aos membros do em cima mencionado Boko Haram - grupo terrorista muçulmano que é responsável pela morte de - pelo menos - 350 só este ano.

A mulher decapitada foi identificada como Shetu Haruna Malgwi, uma Cristã a viver na cidade de Maiduguri no norte da Nigéria (onde os maometanos estão em grande número). Aparentemente os escravos de Alá atacaram a inocente mulher na Quarta Feira - um dia depois dela ter regressado a casa depois de ter recebido um tratamento à vista na cidade de Kaduna.

Estes cobardes muçulmanos cortaram o pescoço da pobre mulher antes de escreverem a nota com caneta vermelha. Segundo uma testemunha, Audu Ibrahim, a família da mulher acredita que a mensagem é dirigida ao seu filho, que é pastor numa igreja local - lugar onde a defunta de 79 cantava no coro.

O grupo Boko Haram, cujo significado na língua Hausa local é "a educação ocidental é proibida" , está a levar a cabo ataques cada vez mais sofisticados no seu esforço de implementar a lei sharia na Nigéria.

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O conforto que nós como Cristãos temos da contínua matança de Cristãos levada a cabo pelos escravos de Alá, o deus árabe, é que a mulher encontra-se agora na Glória Eterna com o Senhor Jesus, por Quem ela deu a sua vida preciosa.

Em direcção contrária - isto é, para o inferno - caminham todos os assassinos do Boko Haram e todos aqueles que servem o mesmo deus que se alegra com a matança de inocentes Cristãs.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A coragem esquerdista perante a ameaça islâmica

Sem surpresa alguma, os militantes ateus ingleses estão a descobrir que comentários engraçados e poses de superioridade intelectual não funcionam com todas as religiões.

Um grupo estudantil maometano está a exigir que uma imagem "ofensiva" do Senhor Jesus e de Maomé a partilhar uma bebida num bar, retirada dum sketch satírico online, seja removido do do site das redes sociais.

O presidente da associação Ateísta, Secularista e Humanista da "University College London" (UCL), Robbie Yellon, pediu demissão do cargo como resultado da controvérsia resultante.

O secretário da "National Federation of Atheist, Humanist and Secular Student Societies", Michael Paynter, disse:

O Robbie pediu demissão do cargo visto que ele alistou-se como presidente para organizar eventos e dirigir uma sociedade estudantil.

Ele não gostou muito do stress sob o qual estaria submetido durante a resolução desta controvérsia, e como tal, ele decidiu dar espaço a outro.

Certamente que ele não gostou de saber o que lhe esperava. Parece que ser um antagonista malcriado não é tão divertido quando as pessoas que estás a atacar estão motivadas para responder.

Quanto tempo demorará até que os militantes ateus europeus mais inteligentes comecem a olhar para o futuro distante, e comecem a lutar por uma re-implantação da Cristianismo?

A esta altura, até o mais militante dos ateus se deve ter apercebido que a sociedade pós-Cristã que eles tinham em vista, brilhante, sexy, tolerante, secular e científica, não só nunca se vai materializar, como na sua ânsia de acabar com o Cristianismo, tudo o que eles fizeram foi preparar o caminho para uma ideologia mais anti-ateísta que o Cristianismo.

Portanto, em termos prácticos, os esquerdistas e todos os grupos anti-Cristãos da Europa que deram o seu apoio ao marxismo cultural na esperança dum "mundo melhor", tudo o que fizeram foi dar início à sua morte lenta.

Os Cristãos nem sempre foram bem sucedidos em amar os seus inimigos, mas, tomando como exemplo os padrões históricos, eles foram espantosamente tolerantes. Agora, os militantes ateus do ocidente vão descobrir o que é a verdadeira intolerância.

Europa 2076: militante ateu prepara-se para um debate com um muçulmano

Fonte

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A destruição da Europa

O líder da igreja Free Church "Church of Love" Massoud Fouroozandeh (origem iraniana) foi forçado a sair da sua casa em Odense para uma localização secreta depois da sua família ter visto dois carros vandalizados por estes terem uma cruz à vista.
Os jovens da área de Vollsmose disseram-me para não conduzir com a cruz pendurada no carro. Pouco depois o carro foi vandalizado e queimado. Os assentos foram cortados. Desde então, as janelas laterais do novo carro foram partidas 3 vezes.
Depois deste actos, Fouroozandeh Massoud e a esposa nunca mais se atreveram a deixar as crianças brincar no parque recreativo de Vollsmose.
Elas não cobrem a cabeça, algo que 99% das outras crianças fazem, e como tal, elas atraem atenção. Como tal, não era seguro deixá-las brincar por lá.

Devido a isto, decidimos ir morar para um sítio longe de Vollsmose.

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A "glória" do multiculturalismo está manifesta nesta história. Aparentemente os Cristãos não estão a salvo . . . . no ocidente.

Muçulmanos imigram para a Dinamarca, provenientes de países onde é perfeitamente aceitável perseguir e Cristãos, e trazem consigo o mesmo ódio anti-Cristão. O governo do país onde eles vivem agora recusa-se a criticar as prácticas culturais indígenas (porque isso seria "intolerante") e como tal, os maometanos continuam a fazer o que já fazem há 1400 anos: oprimir os Cristãos.

Quanto tempo mais até que os próprios dhimmis dinamarqueses comecem a afirmar que a culpa é dos Cristãos por este se atreverem a viver numa "vizinhança muçulmana"? O que é que podemos dizer da ideologia política com o nome de multiculturalismo quando esta ideologia - em vez de gerar harmonia entre os grupos culturais - aumenta o racismo, a descriminação e o preconceito?

Exemplos como este demonstram de forma cabal que 1) a sã convivência com maometanos é impossível e 2) o multiculturalismo é uma ideologia criada com o expresso propósito de destruir a estrutura social dos países ocidentais. Se dúvidas existem em relação ao segundo ponto, façam esta pergunta: onde estão os promotores do multiculturalismo nos países islâmicos?

Porque é que o multiculturalismo só é promovido onde há maioria Judaico-Cristã mas nunca entre hindus, maometanos, budistas ou aderentes de outras filosofas religiosas?

Não é por acaso que o marxista cultural e um dos fundadores da Escola de Frankfurt Georg Lukács disse "Quem é que nos salvará da civilização ocidental?"

Os muçulmanos estão a desempenhar na perfeição o papel que os arquitectos da nova Europa lhes entregaram: destruir a estrutura social da superior civilização ocidental.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Muçulmanos prendem homem cujos filhos se converteram ao Cristianismo


A International Christian Concern (ICC) apurou que no dia 14 de Janeiro deste ano, em Kismayo, Somália, 14 maometanos devotos prenderam um pai muçulmano depois dos seus dois filhos adolescentes terem convertido ao Cristianismo. Os dois filhos de Mo’alim Mohamud Aw-Omar converteram-se ao Cristianismo no ano passado - tendo posteriormente fugido de casa.

Membros do grupo islâmico al-Shabaab, acusaram Aw-Omar de ter “falhado ao não ter educado os filhos como bons muçulmanos" visto que “bons muçulmanos não se convertem ao Cristianismo.

Aw-Omar, que ainda é muçulmano, insistiu que os filhos haviam memorizado o Alcorão, jejuado regularmente e que como tal, ele não poderia ser acusado de falhar como pai muçulmano.

Segundo fontes locais, os terroristas muçulmanos recusam-se a libertar Aw-Omar até que os seus dois filhos regressem a Kismayo (algo que dificilmente acontecerá uma vez que os adolescentes serão mortos mal regressem).

De acordo com a interpretação consensual entre os maometanos - aquela que os assassinos do Al-Shabaab seguem - a apostasia no islão é punida com a morte. Este ensinamento islâmico tem como base as próprias palavras do fundador da religião maometana que disse:

O profeta de Alá disse: 'Se alguém [muçulmano] abandonar a sua religião, matem-no'.
Bukhari 52:260
Os assassinos muçulmanos somalis já mataram um substancial número de pessoas que trocaram o deus de Meca pelo Senhor Jesus Cristo no entanto este é o primeiro caso onde os pais são presos pela conversão dos filhos.

Fonte

Esperamos ansiosamente que todos aqueles (maometanos ou ignorantes esquerdistas) que alegam que "não há compulsão na religião islâmica" expliquem ao mundo o uso constante por parte dos maometanos da tradição islâmica mencionada em cima como forma de legalizar a matança dos apóstatas.

Será que podemos passar para um outro assunto visto que a execução de apóstatas é algo que foi ensinado pelo próprio "profeta" do islão? Ou ainda há pessoas que vão negar o que os dados demonstram?

Típica mentalidade esquerdista e maometana.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Clérigo emite fatwa proibindo o uso do Chevrolet por este conter símbolo parecido com uma cruz

Um Sheik salafita alegadamente emitiu uma fatwa impedindo a compra ou a condução de Chevrolets devido ao facto deste veículo conter um símbolo parecido a uma cruz Cristã.

No vídeo exposto aqui, um proeminente apresentador egípcio, Amr Adeeb, pega na fatwa do clérigo e pergunta:
Acho que com isto nos colocamos numa posição estranha. O carro já existe há mais de um século e só agora é que você reparou na cruz presente no carro?
Adeeb ressalvou também que o mesmo não é usado nem apresentado como forma de iconografia religiosa.
Por acaso nós realizamos missas ou rezamos a ele?
O seu convidado junta-se à conversa com um comentário sarcástico em torno da natureza egocêntrica da fatwa.
Será que quem pos este logo no carro fê-lo só para irritar os muçulmanos?
O apresentador televisivo conclui dizendo:
Com todos os problemas que o Egipto enfrenta, você está preocupado com uma cruz ? Enquanto nós estamos a apelar à unidade [no país], você chega-nos com fatwas como esta!
Prioridades.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Nigéria: Escravos de Alá continuam a matar Cristãos indefesos


Ficamos a saber através desta notícia que fiéis seguidores de Alá, o deus árabe, atacaram uma igreja Cristã no nordeste da Nigéria durante um culto. Este ataque fez parte de uma série de ataques que causou a morte de pelo menos 13 pessoas.

O ataque levado a cabo pelo grupo assassino muçulmano Boko Haram contra a igreja surgiu depois de membros do grupo terem atacado um salão de beleza e terem lutado contra as forças governamentais na sua jihad contra o fraco governo central nigeriano.

Só nos últimos dias o grupo maometano matou pelo menos 44 pessoas, apesar da nação rica em petróleo ter declarado um estado de emergência nas regiões atingidas pela jihad.

(Será que não há interferência internacional na Nigéria devido ao seu rico potencial económico? Será que não há grupos internacionais a quem lhes interessa que o Boko Haram desestabilize o país, ou provoque a queda do presidente actual?)

Segundo o comissário local Ade Shinaba, em Yola - capital do Estado de Adamawa - assassinos muçulmanos com a cara coberta com um pano negro atacaram a Igreja Apostólica local, matando 8 Cristãos inocentes.

Num salão de beleza próximo, pelo menos 3 outras pessoas foram mortas pelos assassinos muçulmanos. Stephen Tizhe, de 35 anos, afirmou:

Três atiradores com as faces cobertas entraram no meu salão e começaram a disparar contra os clientes ao mesmo tempo que gritavam "Alá é o maior, Alá é o maior!".

domingo, 8 de janeiro de 2012

Nigéria: Fervorosos seguidores de Maomé matam mais de 20 Cristãos inocentes em mais um ataque cobarde

O Telegraph informa que há alguns dias atrás muçulmanos armados dispararam contra amigos e familiares Cristãos que se haviam juntado para lamentar a morte de 3 Cristãos (mortos na Quinta-Feira antecedente) deixando mais de 20 Cristãos mortos.

Este foi mais um ataque numa série de ataques levados a cabo por maometanos determinados a expulsar todos os Cristãos do norte da Nigéria - zona predominantemente muçulmana.

(O que é que o mundo diria se um país de maioria Cristã começasse a disparar contra muçulmanos reunidos num enterro como forma de os expulsar do país?)

Várias dezenas de Cristãos haviam-se reunido na prefeitura, em Mubi (Estado de Adamawa) para assinalar as mortes que haviam ocorrido no dia anterior.

Enquanto este encontro pacífico decorria, cerca de 4 muçulmanos devotos - sem dúvida seguindo o exemplo do seu "profeta" que disse "Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos." - abriram fogo ao edifício com Kalashnikovs, matando mais de 20 pessoas e deixando outras 15 gravemente feridas.

Okey Raymond, de 48 anos, que se encontrava no edifício disse:

Começamos a ouvir vários tiros através das janelas. Todos nós procuramos logo ficar em segurança à medida que os atiradores gritavam "Alá é o maior! Alá é o maior!" [Allah u'akbar] à medida que disparavam contra nós.

Um alegado porta-voz do grupo assassino muçulmano Boko Haram já reivindicou mais este ataque organizado a Cristãos indefesos e inocentes.

. . . . . .

É difícil nós termos qualquer tipo de simpatia pelas lágrimas de crocodilo islamitas sempre que estes falam na "ocupação" que eles pensam que ocorre na Terra de Israel quando estes mesmos maometanos dão o seu apoio verbal a coisas como as que os membros a caminho do inferno do Boko Haram estão a levar a cabo.

Onde estão as vozes maometanas a condenar os actos do Boko Haram? Onde estão as resoluções da ONU a proteger os direitos humanos dos Cristãos do norte da Nigéria? Onde estão os esquerdistas internacionais sempre rápidos a criticar Israel sempre que um terrorista é executado na linha de combate? Eles que condenem estes actos de forma peremptória.

Mas eles não o vão fazer porque os islão está a fazer na Nigéria aquilo que os esquerdistas querem fazer no ocidente: diminuir a influência social e política do Cristianismo. Os muçulmanos apenas estão a mostrar o que irá acontecer as Cristãos ocidentais dentro de alguns anos.

Mas Deus já preparou para eles um lugar bem quentinho e confortável - lugar esse para onde já foram lançados todos os grandes terroristas muçulmanos do passado, INCLUSIVE o seu amado profeta (se o que o Alcorão e as tradições islâmicas dizem sobre ele são verídicas).

sábado, 7 de janeiro de 2012

Televisão Cristã é "ofensiva" para os maometanos egípcios


Um dos grupos afiliados à mais importante instituição islâmica do país, Al Azhar, apelou ao governo que removesse as estações Cristãs do ar, alegando que as mesmas são "ofensivas" para os maometanos.
O "Islamic Research Centre", que fez a exigência, é liderado por Ahmed al-Tayeb, o sheik da "Universidade" Al Azhar - o maior centro de "aprendizagem" sunita do mundo. O centro acusou a emissora Cristã Al Karama (Vineyard) de "insultar" o islão ao incitar divisão sectária no Egipto.

A emissora Al Karama transmite a sua programação através do satélite governamental NileSat. Os Cristãos, que são cerca de 10% da população total do Egipto, regularmente se queixam de serem tratados como cidadãos de segunda classe, e de serem marginalizados pela população predominantemente muçulmana.

Paralelamente, os Cristãos criticam a televisão estatal de ter um viés na sua reportagem dos confrontos entre os Cristãos e as forças armadas, em Outubro último, Nesses confrontos, 26 pessoas foram mortas.
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Tal como os esquerdistas ocidentais, os maometanos tentam usar o poder estatal para suprimir os direitos dos Cristãos.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

"Pai natal" é morto a facadas no Tadjiquistão

Fonte

DUSHANBE (Reuters) - Um jovem vestido como o personagem Ded Moroz -"Avô Congelado", o equivalente russo ao Papai Noel- foi morto a facadas nesta segunda-feira no Tadjiquistão, disseram duas fontes policiais, atribuindo o ataque ao ódio religioso.

Uma multidão agrediu Parviz Davlatbekov, de 24 anos, e o esfaqueou quando ele visitava familiares na madrugada de segunda-feira, vestido como Ded Moroz, que pela tradição leva presentes para as crianças russas no ano-novo. O Tadjiquistão, ex-república soviética da Ásia Central, continua tendo uma forte influência cultural russa.

"Temos declarações de testemunhas que dizem que a multidão bateu em Parviz e o apunhalou com uma faca, gritando 'Seu infiel!'", disse uma das fontes policiais à Reuters.

A segunda fonte disse que o ódio religioso está sendo investigado como possível motivação do crime, ocorrido em Dushanbe, a capital.

O Tadjiquistão é oficialmente um país laico, mas a vasta maioria dos seus 7,7 milhões de habitantes é de muçulmanos. Nos últimos anos, as autoridades têm restringido as liberdades religiosas, e dezenas de pessoas foram presas por ligação com grupos islâmicos.

O presidente Imomali Rakhmon determinou que alunos de escolas religiosas estrangeiras voltem para os seus países, e orientou seus serviços de segurança a reforçarem o controle sobre a educação religiosa e as mesquitas do Tadjiquistão, que segundo ele são usadas para fomentar o radicalismo.

Seus críticos dizem que a pobreza e a repressão no país -a mais pobre das 15 ex-repúblicas soviéticas- é que levam muitos jovens tadjiques a abraçarem o radicalismo islâmico. O país, onde dezenas de milhares de pessoas morreram em uma guerra civil da década de 1990, tem uma longa fronteira com o Afeganistão.

Tokhir Normatov, chefe de gabinete do Ministério do Interior, disse que Davlatbekov morreu num hospital por causa de uma hemorragia. Ele não fez comentários sobre as possíveis motivações do ataque.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Terroristas muçulmanos dão 3 dias para que os Cristãos abandonem o norte da Nigéria ou enfrentem a morte


O grupo islâmico Boko Haram emitiu um aviso assustador dirigido a todos os Cristãos do norte da Nigéria, dando-lhes 3 dias para saírem da área ou sofrerem ainda mais ataques.

A violência na Nigéria levada a cabo pelos muçulmanos do Boko Haram levou a que estes fizessem um ultimato rígido, declarando que estão prontos para confrontar os soldados que foram enviados pelo presidente Gooluck Jonathan como forma de conter a violência.

Abul Qaqa, porta-voz do Boko Haram, declarou:

Iremos enfrentá-los como forma de proteger os nossos irmãos.
Paralelamente, Abul Qaqa apelou aos maometanos a viver no sul da Nigéria que viessem viver para o norte, citando evidência de que eles poderiam ser "vítimas" de ataques.

No Sábado passado, o presidente Jonathan declarou um estado de emergência nas áreas da Nigéria infectadas com a violenta insurgência islamita. Segundo a Reuters, ele fechou também algumas zonas fronteiriças como medida de precaução.

O estado de emergência foi anunciado em resposta ao múltiplos ataques violentos dirigidos aos Cristãos da Nigéria, especialmente o ataque do último Natal onde 37 pessoas morreram e 57 ficaram feridas.

Os terroristas muçulmanos do Boko Haram, que alegadamente possuem ligações com a Al-Qaeda, reivindicaram o ataque.

Seguindo diz a MSNBC, e em resposta à violência, o Presidente Jonathan jurou "esmagar" o grupo. Ele diz que, inicialmente, o Boko Haram começou como um grupo inofensivo mas que agora se tornou canceroso.

Shehu Sani, activista pelos direitos humanos, declarou à CNN que, apesar das ameaças do Boko Haram serem credíveis, os Cristãos, havendo nascido e crescido nessa área, não tem lugar para onde se dirigir.

Sani acrescentou ainda que as matanças de Cristãos vão prosseguir e que, como forma de evitar o estado de emergência governamental, o Boko Haram simplesmente transladará a sua influência para áreas ainda não afectadas.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Muçulmanos nigerianos demonstram natureza pacífica da sua religião queimando Cristãos até à morte

Ataques bombistas levados a cabo em igrejas durante os cultos de Natal mataram pelo menos 40 pessoas numa espiral de violência reivindicada pelos fervorosos adoradores do deus Alá, o demónio adorado pelos maometanos.

Um porta-voz do violento grupo muçulmano Boko Haram já veio a público afirmar que o seu grupo é responsável pelo bombardeamento duma igreja perto da capital Abuja e por outros actos de violência que geraram medo e raiva no país mais populoso de África.

O conselheiro da segurança nacional da Nigéria culpou o Boko Haram pelos ataques horríficos que levou à morte de Cristãos à medida que eles saíam das igrejas. Alguns morreram queimados dentro dos veículos.

Vítimas da igreja perto da capital, onde 35 Cristãos foram mortos, correram em direcção ao sacerdote com apelos finais (antes de morrerem).

Esta série de ataques islâmicos foi condenada pelo Vaticano, pela Casa Branca e por vários outros países.


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Enquanto os maometanos tem todos os direitos humanos para adorar o seu deus nos países ocidentais, os Cristãos vivem em constante sobressalto em países onde os muçulmanos ainda nem são a maioria. Como serão as coisas quando eles forem de facto a maioria?

Outra coisa que convém perguntar é: como será a Europa central daqui há 20/30 anos quando os adoradores do deus Alá se tornarem mais numerosos?


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Uganda: muçulmanos demonstram natureza pacífica da sua ideologia atirando ácido na cara de pastor evangélico

Líderes Cristãos do Uganda condenaram o ataque levado a cabo contra um pastor local. O mesmo, que teve ácido atirado à sua cara na Véspera de Natal, ficou com o seu olho direito cego e um dos lado da sua cara desfigurado.

Suspeita-se que o ataque ao Pastor Umar Mulinde da Gospel Life Church em Kampala deva-se ao facto da sua conversão das trevas para a luz do islão para o Cristianismo. Segundo a New Vision, não só o pai de Mulinde foi imã, como ele provém duma rígida família muçulmana. O pastor era um sheik antes de se voltar para o Cristianismo - decisão que gerou muita comoção na sua comunidade.

O ataque ocorreu por volta das 21:00 na Véspera de Natal, e logo após o mesmo, o pastor foi levado de emergência para o International Hospital Kampala pelos membros da igreja.

A condição do pastor, entretanto, estabilizou-se o suficiente para este poder partilhar detalhes do evento:

Fui atacado por um homem que alegou ser um Cristão. Ele chamou-me em voz alta dizendo "pastor, pastor!". Quando me virei, ele despejou ácido em cima, o que me queimou parte da cara.

À medida que eu me afastava do atacante, outro homem atirou-me líquido nas costas e fugiu gritando ‘Allah Akbar ("Alá é o maior").

O pastor revelou que há já algum tempo que recebia ameaças mas que nunca as levou a sério até agora.

Fonte

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Aos comentadores maometanos que por aqui andam (escrevendo em maiúsculas e emitindo alegações claramente falsas), fica uma pergunta: se se confirmar que este ataque foi de facto levado a cabo pelos adoradores do deus Alá - o deus árabe - como é que o islão condena este acto?

sábado, 10 de dezembro de 2011

Iraque: Muçulmanos atacam lojas Cristãs








Fonte


Eis aqui algumas fotos que expressam a piedade islâmica presente no Curdistão iraquiano. Depois das rezas de 6-Feira, multidões muçulmanas entenderam mal o que havia sido dito na mesquita e lançaram-se em ataque organizado contra as lojas Cristãs. Sem dúvida que foi uma má interpretação do que o Alcorão diz que motivou este ataque.

Não é preciso dizer isto, mas os órgãos de "informação" esquerdistas, sempre tão rápidos em atacar o Cristianismo (mesmo por coisas que o Cristianismo não defende), serão igualmente rápidos em defender o islão e afirmar que estes actos não estão de acordo com os textos tidos como sagrados pelos maometanos.

Para quem não percebeu o sarcasmo, os maometanos não entenderam mal o que foi dito nas rezas de 6-Feira. Sem dúvida alguma, eles agiram de acordo com ouvira na khutba, o sermão de 6-Feira.

Eles saíram das mesquitas e executaram ataques contra os Cristãos por acharem que eles estavam a "propagar a corrupção na terra" (Alcorão 5:33).

sábado, 26 de novembro de 2011

Muçulmanos matam filhos de ex-membro do Boko Haram

Grupo militante islâmico determinado em impôr a deficiente e opressiva lei islâmica na Nigéria matou duas crianças filhos de um ex-terrorista e "assassino" que havia convertido ao Cristianismo.

Rae Burnett (Cristian Aid Mission) afirmou que o grupo Boko Haram levou a cabo o assassínio durante este mês depois de descobrir que um ex-membro se havia recusado a matar um Cristão e, em vez disso, havia aceite o Senhor Jesus como Salvador.

Burnett declarou à BosNewsLife que o pai e militante do Boko Haram "estava inclinado a cortar o pescoço da sua vítima Cristã" durante os ataques ao norte da Nigéria ocorridos durante Novembro (que resultaram na morte de pelo menos 130 Cristãos) quando foi "subitamente impactado com a dimensão do mal que ele estava em vias de levar a cabo".

Largando o seu machado, o homem correu para a igreja mais próxima, pedindo ao pastor local que o ajudasse.

Ministério indígena.

O pastor indicou-lhe um ministério levado a cabo com o apoio da CAM onde "missionários nativos estão a alcançar aldeias remotas com a Mensagem de Cristo", acrescentou Burnett.

Quando o chamamento veio, o líder do ministério lamentava a perda de vários amigos missionários, assassinados durante os ataques de Yobe State. Ele conheceu de imediato o assassino confesso e alegremente o conduziu a Cristo.

Actualmente ele está a ser discipulado secretamente devido ao extremo perigo que ele correr.

Burnett recusou-se a identificar o ex-muçulmano bem como o nome do missionário como medida de segurança.
Depois de conhecer o Senhor, o terrorista convertido e assassino telefonou aos seus antigos amigos - sem revelar o seu paradeiro - para testificar o que havia acontecido com ele.

No entanto, depois de descobrirem a conversão do muçulmano ao Cristianismo, membros do Boko Haram invadiram a sua casa, raptaram os seus dois filhos e informaram-no que haveriam de executá-los devido à sua falta de lealdade para com o islão.

Agarrado ao telefone, o homem ouviu o som das armas que mataram os seus filhos.

Embora severamente traumatizado, o ex-membro do grupo assassino Boko Haram está a "crescer no conhecimento de Cristo através dos cuidados compassivos que ele está a receber por parte dos irmãos e irmãos do ministério que o está a protegê-lo e a treiná-lo .
Ele sabe que foi chamado [por Deus] para ser um missionário junto dos muçulmanos nigerianos.

Os Cristãos conhecedores da Palavra de Deus certamente que vêem algumas semelhanças entre a história deste homem e a de outro homem que tinha o hábito de matar Cristãos: Saulo de Tarso.
E SAULO, respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote.

E pediu-lhe cartas para Damasco, para as sinagogas, a fim de que, se encontrasse alguns daquela seita, quer homens quer mulheres, os conduzisse presos a Jerusalém.

E, indo no caminho, aconteceu que, chegando perto de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu.

E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que Me persegues?

E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões.

E ele, tremendo e atónito, disse: Senhor, que queres que faça? E disse-lhe o Senhor: Levanta-te, e entra na cidade, e lá te será dito o que te convém fazer.

Actos 9:1-6

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Estudante Cristão morto por colegas de turma MUÇULMANOS por exibir uma cruz na sala de aulas

A AINA revela que a meio de Outubro os órgãos de informação egípcios reportaram uma altercação entre muçulmanos e Cristãos em torno dum lugar numa sala de aula em Mallawi, província de Minya. A altercação levou à morte do estudante Cristão.

Os órgãos de informação muçulmanos locais caracterizaram o incidente como algo não-sectário. No entanto a "Copts Without Borders", um site em torno de notícias Coptas, refutou esta versão e foi a primeira agência noticiosa a afirmar que o Cristão, Ayman Nabil Labib, foi morto por estar a usar um crucifixo.

Obviamente que se ele foi morto por se identificar como Cristão, então o seu assassínio foi sectário, contrariamente ao que a imprensa muçulmana egípcia defendeu.

O activista Mark Ebeid disse:

Nós queríamos acreditar na versão oficial uma vez que a versão Copta era uma catástrofe - levando a perseguição dos Cristãos até as escolas.
Ele culpou a igreja em Mallawi por ter-se mantido em silêncio em relação aos contornos do incidente.

Os pais de Ayman Nabil Labib, o jovem de 17 anos assassinado por muçulmanos, quebraram o silêncio e confirmaram que o seu filho foi assassinado no dia 16 de Outubro "a sangue frio por se haver recusado a tirar o crucifixo, tal como ordenado pelo seu professor muçulmano".

Nabil Labib, o pai do adolescente, afirmou numa vídeo-entrevista que o seu filho tinha uma pequena cruz tatuada no seu pulso, como é tradição entre os Coptas, bem como outra cruz que ele usava por baixo das suas roupas.

Ambos os pais confirmaram que os colegas de turma de Ayman, que estavam presentes durante o assassinato e com quem os pais se encontraram no hospital e no funeral, afirmaram que, enquanto Ayman estava na sala, foi-lhe dito que cobrisse a cruz tatuada no pulso. Ele recusou-se e desafiadoramente tirou para fora a segunda cruz que ele usava por baixo da camisa.

A mãe de Ayman disse:

O professor quase que estrangulou o meu filho e alguns muçulmanos juntaram-se ao espancamento.

Estes muçulmanos estão sempre prontos a espancar os Cristãos até à morte.

No entanto, se um muçulmano é espancado na Europa - acto que o editor do blogue de maneira alguma defende ou promove - o mundo islâmico volta-se para o que muito bem sabe fazer: actos violentos contra . . . . . . os Cristãos.


Mais uma vítima da ideologia esquerdista com o nome de "islão"
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