MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 19 de julho de 2011

Perito da comissão dos direitos humanos das Nações Unidas publica cartoon racista

Um grupo que monitoriza as acções das Nações Unidas apelou ao chefe dos direitos humanos da ONU para condenar a publicação duma caricatura racista e anti-semita por parte de Richard Falk, perito do Concílio dos Direitos Humanos da ONU em assuntos envolvendo a "Palestina".

Hillel Neuer, director executivo da UN Watch, enviou uma carta ao alto comissário para os direitos humanos dizendo:

Para que o sistema dos direitos humanos da ONU tenha credibilidade na luta contra o racismo, os seus representantes não podem ter permissão para incitar o ódio e a descriminação racial com impunidade.

Caracterizar os Judeus como cães e sedentos de sangue é algo com uma história sombria. . . . Apelamos ao sr Pillar para condenar este incitamento ao racismo por parte dum oficial dos direitos humanos, e exigimos que o sr Falk remova imediatamente a caricatura ofensiva e peça desculpas.


Eu iria mais longe: eu exigiria que ele fosse removido do cargo de perito mas não antes de tomar parte em "aulas de sensibilidade" em favor da cultura Judaica e viagens (pagas por ele) ao Yad Vashem para ver o que pessoas com a sua ideologia causaram.

Entretanto, o anti-semita Richard Falk "respondeu" ao incidente.

["Publiquei o cartoon, mas com a intenção de ilustrar a dualidade de critérios em relação à responsabilidade criminal no contexto das autorizações legais para a prisão de Qaddafi. Não descortinei conotações racistas, e certamente nenhuma implicação anti-semita, e uma vez que ofende as pessoas, removi o cartoon sem entender bem porquê"]

Esta palhaço não entende bem porquê as pessoas normais ficarem ofendidas com uma imagem que mostra um cão com vestimenta Judia devorando ossos e urinando sobre a mulher que simboliza a justiça. Atenção que ele não removeu a imagem porque ele a veja como ofensiva; ele removeu-a porque OS OUTROS pensam que ela é ofensiva. Ele pelos vistos não vê nada de mal nela

Das duas uma: ou o homem é burro que nem uma porta, ou então está a mentir de forma descarada. Fico-me mais pela segundo opção embora não exclua a conclusão da primeira.

Este incidente demonstra de forma clara (e gráfica) de que lado é que as Nações Unidas estão no que toca ao fictício e auto-gerado "problema palestino".

domingo, 22 de maio de 2011

Benjamin Netahyahu: Não vamos ceder à pressão

Obama passou 20 anos na religião do anti-semita Jeremiah Wright e o lixo que ele ouviu por lá começa a ser por demais evidente.



Mas Benjamin Netahyah não se atemoriza com as palavras de Hussein Obama.


segunda-feira, 18 de abril de 2011

Mesquita de Lisboa apoia venda de literatura neo-nazi

Fonte

yossufmaomebombas.jpg

O assunto já foi abordado pelo Observatório da Jihad, mas acrescento alguns pormenores. A Feira do Livro Islâmico, que se realiza todos os anos na Mesquita de Lisboa (onde pontifica o Xeque David Munir), é uma oportunidade para adquirir obras de um ilustre neo-nazi e partidário da supremacia branca.

O organizador desta feira, Yossuf Adamgy, há mais de duas décadas que publica e distribui em Portugal “obras islâmicas” (?) com o apoio da Mesquita de Lisboa, onde se realiza anualmente a tal Feira do Livro Islâmico.

Para além de excertos de obras de David Duke, um ex-líder do Ku Klux Klan e anti-semita confesso, o sr Yossuf Adamgy publica, com frequência, na revista Ál-Furqan, textos da autoria de conhecidas personalidades, nomeadamente teólogos islâmicos de pendor profundamente racista e anti-semita.

Por exemplo, na edição nº 41, correspondente aos meses de Janeiro/Fevereiro de 1988, pode ler-se um artigo assinado pelo Xeque Aminuddin Mohamad, que foi conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa (agora presidida pelo banqueiro Abdul Karim Vakil) e actualmente é um dos mais importantes líderes espirituais muçulmanos de Moçambique. Foi, aliás, nessa qualidade, que o referido Xeque lançou um boicote ao semanário Savana, por este ter publicado as famosas caricaturas dinamarquesas.

Título do artigo da Al-Furqán: “Será que os judeus são dotados de humanidade?”. Uma breve passagem desse mesmo artigo:”O judeu não possui boas qualidades; não conhece a misericórdia, nem a simpatia; odeia toda a gente que não seja judeu (…) está demonstrado que as qualidades dos judeus são desumanas (..)”. A argumentação é baseada em frases retiradas da Tora e do Velho testamento.

O artigo termina com a seguinte conclusão: “Por consequência, os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”.

É caso para perguntar: Será que o sr. Yossuf Adamgy, muçulmano e cidadão português natural de Moçambique, conhece a Constituição da República Portuguesa?

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Muçulmanos atacam homem por este "parecer-se com um Judeu"

Este crime de ódio contra o Judeu foi reportado pela escritora e advogada Judia Debbie Schlussel. Fica a tradução.

O leitor Duane tem um bom nome para isto: WWJ — Walking While Jewish (Andando Como um Judeu). Nos dias que correm, isto é algo que não se pode fazer em França (nem na Suécia. . . e nem em muitas outras áreas onde a população muçulmana está em crescimento).

A propósito, o termo "norte africano" é um eufemismo para "muçulmano". Quando se trata de violência islâmica é sempre preciso colocar as coisas de uma forma que ilibe os muçulmanos. Já sabem como é. O regras do politicamente correcto.


Segundo a European Jewish Press, um homem de 21 anos da cidade de Villeurbanne no sul da França foi alegadamente severamente ferido na semana passada depois de ter sido agredido por dois homens de origem norte-africana [♦ muçulmanos ♦].

De acordo com a reportagem, o incidente da 5ª Feira ocorreu depois do homem caminhar para casa depois de uma aula de Torah na Sinagoga local.

Os dois agressores [♦ muçulmanos ♦] alegadamente aproximaram-se do homem e perguntaram-lhe pelo nome. Depois de ouvirem a resposta, os dois homens disseram: "Tu não pareces ser chamado Antoine; tu pareces ser um Judeu. Tu és um Judeu."

Hey, isto parecem ser as histórias que os meus avós sobreviventes do Holocausto me disseram relativas ao facto de lhes serem exigidos os papéis durante a era em que o nacional socialismo dominava, e serem chamados de "Moisés" (nome que, na Polónia, eles usavam contra as pessoas que "pareciam" serem Judias). Isto foi pouco antes deles e as suas famílias inteiras serem enviadas para os campos da morte.

A polícia local iniciou uma investigação. Uma fonte policial disse à uma agência noticiosa francesa que "o tom tornou-se mais exaltado entre os três jovens. Houve uma troca de socos e os dois jovens de origem norte-africana [♦ muçulmanos ♦] tiraram uma "gun ball" e possivelmente um cacetete".

Vocês pensam que os muçulmanos nos EUA são diferente ou únicos de umma forma ou outra? Pensem outra vez. Não há diferença a não ser no seu número....e mesmo isso está a mudar rapidamente.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Foto do ano na Turquia é a de um Judeu a sangrar

A Turquia é mais um país da sua área geográfica que parece mergulhar cada vez mais no abismo do islão. Embora a sua população tenha sido consistentemente muçulmana (quase 99%), as forças políticas sempre tentaram manter uma liderança secular.

Indo contra o que é normal nos países que se encontram debaixo do jugo do islão, a Turquia chegou a ter uma boa relação com Israel (mais da parte dos militares), mas agora as coisas parecem estar a mudar e a seguir na direcção do ódio e do anti-semitismo.

A Ynet News informa-nos agora que a foto dum soldado Judeu a sangrar (um dos que entrou no barco Marmara) venceu o prémio de "Fotografia do Ano em 2010". Este concurso é levado a cabo pela associação de fotojornalismo da Turquia.

Nove pessoas foram mortas dentro do barco turco quando o exército Israelita encontrou resistência feroz por parte dos "activistas da paz" armados com todo o tipo de armas.

Um dos sites de maior dimensão da Turquia usou essa foto para criar um jogo de puzzle para os seus leitores. Sim, porque nada melhor para a nossa cultura e diversão que vêr um Judeu a sangrar.

A foto mostra um soldado Judeu com a sua cara coberta de sangue enquanto 3 passageiros do Marmara (muçulmanos e activistas "pacíficos", não se esqueçam) o agarram e torcem o seu braço. A foto foi tirada por um fotógrafo turco que escondeu cópias em bolsos ocultos e conseguiu retirá-las de Israel.

Os média turcos não se preocuparam em enevoar as manchas de sangue ou a cara do soldado Judeu.

As fotos vencedoras foram escolhidas de entre 1,632 fotos categorizadas em 6 divisões. Os prémios foram entregues no princípio do mês num evento onde se encontravam presentes o presidente da câmara parlamentar turco, o vice-primeiro ministro e vários parlamentares.

Muçulmanos gostam de vêr judeus a sangrar?

Há poucos dias atrás tivemos a terrível notícia de uma família judaica ser barbaramente chacinada pela calada da noite, por um ou mais muçulmanos. Agora ficamos a saber que os islamitas da Turquia dão prémios a quem tira fotos de Judeus a sangrar.

Donde vem este ódio aos Judeus tão comum entre os muçulmanos? Precisamente nas palavras e acções do fundador da sua religião. Maomé disse:

"Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
  • Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos."

(Fonte)

O fundador da seita islâmica disse ainda:
A Hora [do Julgamento Final] não chegará antes dos muçulmanos matarem todos os Judeus, e todas as pedras e todas as árvores, atrás das quais estiver escondido um Judeu, alertarem os muçulmanos para virem matar os Judeus que aí se encontrarem.
(Sahih Muslim, Book 041, Number 6985)
Se a forma dos muçulmanos trazerem o "reino de Alá" sobre a Terra depende deles matarem os Judeus, adivinhem o que eles irão fazer? Adivinhem o que eles vão ensinar nas escolas e madrassas? E Israel é suposto fazer acordos de "paz" com pessoas com esta mentalidade?

É por tradições islâmicas como esta que os muçulmanos odeiam os Judeus: o seu profeta assim os ensinou. Os turcos e os assassinos da família Fogel estão apenas a seguir os ensinamentos do seu "profeta".

domingo, 13 de março de 2011

Palestinos distribuem rebuçados depois de saberem que um palestino assassinou 5 Judeus

Um terrorista muçulmano esfaqueou e matou cinco membros da mesma família num acampamento em Itamar no passado Sábado de manhã. Três crianças foram barbaramente mortas, incluindo um bebé.
Mortas por um escravo de allah.

Mais tarde, os palestinos celebraram a matança de crianças judias distribuindo rebuçados entre si. A YNet News reportou que os residentes da cidade de Rahah saíram à rua para celebrar o ataque terrorista onde os tais 5 membros da família foram assassinados enquanto dormiam. Os locais ofereceram rebuçados e outros doces e um dos residentes disse que a alegria "é a resposta natural ao mal que os colonos causam aos palestinos residentes no West Bank."

Não se sabe qual foi o "mal" que as crianças e o bebé assassinados causaram ao terrorista muçulmano que as matou enquanto elas dormiam.

Entretanto, o primeiro ministro palestino Salam Fayyad disse que ele "claramente e de um modo firme condeno o ataque tal como condenei os ataques contra os palestinos". A óbvia diferença é que enquanto Israel faz os possíveis para neutralizar os combatentes (e não os civis), os muçulmanos focam-se nos civis judeus uma vez que o exército israelita é demasiado forte para eles.

Quão corajoso dos muçulmanos: matar bebés durante o seu sono. Sem dúvida que allah está orgulhoso.

- Havia uma família por ali!! Como é que pudeste disparar?!! (lado Israelita)
- Havia uma família por ali. Como foi possível teres falhado? (lado assassino)

O ministro palestino acrescentou ainda:

Somos contra todos os tipos de violência [mentira]. A nossa posição não mudou. Tal como já dissemos várias vezes no passado, nos condenamos de forma categórica a violência e o terror, independentemente da identidade das vítimas ou dos perpetradores.


Mais taqqiyah (mentira aprovada pela doutrina islâmica) em acção. Obviamente que o líder palestino não é contra a morte de inocentes judeus uma vez que isso serve os seus propósitos. Se eles realmente fossem contra este tipo de barbárie, eles não dariam nomes de suicidas bombistas a instituições aprovadas pela autoridade palestina.

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