MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

O povo mais perseguido do mundo

Por Paul Vallely

Pelo menos uma mulher está segura; ao longo da sua gravidez, ela esteve presa em Cartum, capital da República do Sudão, vivendo com a terrível expectativa de ser enforcada mal o bebé nasça. O seu crime foi o de ter casado com um homem Cristão, e ter sido acusada de apostasia - renúncia da fé islâmica - embora ela mantenha que  nunca tenha sido muçulmana. Na Quinta-Feira, o calvário de oito meses de Meriam Ibrahim finalmente chegou ao fim quando ela saiu do país para em direcção a Roma, onde ela e o seu bebé conheceram o Papa e o Vaticano.

Mas o que aconteceu aos cerca de 3,000 Cristãos de Mosul foi uma história completamente diferente, visto que muçulmanos fanáticos expulsaram-nos das suas casas no norte do Iraque depois de ter sido anunciada uma fatwa nas mesquitas locais a ordená-los a converterem-se ao islão, submeterem-se ao seu domínio, pagar o imposto religioso (jiziyah), ou arriscarem-se a serem mortos se por acaso resolvessem ficar. A última Cristã a abandonar a cidade foi uma senhora deficiente física que não conseguia movimentar-se. Os fanáticos chegaram à sua casa e disseram que eles iriam cortar a sua cabeça com uma espada.

A maior parte das pessoas do Ocidente ficariam surpreendidas pela resposta a esta questão: quem é o povo mais perseguido do mundo? Segundo a International Society for Human Rights, um grupo secular com membros de 38 países distintos, 80% de todos os actos de discriminação religiosa no mundo é dirigido aos Cristãos.

O Centre for the Study of Global Christianity dos Estados Unidos estima que 100,000 Cristãos morrem anualmente, atacados por motivos da sua fé - isto são, 11 Cristãos mortos por hora. O Pew Research Center disse que a hostilidade atingiu o ponto mais alto em 2012, quando os Cristãos enfrentaram algum tipo de discriminação em 139 países, quase três quartos das nações do mundo.

Tudo isto parece ser contra-intuitivo aqui no Ocidente, onde a história do Cristianismo tem sido de domínio cultural e controle desde que o Imperador Constantino se converteu e fez o Império Romano adoptar o Cristianismo no século 4. No entanto, os factos óbvios é que os Cristãos estão a apodrecer nas cadeias do Paquistão por blasfémia, as suas igrejas estão a ser queimadas e os congregantes estão a ser regularmente assassinados na Nigéria e no Egipto, que viu recentemente a pior vaga de violência anti-Cristã em sete séculos.

O pogrom anti-Cristão mais violento do século 21 viu até 500 Cristãos mortos à machadada por radicais hindus de Orissa (Índia), com outros milhares de feridos, e mais de 50,000 a perderem as suas casas. Em Burma, Chin e Karem, os Cristãos são regularmente sujeitos à prisão, tortura, trabalho forçado e ao assassínio.

A perseguição está a crescer na China, e na Coreia do Norte um quarto dos Cristãos locais vivem em campos de trabalhos forçados depois de se terem recusado a fazer parte da seita nacional estatal, fundada por Kim Il-Sung. Somália, Síria, Iraque, Irão, Afeganistão, Arábia Saudita, Iémen e as Maldivas são países que se encontram entre os 10 primeiros na lista dos piores países para um Cristão viver.

Algumas poucas vozes fizeram-se ouvir no Ocidente em torno deste assunto. O historiador religioso Rupert Shortt escreveu um livro com o nome de Christianophobia. O mais conhecido jornalista da religião, John L Allen Jnr, publicou o livro The Global War on Christians. O antigo rabino-chefe Jonathan Sacks disse perante a Câmara dos Lordes que o sofrimento dos Cristãos do Médio Oriente "é um dos maiores crimes contra a humanidade do nosso tempo". Ele comparou esse crime aos pogroms Europeus contra os Judeus, e disse que se encontrava "chocado com a falta de protesto que [esse sofrimento] evocou".

Porque é que isto acontece numa cultura está pronta a fazer protestos públicos contra ferocidade do bombardeamento de Israel a Gaza ou contra o comportamento da Rússia na Ucrânia? Em parte, isto deve-se ao facto da nossa intelligentsia ainda se encontrar presa a formas antigas de pensar em relação ao Cristianismo, como força dominante na hegemónica história do Ocidente. (....)

Uma falsa dicotomia entre a religião e a igualdade foi erigida, e isso resultou numa sucessão de novas histórias, comparativamente triviais, de recepcionistas a serem proibidas de usar jóias religiosas ou enfermeiras a serem suspensas por se disponibilizarem para orar em favor da recuperação dum paciente. A adopção da retórica da perseguição em tais assuntos obscurece a verdadeira perseguição de Cristãos a serem mortos ou expulsos das suas casas em outras partes do mundo.

A maior parte dos Cristãos do mundo não se encontram num frente a frente com secularistas intolerantes em torno de assuntos tão pequenos. No Ocidente, o Cristianismo pode-se ter tornado com o passar do tempo numa fé abraçada pela classe média e colocada de parte pela classe operária, mas no resto do mundo, a esmagadora maioria da população é pobre, e muitos deles batalham contra maiorias culturais antagónicas, e têm prioridades distintas nas suas vidas.  O paradoxo que isto causa, tal como ressalva Allen, é que os Cristãos do mundo caem no meio da divisão esquerda-direita: eles são demasiado religiosos para os esquerdistas, e demasiado estrangeiros para os conservadores.

Junto da elite secular do Reino Unido é socialmente respeitável olhar para o Cristianismo como algo estranho, e é permitido intimidar um pouco os seus aderentes. Isto origina a realidade política surreal onde o Presidente Obama visita a Arábia Saudita mas "não tem tempo" para levantar a questão da supressão do Cristianismo neste país rico em petróleo, e onde o Primeiro-Ministro David Cameron recebe críticas por parte dos não-liberais secularistas devido à historicamente inquestionável afirmação de que a cultura Britânica foi formada segundo valores Cristãos.

A realidade de se ser Cristão na maior parte do mundo é muito diferente. Isto apenas aumenta a tragédia que o Ocidente tarda em compreender - ou tarda em ouvir o apelo de homens tais como o Patriarca Católico de Jerusalém Fouad Twal quando ele pergunta:

Será que alguém ouve o nosso clamor? Quantas atrocidades teremos que suportar até que alguém, em algum lugar, venha em nosso socorro?


Fonte:  http://ind.pn/112mXHm

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Os adoradores de Alá - o deus de meca - são os principais responsáveis pela tragédia que aflige os servos do Senhor Jesus Cristo, mas muito perto deles (em ódio anti-Cristão) encontram-se os seguidores de Karl Marx, Genrikh Yagoda (fundador do NKVD que matou milhões de Cristãos na Ucrânia), Lazar Kaganovich e muitos outros anti-Cristãos..

domingo, 26 de outubro de 2014

O porquê de ser perigoso confiar nos seguidores de Maomé

Artigo Presente no Site RaymondIbrahim.com

Embora eu já esteja a viver no mundo islâmico há já quase 3 anos, os eventos descritos na história que se segue surpreenderam-me. Acho que a ideia de ser traída por um amigo ou por um colega de trabalho com quem já tenho uma longa ligação cordial ainda é difícil de aceitar. Devido a isto, quando soube que um grupo de mulheres muçulmanas traiu as suas colegas Cristãs como forma de assegurar uma posição permanente para as suas colegas muçulmanos, eu fiquei espantada.

Os eventos que levaram à traição começaram em Março de 2014 num hospital governamental em Lahore, Paquistão, onde enfermeiras Cristãs e muçulmanas já trabalhavam juntas há vários anos sem qualquer tipo de problema. Numa tentativa de poupar dinheiro, o governo tomou a decisão de não renovar o contrato das enfermeiras classificadas como temporárias (as enfermeiras ou eram permanentes ou temporárias, estas últimas com renovações anuais de contratos).

Por motivos óbvios, a equipa da enfermaria não ficou feliz com esta decisão governamental visto que as temporárias iriam ficar sem emprego enquanto que as efectivas iriam ver as suas horas de trabalho aumentar sem que com isso fossem proporcionalmente recompensadas. Num gesto de solidariedade, as enfermeiras Cristãs e as muçulmanas decidiram protestar os cortes na equipa em frente ao hospital (Ruth e Sandra representaram as enfermeiras Cristãs).

Pouco depois do protesto ter começado, a polícia chegou e perguntou às líderes das protestantes o propósito da manifestação. Ruth explicou-lhes a situação mas foi dito às enfermeiras que elas estavam erradas e que elas deveriam voltar para casa. Foi então que as representantes muçulmanas disseram à polícia que elas [as muçulmanas] eram apenas espectadoras e que não faziam parte do protesto.

Quando os polícias ouviram isto, prenderam as enfermeiras Cristãs, que, ainda em choque com a traição das colegas muçulmanas, gritaram "Olhem à vossa volta! É claro que elas estavam aqui a protestar connosco!". A polícia ignorou o óbvio e prendeu as 17 enfermeiras Cristãs por "conduta desordeira".

No dia seguinte, as autoridades muçulmanas locais visitaram as enfermeiras (que haviam sido libertas sob fiança) e disseram-lhes que se elas se demitissem, nenhum acusação lhes seria feita. As enfermeiras Cristãs aperceberam-se então que o protesto se havia transformado num esquema para substituir as enfermeiras Cristãs, que tinham estatuto permanente, pelas enfermeiras muçulmanas, que tinham estatuto temporário. As enfermeiras Cristãs recusaram-se a apresentar a demissão e disseram que iriam lutar contra a injustiça nos tribunais.

Curiosamente, este tratamento injusto chamou a atenção de algumas pessoas dos média muçulmanos, que expressaram a sua simpatia para com as enfermeiras Cristãs. Eles juntaram forças com organizações Cristãs e pressionaram o governo a abandonar imediatamente as acusações, e a dar de volta às Cristãs o seu emprego. Uma semana mais tarde, as enfermeiras Cristãs voltaram para o hospital e tudo parecia estar normal (o governo renovou também os contratos das enfermeiras temporárias).

Infelizmente, as enfermeiras muçulmanas ficaram zangadas com o facto das suas irmãs muçulmanas não terem obtido estatuto permanente e devido a isso, espalharam o rumor de que Ruth e Sandra haviam blasfemado contra o islão. No espaço duma hora as duas mulheres Cristãs foram forçadas a sair do hospital devido às ameaças violentas que receberam da parte dos membros da equipa. O marido da Sandra, que já trabalhava como técnico de laboratório há vários anos, foi também forçado a sair.

Sabendo muito bem o que estava para acontecer, tiraram os seus filhos da escola e esvaziaram as suas contas bancárias. Durante esse período, o marido da Ruth telefonou-lhe para dizer que ele havia sido despedido da posição de gerente de hotel, cargo que ele já tinha desde 1999.

Nessa noite, enquanto se encontravam sentados à mesa tentando organizar o seu pensamento em relação aos eventos desse dia, receberam uma chamada dum amigo,  dizendo-lhes que uma multidão se dirigia até à sua casa para os matar. Eles pegaram em tudo o que tinham, e fugiram para uma casa do campo pertencente à família de Ruth. De lá, pediram visas para a Tailândia, onde se juntaram a mais de 7,000 refugiados Paquistaneses que estão actualmente a viver na Tailândia devido à perseguição religiosa.

Tal como disse a Amnistia Internacional em 1994:
Durante os últimos anos várias pessoas foram acusadas de blasfémia no Paquistão; em todos os casos conhecidos pela Amnistia Internacional, as acusações de blasfémia parecem ter sido levantadas arbitrariamente, fundamentadas em nada mais que as crenças religiosas minoritárias dos indivíduos. . . . . As evidências disponíveis em todos estes casos sugerem que as acusações foram levantadas como forma de punir membros das comunidades religiosas minoritárias.... Em muitos casos, a hostilidade para com grupos religiosos minoritários parece ser aumentada pela inimizade pessoal, rivalidade profissional ou económica, ou por um desejo de obter algum tipo de vantagem política. 
Consequentemente, a Amnistia Internacional chegou à conclusão que a maior parte das pessoas que enfrentam acusações de blasfémia, ou que são condenadas com base em tais acusações, são prisioneiras de consciência, detidas apenas e só devido às suas crenças religiosas, reais ou imputadas, em violação do seu direito à liberdade de pensamento, consciência e religião. (Crucified Again, p.136)
Fonte  http://bit.ly/1mFH487

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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

As lágrimas do muçulmano iraquiano

Apresentador de televisão iraquiano começou a chorar no preciso momento em que se falava no que o grupo terroristas islãmico EIIL tem estado a fazer aos Cristãos do país. Em Julho último, durante uma conversa que decorreu na Asia TV, Nahi Mahdi cobriu a cara à medida que chorava, dizendo:

Eles são a nossa carne e o  nosso sangue. Alguns foram para a Suécia e outros para a Alemanha. Quem é que eles [EIIL] pensam que são para fazerem isto aos nossos conterrâneos?

Dezenas de milhares de Cristãos Iraquianos foram forçados a fugir do EIIL à medida que este grupo muçulmano se vai tornando cada vez mais poderoso. Em Julho, este grupo deu um ultimato aos Cristãos: convertam-se ao islão, paguem a jiziyah, abandonem tudo e fujam, ou morram.

O nosso país é como uma rosa, e as suas pétalas são os Cristãos, os Árabes, os Curdos, os Sabeus, o Povo Shabak. Todos eles são nossos conterrâneos.

Outro panelista concordou, afirmando:

Os Cristãos não fizeram nada de mal. Eles não prejudicaram uma única alma. Eles são pessoas pacíficas e amam todas as seitas. Eles são pessoas honradas, com valores morais elevados. Nós estamos 100% solidários com eles.


Fonte: http://bit.ly/1nmD334

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O que este nobre maometano não sabe (ou sabe mas não quer dizer) é que o comportamento levado a cabo pelo EIIL está 100% de acordo com os ensinamentos de Maomé e do seu deus de estimação, Alá. O próprio gesto de "oferecer" alternativas aos não-maometanos antes de os atacar é algo que o próprio Maomé fez sempre que invadiu ou mandou invadir uma povoação.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

As vítimas Cristãs esquecidas de Aleppo

Andando pelas vizinhanças predominantemente Cristãs da cidade de Aleppo - Azizieh, Siryan, Sulaimaniyah e Midan - ainda se podem ver os cartazes dos dois bispos, raptados pelos militantes islâmicos no ano passado, pendurados sobre as janelas das lojas, sobre as paredes e até nos carros. As pessoas por aqui não os esqueceram visto que o evento ainda se encontra bem fresco e bem doloroso tal como se ele tivesse ocorrido ontem. O rapto dos bispos foi um evento simbólico, indicado o colapso generalizado das relações comunitárias inter-religiosas num países sob o reino duma guerra civil sectária, e marcou o fim duma longa era de paz e de segurança relativas para os Cristãos da Síria.

As próprias ruas exibem um tipo de "normalidade" enganadora e surreal, o tipo de "normalidade" onde edifícios esburacados, ruas com buracos, carros destruídos, e até calçadas manchadas de sangue são visões normais e esperadas à medida que as pessoas seguem a sua vida normal sem olhar duas vezes. Esta é a vida actual, e esta é a realidade aqui. Como as coisas eram antes da guerra é irrelevante, as memórias daqueles lindos e distantes dias não importam e nem são mais levados em consideração.

O medo é palpável na cidade; ele paira de modo pesado no ar e um pouco por todo os sítios onde se vai, semelhante a um potente e enjoativo perfume. Ainda é possivel ver o medo no olhar das pessoas, nas linhas profundas das suas faces; pode-se ouvir o medo através da forma como andam e nas suas conversas; só se fala nisso.

Mas um novo tipo de medo permeia esta antiga e profundamente enraizada comunidade. O genocídio e a limpeza étnica são ameaças reais que assombram a consciência colectiva dos Cristãos da Síria. O destino terrível que se abateu sobre os seus co-religionistas do outro lado da fronteira em Mosul fez com que esta realidade fosse assimilada duma forma brutal e assustadora. A genocida e niilista seita da morte conhecida como "Estado Islâmico" está determinada em destruir tudo o que não seja igual a ela, e tem estado envolvida numa violência imparável que deixou para trás um trilho de corpos decapitados e valas comuns, normalmente corpos de minorias étnicas e religiosas.

Os militantes não escondem as suas campanhas genocidas compostas por matanças em massa e violência medieval; pelo contrário, para além de se divertirem com elas, eles celebram-nas abertamente e com alegria. Para eles, a violência não é um meio para um fim, mas o próprio fim.


Yousef é um lojista na vizinhança predominantemente Cristã de Sulaimaniyah, que testemunhou bombardeamentos constantes por parte dos rebeldes desde que a guerra civil dividiu o país em Julho de 2012. O seu irmão serve no exército Sírio em Damasco. Durante uma conversa, ele falou-me das questões e ansiedades predominantes que estão a atravessar a sua comunidade:

Porque é que os muçulmanos moderados não fazem mais para parar os extremistas que se encontram no meio deles? Será que eles concordam com a sua ideologia e com o seu extremismo? Vimos centenas de milhares de protestantes nas ruas manifestando-se contra os abusos do regime, portanto, porque é que não estamos a ver milhares de protestantes contra o que o EIIL tem vindo a fazer? Pior, temos visto actualmente muitas pessoas e grupos rebeldes a juntarem-se a eles. Existem muitas centenas destes grupos rebeldes, mas eles são todos iguais, todos eles têm esta ideologia extremista contra nós. A minha conclusão é que estes grupos e o EIIL têm o apoio das forças anti-governamentais para o que estão a fazer.

Os Cristãos da Síria tentaram, no seu todo, ficar de parte desta furiosa guerra civil mas frequentemente vêem-se envolvidos na confusão e nestes eventos sangrentos. Em mais do que uma ocasião, os Cristãos tornaram-se no ponto central da acção, tal como em Maaloula, Yabrud e Kassab, bem como em raptos altamente publicitados de freiras e sacerdotes.

Mas as vozes começam a questionar se eles devem continuar na sua neutralidade durante este conflito, que eles olham como um que se modificou para se tornar num conflito que os tem como alvo, e que está a ameaçar a sua comunidade com a aniquilação. Muitos acreditam que pegar em armas, pelo menos para auto-defesa, é uma escolha sábia, mas outros sentem que isto iria irritar e inflamar ainda mais os seus inimigos, fazendo com que eles venham a levar a cabo actos criminosos ainda mais horrendos.

Tal como muitos habitantes do Oeste de Aleppo, também alguns Cristãos tiveram que fugir à violência que rasgou a sua cidade; muitos nunca mais irão regressar. Mas ao contrário do êxodo em massa dos Cristãos em outros lugares, de modo geral, os Cristãos de Aleppo ficaram na sua cidade, sugerindo que a comunidade Cristã de Aleppo permanece ainda conectada com a sua casa ancestral, e são uma parte integral do diverso mosaico social, étnico e cultural da cidade.

Mas o medo duma limpeza étnica tal como aquela que está a ser observada no Iraque ainda causa medo. George, mecânico e dono duma garagem em Sulaimaniyah, afirmou:

Os Cristãos de Aleppo não irão ficar se o regime perder o controle da cidade. A sua estadia aqui será finalizada. Talvez para sempre. Os jihadis takfiri assegurar-se-ão disso. O seu plano é o de limpar a nação de pessoas não-sunitas. Por enquanto, eles estão a usar tácticas de medo e propaganda para intimidar as pessoas de modo a que elas abandonem a cidade antes deles chegarem; é assim tão fácil. É por isso que eles levam a cabo esses crimes macabros perante as câmaras, para vencer sem que tenham que disparar uma única bala. E quando eles invadem novas áreas, eles queimam as nossas igrejas e confiscam as nossas casas e os nossos negócios. Eles querem apagar todos os traços da nossa presença nas nossas terras. Que tipo de mensagem estão eles a emitir? Porque é que alguém haveria de querer juntar-se a tua religião sob ameaça?

George acusa o Ocidente de ser cúmplice da remoção de Cristãos do Médio Oriente:

Porque é que os Estados Unidos não levaram a cabo acções militares quando o EIIL perseguiu os Cristãos em Raqqa e Mosul? Porque é que só agora, quando são os Yazidis a serem atacados, é que eles levaram a cabo uma acção militar? Existe um plano de remoção de todos os Cristãos do Médio Oriente. É uma coisa de doidos. O Ocidente tem os mesmos planos que os terroristas têm para nós! E isto é claro: actualmente a França está a aceitar os refugiados Cristãos provenientes do Iraque, mas no Mali, a França enviou um exército para derrotar os terroristas. Será que eles são terroristas no Iraque e no Mali, mas revolucionários na Síria?

Muitos do argumentos que Yousef e George abordaram foram ecoados por toda a comunidade Cristã em Aleppo, indicando a sua partilhada situação e ansiedade, independentemente da sua afiliação política. Nem todos os Cristão de Aleppo apoiam o regime; de facto, uma larga percentagem deles não apoia, mas igualmente significante é que não se encontrará Cristão algum que dê o seu apoio aos rebeldes.

O bombardeamento recente e repetido da Igreja Católica Siríaca, um edifício enorme e icónico bem no centro da antiga comunidade Cristã de Azizeh, é visto por muitos como uma mensagem clara por parte dos rebeldes, revelando as suas verdadeiras intenções em relação à comunidade Cristã. Yousef afirma:

Já não há mais necessidade de manter a pretensão de libertação e liberdade. Eles [os rebeldes] foram bem sucedidos em vender essa imagem para o mundo exterior ao mesmo tempo que levavam a cabo as suas verdadeiras intenções na Síria em plena luz do dia.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Victoria Wasteney e a ilegalização do Cristianismo

Mulher Cristã deu início a um processo legal depois de ter sido disciplinada pela NHS por ter orado por uma colega maometana. Victoria Wasteney, terapeuta ocupacional sénior numa das áreas mais racialmente diversas do país, foi também acusada de ter maltratado [inglês: "bullying] a colega depois de lhe ter dado um livro onde se lia uma história duma mulher maometana que se converte ao Cristianismo.

Para além disso, os gerentes seniores disseram à Senhorita Wasteney que era impróprio da sua parte convidar a mulher maometana para desportos comunitários organizados pela sua igreja. As queixas levaram a que a Senhorita Wasteney fosse suspensa por 9 meses.

Três acusações foram mantidas contra a mulher de 37 anos após a audiência interna preliminar em Fevereiro último, e cinco acusações foram consideradas sem fundamento. Ela teve que aceitar um aviso final escrito no emprego, que permanecerá no seu registo durante 12 meses, bem como ela teve que aceitar uma vasta gama de outros requerimentos feitos com o propósito de impedir que ela falasse da sua fé com os seus colegas.

A Senhorita Wasteney, que é de Essex, disse que ela está a desafiar os seus empregadores num tribunal porque o politicamente correcto dentro da NHS estava a amordaçar conversas normais centradas na fé:

Acredito que a tolerância é para todos, e é por isso que estou a colocar em causa o que aconteceu comigo.

A jovem mulher maometana foi nomeada como terapeuta ocupacional numa equipa de 30 profissionais gerida pela Senhorita Wasteney, na "East London NHS Foundation Trust".

Uma das primeiras conversas que eu me lembro foi uma onde ela me disse que se havia mudado recentemente para Londres. Ela sentia que Deus tinha um plano real e um propósito para ela.

A Senhorita Wasteney disse à sua colega que ela frequentava uma igreja, mas "fui muito cuidadosa porque o nosso ambiente é tal que estas coisas podem ser mal interpretadas, e sendo ela duma cultura diferente, eu sabia que eu tinha que respeitar isso". A Senhorita Wasteney disse que a mulher estava interessada no trabalho comunitário feito pela sua igreja contra o tráfico de seres humanos.

Durante um certo período de tempo, a Senhorita Wasteney disse que convidou a sua colega para vários eventos organizados pela sua igreja, e nunca mais pensou nisso. Mais tarde, quando a mulher estava à beira de abandonar o emprego para se submeter a tratamento hospitalar, a Senhorita Wasteney deu-lhe um livro para que ela o lesse durante a sua recuperação.

Este livro havia-me sido recomendado por um amigo, e tinha  título de "I Dared to Call Him Father". Eu ainda não o tinha lido e ainda nem o li, mas sei que é uma história da forma como uma mulher muçulmana se converteu ao Cristianismo.

Visto que eu já havia tido este tipo de conversas, isso não pareceu anormal. De certo que eu  não estava a tentar convertê-la ao Cristianismo, tal como me foi dito mais tarde.

Noutra ocasião, a mulher veio ter com a Senhorita Wasteney no seu escritório, em lágrimas, triste com a sua saúde e com problemas que tinha em casa.

Disse-lhe que ela tinha uma fé forte, e que ela deveria ir buscar forças precisamente aí.... Disse-lhe "Ora!" Ela disse-me que não podia orar, e como tal, eu respondi, 'Talvez eu possa orar por ti?' E ela disse 'Ok'. Perguntei-lhe se eu poderia colocar a minha mão no seu joelho, e ela disse que sim. Já não me lembro se disse "Senhor" ou "Deus", mas falei o que eu penso que foi a coisa mais neutral possível. Depois disso, eu disse, "Confio que Tu [Deus] lhe trarás paz e que Tu lhe trarás a cura.

Em Junho do ano passado, foi dito à Senhorita Wasteney que as queixas contra ela haviam-se baseado no seu "assédio" e no seu "bullying". Uma audiência preliminar levada a cabo no seu emprego em Fevereiro último determinou que ela era culpada de três acusações de mau comportamento - orar com uma colega, dar-lhe um livro e convidá-la para eventos organizados pela sua igreja.

O caso da Senhorita Wasteney têm o apoio da "Christian Legal Centre", que já instruiu Paul Diamond, um dos advogados mais importantes da luta pelos direitos humanos.

Andrea Williams, chefe-executiva da "Christian Legal Centre", disse que o caso demonstra que o "NHS está, de modo crescente, a ser dominado por uma sufocante agenda esquerdista que escolhe contorcer-se par acomodar certas crenças, mas pune os Cristãos". (...)

Fonte: http://bit.ly/1qJeOSL

sábado, 19 de abril de 2014

Embaixador Israelita: "Chegou o Holocausto dos Cristãos"

O embaixador Israelita para as Nações Unidas escreveu um artigo de opinião para o Wall Street Journal que ecoa muito do que se tem dito sobre a perseguição de Cristãos no Médio Oriente. 

Resumidamente, o que está a acontecer aos Cristãos actualmente está a tornar-se rapidamente numa repetição do que aconteceu aos Judeus durante a 2ª Grande Guerra. O artigo tem que ser lido:
Durante esta semana, à medida que os Judeus celebram as festividades relacionadas com a Passagem, eles comemoram a história Bíblica do Êxodo que descreve uma série de pragas infligidas ao antigo Egipto que libertou os Israelitas, permitindo que eles voltassem para a Terra Prometida. Mas durante o último século, outro êxodo, levado a cabo através duma praga de perseguições, tem afligido o Médio Oriente e esvaziado a região da sua população Cristã. Esta perseguição está particularmente virulenta nos dias de hoje. 
O Médio Oriente pode ser o local de nascença de três religiões monoteístas, mas algumas nações Árabes estão determinadas em tornar este mesmo Médio Oriente no cemitério duma delas. Por 2000 anos as comunidades Cristãs fizeram parte da região, enriquecendo o mundo Árabe [sic] com literatura, cultura e comércio. Ao virar do século 20, os Cristãos eram 26% da população do Médio Oriente, Hoje, esse número baixou para menos de 10%. Os governos extremistas e intolerantes têm expulsado as comunidades Cristãs que têm vivido no Médio Oriente desde que a sua fé nasceu. 
Nos escombros de cidades Sírias tais como Aleppo e Damasco, os Cristãos que se recusaram a converter ao islão foram raptados, baleados e decapitados pelos combatentes islamitas da oposição. No Egipto, turbas de membros da Irmandade Muçulmana queimaram igrejas Cristãs da mesma forma que eles destruíram sinagogas Judaicas. No Iraque, os terroristas propositadamente atacaram os congregantes Cristãos. No último Natal, 26 pessoas foram mortas quando uma bomba rasgou através duma multidão de adoradores quando esta saía duma igreja numa vizinhança do sul de Bagdade com o nome de Dora. 
Por todo o Médio Oriente, os Cristãos estão a perder as suas vidas, as suas liberdades, os seus negócios e os seus locais de adoração. Não é de admirar que os Cristãos nativos tenham buscado refúgio nos países vizinhos - mas em muitos casos eles puderam constatar que eram igualmente mal-vindos. Durante os últimos 10 anos, cerca de 2/3s da população de 1,5 milhões do Iraque foi expulsa das sus casas. Muitos fixaram-se na Síria antes de, mais uma vez, se tornarem vítimas da perseguição infindável. A população Cristã na Síria baixou de 30% durante a década 20 do século passado para menos de 10% nos dias actuais. 
Em Janeiro último, um relatório da organização não-confessional sem fins lucrativos "Open Doors"  documentou que dos 10 países que mais oprimem os Cristãos no mundo, 9 eram países com maioria islâmica (e o 10% era a Coreia do Norte). Estes regimes tirânicos fomentam leis arcaicas de blasfémia e de difamação-de-religião sob o pretexto de proteger a expressão religiosa. Na verdade, estas medidas nada mais são que repressão sistemática feita aos grupos não islâmicos.
Claro que, embora a perseguição feita aos Cristãos esteja a ocorrer por todo o Médio Oriente, a maior parte dela está a ser dirigida a partir da Turquia, país que os EUA ainda consideram com um aliado.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Cristão condenado à morte no Paquistão

Naeem Shakir, o advogado de Sawan Masih, afirmou que um juiz havia anunciado o veredicto durante a audiência que ocorreu na prisão onde o julgamento se realizou (devido aos receios de que Masih pudesse ser atacado a caminho do tribunal).

Embora o Paquistão nunca tenha executado ninguém segundo esta lei, as multidões enraivecidas devido às acusações blasfemas são conhecidas por tomarem a lei nas suas mãos e matarem quem quer que se suspeite que tenha violado essa dita lei.

Mal uma acusação deste tipo é feita, é muito difícil revertê-la, principalmente porque as pessoas envolvidas na execução da lei não querem passar a imagem de que estão a ser brandas com os suspeitos.

Tal vigilantismo criou uma clima de medo levando a que juízes atemorizados realizem julgamentos dentro das prisões e fazendo com que as testemunhas de defesa se manifestem em favor dos acusados.

Muitos activistas dos direitos humanos afirmam que as leis da blasfémia, que permitem a prisão perpétua ou a pena de morte, estão a ser usadas de forma a atingir as pessoas como forma de obter algum ganho material, ou levar a cabo uma vingança.

O incidente que levou à condenação de Sawan Masih teve início no dia 7 de Março do ano passado quando um jovem maometano acusou Masih de falar mal de Maomé. A policia prendeu Masih, mas no dia seguinte uma multidão atacou a povoação onde Masih e outros Cristãos vivem, incendiando casas e destruindo propriedades.

vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus.

João 16:2
 "vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus."
João 16:2

Fonte.

domingo, 9 de março de 2014

Seguidores de Maomé matam família Cristã no Egipto

Família Cristã composta por 4 membros e a viver em Alexandria (Egipto) foi barbaramente esfaqueada até à morte no Domingo quando se encontravam na sua casa em  al-Ibrahamya. A família era composta pelo pai, de 44 anos, a esposa, 35, o seu filho de 6 anos e o irmão da esposa.

Depois do assassinato, a casa, onde a família já vivia há alguns anos, foi incendiada pelos assassinos como forma de esconder o crime, mas a polícia controlou e apagou o fogo. Todos os corpos foram encontrados contendo marcas de esfaqueamento e outros sinais de violência extrema. A esposa e a criança tiveram os seus pescoços cortados enquanto que o pai foi esfaqueado até  à morte - com marcas de esfaqueamento por todo o seu corpo.

O crime não foi motivado por roubo, visto que a casa não foi roubada, e os relatórios preliminares dizem que a família foi assassinada por dar o seu apoio ao governo de Bashar Assad na Síria. Segundo se sabe, a esposa era uma apoiante bastante vocal, chegando a discutir assuntos políticos.

Os islamitas por todo o Médio Oriente, e especialmente no Egipto, são contra Assad e apoiam de forma  vigorosa a jihad contra o moderado governo de Assad numa tentativa de o remover do poder, e instalar um estado sharia na Síria.

A maior parte das minorias religiosas, incluindo os Cristãos, apoiam o regime secular de Assad, havendo visto a enorme violência feita contra outros Cristãos por parte dos rebeldes islamitas

Fonte


 "vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus."
João 16:2

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O futuro sombrio da comunidade Cristã na Líbia

A mais recente decisão dos governantes líbios (de que a sua futura constituição será baseada na Sharia) propagou um clima de medo junto da pequena comunidade Cristã deste país do norte de África.

Os Cristãos Coptas da Líbia, que são cerca de 300,000, ou 5% da população total, tinham permissão para practicar a sua religião quando Muammar Qaddafi era vivo, mas desde que ele foi removido do poder, e por fim morto, maometanos fundamentalistas têm aumentado o seu poder e ocupado o lugar deixado vago pelo ditador.

Durante o mês passado, a assembleia nacional votou em favor de fazer da lei Alcorânica, ou a Sharia, a base para todas as decisões legislativas - o que, em termos prácticos significa que o islão irá moldar todos os casos criminosos, financeiros e bancários.

Numa declaração emitida depois da votação, o Congresso Nacional Geral declarou que,

A lei islâmica é a fonte de toda a legislação da Líbia. Todas as instituições têm que concordar com isto.

Um comité especial começou a rever as leis já existentes para garantir que eles estão de acordo com a Sharia. A emergente orientação legal e política, combinada com a ascenção dos militantes neste país rico em petróleo, deixou os Cristãos com um sentimento de que a promesa de democracia foi quebrada. Patrick Sookhdeo, director internacional do grupo dedicado aos direitos humanos "The Barnabas Fund", afirmou o seguinte:

A NATO envolveu-se na guerra na Líbia com o propósito de instalar uma democracia plena. Mas o que acabamos por ter é um governo fraccionado onde o extremismo religioso da pior espécie tomou conta do governo. O preocupação que se gerou foi a de se observar que este conflicto deu origem a algo que é o oposto dum governo democrático.

Sookhdeo acrescenta ainda que a mais recente legislação terá efeitos sérios junto daqueles na Líbia que desejam uma sociedade justa e equitativa - especialmente junto daqueles que vivem no país mas que não são da fé islâmica. Os analistas dizem também que o estatuto e os direitos das mulheres terão também que ser estudados na próxima constituição.

Sookhdeo comparou a situação na Líbia com o que aconteceu no Egipto, depois do líder de longa data Hosni Mubarak ter sido substituído por Mohammed Morsi, da Irmandade Muçulmana - que por sua vez foi removido do poder por parte dos militares depois de se tornar óbvio que ele estava a desenvolver esforços para colocar o pais debaixo dum governo islâmico. “Eles [os Cristãos] não terão a cidadania por inteiro," referiu-se Sookhdeo à recente expulsão do presidente Morsi quando a sua administração tentou instalar uma legislação semelhante.

Desde que Qaddafi foi removido do poder em Outubro de 2011 que os trabalhadores Cristãos, incluindo os Coptas que chegam do Egipto em busca de trabalho, têm sido alvos de ataques. Há relativamente pouco tempo as autoridades líbias libertaram 3 missionários Egípcios que haviam sido presos por proselitismo. Um quinto Cristão, Ezzat Atallah, morreu enquanto se encontrava na prisão. Os seus apoitantes dizem que tudo o que eles fizeram foi ter na sua posse cruzes para a sua própria reflexão espiritual.

O perigo que os Cristãos e outros não-maometanos enfrentam na Líbia foi mais uma vez ressalvado no mês passado quando um professor americano, Ronnie Smith, (33 anos, proveniente do Texas, e professor de Química na "International School" de Benghazi) foi morto no dia 5 de Dezembro enquanto fazia jogging. O assassinato demonstrou de forma clara que a ténua segurança que existe na cidade do Este da Líbia - a mesma onde o embaixador americano Chris Stevens foi morto durante um ataque à embaixada no dia 11 de Setembro de 2012.

Não houve qualquer tipo de alegações credíveis em torno da responsabilidade da morte, mas crê-se que militantes islâmicos activos em Benghazi tenham sido os responsáveis pelo assassinato de Smith. Esta morte veio pouco depois do porta-voz da Al-Qaeda ter apelado aos líbios que atacassem todos os interesses americanos existentes no país, como vingança pelo facto das Forças 

Especiais terem agarrado subitamente, nas estradas de Tripoli, um suspeito militante da Al-Qaeda. Muitos especulam que Smith tenha sido morto devido à sua fé Cristã e pela forma como ele falava dela abertamente com os seus estudantes na Líbia.

Sookhdeo afirmou que a recente legislação pode ter efeitos não só na Líbia mas para além das suas fronteiras também, visto que alegadamente a zona sul da fronteira da Líbia está sob o controle da Al-Qaeda e armas estão a ser introduzidas na Síria a um ritmo alarmante.

Temos um potencial problema regional e os Cristãos bem como outros do Médio Oriente têm o direito de desejar uma sociedade livre e democrática.

Ultimamente, a perseguição, a violência e até os assassinatos de Cristãos têm vindo a aumentar no Médio Oriente.

Em Março de 2012, Jeremiah Small, residente do estado de Washington que se encontrava a trabalhar no Iraque, foi assassinado por um dos seus alunos maometanos.

O motivo não é claro mas no dia anterior, e depois duma discussão acalorada ter ocorrido na sua aula, o aluno ameaçou-o de morte devido às suas crenças religiosas Cristãs.

Poucos dias antes, no Iémen, militantes maometanos mataram outro americano disparando oito vezes contra ele.

Joel Shrum, de 29 anos, foi morto por membros dos "Apoitantes da Sharia" - que também opera na Líbia - que, após o assassinato, emitiram também uma mensagem dizendo que o assassinato ocorreu "como resposta à campanha de proselitismo Cristão que o Ocidente deu início contra os muçulmanos."

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Ressalva-se que os líderes islâmicos a viver no Ocidente nada dizem da perseguição religiosa que os Cristãos sofrem em países que estão sob dominação maometana.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Distorcendo a Bíblia para oprimir os Cristãos

Por Raymond Ibrahim

Numa nova e perversa alteração à opressão que os Cristãos sofrem no Médio Oriente, um eminente clérigo Egípcio está a usar Um Jesus islamizado para promover os objectivos do totalitarismo islâmico.

Vez após vez, os muçulmanos, especialmente aqueles que vivem no Egipto, projectam o pensamento islâmico sobre os Cristãos: por exemplo, as igrejas Coptas foram acusadas de fazer contrabando e armazenamento de armas como forma de tomar o poder na nação (quando na verdade as mesquitas é que são regularmente reveladas como sítios onde armas ilegais são armazenadas para a jihad).

Para além disso, os Coptas foram também acusados e raptar e torturar as raparigas Coptas que convertem ao islão (quando na verdade os muçulmanos que convertem ao Cristianismo - os apóstatas - é que são regularmente espancados, aprisionados e até assassinados); são até acusados de dar apoio aos ataques suicidas sempre que a igreja fala de Coptas que foram martirizados (porque no islão, ser mártir normalmente significa sacrificar a própria vida numa "guerra santa").

Ficamos a saber que, agora, um clérigo do Egipto - o mesmo que insiste que os maridos maometanos devem odiar as suas esposas não-maometanas - proclamou que o Senhor Jesus era contra a separação entre a igreja e o estado, e que Ele suportava a ideia da jizya - o tributo ordenado pelo Alcorão que os não-muçulmanos conquistados, ou dhimmis, são obrigados a pagar aos seus senhores "com submissão voluntária" (Alcorão 9:29).

O sheik Yusuf Burhami, o mais visível líder do movimento Salafi do Egipto - que, depois da destituição da Irmandade Muçulmana, tornou-se no partido islamista primário a tentar impor a Sharia na nova constituição - emitiu recentemente uma fatwa em árabe alegando que a declaração Bíblica atribuída ao Senhor Jesus - "Dai a César o que é de César, e dai a Deus o que é de Deus" (Mateus 22:21) - não pode significar que Ele apoiava a separação entre o estado e a igreja, como acreditam muitos Cristãos, "porque", nas palavras de Burhami, "a separação entre o estado e a religião contradiz os textos do Alcorão."

Como exemplo, Burhami cita o Alcorão na sua fatwa, incluindo versos tais como "Verdadeiramente, este assunto pertence inteiramente a Alá" (Alcorão 3:154), que, segundo os interpretadores islâmicos ortodoxos, significa que todos os assuntos terrenos - todas as leis - têm que ser decididas por Alá (e, desde logo, a natureza totalitária da lei Sharia).

Burhami diz ainda:

É impossível que o Messias - que a paz esteja com Ele - apele para uma separação entre o estado e a religião; isto significa que a política seja governada sem a Sharia de Alá.

Em vez disso, segundo o líder Salafi, o "Verdadeiro" Jesus - o "Jesus" muçulmano", Isa, que Um Defensor da Sharia - fez essa alegação para confirmar que as populações conquistadas têm que pagar o tributo - jizya; ou, no contexto da discussão do Senhor Jesus relativa à imagem de César numa moeda, os Judeus do primeiro século estavam na obrigação de pagar o tributo aos Romanos. 

Logo, ao darem a César o que era de César, e como segundo Burhami não há separação entre a religião e o estado - os Judeus já estariam a dar a Deus o que era de Deus visto que é Deus (ou "Alá") que or ordenou a pagar o tributo. Segundo o partido Salafi do Egipto, isto era o significado das palavras do Senhor Jesus.

No pano de fundo da fatwa de Burhami existem apelos crescentes para que os Cristãos do Egipto paguem o jizya ao estado, tal como historicamente sempre o fizeram (e tal como ordena o Alcorão) à medida que vigilantes maometanos se encontram actualmente a forçá-los a fazer através da violência.

O Alcorão diz na surah 9, ayah 29 para que os maometanos lutem e subjuguem "o Povo do Livro" (Judeus e Cristãos) "até que eles paguem o jizya com submissão voluntária e sintam-se totalmente subjugados." Se os maometanos quiserem seguir esta passagem à letra - a entre todos os maometanos, os Salafis são os que mais tentam seguir o Alcorão à letra - para além de terem de pagar o tributo, é exigido aos Coptas que se "sintam totalmente subjugados," o que se encontra muito longe deles serem cidadãos com direitos iguais no Egipto, mas bem mais perto deles serem cidadãos de terceira no seu próprio pais.

Entretanto, se os maometanos tais como Burhami estão a projectar os piores traços do islão para os Cristãos (e para o Senhor Jesus), os ocidentais estão estão a projectar os melhores traços da civilização Ocidental (ironicamente, provenientes do Cristianismo) - tais como a tolerância e o pluralismo - para os maometanos e desde logo são incapazes de acreditar na triste realidade do sofrimento Cristão sob a espada do islão.

Fonte.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Muçulmanos matam Cristãos e lançam os corpos num poço

Habitantes de Sadad (perto de Homs) que fugiram da povoação largamente Ortodoxa Síria quando os rebeldes a atacaram no mês passado, estão agora a regressar a casa só para descobrirem a dimensão das atrocidades naquele que é visto como o pior ataque de perseguição anti-Cristã desde que a guerra na Síria começou.

As informações enviadas pelos líderes da Igreja à agência de Caridade Católica "Aid to the Church in Need" descrevem a forma como nesta antiga cidade Síria, mencionada na Bíblia (Livro de Ezequiel), as pessoas vulneráveis não foram capazes de escapar - inclusive os idosos, os incapacitados, as mulheres e as crianças - e foram sujeitas à tortura tais como o estrangulamento. Fontes da Igreja afirmam que 30 corpos foram encontrados em duas valas comuns distintas.

Num dos poços de Sadad encontravam-se os restos de seis membros duma família, incluindo Matanios El Sheikh (85 anos), a sua esposa (75), a sua filha Njala (45) e os netos Ranim (18 anos e estudante universitário no primeiro ano) e o seu irmão Fadi (16 anos). 

Segundo se sabe, eles foram atirados para dentro do poço no dia 26 de Outubro juntamente com a avó maternal dos rapazes, Mariam de 90 anos. Os seus funerais, que se realizaram no dia 4 de Novembro de 2013, chegaram numa altura em que a comunidade começa a lamentar a perda daqueles identificados como "mártires" pelos líderes da Igreja.

As atrocidades decorreram durante a ocupação de uma semana a Sadad levada a cabo pelos militantes dos grupos "Al-Nusra Front" e "Daash", forças rebeldes que, segundo os líderes da Igreja, mantiveram 1,500 famílias como escudos humanos como forma de impedir o governo de retomar a povoação.


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Se 6 maometanos tivessem sido mortos por Cristãos e os seus corpos lançados num poço, a atrocidade estaria presente em todas as organizações de informação do mundmo ocidental. Mas como são Cristãos - e não maometanos - a serem mortos em nome de Alá, os políticos ocidentais e os média não se importam. Afinal de contas, é um acto de islmofobia criticar os actos violentos levados a cabo por maometanos.

Aparentemente, nós somos obrigados a demonstrar a nossa tolerância ignorando por completo a aniquilação de Cristãos Africanos, Asiáticos e do Médio Oriente.

domingo, 29 de setembro de 2013

O ataque em Nairobi confirma o que já se sabia sobre o islão

Fonte

No passado Sábado, no Quénia, atiradores maometanos lançaram granadas e abriram fogo num centro comercial, matando pelo menos 10 pessoas. Segundo algumas testemunhas, durante o momento em que ocorreu o ataque, decorriam no centro comercial celebrações em torno dum dia para as crianças.

Um hospital local, sobrepujado com o número de feridos que foram trazidos para as sus instalações durante as horas que se seguiram ao ataque, viu-se forçado a desviar alguns dos pacientes para outras instalações.

Elijah Kamau, que se encontrava no centro comercial quando o atentado aconteceu, disse que os terroristas declararam que os não-maometanos seriam atacados.

Os atiradores disseram aos muçulmanos para se levantarem e saírem. Eles estavam a salvo uma vez que só os não-muçulmanos seriam o seu alvo.

Manish Turohit, de 18 anos, disse que viu homens armados com AK-47 e com cintos contendo granadas manuais dentro do centro comercial antes de ter escapado e se ter escondido no parque de estacionamento durante duas horas. Depois de ter sido marchado para fora do centro comercial em fila - com outras 15 pessoas - com as mãos no ar, Turohit afirmou:

Eles entraram e atiraram granadas. Nós começamos a correr e eles abriram fogo. Eles gritavam e disparavam.

Rob Vandijk, que trabalha na embaixada Holandesa, disse que se encontrava a comer dentro do centro comercial quando os atacantes lançaram granadas para dentro do edifício. Ele disse ainda que os tiros tiveram então início e as pessoas começaram a gritar à medida que caíam no chão.

Segundo algumas testemunhas, aparentemente o ataque teve início na área de estar ao ar livre com o nome de Artcaffe (em frente ao centro comercial). Patrick Kuria, empregado no Artcaffe, disse:

Começamos por ouvir tiros no andar inferior e lá fora. Mais tarde, ouvimo-los a entrar cá dentro. Refugiamo-nos. Foi então que vimos dois atiradores usando um turbante preto. Eu vi-os a disparar.

Algumas pessoas foram atingidas quando se encontravam à entrada do centro comercial depois de alguns atiradores se terem dirigido para fora quando tiveram início os confrontos com a polícia. As ambulâncias continuaram a chegar e a abandonar o local, transportando os feridos que gradualmente começaram a emergir de dentro do centro comercial.

Muitos daqueles que iam saindo, traziam consigo pequenas crianças pela mão. Outros choravam. Os guardas do centro usaram carrinhos de compra para transportar as crianças que os terroristas maometanos feriram.




segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Ataques com ácido aumentam à medida que aumenta devoção islâmica

Padre católico que foi atacado com ácido na ilha africana de Zanzibar - naquele que foi o terceiro ataque não provocado em apenas dois meses - continua hospitalizado. O Rev. Joseph Anselmo Mwagambwa afirmou que ele foi atacado na Sexta-Feira à tarde quando saia dum café com acesso a internet em Mlandenge (uma comunidade na cidade de Zanzibar).

Segundo fontes locais, para além do clérigo estar a receber tratamento na cidade de Dar es Salaam, a polícia continua com as suas investigações e até ao momento nenhuma prisão foi feita.

Durante o mês passado, em Zanzibar, duas mulheres britânicas (ambas com 18 anos) caminhavam sem companhia na rua quando ácido foi lançado para as suas caras, peito e mãos; segundo se sabe, o ataque foi levado a cabo por dois homens numa mota.

Katie Gee e Kirstie Trup foram atacadas em Stone Town, o centro histórico da ilha, e, segundo a firma i-to-i Travel, ambas trabalhavam como professoras voluntárias na ilha.  O ataque contra as duas mulheres chega numa altura em que o extremismo islâmico se encontra em crescimento na ilha.

O governo local, para além de considerar regulamentar a aquisição de ácido e de outro material relacionado, avisou que tais ataques podem danificar a indústria turística da ilha.

Noutro incidente ocorrido em Julho, um homem de negócios de origem árabe que havia construído um centro comercial junto a embaixada Americana em Dar es Salaam foi ele também ferido noutro ataque com ácido.


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Em vez das forças governamentais se preocuparem com a regulamentação de ácido, elas deveriam-se preocupar com o aumento do assim-chamado "extremismo islâmico" (que não é extremismo algum, mas sim o islão verdadeiro). 

Se os maometanos começarem a atacar as mulheres com água quente, o governo local provavelmente vai querer regular a venda de esquentadores.

Note-se também o relativismo moral deste governo: o seu problema com os ataques de ácido não é o facto do mesmo deixar pessoas marcadas (literalmente) para o resto das suas vidas, mas sim a forma como isso pode danificar o rendimento local que provém do turismo.

domingo, 4 de agosto de 2013

A intolerância islâmica

Numa recente visita à Síria como parte duma missão de ajuda humanitária, o Dr. John Eibner, CEO da "Christian Solidarity International (CSI)", encontrou-se com Cristãos Sírios da cidade de Qusayr que descreveram a limpeza religiosa da sua cada por parte de extremistas maometanos.

Segundo a CSI, antes da guerra civil, a Qusayr, localizada ma porção Este da Síria, perto da fronteira Libanesa, tinha cerca de 40,000 pessoas, incluindo 7,000 Cristãos.

“Na parte final de 2011, os Sunitas locais vieram ter connosco e disseram-nos para tornarmos parte nas demonstrações anti-regime, ou abandonar a cidade.Se nós não fizéssemos uma das duas, seríamos mortos,” afirmou Fadul Abu Yohanna Kasouhah, residente Cristão de Qusayr.

Segundo Fadul, os islamitas Sunitas da povoação usaram os megafones das mesquitas para nomear as famílias Cristãs e ordenar que abandonassem as suas casas.

Fadul disse à CSI como o seu primo foi morto por Sunitas quando se recusou a abandonar o local.

O meu primo disse 'Não sairemos daqui. Esta é a nossa cidade e a nossa terra.' Ele era recém-casado e a sua esposa estava grávida de 7 meses. Os Sunitas atiraram sobre ele e mataram-no quando ele se dirigia para o emprego na sua moto.

Segundo Fadul, eventualmente os extremistas Sunitas locais receberam a ajuda de jiadistas estrangeiros e a cidade foi esvaziada de Cristãos.

Em Março de 2012, muitos jihadistas estrangeiros vieram até Qusayr e rodearam a Estrada Cristã. Estes jihadistas receberam a ajuda duma turba de Sunitas locais.... No dia seguinte, todos os Cristãos abandonaram Qusayr—870 famílias. Só dois ou três Cristãos bem velhinhos é que ficaram. A maioria saiu da cidade sem nada. Ninguém nos ajudou.

Fonte.

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Isto é o islão no seu melhor. Enquanto são poucos em número, todos eles falam em "tolerância" e "entendimento". Mas quando se encontram em número suficiente, eles tornam-se intolerantes.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

O porquê do Boko Haram matar Cristãos com impunidade

Segundo um perito local, o terrorismo islâmico prospera na Nigéria devido a uma cultura que treina, arma e paga aos jovens mais pobres para que estes levem a cabo actos de violência durante campanhas políticas, criando uma milícia pronta a ser recrutada pelos terroristas quando a época das eleições termina. 

Segundo Adeniya Ojutiku, um Baptista dedicado a servir os nigerianos na sua própria terra, os políticos nigerianos recusam-se a combater o terrorismo no seu âmago uma vez que isso significaria desmantelar a cultura política que assegurou a sua eleição.

Os governos estaduais nigerianos deveriam ser responsabilizados por não serem capazes de controlar ou suster o terrorismo islâmico levado a cabo contra os Cristãos, afirmou Ojutiku, co-fundador da "Lift up Now Foundation":

O ponto da compensação monetária a cada uma das vítimas do terrorismo na Nigéria, às suas famílias, às suas comunidades, ben como às igrejas (queimadas, bombardeadas, destruídas ou danificadas) tem que ser introduzido nos temas de discussão pública. . . . . A compensação das vítimas tem que passar a ser um ponto fulcral de agitação por parte das pessoas de bem.

A perseguição levada a cabo contra os Cristãos é muito mais política e económica do que religiosa, afirmou Ojutiku, ressalvando que os extremistas islâmicos recrutam jovens milícias que foram abandonados no final do ciclo eleitoral e que não vêem mais nenhum meio de sobrevivência.

É um dado amplamente conhecido que a maior parte dos grupos étnicos violentos de toda a Nigéria tiveram o seu início como obra de algum político desesperado que solicitou e armou rufias predispostos para a criminalidade como forma de intimidar e esmagar os adversários políticos, bem como com o propósito de perverter as eleições políticas durante o período de democratização da Nigéria (depois da liderança militar).

Ojutiku afirmou ainda que, durante a campanha eleitoral, a maior parte dos grupos violentos foram muito bem financiados pelos seus senhores mas que após as eleições, estes grupos foram totalmente abandonados pelos mesmos senhores (quer estes tenham ou não vencido as eleições).

Rapidamente, estes grupos de rufias envolveram-se com milícias, acossando, intimidando e extorquindo dinheiro das vítimas. Esta criminalidade aumentou quando os membros destas milícias privadas buscaram financiadores abastados locais e internacionais, e começaram a promover novas causas e um novo tipo de agenda.

Fonte..

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Líder de grupo radical justifica massacre em escola nigeriana

Kano - O líder do grupo radical islâmico nigeriano Boko Haram, Abubakar Shekau, justificou hoje (sábado) o massacre de 06 de Julho numa escola no noroeste do país, mas sem reivindicá-lo, num vídeo obtido pela AFP.
    
"Nós damos todo o nosso apoio ao ataque a este estabelecimento de educação ocidental em Mamudo", no estado de Yobe, declarou num vídeo de dez minutos, referindo-se ao massacre de 41 alunos e um professor (segundo um registo estabelecido por fontes médicas).
              
Contudo, Abubakar Shekau afirmou que o seu grupo não é o responsável pela morte dos estudantes.
              
Num momento raro, o chefe radical chegou a se expressar em inglês - por alguns segundos no fim da sua mensagem-, assegurando mais uma vez que o Ocidente quer destruir o Islão.
              
No vídeo, líder islâmico afirma que todos os "estabelecimentos de educação ocidentais" são parte de "um complô” contra o Islão.
              
O nome do seu movimento, "Boko Haram', significa "a educação ocidental é um pecado".
              
Os ataques efectuados pelo grupo Boko Haram e as medidas de respostas das autoridades nigerianas causaram mais de três e 600 mortes desde 2009 e a crueldade desse novo massacre provocou grande indignação em todo o país.
       
Segundo fontes médicas, o ataque ao colégio de Mamudo causou 42 mortos, mas o exército faz um balanço de 21.
             
Homens armados reuniram alunos, professores e funcionários do estabelecimento num dormitório antes de lançarem explosivos e dispararem contra eles, segundo testemunhas.
             
Esse foi o terceiro ataque contra uma escola da região desde 16 de Junho.


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domingo, 30 de junho de 2013

Muçulmanos raptam adolescente Cristão de 16 anos


Um Cristão de 16 anos, convertido do islamismo, permanece desaparecido desde que foi raptado por militantes maometanos na volátil província paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwa. Alegadamente Aman Ullah foi levado por terroristas muçulmanos no dia 25 de Maio, em Peshawar, capital de Khyber Pakhtunkhwa.

John Taimoor, presidente do grupo missionário "Crossbearers Ministry' que opera junto de ex-maometanos, afirmou:

Não sabemos qual dos 32 grupos pertencentes aos Talibã (que opera no Afeganistão e no Paquistão) é responsável. A minha equipa, funcionários e discípulos provenientes de ambientes muçulmanos enfrentam pressão dos mais variados quadrantes e perseguição física..... No entanto, temos os olhos firmes no Nosso Salvador  que é capaz de nos salvar  até aos confins.

Até ao dia 7 de Junho, não havia qualquer tipo de declaração por parte dos Talibã, embora no passado o grupo tenha falado com os média sobre raptos anteriores.

Segundo Taimoor, que deu estudos Bíblicos ao rapaz, a jovem vítima de rapto, que se tornou Cristão há cerca de um ano e estava envolvido no evangelismo. havia memorizado o Evangelho de João e a Carta aos Efésios. O seu objectivo era o de decorar todo o Novo Testamento do mesmo modo que ele havia já memorizado o Alcorão.

Ele é uma pessoa muito especial para mim. Aman Ullah, em arábico, persa, urdu e na língua pashto, significa "paz de Deus". Ele é um diamante, muito dedicado e brilhante.  Ele era extrovertido; fazia declarações públicas e dava o seu testemunho.

O grupo de Taimoor ajuda os jovens convertidos - tais como Aman - a memorizar a Carta aos Efésios e demonstrar "seriedade no crescimento da sua fé" como forma de impactar outros maometanos.

Pedido de orações

Taimoor afirmou que pediu aos apoiantes que orassem "pela protecção de Aman, pedindo graça aos olhos dos seus raptores." Enquanto espera pela sua "libertação em segurança", ele afirmou que tem esperança de que "este jovem discípulo seja ungido como Deus porta-voz de Deus para as vidas dos raptores, ajudando-os a se aperceberem da sua necessidade de Jesus como Salvador e Senhor".

Taimoor afirmou também que pediu aos Cristãos que "pedissem a Deus que protegesse e ministrasse a todos que fielmente O servem no Paquistão."

Terroristas maometanos dos Talibãs foram já associados a vários ataques aos Cristãos, incluindo antigos muçulmanos, parte da sua jihad contra aquilo que eles identificam como sendo uma religião ocidental e atitudes colonialistas.

Fonte

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Será que o maometanismo apoia este tipo de acção contra os Cristãos e ex-muçulmanos? Vejamos o que o "profeta" disse:

Sahih al-Bukhari 6922— O mensageiro de Alá disse: "Se alguém mudar a sua fé islâmica, matem-no."

Sunan An-Nasa’i 4068— Foi narrado que Al-Hasan disse: “O mensageiro de Alá disse: ‘Quem quer que seja que mude a sua religião, matem-no.’”

Al-Muwatta de Imam Malik 36.18.15—O Mensageiro de Alá disse: "Se alguém alterar a sua religião, cortem a sua cabeça!


Portanto os terroristas maometanos que atacam os Cristãos que abandonaram a sua fé islâmica, estão a agir em sintonia com o que o próprio Maomé disse.

O islão aprova o assassinato de quem abandona a fé islâmica.


domingo, 19 de maio de 2013

Turco exige que crucifixo seja removido duma sala de tribunal . . . . na Alemanha.


Depois do início do julgamento em torno do grupo NSU [National Socialist Underground], um político turco exigiu que o "Upper Regional Court" em Munique removesse o crucifixo da sala de tribunal. Segundo informação veiculada pela imprensa, Mahmut Tanal alegou que o símbol Cristão era "uma violação dos princípios seculares do Estado".

Para além disso, a cruz era também uma "ameaça" para todos os não-Cristãos, afirmou Tanal, em referência aos familiares muçulmanos das vítimas turcas de NSU. Devido a isto, a cruz "tem que desaparecer imediatamente".

Tanal pertence ao partido da oposição secular CHP, e foi um dos seis membros da delegação parlamentar de Ankara que esteve presente no tribunal no início do julgamento.

O político deu o seu apoio à suspeita - previamente vocalizada na Turquia - de que o assim conhecido grupo "National Socialist Underground" tem o apoio de forças próximas do aparato estatal alemão. 
Quando um gang consegue matar 8 turcos e um grego em diferentes partes da Alemnha com a mesma arma sem ser detectado, isso significa que as forças policiais estão por trás.
Segundo Tanal, sem a protecção das forças de segurança do establishment alemão, o grupo NSU nunca teria conseguido agir desta forma.

Fonte
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